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História Dusk Till Dawn - Capítulo 8


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Notas do Autor


Desculpa ter ficado esse tempo sem postar nada. Infelizmente, mesmo sendo vergonhoso pra mim, tenho que admitir que foi por causa do Minecraft. Eu estou completamente apaixonada pelo Minecraft, jogo dia e noite sem parar e isso fez eu parar de escrever.

Mas agora eu estou separando um tempo para jogar e outro para escrever.

Espero que entendam e não deixem de continuar a acompanhar essa história.

Sinto muito mesmo.

Capítulo 8 - Cap. VIII


Ainda era de manhã quando Levi acordou, era uma manhã de domingo um pouco fria. Levi pulou de sua cama animado, não conseguia ficar parado de tão animado que estava. Pegou suas roupas, e enquanto escovava os dentes se vestia. Com o cabelo arrumado, desceu para a cozinha e pegou uma maçã, comeu alguns pedaços e tomou o seu remédio antes de sair de casa correndo.

Por conta de sua hiperatividade, conseguia correr rápido e não cansar muito, seu corpo estava totalmente acordado e elétrico, como se tivesse tomado vinte copos de energético. Levi estava animado por causa da noite passada, de quando beijou Eren encima da ponte. Aquilo foi a melhor sensação que já sentiu em toda a sua vida, uma imensa alegria cresceu em seu peito só de lembrar daquela cena, quando os lábios dos dois se juntaram. Corria apressado para chegar na casa do moreno, mesmo sendo de manhã. Depois do beijo, Eren levou Levi até a s porta de sua casa e se despediu, pedindo para o mesmo ir até a sua casa no próximo dia.

Quando chegou na bela casa, parou respirando um pouco de dificuldade, era incrível que mesmo depois de correr sem parar, Levi não suou nenhum pouco. Andou até a porta e bateu três vezes. E esperou ansiosamente.

A porta se abriu e dela apareceu a dona da casa, Carla vestia um roupão encima do pijama, e calçava pantufas. Ela sorri quando vê que era Levi.

- Bom dia, Levi. Veio ver Eren?

- Bom dia, tia Carla. Vim sim, ele está acordado?

- Foi o primeiro a acordar, está no seu quarto, pode subir. Depois levo algo para vocês comerem.

- Obrigado, tia Carla.

Ela deu passagem para ele entrar, e como já sabia o caminho, subiu as escadas correndo até o quarto do amigo. Entrou sem bater e o viu sentando em sua escrivaninha.

Eren se virou para a porta e sorriu ao ver quem era.

- Desculpa se está muito cedo, mas eu não conseguiria esperar muito tempo.

- Eu também não.

Eren se levantou e caminhou para mais perto, colocou suas mãos no rosto de Levi, puxou-o para mais perto e beijou os lábios doces do pequeno. Beijar Levi pera a melhor sensação que podia sentir. Os dois se separam em meio a um selinho. Os olhos de Levi brilhavam enquanto olhava para o maior, que tinha um sorriso enorme nós lábios.

- Isso foi... Fantástico – disse Eren. Ele puxa Levi para se sentar ao seu lado na cama, pega em suas mãos e olha bem no fundo de seus olhos. O que deixa Levi totalmente confuso e curioso. – Levi, tem algo que quero te perguntar e já faz um tempinho, mas nunca tive oportunidade ou coragem, mas agora, sabendo que você também me ama, quero te perguntar. Você aceita namorar comigo?

As palavras acertaram Levi em cheio, seu coração falhou uma batida e sua mente girou. A palavra namorando veio e seus olhos se abriram. Nunca em sua vida pensou em namorar, até porque para Levi, quem ia querer ficar com alguém como ele, cheio de problemas? Já tinha um tempo que sentia algo por Eren além de amizade, um sentimento novo e que chega até ser sufocante de tão forte que sente. Seria amor? Talvez. Mas decidiu manter em segredo, guardado a sete chaves, depois que viu que Eren era hétero, óbvio que ele não iria sentir nada por Levi, apenas amizade. Seu coração sempre doía quando via ele com alguma garota.

Mas ele não queria perder a amizade que tinha com Eren, os dois eram melhores amigos, amigos de infância, um ajudando o outro e sempre brincam ou ficam juntos. Perder essa amizade seria como perder a razão de viver.

Na noite passada, quando Eren o beijou, se sentiu totalmente alegre e diferente ao ver que Eren sentia algo por ele. Desejava aquilo já fazia tempo. Mas aquilo só ficou no pensamento. Quando aconteceu, nem sequer pensou em namorar Eren. Só pensou em como feliz estava.

- Bem, Eren... Eu... Eu amo muito você, muito mesmo, acho que desde os dezesseis anos sinto algo por você. Mas me mantive em silêncio por ver que você gostava era de garotas, fiquei com medo de te contar e perder a sua amizade. Não queria quê deixássemos de ser amigos por minha causa. E somente ontem, descobri que você também sente algo por mim, e agora me pede em namoro. Sabe, mesmo eu amando você e querendo ser seu namorado, me sinto inseguro. Tenho medo desse nosso relacionamento não der certo, terminarmos e de não sermos mais amigos, entende?

Eren respirou fundo, levou sua mão até o lado esquerdo de Levi e deixou ela lá.

- Eu te entendo Levi. Não posso te dizer que o que sinto é de longa data que nem a sua. Eu me vi completamente louco por você não faz nem dois anos, somente ontem tive coragem de fazer algo, de mostrar que gosto de você. Eu te compreendo e não sinto raiva. Você tem medo que nossa amizade termine caso algo der errado e nós nos separarmos. Por isso, acho melhor nós fizermos um teste, uma espécime de pré-namoro.

- Pré-namoro?

- Será como se fosse um amizade colorida, mas com sentimentos envolvidos, poderemos nos beijar e declarar nossos sentimentos sem nenhum medo. Podemos compartilhar nossos problemas e apoiar o outro como namorados fazem ou devem fazer. E se nesse meio tempo der certo, então não vejo porque não aprofundarmos no relacionamento.

Se parar para pensar isso é a definição de Namoro. Mas será que ele é tão inocente para não notar?

- Oh! Entendi. Mas isso precisará de tempo, e você está disposto a me esperar por tempo indeterminado?

Sim, ele é!

- Levi, o que sinto por você é gracioso, te amo muito. Você está confuso e com medo, o que é compreensível. Por isso eu não ligo de esperar por você, se para ficar com você até o fim de meus dias eu tenha que esperar, então eu farei com o maior prazer, mesmo que dure uma eternidade.

- Ah, Eren.... Obrigado, muito obrigado.

Os dois se aproximam para dar mais um beijo, mas são interrompidos por batidas na porta.

- Eren? Levi? Trouxe para vocês um café da manhã, abrem a porta por favor?

Os dois riram baixinho e foram ajudar a mais velha com o lanche.

`~`

Antes do meio-dia, Levi saiu da casa dos Yeagers com um pequeno sorriso nós lábios, ainda não tinham contado nada para os pais de Eren, tinham medo da reação deles e também porque ainda não era nada concreto. O caminho todo foi caminhando, e de minuto em minuto, Levi parava em uma esquina para olhar a sua volta, mesmo que não seja nada de interessante. Às vezes se esquecia aonde estava indo, mas era só olhar a rua e já lembrava.

Assim que chegou em casa, Mikasa já estava lá assistindo tevê. Como era quase a hora de almoçar, Levi foi a cozinha começar a cozinhar.

Eu estou com Eren agora, ele me ama e eu o amo. Espero que essa pré-namoro nos mostre que podemos ficar juntos. Quero passar cada momento meu ao seu lado.

Acha mesmo que ele te ama? Ele poderia ter muito bem falado isso para não te ver triste. Afinal, quem amaria alguém como você? Um doente.

Eren me ama sim, eu sei que ele não mentiu para mim. Eu confio nele e se ele diz que me ama, então ama.

Você também confiava em Kenny, até aquela noite quando ele nos machucou.

Só a citação do nome faz o corpo de Levi se arrepiar e tremer, o nome causava pesadelos em Levi.

Eren e Kenny são diferentes, sei que Eren nunca faria nada contra mim como Kenny fazia. Você lembra como Eren ficou quando sem querer me derrubou e eu arranhei os joelhos, achei até que ele ia ter um treco.

Avisado está, não confio em Eren. Para mim ele não passa de um aproveitador idiota que vai destituir mais ainda nossas vidas. Se você me permitisse-se acabar com ele, nossas vidas seriam mais tranquilas.

Ao contrário, seriam mais terríveis. Eu nunca deixarei você fazer nada contra Eren, tente algo e juro que me mato. Se eu morrer vocês morrem não é? Pense bem.

Depois disso, ele não falou mais nada. Permaneceu em silêncio. Mas isso não impediu de Levi agora começar a se questionar, Eren poderia fazer algo contra ele? Seu corpo e mente ainda não estavam totalmente recuperados. Mais um abalo e pronto, não impediria sua mente de ter um fim.

Ao terminar, chamou Mikasa, eles se sentaram na mesa e começaram a comer.

- Levi, vai ter um show da minha cantora preferida aqui na cidade, vai ser no sábado e o ingresso vai ser cinquenta dólares cada. Podemos ir?

- Show de quem?

- Da Sia.

- Bem, acho que podemos ir sim – Mikasa sorriu abertamente. – Se você se comportar na escola e fazer todas as atividades.

- Pode deixar, vou fazer tudo.

- Assim espero.

Com o almoço terminado, os dois se sentaram na sala. Queriam assistir um filme, mas todos o que a Mikasa escolhia, Levi não aceitava.

- Ah! Levi!... – sua mente brilhou com uma ideia e ela sorriu maliciosamente. – Sabe, eu acho que quero assistir um filme sobre vampiros.

No mesmo instante, a postura de Levi mudou, até o modo de olhar mudou. Parecia mais... Feminino, mais rebelde. Os lábios se abriram em excitação.

- Então coloca, coloca em um bem romântico e sangrento.

- Mas Levi não vai ficar zangado se descobrir?

- Bem, eu não vou contar, você vai?

- Eu nunca.

- Então ele nunca vai descobrir.

Amy era o lado feminino e rebelde de Levi. Uma personalidade que ama preto, rock e de vampiros.

A tarde passou, e elas assistiram inúmeros filmes, quando já terminaram era de noite e Mikasa dormia profundamente no sofá. Amy se levantou, cobriu Mikasa e ficou a observando. De todas as pessoas, Mikasa era a sua favorita, senão a única. Ela caminhou até a caixa onde Levi deixa os seus remédios, pegou duas cartelas e jogo-as no lixo. Odiava aquilo, lhe fazia mal. Ela se deitou na cama e apagou.



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