História DustTale - Crazy in Love (Sans x Leitor) - Capítulo 3


Postado
Categorias Undertale
Personagens Chara, Frisk, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel
Visualizações 57
Palavras 4.408
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drabble, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


desculpa demorar para postar, mais é que eu estava REALMENTE sem tempo e sem muita vontade de fazer, mais eu finalmente terminei, eu revisei mais acho que não tirei todos os erros então mals se ainda tiver algum

Capítulo 3 - O esqueleto


Fanfic / Fanfiction DustTale - Crazy in Love (Sans x Leitor) - Capítulo 3 - O esqueleto

Sofi:*eu acordei com um barulho na cozinha, desci as escadas e vi a Dona Kara tendo uma luta com a louça

 

Dona Kara:bom dia Sofi, desculpa ter te acordado mais o cano esta entupido.. vou ter que chamar o encanador

 

Sofi:tudo bem, já esta tarde

 

Dona Kara:eu fiz seu café

 

Sofi:obrigada, mais não precisava *eu me sentei, a TV estava ligada, então resolvi prestar atenção no jornal que estava passando

 

jornalista:ontem as 01:15 da manhã, o hotel el dourado foi invadido por duas pessoas, de acordo com os policias uma erá a canário negro e o outro era Sans Wing Dings, filho do renomado cientista Dr.W.D. Gaster que faleceu a alguns anos. Não sabemos o que ou quem eles estavam procurando, as autoridades disseram que vão agir imediatamente e que se continuar assim a população correrá grandes perigos

 

Sofi:*eu me lembrei que o policial Jack disse que viria atrás de mim, e como ele sabe aonde estou provavelmente deve ter alguém me vigiando, eles devem estar fazendo um plano para que eu não escape, mais eu sei como sair daqui sem levantar suspeitas* Dona Kara... *eu ão queria ter que fazer isso, mais preciso da ajuda dela

 

Dona Kara:sim querida?

 

Sofi:eu, preciso te contar uma coisa... Fui eu que fiz tudo isso, quero dizer

 

Dona Kara:querida... Eu sei

 

Sofi:sabe?

 

Dona Kara:claro! Você sempre dorme tarde, e bem... Você e a canário negro se parecem um pouco 

 

Sofi:é, desculpa não te contar

 

Dona Kara:não se preocupe, eu sei que você não fez por mal

 

Sofi:eu, preciso sair de casa, sei que isso é meio do nada mais eu vou colocar você em perigo

 

Dona Kara:eu sei querida, não se preocupe, você esta fazendo o que é certo, você esta ajudando as pessoas

 

Sofi:obrigada por me apoiar 

 

Dona Kara:já estou muito velha para querer cuidar da sua vida, você já é uma moça e tem ciência de suas ações, apenas me prometa que irá voltar

 

Sofi:eu prometo, que quando tudo acabar vamos ficar juntas pra sempre

 

Dona Kara:para sempre é muito tempo querida, e infelizmente meu tempo esta acabando

 

Sofi:não diga isso, você ainda esta bem jovem 

 

Dona Kara:hahaha se 78 anos é ser jovem então queria voltar a ser uma criança

 

Sofi:*eu ri das palavras de Dona Kara, sei que ela esta triste e não quer que eu vá embora, mais ela sabe que não tem outra escolha* o plano é o seguinte, não tem como eu sair sem eles saberem, vou sair sem levar nada, deixe minha bolsa na estufa, de noite eu pego ela, vou tentar dar um perdido nos policiais 

 

Dona Kara:tudo bem *ela me abraça e da um beijo na minha bochecha* se cuide querida, vou sentir saudade

 

Sofi:isso não é um adeus, prometo voltar *eu abraço ela de volta e saio logo em seguida

 

Dona Kara:NÃO ESQUEÇA DE COMPRAR O ARROZ *ela diz encenando para não ter suspeitas

 

Sofi:TA BOM *começo a andar e tento prestar atenção a minha volta, para ter certeza de que estou sendo seguida, começo a ir para uma parte mais isolada aonde tinha pouca gente e percebi que tinha uma mulher de óculos escuros usando um vestido vermelhos atrás de mim. Entrei em um beco e me escondi, esperei um pouco e fiz um barulho, logo em seguida a mulher entrou no beco, agarrei ela pelo pescoço quando ela ia ligar para o policial Jack

 

Policial Jack:alo, o que foi samantha?

 

Sofi:sua chamada esta sendo encaminhada para caixa de mensagem deixe um recado após o bip BIIIIP! *desliguei na cara dele, achei que seria meio engraçado zoar com a cara daquele cara, coloquei aquela moça nas partes mais cheias de gente, vai que acontece algo de ruim com ela naquela parte da cidade

 

Sofi:*voltei rapidamente para pegar a bolsa na estufa por que pensei que eles poderiam revistar a casa. Quando cheguei lá encontrei a bolsa, dei uma olhada para ter certeza que não faltava nada, e acabei encontrando a medalha do exercito* não acredito que ela lembrou disso *ouvi um barulho na porta da frente então achei melhor ir logo

 

*não demorei muito até encontrar a casa que Sans havia me dado o endereço, era uma casa simples que ficava em uma rua deserta, todas as casas nesta rua estavam com madeiras nas janelas e porta

 

Sofi:será mesmo que acertei no lugar?

 

Sans:heya boneca, demorou hein

 

Sofi:AAH *ele apareceu de fininho do meu lado, acabei me assustando, ele estava com o mesmo sorriso bobo no rosto

 

Sans:calma ai princesa, não precisa ficar aSANStada 

 

Sofi:uau esse é seu nível de piada?

 

Sans:olha não é fácil pensar em trocadilhos realmente bons

 

Sofi:desculpa pff *eu não sei por que queria rir, talvez pelo fato dele tentar me fazer rir, ou por que ELE ESTAVA USANDO A PORRA DE UM BIGODE FALSO

 

Sans:o que foi? Gostou do meu novo visual?

 

Sofi:por que você ta usando isso *minhas bochechas já estavam doendo de tanto segurar a risada

 

Sans:ué é meu disfarce 

 

Sofi:nossa, se eu visse você com esse bigode nem iria reconhecer 

 

Sans: puedes diser que soy um meistre del desfarce *ele começou a falar com um sotaque espanhol

 

Sofi:kkkk é serio que vai fingir que fala espanhol?

 

Sans:de fato, eu ablo espanhol

 

Sofi:KKKK... Agora é serio, que lugar é esse?

 

Sans:a si este lugar já esta desabitado a muiii tiempo

 

Sofi:mais por que?

 

Sans:este lugar era mui perigOSSO enton todos que muranvam aqui foram embora, mas tu fez todos serem pegos pelos senhores da lei, enton ahora esta mui pacifico por esta parte da cidade *ele diz me olhando de forma serio alisando o bigode 

 

Sofi:entendi

 

Sans:então vamos entrar? *ele diz tirando o bigode

 

Sofi:ok *estava até que bem arrumado, nem parecia que tinha sido abandonado* como ainda tem luz nesse lugar?

 

Sans:eu dei um jeitinho de convencer eles a não cortarem a luz sem nem um preso adicional

 

Sofi:você matou alguém?

 

Sans:claro que não, ameacei matar a esposa do chefe da companhia elétrica

 

Sofi:não acredito, que maldade

 

Sans:eu sei, alguém tão pobre e solitário como eu não pode apenas viver sem ter que pagar para aqueles caras que já estão podres de ricos *ele diz se fazendo de coitado

 

Sofi:mais seu pai não era rico, e teoricamente o dinheiro dele foi pra você

 

Sans:.....eu sei hehe, to brincando, assinei um nome falso no contrato e estou pagando as contas com a herança do meu pai, não sou tão burro

 

Sofi:sendo assim sim

 

Sans:o que você disse pra Dona Kara?

 

Sofi:a verdade

 

Sans:que verdade exatamente

 

Sofi:tudinho, ela me ajudou a sai de lá sem que ninguém visse 

 

Sans:nossa então você contou pra ela que somos amantes? *ele fez uma cara muito engraçada tentando ser sexy

 

Sofi:como é que é? *eu corei um pouco e comecei a rir, ele não parecia ser o psicopata que todos diziam que ele era, ele se mostrava gentil comigo, talvez fosse só para me enganar depois ou algo assim mais pra mim isso não importava agora, e se isso acontecer, sei que vou ficar triste e me sentir uma tonta mais não vou me arrepender de nada

 

Sans:hehe bem, enquanto você estava dormindo como um bebê, eu passei a noite inteira tentando achar aquela pessoa

 

Sofi:e quem é essa pessoa mesmos?

 

Sans:prefiro não dizer o nome por que só de lembrar já me da vontade de faze-la sofrer e chorar até morrer, mata-la lentamente e arrancar a pele dela até ficar em carne viva e morrer com alguma infecção

 

Sofi:não sei se isso é cruel de mais ou eu que não sei o que realmente é cruel

 

Sans:d-desculpa, mais não consigo não ficar com raiva desse pessoa

 

Sofi:oque ela fez pra você afinal?

 

Sans:os monstros estiveram presos no subsolo por tempo de mais e não estou dizendo desses anos todos depois da guerra sabe...

 

Sofi:não estou entendendo

 

Sans:se um humano for muito determinado, ele pode ganhar um poder totalmente assustador, aquela garota nos prendeu lá por muito tempo, toda vez que tudo acabava ela voltava, sabe meio que ela voltava no tempo e fazia tudo de novo e ninguém se lembrava de nada, só que eu consegui me lembrar, lembrar que ela nos matou e depois fingiu que nada aconteceu! PRA ELA TUDO ERA APENAS UM JOGO AONDE NÓS ERAMOS AS MARIONETES ELA ACHAVA QUE ESTAVA ACIMA DAS CONSEQUÊNCIAS E QUE PODIA NOS TORTURAR E TUDO IRIA FICAR BEM! 

 

Sofi:acalme-se sei que isso deve ter sido horrível e se não quiser falar não precisa 

 

Sans:ta tudo bem, só que... Quando ela prometeu que iria parar eu acreditei só que quando ela voltou eu decidi que não iria deixar, matei meus amigos antes que ela os matasse, eu matei meu próprio irmão, tudo para poder ficar mais forte... Agora olha pra mim! Sou uma aberração, eu sou um verdadeiro monstro, eu... E-eu matei quem eu promete proteger por toda a vida, eu não queria mais não via outra saída, aquela garota fugiu e agora eu estou procurando ela com esperança que tudo voltei ao normal quando eu mata-la *ele estava começando a ficar realmente louco* ... Você acha que estou louco? Que sou uma aberração? Eu estou com medo Sofi, tenho saudade dos meus amigos *ele começou a chorar, me senti mal, por que sei que eu tive culpa por todos os monstros terem sido presos no subsolo 

 

Sofi:*eu abracei ele* eu não acho que você seja uma aberração, acho que você estava com medo, e não queria mais sofrer... Você não precisa se sentir mal, você não matou por que gosta disso, você matou por que não queria mais ficar parado sendo usado pelos outros... Eu sei como é isso *ele não se importou por eu ter o abraçado, ele apenas ficou quieto enquanto lagrimas silenciosas desciam pelo seu rosto, ele me abraça bem forte

 

Sans:m-me desculpa por isso, eu estive sozinho carregando essa dor por 13 anos

 

Sofi:e eu continuo guardando meu passado só pra mim á 12 anos 

 

Sans:há eu ganhei

 

Sofi:ganhou só por um ano a mais

 

Sans:ué isso não importa eu ganhei!

 

Sofi:*sorri com a atitude dele *em fim conseguiu achar essa pessoa?

 

Sans:nop

 

Sofi:acho que tenho uma pista

 

Sans:e porque não disse logo?

 

Sofi:me distrai com seu chamar *disse provocando ele

 

Sans:então que jogar sujo? SweetHeart?

 

Sofi:se você quiser jogar comigo Sansy *a gente ficou se encarando por alguns minutos até que começou a ficar um situação vergonhosa* beeem, eu vi uma carta no chão do quarto daquela pessoa lá no hotel

 

Sans:você lembra o que estava escrito?

 

Sofi:"me desculpe por não ter te avisado antes, mais ele esta atrás de você e não vai parar até achar, saia dai imediatamente vou pensar em como você pode sair do pais sem ele ir atrás de você assinado; C"

 

Sans:quem é C?... *a pergunta foi mais pra ele mesmo do que pra mim, ele parou para pensar um pouco

 

Sans:ela tinha uma amiga de infância chamada Cindy, talvez seja ela

 

Sofi:e aonde esta essa tal Cindy? 

 

Sans:eu sei aonde ela esta...

 

*andamos até chegar aonde Cindy morava. As ruas estavam cheias de policiais e se nós fossemos por cima dos telhados seria bem suspeito, então estávamos tentando nos misturar com as outras pessoas usando algumas roupas como "disfarce", tentando passar despercebidos em meio a multidão

 

Sofi:*eu estava andando e quando olhei para trás, o Sans havia sumindo, fiquei procurando ele mais não chamei pelo seu nome, pois se os policias ouvissem saberiam que estávamos ali, então foi muito difícil achar ele sem chama-lo... Quando finalmente o encontrei ele estava em frente á uma loja com varias televisões, resolvi ver o que seria de tão interessante para ele 

 

Reporter:olá boa noite a todos, estamos aqui com uma das únicas sobreviventes do genocídio feito por Sans Wing Dings, ola Senhora poderia nós dizer seu nome e como tudo aconteceu?

 

??????:boa noite, me chamo Toriel Dreemurr, ex-esposa do rei dos monstros, Asgore Dreemurr. Eu realmente não conhecia o Sans, apenas contávamos piadas um para o outra através da grande porta das ruínas, um lugar que se tornou minha prisão que eu mesma criei para fugir de Asgore, e mesmo não o conhecendo bem, eu confiava nele, e um dia ele me enganou e tentou me matar, mais por sorte eu consegui fugir e me escondi em meu quarto, ele estava batendo na porta dizendo "você não entende, a humana vai matar todos nós, eu preciso de LOVE para conseguir para-la" "ela vai continuar voltando..." *uma senhora monstro muito fofa estava na entrevista, ela parecia conhecer Sans

 

Reporter:e o que isso quer dizer exatamente?

 

Toriel Dreemurr:eu não sei, ele parecia desesperado... Quando ele foi embora não consegui parar de chorar em meu quarto estava com medo de sair, passei 3 dias trancada lá, até que decidi sair e o subsolo estava vazio, apenas poeira no chão, felizmente alguns monstros se esconderam então não fomos extintos, mais a maioria não sobreviveu, e de algum jeito a barreira havia sido quebrada 

 

Repórter:entendo, obrigada pela sua entrevista

 

Toriel Dreemurr:obrigada vocês humanos que estão ajudando a encontrar esse assassino

 

Repóter:é com vocês ai no estúdio

 

...

 

Sofi:*eu olhei para o Sans, ele estava com um olhar vazio, navegando em um mar de pensamentos, eu sabia que ele queria pedir desculpas por tudo, mais ninguém acredita nele, todos acham que ele esta louco* Sans... *ele não estava prestando atenção nas coisas ao seu redor, eu segurei a mão dele* Sans!

 

Sans:hum?! Ah, oi Sofi... Desculpa eu... Não estava prestando atenção

 

Sofi:tudo bem, mais acho melhor andarmos de mãos dadas dessa vez, foi difícil te achar com tanta gente por aqui 

 

Sans:hehe, se queria ficar perto de mim era só falar

 

Sofi:você vela tudo ao pé da letra seu pervertido!

 

Sans:kkkkkkkk *eu realmente ficava com raiva quando ele mudava totalmente o contesto das minhas palavras, mais sei que ele só gosta de me provocar e se isso deixa ele feliz, eu realmente não me importo se ele continuar com essas provocações

 

*quando finalmente chegamos na casa da Cindy, começamos a bolar um plano para pegar ela

 

Sans:okay, ela mora no terceiro andar desse apartamento, eu sugiro irmos pela escada de emergência, então olhamos pela janela se tem alguém em casa, dai usamos  algo para entrar pela janela, dai entramos sem ser vistos e pegamos ela... A parte difícil vai ser sair de lá com ela sem ninguém notar

 

Sofi:ou pedimos para o porteiro chamar ela lá na recepção, fazemos ele sair da portaria e quando ela chegar lá em baixo pegamos ela e saímos  

 

Sans:ok espertinha, e como fazemos o porteiro sair de lá?

 

Sofi:eu ainda não sei, mais vou pensar em alguma coisa...

 

*quando terminamos de pensar no plano eu entrei lá 

 

Sofi:*eu pedi para o porteiro chamar a Cindy e disse que meu nome era Frisk, assim ela iria vir correndo, logo depois disso distrai o porteiro com uma conversinha mole e coloquei antibióticos no café dele que podem causar, tonturas, febre, indigestão, e vomito... Não demorou muito para ele se sentir mal e ir correndo para o banheiro, quando ela chegando lá em baixo, Sans desligou as luzes do prédio todo e então eu ataquei Cindy fazendo ela desmaiar, saimos de lá bem rápido e levamos ela para um lugar bem longe de onde nós estávamos para se ela conseguisse chamar alguém eles não nos encontrassem

 

Cindy:Frisk? *ela acordou

 

Sans:desculpa mais Frisk não esta aqui, e logo ela não estará mais neste mundo

 

Cindy:você deve ser o Sans, pare de ir atrás da minha amiga, ela não fez nada pra você

 

Sans:como pode ter tanta certeza disso? Você realmente conhece ela? Ela não esta só te usando? Ela te falou por que estou atrás dela?

 

Cindy:ela me disse que você estava louco e que a culpava pelas suas ações

 

Sans:HAHAHAHAHAHA ELA REALMENTE SABER COMO MENTIR AGINDO TÃO NATURALMENTE *ele diz parecendo mesmo um louco assassino com um sorriso largo e assustador em seu rosto

 

Cindy:você é louco!

 

Sans:isso já nem é mais uma ofensa garota, agora fala de uma vez, aonde esta aquela piranha!

 

Cindy:eu nunca falaria mesmo que você me torturasse ou fizesse qualquer coisa! 

 

Sans:okay, não tenho tanta presa, uma hora você vai ficar com fome e só terá duas opções, ou fala e a gente te solta, ou morre de fome

 

*se passaram 2 horas, e ela já estava morrendo de fome, pelo jeito, ela não comia já fazia um bom tempo

 

Sans:*ele estava comendo um cachorro quente, só pra deixar a Cindy lambendo os lábios de fome* olha eu até te daria um pouco, mais você não quer me dizer nada... Que pena, esse é o ultimo cachorro quente que eu tenho 

 

Cindy:eu...não posso... Tenho que aguentar *o estomago dela a implorava por um pouco de comida, mais ela não podia trair sua amiga, tinha que ser forte por ela

 

Sofi:olha... Tenho certeza de que é melhor desistir, ninguém vai vir atrás de você, sua mãe foi embora quando você era pequena, seu pai foi morto por assaltantes que tentaram rouba-lo, você cresceu sozinha sem ninguém não tem namorado e a única pessoa que você conversa é a Frisk, mais ela só liga pra você quando precisa da sua ajuda, se quiser ser alguém melhor e fazer amigos que realmente se importam com você a hora é agora

 

Cindy:*ela parecia assustada por eu saber de tudo isso, mais ela estava indecisa sobre o que fazer, Frisk realmente não era uma verdadeira amiga e ela estava apenas sendo usada pelos outros o tempo todo, ela queria mudar, queria ser alguém melhor, e não iria conseguir isso se morresse*  tudo bem, eu falo aonde ela está

 

Sans:finalmente

 

Cindy:ela esta em uma casa no campo fora da cidade, ela me disse que vai ficar lá até conseguir passagens para Paris

 

Sans:obrigada, você ajudou muito na minha buscar por vingança *ele diz desamarrando ela 

 

Cindy:agora como eu volto pra casa?

 

Sofi:tem um ponto de ônibus do outro lado da rua, é só pegar o ônibus para o centro da cidade e dai você sabe o caminho de volta

 

Cindy:ta, valeu por me sequestrarem e me matarem de fome

 

Sans:o prazer é todo nosso senhorita

 

Cindy:*ela saiu de lá muito irritada

 

*depois disso voltamos para casa e já era duas da manhã

 

Sofi:você é muito mal, não é legal chantagear as pessoas e deixa-las com fome a beira da morte

 

Sans:eu sei, isso não é legal?

 

Sofi:não nem um pouco

 

Sans:sabe que só estou brincando *ele fala essas coisas só para as pessoas terem o que elas querem, ele não é louco, mais se é isso que todo mundo acha e a opinião dele não vai mudar ele age omo um, mais ele não quer que eu pense nele desse jeito

 

Sofi:aham sei...

 

Sans:... Me diz, como você decidiu virar a "canário negro" e o que aconteceu no seu passado

 

Sofi:como assim "no meu passado" 

 

Sans:n existem arquivos sobre você e bla bla bla, só quero ter certeza que você existe e que não é coisa da minha cabeça sabe 

 

Sofi:eu não sei, só lembro que acordei num lugar, mais não sei se tenho família e qual é meu nome de verdade  

 

Sans:e que lugar seria esse?

 

Sofi:um lugar aonde eles pegam as crianças na rua e levam elas para vende-las para pessoas ricas e esnobes 

 

Sans:tipo um leilão?

 

Sofi:é exatamente isso

 

Sans:nossa, que horrível... E você chegou a ser "vendida"?

 

Sofi:é, eu fui sim, pra uma mulher

 

Sans:ainda bem, por que se fosse um homem... quando ele notou que eu estava com uma cara de morta ele parou de falar AI MEU DEUS O QUE ESSA MULHER FEZ COM VOCÊ?!

 

Sofi:nada, só me fez de empregada, me mimou e depois me fez de brinquedo pros desejos sexuais estranhos dela 

 

Sans:é o que?! Esses humanos são muito muito muito muito idiotas, como ela teve coragem????

 

Sofi:pelo que sei ela foi capaz de fazer isso com a própria irmã mais nova então por que não faria comigo?

 

Sans:credo *ele diz pensando que seria horrível se ele fosse assim com seu irmão mais novo Papyrus, ele deu graças a deus por não ser um humano

 

Sofi:quando a irmã dela se casou ela ficou louca, e tentou de tudo para que a irmã dela voltasse pra ela, mais a irmã dela disse que sentia nojo dela por te-la feito de brinquedo durante 16 anos

 

Sans:mais ela te machucou?

 

Sofi:sim.... *eu não queria falar sobre isso, mais ele percebeu a situação e não me perguntou mais nada

 

Sans:melhor irmos logo se você quiser dormir até tarde e... Comer alguma coisa

 

Sofi:ué por que?

 

Sans:você vai entender

 

Sofi:*olhei pra ele desconfiada, não entendi o que ele quis dizer com "se quiser dormir até tarde"

 

*quando chegamos em casa começou a nevar e estava muito frio

 

Sans:está muito frio, to congelando

 

Sofi:e você sente frio?

 

Sans:não preciso de pele e todas essas coisas que os humanos tem pra sentir as mudanças de temperatura

 

Sofi:nossa to impressionada

 

Sans:só tem um quarto então pode dormir lá se quiser

 

Sofi:eu prefiro o sofá

 

Sans:eu insisto

 

Sofi:sei que só quer o sofá por causa da TV

 

Sans:acertou, mais a casa é minha entããããoo...

 

Sofi:*olhei para ele emburrada, de braços cruzados

 

Sans:okaaayy, pode ficar no sofá, mais eu vou ficar um pouco aqui antes de ir dormir

 

Sofi:tudo bem *eu fui comer alguma coisa, por que já fazia horas que não comia nada, por sorte Sans tinha comprado muita coisa, então eu consegui fazer algumas empanadas, por que já fazia tempo que queria comer uma

 

Sans:aonde você aprendeu a fazer isso?

 

Sofi:a Tiphane me ensinou, sabe a minha "dona"

 

Sans:o nome dela era Tiphane?... já tinha nome de puta então

 

Sofi:é, ela só me ensinou a fazer isso pra eu fazer pra ela... mais isso não me trás lembras ruins sabe, eu aprendi a deixar o passado pra lá, fora isso empanadas são realmente muito boas

 

Sans:é você tem razão... *ele diz com o mesmo sorriso de sempre* well vou tomar banho *ele diz se levantando do sofá

 

Sofi:pfff, desculpa mais é difícil pensar nisso *fiquei curiosa para saber como esqueletos tomavam banho e de algum jeito achei que isso seria engraçado

 

Sans:já te disse, não preciso das coisas que vocês humanos tem para poder comer, sentir frio ou calor e essas coisas

 

Sofi:não vou mais nem questionar esse tipo de coisa sobre você *comecei a pensar em muitas coisas que é melhor nem dizer, mais teve haver com "não preciso das coisas que vocês humanos tem"

 

Sans:é só pra eu não ficar fedendo

 

Sofi:mais você tem cheiro de ketchup

 

Sans:é exatamente esse cheiro que pretendo tirar *ele diz pegando a toalha e indo até o banheiro

 

Sofi:*eu balanço a cabeça negativamente enquanto sorrio, não sei como ele consegue me fazer rir sem nem ao menos contar uma piada, fui pegar algumas roupas limpas para usar depois que tomar banho

 

Sans:pronto você pode ir agora *ele diz saindo do banheiro usando uma blusa branca de manga curta, uma calça preta meias e pantufas como um verdadeiro preguiçoso

 

Sofi:até que foi rápido

 

Sans:hehe, se precisar de ajuda só falar

 

Sofi:eu sei muito bem como é que se tomar banho! seu fi- *respirei fundo para me acalmar

 

Sans:*ele começa a rir da minha reação, entrei no banheiro e bati a porta com força, isso só fez ele rir mais ainda

 

Sofi:eu ainda mato um dia *digo pra mim mesma, tive a impressão de que ele tava me olhando pela fechadura, então coloquei minha toalha na maçaneta, ouso ele protestando do outro lado e começo a rir, decido tomar banho logo, eu não sou do tipo de pessoa que gosta de tomar banho quente, pra mim tanto faz, mais eu  prefiro que a aguá esteja fria, me ajuda a pensar sobre tudo. depois de tomar banho e me vestir eu saio do banheiro

 

Sans:*ele estava sentado no sofá assistindo TV, mais na verdade parecia que ele só usava a TV como desculpar para ficar viajando em seus pensamentos

 

Sofi:Sans?

 

Sans:ah desculpa não te vi, demorou em

 

Sofi:fiquei pensando por muito tempo

 

Sans:pensando sobre o que?

 

Sofi:sobre tudo, eu sei que eu não demonstro isso mais eu queria ter família, sabe de verdade, saber de onde eu vim, mais não tem nada! nem tem registro de DNA, ninguém veio me procurar, não estou reclamando de nada sabe, eu amo a Dona Kara e ela é minha família mais, é como se eu fosse umas das primeiras pessoas que apareceram pela terra sabe, parece que eu só brotei do chão

 

Sans:deve ser por isso que você tem cheiro de violetas

 

Sofi:*eu deveria ter ficado brava por que eu estava falando sério, mais lembrei que ele também dizia isso sobre mim

 

Sans:ta tudo bem? você parece meio triste

 

Sofi:nã é nada, é que uma pessoa sempre falava isso pra mim

 

Sans:entendo... mais mudando de assunto que roupa é essa?

 

Sofi:a roupa que eu uso pra dormir

 

Sans:parece que você roubou a blusa do seu irmão gordinho

 

Sofi:HA HA, eu não tenho irmão

 

Sans:.... kkkk você leva as coisas muito a serio kkkkkk, é só um jeito de dizer que essa blusa alem de ser masculina é grade de mais pra você

 

Sofi:eu gosto de roupas largas, além disso eu só usava roupas assim quando estava no exercito

 

Sans:meu deus, você é ex-militar?

 

Sofi:sim, não entrei legalmente mais ajudei na guerra contra os monstros

 

Sans:agora sei quem matou metade da minha raça na guerra

 

Sofi:me desculpa

 

Sans:não, eu realmente não me importo com isso, eu não me lembro de quase nada nessa época

 

Sofi:ah...

 

Sans:senta aqui, não vai ficar em pé ai a noite toda né?

 

Sofi:*eu me sentei perto dele* já sabe o que vai fazer agora?

 

Sans:não tenho certeza, mais se eu deixar ela ficar fugindo não vou ter a chance de matar ela

 

Sofi:.. me desculpa dizer isso mais, e se você não conseguir? não pode ficar atrás dela pra sempre

 

Sans:eu sei... mais não posso desistir tão fácil, se não a morte de todos os meus amigos será em vão

 

Sofi:é, tem isso...

 

Sans:desculpa por te arrastar pra tudo isso

 

Sofi:fico feliz de te ajudar, mesmo que não seja a coisa certa, fazer o que, já estamos aqui, não vou desistir de te ajudar

 

Sand:valeu ruivinha *ele diz me puxando pra mais perto* vou pensar no que vamos fazer amanhã, então por que você não vai dormir um pouco?...

 

Sofi:...

 

Sans:ahm... Sofi?

 

Sofi:*eu já tinha apagado, acordei muito cedo e já era quase 4 da manhã

 

Sans:hehe, boa noite garota

 

...

 

FIM DO CAPITULO 3


Notas Finais


desculpa por eu não saber espanhol direito auhsuahs dai errei mesmo algumas palavras, eu só não coloquei tudo em espanhol por que ia ficar difícil de entender algumas coisas, espero que tenham gosta e obrigada por acompanhar a fanfic bjs (créditos a Maryna_Ross por Revisar todos os capítulos


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