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História Allen Walker: Justice or Evil - Capítulo 2


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Notas do Autor


Ahahaha! Olha eu aqui mais uma vez!

Eu disse que iria postar esse capítulo no Domingo, mas acabei terminando ele mais cedo do que o esperado e como estava ansioso demais para postá-lo...

Bem, vocês irão perceber logo de cara que mudei o um pouco o meu estilo. Mas enfim, boa leitura!

Capítulo 2 - Kuoh Academy


Fanfic / Fanfiction Allen Walker: Justice or Evil - Capítulo 2 - Kuoh Academy

— Ahahaha! O que é isso?! — um sorriso zombeteiro se formou no rosto da professora de física. — Isso foi hilário! — Mizuki gargalhou abertamente enquanto se apoiava na mesa.

Vendo a reação da professora, os alunos não conseguiram segurar as risadas e acabaram explodindo, em gargalhadas.

— Um interessante aluno de transferência apareceu!

— Weekly Shounen Jump? Ele é um Otaku, por acaso?

— Quem se importa? Ele é bonitinho.

— Portanto que não seja um pervertido, está valendo.

— Você é a pior! Hahaha!

Allen ficou com um gota atrás da cabeça com esses comentários, mas apenas suspirou com isso. Colocando um pequeno sorriso em seu rosto, ele foi até a última carteira, no canto direito da sala.

Quando se sentou, Allen pôde sentir um olhar diferente sobre si. Olhando para o lado com o canto do olho direito, o albino viu uma pequena garota com 1,38 de altura, com cabelos brancos e olhos dourados. A frente de seu cabelo tem duas franjas longas passando por cima dos ombros e várias franjas soltas pairando sobre a testa, enquanto as costas têm um corte curto. Ela também usa um grampo de cabelo preto em forma de gato nos dois lados do cabelo. Ela está usando o uniforme feminino da Academia Kuoh, sem a capa do ombro.

Essa deve ser a Torre de Rias Gremory, Toujou Koneko. Ela está sentada à duas filas de distância do Allen, mas mesmo assim, a albina conseguia vê-lo perfeitamente.

Quando percebeu ele lhe olhando, Koneko rapidamente virou o olhar e fingiu estar concentrada em sua sacola de doces. Querendo ignorar isso, Allen apenas voltou o seu olhar para a professora de física. Ele ainda está querendo descobriu como uma personagem de outro anime acabou nesse mundo.

Mas não importa o quanto pense nisso, ele não conseguiu achar uma razão que justifique isso. Entretanto, se aquela mulher está aqui, significa que há chances de outros personagens que não sejam de DxD acabarem aparecendo em algum lugar deste mundo.

— Parece que você chamou atenção de alguém que não devia. — uma voz masculina ressuou em seus ouvidos. Ela vinha da pessoa sentada à sua frente.

Olhando para essa pessoa, Allen viu que ele é um homem alto e musculoso, com cabelos ruivos e olhos cor de âmbar. Seu cabelo ruivo é curto, despenteado e espetado, com dois fios de cabelo perto dos lados opostos da cabeça caindo sobre o rosto, além de costeletas distintas.

Ele veste uma jaqueta preta de couro com gola de pele e um decote em "V" branco por baixo. Ele usa jeans azul escuro, sustentado por um cinto marrom simples, com uma corrente de prata presa do cinto ao bolso de trás, além de sapatos pretos para completar o resto de sua roupa. Esse homem também usa outras peças de joalheria com suas roupas, principalmente de prata: um anel de prata e um colar em forma de estrela. Ele também tem um piercing na orelha esquerda.

— Prazer em conhecê-lo, meu nome é Mikoto Suoh. — ele se apresentou. O seu rosto não demonstrava muitas emoções, mas por alguma razão, Koneko passou a observá-los mais intensamente, Allen podia sentir isso.

— Prazer em conhecê-lo, Mikoto-san. — Allen se apresentou educadamente em resposta. — Acho que você já deve saber o meu nome.

Por fora, ele parecia calmo, mas por dentro, ele estava totalmente eufórico.

O motivo? É simples.

Não faz nem 5 minutos que o albino deu de cara com a Android N°21 e já apareceu o Rei Vermelho, Mikoto Suoh, bem na sua frente e o mesmo ainda puxou assunto com ele!

— Está tudo bem? Parece que viu um fantasma? — Mikoto, que se apoiou na cadeira para poder ter uma visão melhor daquela pessoa, perguntou, meio confuso com o silêncio dele.

— Ah… Não, não é nada. Estava pensando em algumas coisas. — Allen desconversou rapidamente. — Mais importante… o que você quis dizer com "alguém que não devia"?

Eles estavam conversando em um tom que não desse para atrapalhar a aula da Mizuki. O albino ainda vai demorar para se acostumar a chamá-la desse jeito.

— Está vendo aquela anã de cabelos brancos? — Mikoto apontou silenciosamente para a Koneko. Ao receber um aceno confirmativo do albino, continuou. — É dela que estou falando.

— Por quê eu iria chamar a atenção dessa garota? — indagou Allen, levemente confuso.

Até mesmo ele sabe que ainda não é forte. Acabou de reencarnar neste mundo, afinal. Ele acha que até mesmo Issei o venceria facilmente em seu estado atual.

— Você não percebeu? — Mikoto indagou levantando uma sobrancelha em resposta a pergunta do albino.

— O que eu não percebi? — agora era Allen que estava confuso.

— Há uma aura estranha emanando de você. — Respondeu Mikoto, o que deixou Allen com um ponto de interrogação em cima da cabeça. Mas a conversa foi interrompida quando Koneko de repente se levantou, chamando atenção de todos da sala.

— O que foi, Toujou-san? — Mizuki indagou.

— Me perdoe por interromper a sua aula, Mizuki-sensei. — Koneko disse com uma voz estóica enquanto se curvava levemente. — Mas eu preciso ir para a enfermaria, não estou me sentindo muito bem.

Mizuki a olhou e viu que a mesma parecia estar bem pálida e pequenas gotas de suor podiam ser vistas em seu rosto. Isso com certeza não era normal, principalmente neste tempo frio.

— Você pode ir, Toujou-san. — por fim, Mizuki apenas suspirou e disse com o seu tom habitual de indiferença. — Não tenha pressa, volte apenas quando se sentir melhor.

Koneko apenas acenou silenciosamente e se retirou da sala, sobre o olhar preocupado da turma. Allen se perguntava o motivo dessa saída repentina enquanto Mikoto já tinha uma certa noção do por quê dela ter saído assim, e o motivo…

Envolve esse garoto albino.

.

.

.

Ao sair da sala, Koneko imediatamente começou a correr o mais rápido que podia para longe dali. Qualquer lugar servia, portanto que fosse longe daquela... coisa.

Ela nunca pensou que iria encontrar alguém com uma aura tão repugnante a ponto dela não querê-lo como inimigo. Koneko por pouco não perdeu a sua sanidade enquanto estava perto daquele cara.

Isso é insano!

A albina colocou a mão em seu peito esquerdo. O seu coração batia de forma descontrolada, o desespero estava quase tomando conta de si.

Olhando ao redor, ela percebeu que já estava no pátio da Academia. Tentando acalmar a sua respiração, Koneko enconstou as suas costas em uma árvore e soltou um longo suspiro. Após isso, ela se deixou cair na grama daquele pátio.

Como era horário de aula, não tinha nenhum estudante ali no momento. O que era um alívio na mente da pequena albina.

Por ser uma Nekoshou - uma variação da raça Nekomata - Koneko sempre teve os seus sentidos estremamente apurados. E quando se tornou um demônio, esse aspecto se tornou ainda mais aprimorado.

Assim que o albino entrou na sala, ela mesma não havia percebido quando entrou em guarda. Olhar para aquele humano foi o suficiente para o coração da Koneko estremecer. Ela nunca tinha sentido tanta negatividade em uma só pessoa.

Ela iria quebrar naquele ritmo…

Ela precisa ver o seu Rei o quanto antes…

Ela precisa…

Precisa vê-la…

Precisa avisá-la…

Com esses pensamentos, Koneko se levantou e a passos desajeitados, começou a andar em direção ao Clube de Ocultismo.

.

.

.

No intervalo, Allen se separou do Mikoto, o mesmo falou que iria até o refeitório encontrar a sua irmã. Allen, apesar de ficar bem surpreso por ele ter uma irmã, não demonstrou externamente. Mas após isso, o mesmo se despediu e foi em direção ao terraço da escola.

Os dois não ficaram tão próximos assim, eles apenas trocaram os nomes e conversavam de vez em quando, mas o Mikoto evitava falar com ele o máximo que podia, Allen percebeu isso.

De acordo com que o ruivo disse, o corpo do Allen emana uma grande quantidade de aura negativa. Uma aura negra, como se a própria escuridão tivesse ao lado deles, e tão repulsiva que ele sentia o seu coração tremer sempre que olhava para o albino.

Allen sentiu vontade de perguntar como o ruivo podia ver essa sua "aura", mas achou melhor não falar nada. Até por que, o Mikoto era mais forte do que ele. Isso por si só, já era motivo mais que o suficiente para ficar mais atento aos movimentos dele.

[Bastardo Gremory]

[NVL 14, Mikoto Suoh]

Ele é 7x mais poderoso que o Allen. Ele com certeza não é um humano normal. Na verdade, talvez ele não seja nem humano pra começo de conversa.

Outra coisa que o deixou curioso foi esse título, "Bastardo Gremory". Isso foi bem sugestivo. Allen se perguntava qual seria a relação dele com a Rias Gremory.

Mas por outro lado, o albino ficou feliz ao ver que a Skill, Corpo de Jogador, funcionava corretamente. Apesar de ainda ser estranho ter a capacidade de ver "níveis" sob a cabeça das pessoas.

Mas houve algo que o desanimou um pouco. No momento, a sua força atual poderia ser comparada a de um estudante normal. O mais forte que o Allen viu até agora - Tirando o Mikoto - era um estudante no nível 6.

E agora no intervalo, Allen viu que todos os estudantes possuíam níveis de 3~6.

Ou seja, a única vantagem do Allen no momento, são as suas Skills. Mas com o seu Sistema, ele poderá avançar continuadamente. Só precisa ser paciente.

Mas teve uma coisa que ele fez durante o caminho. O albino procurou o máximo de informações que podia sobre os alunos dessa Academia, mas uma coisa o deixou levemente desconfiado.

Ele não encontrou nada sobre o Trio Pervertido.

Isso estava martelando em sua cabeça. Eles deveriam ser bem famosos, mas Allen não conseguiu achar nada sobre esses três, não importa o quanto procurasse. O albino começou a ficar preocupado quando perguntou para as garotas sobre esse trio.

E todas disseram que nunca ouviram falar dessas três pessoas.

Isso com certeza é estranho, mas não acho que isso seja possível. — ele murmurou ao pensar na possibilidade deles não existirem neste mundo.

Ele não pode dizer o mesmo de dois deles. Entretanto, com Issei, a história é outra.

Afinal, ele é um protagonista.

Allen ficou tanto tempo perdido em seus desvaneios, que nem percebeu quando chegou no terraço.

Desse lugar, ele podia ter uma visão completa daquela Academia enorme. Sinceramente, os Gremory são realmente ricos para manter uma escola desse tamanho.

— É uma bela vista, não é? — Allen se assustou ao ouvir uma voz atrás de si. Virando-se rapidamente, ele viu os cabelos castanhos familiares e os olhos azulados que o fizeram suspirar aliviado.

— Ah, é você, Mizuki-sensei. — Allen disse ao ver aquela mulher de antes que o olhava com a mesma expressão indiferente de sempre.

— O que está fazendo aqui sozinho? - Mizuki arqueou as sobrancelhas enquanto colocava as suas mãos nos bolsos do seu jaleco. — Não deveria estar lá no refeitório?

— Não gosto de multidões. — ele respondeu simplesmente.

— Heh... — um sorriso zombeteiro se formou no rosto da professora. — Pensei que você seria do tipo carismático.

— Sinto muito se te desapontei, mas não sou esse tipo de pessoa. — Allen disse suspirando enquanto voltava a observar a Academia, tentando ao máximo ignorar a pessoa atrás de si.

— Oye, Oye, não acha que está sendo frio comigo? Não me ignore. — Mizuki disse com uma leve carranca em seu rosto ao vê-lo agir daquele jeito.

O motivo do albino agir assim é até simples. E tem haver com as informações em cima da cabeça dela.

[????]

[NVL ?? Mizuki Akira]

Tudo que Allen pode ver é o seu nome, nada mais do que isso. Se o albino não está enganado, alguns monstros nos jogos possuem níveis que aparecem como "???" se o nível deles for muito maior do que o jogador. Então, talvez essa habilidade funcione dessa forma.

Mas isso significa que o nível dela é muito maior do que o dele.

— Por quê você está viajando aí? Estou falando com você. — ela reclamou. Já estava começando a se irritar com aquele cara, ninguém respeita os mais velhos hoje em dia?!

— …Me desculpa, Mizuki-sensei. Eu só… — Allen suspirou pesadamente. — Estava com a cabeça nas nuvens.

Allen olhou de soslaio para a sua professora enquanto se desculpava. Mas a mesma ficou com um tique pulsando em sua testa e acabou acertando um tapa de leve na nuca do albino.

— Aí!

— Me olhe nos olhos quando for se desculpar, seu aluno atrevido. — Mizuki o repreendeu. Allen passou a mão em sua nuca, e o seu rosto se contorceu levemente com a dor.

— Era necessário me bater? — Allen indagou.

— Ah, Foi mal. — ela se desculpou com um sorriso falso. — A sua cara de perdedor me irritou e a minha mão acabou escorregando.

Allen ficou com um veia pulsando em sua testa por causa do tom indiferente usado por ela, mas suspirou ao sentir o efeito da Mente de Jogador fazer a sua parte.

Sim, sim. "Escorregou", sei… — ele resmungou, obviamente descontente com a resposta dela.

— Já que estamos indo para o refeitório, você bem que poderia me comprar alguns Donuts. - Mizuki disse abrindo um sorriso sugestivo.

— E porque eu faria isso? — Allen indagou. Era óbvio que ele não iria gastar dinheiro para comprar comida para outra pessoa.

E nem dinheiro ele tem pra começo de conversa. Bem, talvez dê pra tirar do Sistema mas… quando foi que ele disse que iria para refeitório?

— Eu aceito isso como desculpas por me tratar daquele jeito. — Mizuki deu de ombros. — Devia me agradecer por ser tão generosa.

— "Generosa" é o meu… acho melhor nem falar. — Allen se interrompeu antes de acabar pronunciando um palavrão. — Você me dá nos nervos, sabia?

— Eu sei, por isso estou aqui.

Você… — Allen rosnou.

— Ei, Ei. Calma aí, cachorrão. — Mizuki levantou as mãos em rendição, mas o tom de zombaria em sua voz fez o albino lhe mandar um olhar irritado. — Tem certeza que não deseja levar a sua linda professora para comer? Ou você é um daqueles virgens que não conseguem ficar perto da uma mulher sem gaguejar?

Ok, agora ela conseguiu. Atingiu bem no ponto fraco!

— Venha comigo. — Allen disse enquanto se dirigia para a porta, mas ele parou ao ver que ela não lhe seguia. — O que está esperando? Vou deixá-la para trás.

Mizuki piscou algumas vezes, parecendo sair dos seus pensamentos. Mas com um sorriso triunfante, ela correu atrás do albino.

.

.

.

— Mizuki-sensei. — Allen chamou.

— Sim? — Mizuki indagou.

— Por quê está agarrando o meu braço? — Allen indagou enquanto a olhava de soslaio, apenas para ver a sua professora segurando fortemente o seu braço esquerdo. O albino não conseguia se soltar, não importa o quanto tentasse.

— Tem uma multidão bem grande aqui. — Mizuki começou enquanto olhava ao seu redor. — Não seria melhor ficar assim para que nenhum de nós se perca?

— Mizuki-sensei, estamos em uma fila. — Allen comentou, claramente incomodado com os olhares surpresos dos alunos em vê-lo tão calmo, mesmo naquela situação.

Por alguma razão, desde que chegaram no refeitório, Mizuki resolveu agarrar o braço do Allen. Nem foi preciso dizer que todos que viram ficaram de boca aberta com o ato ousado daquela mulher.

— Detalhes, novato. — ela desconversou. — São só detalhes.

— Hahaha! Você parece estar se divertindo, hein Akira. — uma voz melodiosa e feminina chamou a atenção do "casal". Ao se virarem, deram de cara com uma mulher os olhando com um sorrisinho malicioso.

Ela é uma mulher incrivelmente atraente, com longos cabelos negros na altura dos quadris que tem franja pendurada no lado direito com dois "ahoges", olhos verdes, óculos redondos vermelhos, um brinco na orelha esquerda e uma figura incrivelmente voluptuosa.

Sua roupa de trabalho consiste em uma malha verde de gola alta, uma minissaia preta apertada junto com suas meias de ligas cruzadas e a mesma usa um jaleco branco, assim com a Mizuki.

Allen teve que esfregar os olhos para saber se eles não estavam lhe pregando uma peça.

Apenas, quantos personagens aleatórios tem nessa porra de mundo?!

[Enfermeira da Academia]

[NVL 10, Hasegawa Chisato]

Graças a Mente de Jogador, ele se acalmou em poucos segundos. Allen agradeceu aos céus por terem lhe dado essa Skill, pois se não fosse por isso, o seu coração Chuuni provavelmente não iria aguentar.

Mas olhando com atenção, o albino não percebeu nada de anormal nessa mulher, tirando o seu nível - que é anormal, com certeza.

Será que ela possuí poderes iguais ao do anime de Shinmai Maou no Testament?

É uma possibilidade.

— Ah! É você, Chisato. — Mizuki suspirou. — Pare de mover como um apresentador de Reality Show de viagens. Faz mal pro coração! - ela reclamou.

Hasegawa soltou uma gargalhada com a irritação da outra.

— Me desculpe, eu não queria lhe surpreender, mas eu realmente amo surpreender as pessoas. — a morena disse sem perder o sorriso. — Mudando de assunto, o que você está fazendo?

— Estou esperando a minha vez na fila. — Mizuki respondeu.

— Não isso. — Hasegawa balançou a cabeça negativamente e apontou para o braço da acastanhada. — Estou falando de você ficar se agarrando com esse estudante.

— Tenho medo de me perder. — Mizuki respondeu rapidamente.

— Mas você está fazendo do jeito errado. — Hasegawa revirou os olhos. — Você deve fazer assim.

Com isso, a morena fez algo que deixou todos de olhos arregalados. Ela pegou no outro braço do moreno, e o colocou entre os seus seios enormes.

— O qu-

— É assim que se seduz um garoto, Akira. — Hasegawa disse com um sorriso pretensioso enquanto observava a Mizuki de olhos arregalados, completamente surpresa.

Esse ato foi ousado! Ousado demais!

Esses pensamentos passaram pela cabeça da professora enquanto o seu rosto assumia uma pequena coloração avermelhada ao ver como aquela mulher pressionava os seus grandes seios no braço dele.

— "Ah, ótimo..." — Allen revirou os olhos ao ver todos aqueles olhares se virarem para ele mais uma vez.

Eu odeio chamar atenção! Por que o Universo não colabora!?

Não se enganem. Assim como todo adolescente normal, Allen está adorando sentir a maciez dos seios daquela enfermeira, mas para alguém reservado como esse albino, é impossível se sentir confortável com todos esses olhares.

E ele ainda podia sentir uma enorme protuberância no meio de suas pernas. A sua excitação já estava basicamente explodindo no meio de suas calças. Allen rezava para todos os deuses possíveis para que ninguém tivesse percebido isso.

Mas felizmente, para salvar o seu dia, Mikoto apareceu de repente e aplicou um tapa na nuca do albino, surpreendendo a todos no recinto. O ruivo segurou o Allen antes que o mesmo caísse e se virou para as duas mulheres.

— Me desculpe por isso, Mizuki-sensei, Hasegawa-sensei. — Mikoto se curvou levemente. Antes de ficar ereto de novo e colocar o albino sobre um de seus ombros. — Mas eu vou pegá-lo emprestado por alguns minutos, Tchau!

Depois disso, o mesmo saiu correndo dali, deixando duas mulheres confusas com o acontecimento recente e várias pessoas que, simplesmente deram de ombros e voltaram a conversar sobre o cotidiano.

— Que estranho, não acha, Akira? — Hasegawa começou, mas estranhou a outra não ter respondido. Então, se virou para ela. — Akira?

— Chisato, ele ia pagar uns Donuts para mim. Aquele garoto acabou de levar os meus Donuts. Aquele ruivo acabou de levar os meus Donuts. — Hasegawa começou a suar frio ao vê-la resmungar com olhos opacos. — Aquele merdinha acabou de levar os meus Donuts, Chisato!

A morena correu para a cantina e entrou na frente do primeiro da fila.

— Ei!

— Desculpa, garoto. É um caso de vida ou morte aqui! — Hasegawa respondeu enquanto pagava por algumas porções de Donuts e corria de volta para onde a Mizuki estava resmungando.

— Akira, olha aqui! Donuts! — Hasegawa apareceu em sua frente com um saco cheio daquelas coisinhas fofinhas e redondinhas que Mizuki tanto ama. O doce aroma que vinha daquela sacola foi o suficiente para fazê-la acordar de seus desvaneios nada normais. Os seus olhos brilharam como estrelas enquanto tomava o saco da amiga e colocava um dos Donuts na boca.

Ela estava no céu.

.

.

.

— Valeu, cara. Você salvou o dia. — Allen agradeceu enquanto suspirava, aliviado por ninguém ter ligado para a "pequena" confusão que causaram.

Mikoto deu uma pequena risada com esse comentário.

Atualmente, eles estão no pátio da Academia. Era surpreendente o fato de não ter nenhum aluno naquele local, mas Allen resolveu não pensar sobre isso.

— Pega. — Mikoto jogou o que parecia ser um Donut para o albino que, prontamente pegou.

— Um Donut… eh? — Allen comentou.

— O que foi? — o comentário do albino chamou a sua atenção. — Não gosta de Donuts? — Mikoto indagou. Eles estavam sentados em na grama do pátio. Olhando ao redor, dava para ver pistas de corrida, e algumas piscinas também, provavelmente são do Clube de Natação, ou algo parecido.

— Não. Eu gosto sim, mas... Eu acho que essa coisinha aqui foi a responsável por tudo isso... — Allen divagou consigo mesmo, o que ganhou um olhar confuso do ruivo. — Brincadeira. Isso é impossível, não é? hahaha!

Vendo o albino rindo despreocupadamente enquanto devorava o seu Donut, Mikoto acabou dando de ombros.

Cara estranho.

— Ah… finalmente achei você, Onii-chan! — eles se viraram para a pessoa que lhes chamou a atenção. Dessa vez, Allen ficou tão chocado que deixou o seu Donut cair no chão.

A recém-chegada é uma linda garota possuindo uma estatura baixa, com longos cabelos vermelhos atingindo a cintura, mas estão amarrado em duas traças, e possuí olhos rosados. Essa garota ten uma figura distinta e esbelta, porém curvilínea, com seios enormes e saltitantes e nádegas consideráveis. Assim como Koneko, ela usa o uniforme feminino da Academia sem a capa do ombro.

- Ah, Mio. Me desculpa, acabei saindo sem você. — Mikoto se desculpou com um sorriso sem graça. — A propósito, quero que conheça alguém. Allen, essa é a minh- Allen? Está me ouvindo, Allen?

Mikoto começou a chamá-lo, mas o mesmo logo acordou do seu estupor e deu um sorriso sem graça para ambos.

— Me desculpa, Mikoto-san. — ele disse enquanto piscava os olhos, ainda meio desacreditado. — Fiquei surpreso demais ao ver que você tinha uma irmã. — disse Allen sorrindo. O ruivo riu e se virou para a sua irmã mais nova.

— Como ia dizendo anteriormente… — Mikoto limpou a garganta. — Mio, esse é o garoto que eu falei antes, Allen Walker.

— Prazer em conhecê-lo, Walker-san. — Mio se curvou levemente.

— Não gosto de formalidades. Me chame de "Allen". — o albino disse sorrindo, mas logo lembrou do que foi dito anteriormente. — A propósito, o que ele falou sobre mim?

— Bem… muitas coisas. — Mio respondeu virando o rosto para o lado, na tentativa de não encará-lo. Allen a olhou intensamente, mas a mesma não parecia que iria ceder. Suspirando, ele voltou o seu olhar para o ruivo mais velho.

Não antes, é claro, de conferir as informações sobre da cabeça dela.

[Bastarda Gremory]

[NVL 11, Naruse Mio]

— Mikoto-san, como você me encontrou? — na tentativa de ignorar o fato dos sobrenomes deles serem diferentes, Allen perguntou.

Isso é algo que não lhe interessa, afinal.

— Foi só seguir os boatos. — Mikoto respondeu. Allen só pode pensar em como os boatos se espalham rápido. Rápido até demais. — E como você foi parar nos braços de duas deusas como aquelas?

— Não me pergunte, Mikoto-san. — Allen suspirou. — Quando me dei conta, a situação já estava daquele jeito.

— Do que estão falando? — Mio indagou, confusa com o tópico atual.

— Nada demais. — Allen desconversou, querendo esquecer sobre isso. — Aliás, tem algo que eu gostaria de perguntar para você, Mio.

— E o que seria? — ela ficou curiosa com isso, não ligando para a forma íntima como ele a chamou.

— Poderia sair comigo? — Allen indagou olhando nos olhos rosados dela.

...

— O QUÊÊÊÊÊ?! — os dois gritaram.


Notas Finais


O cara não perdeu a chance, hein?

Bem, pessoal. Neste capítulo dois eu já coloquei alguns mistérios que serão desenvolvidos mais pra frente.

Acho alguns devem ter entendido sobre a "aura" foi mencionada aqui.

E quanto ao Issei... Bem, só o futuro dirá.

É aqui que eu me despeço, até o próximo capítulo!

Mikoto Suoh: https://static.zerochan.net/Suoh.Mikoto.full.1406644.jpg

Naruse Mio: https://www.deviantart.com/azizkeybackspace/art/Mio-Naruse-Shinmai-Maou-no-Testament-Render-500238264

Hasegawa Chisato: https://www.deviantart.com/spettrofx/art/Chisato-Hasegawa-559241386


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