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História Dyana - Capítulo 36


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Notas do Autor


Voltei babys

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💛

Capítulo 36 - A Dangerous Encounter


Fanfic / Fanfiction Dyana - Capítulo 36 - A Dangerous Encounter

Capítulo 36




O vento forte balançava as enormes árvores como se elas fossem se soltar do chão, era assustador a força, uma energia diferente tomou conta do lugar, era como se as trevas estivessem sobre aquele lugar. A bruxa sorriu encarando a jovem que parecia agonizar de dor, ela até tentou se arrastar para que pudesse sair dali, mas foi impedida por uma parede de proteção mágica que a prendia ali juntamente com a mulher misteriosa e homem.




Socorro. - Foi tudo o que ela conseguiu dizer.




De repente eu estava no hospital e Katherine estava em minha frente me encarando confusa, olhei em volta vendo que toda aquela visão e as pessoas e o bosque haviam desaparecido. Eu não entendi o porquê de estar vendo aquilo, podia sentir que era algo importante, mas não fazia nenhum sentido.




Cheguei. - Nádia anunciou se aproximando.

Já? - Perguntei surpresa.

Como assim já? - Katherine perguntou me encarando. - Achei que chegaria aqui e você estaria reclamando por estar sentada aqui há três horas.

Três horas?! - Fiquei completamente assustada, parecia que estávamos ali apenas meia hora.

Você dormiu? - Ela perguntou rindo.

Sua mãe não pode vir, ela disse que quando anoitecer ela vem para trocarmos. - Nádia avisou.

Eu que deveria estar aqui. - Kathe murmurou. - Afinal sou a esposa dele.

Esse não é um lugar para uma mulher grávida, tudo aqui é desconfortável e você precisa de muito conforto para o bebê. - Ela respondeu vendo minha amiga fazer um bico, eu entendo o quanto ela queira ficar ao seu lado, mas ela sabia o quanto era perigoso. - Não se preocupe, ele é bem forte e logo estará em casa e aí você ficará o dia inteiro com ele.

Ela tem razão. - Falei a vendo concordar. - Vamos, temos que te dar um café da tarde reforçado, afinal, agora você come por dois.

Obrigado Nádia, o que você está fazendo por mim, eu nem sei como te agradecer. - Katherine disse a abraçando.

Me agradeça cuidando muito bem de você e do bebê. - Ela respondeu sorrindo.

Vamos, não posso deixar muito tempo Amélia e Rebeca em casa, ou vamos chegar lá e estará tudo pegando fogo. - Falei a vendo concordar.




Fomos para casa e como eu disse, se demorassemos mais um pouco encontrávamos tudo em chamas. Rebeca e Amélia pareciam cão e gato, elas não paravam um segundo, minha mãe a enchia de provocações e a mandava ir embora, pois não confiava nela, a morena parecia não ligar certas vezes.




Ela vai ficar aqui? - Amélia perguntou pela centésima vez, eu não aguentava mais.

Eu só estou aqui para ajudar. - Rebeca respondeu cruzando os braços.

Ninguém pediu sua ajuda. - Ela respondeu me fazendo bufar. - Não devemos confiar nela.

Chega! - Gritei irritada. - Olha só, eu não aguento mais vocês. Amélia eu não confio na Rebeca, mas estou dando uma chance, e eu não aguento mais vocês duas brigando.

Chance? - Amélia perguntou debochando. - Sabe o que ela faz?

E sabe o que você fez? - Rebati a vendo bufar irritada. - Se continuarem assim eu prendo as duas no mesmo quarto até se darem bem.




Sai andando rumo ao quarto de Dylan, Kathe estava com ele e eles conversavam sobre seus pais, ambos tinham raiva de seus pais só que a Kathe percebeu que seu pai não havia culpa de nada, e os pais do Dylan o abandonaram quando era criança, sendo por proteção ou não, foi algo que mexeu muito com ele e talvez demore para que possa esquecer e tentar entender.




Eu aposto que está bem abalado com tudo o que aconteceu. - Escutei Kathe dizer.

Confesso que tentei não me deixar levar pelos sentimentos, mas foi meio que impossível. - Ele respondeu bufando em seguida.

Está tudo bem, é normal. - Ela disse como um consolo. - A primeira vez que vi meu pai após tudo aquilo acontecer, foi horrível também.

Não entendo essas pessoas, elas saem das nossas vidas e depois voltam como se nada tivesse acontecido. - Dylan falou irritado, eu entendo o que ele está sentindo porque é muito difícil perdoar quando a ferida ainda está aberta.




Eu concordava com ele, algumas pessoas nos causam feridas profundas e depois vão embora sem nenhuma explicação, nos deixando sofrendo sozinhos enquanto tentamos nos curar e quando a ferida está quase fechada, as pessoas voltam fingindo que nada aconteceu. Como se as pessoas gostassem de nos ver feridas, sofrendo, como se a felicidade delas dependesse de nossos sofrimentos, eu não consigo entender o que se passa na cabeça delas. Achando que o tempo apaga as dores mais profundas, mas na verdade elas apenas ficam lá esperando o momento certo para te bombardear com lembranças ruins e sofrimentos.



Eu me perguntei por anos se a culpa era minha, o que eu havia feito de errado. – Dylan disse suspirando fundo. – E agora eles aparecem e vem com uma historinha de que foi para me proteger, e querem que eu acredite e vá embora com eles.
Você iria? – Kathe perguntou me deixando confusa e tenho certeza que ele também estava. – Se fosse verdade?
Não. – Ele respondeu de forma rápida. – Quer dizer, não sei.
Eu não quero que vá, e sei que a Sofia também não iria querer, mas iremos respeitar sua decisão. – Ela disse me fazendo negar, eu não conseguiria entender como ele poderia os perdoar, após o abandono, mesmo que fosse por proteção eles nunca nem o deixaram uma carta ou um recado, simplesmente o deixaram. – Eu não estou dizendo que deveria ir, só digo que talvez devesse tentar o perdoar, eu sei que é irônico isso vir logo de mim que julguei e odiei meu pai por anos e se não tivesse descoberto toda a verdade eu ainda o odiaria, mas no fundo eu o amava assim como você os ama, e eu daria tudo para ter meu pai de volta, nem que fosse para pedir desculpa e o abraçar. Só digo isso porque não quero que aconteça com você o mesmo que aconteceu comigo, eu encontrei um sentimento pior do que ódio, o arrependimento.



O quarto ficou em completo silêncio, olhei rapidamente vendo Dylan chorar, eu não me lembro de ter o visto assim, aquela era a primeira vez e eu não sabia o que dizer nem fazer, eu queria entrar naquele quarto e o beijar e dizer o quanto o amava, mas sentia que ele estava melhor com a Kathe, ela daria conselhos melhores que os meus. Vi eles se abraçarem e ele desabar em seus braços, me virei para sair quando dei de cara com Rebeca que observava tudo em silêncio, me assustando com sua presença, a encarei a vendo sorrir pequeno.



Deveria ir lá. – Ela disse em um sussurro para que eles não pudessem a escutar.
Eu não sei nada sobre perdão. - Respondi a vendo negar.
Mas sabe sobre guarda rancor de um familiar. – Ela respondeu me vendo fazer uma careta. – Mas pensando bem é melhor mesmo não entrar.
Por quê? – Perguntei confusa com sua mudança de opinião repentina.
Ele se faz de forte quando estar por perto, como se tivesse medo de deixar seus sentimentos a mostrar, Dylan parece sentir uma necessidade estranha de mostrar que nada o abala, ele quer que você veja o quanto ele é forte mesmo quando está quebrado. – Rebeca respondeu me vendo arquear as sobrancelhas.
Virou psicóloga? – Perguntei debochando a vendo sorrir.
Eu só gosto de observar. – Beca disse dando de ombros. – Bom, você pode ir lá ou continuar aqui observando.
E por que está aqui? – Perguntei cruzando os braços.
Eu gosto de observar, mas saio se quiser. – Ela disse se afastando. – Acho que deveria tomar uma decisão.
Acho melhor mudarmos de assunto. – Dylan respondeu, me fazendo bufar.
Já sei que não vai entrar. – Rebeca sussurrou saindo.
Como você e Sofia estão? – Escutei Kathe perguntar.
Eu não sei, em um momento ela está tão próxima e em outro ela é tão distante. – Ele respondeu, abaixei a cabeça e fiquei encarando o chão, infelizmente ele tinha total razão. – Às vezes me questiono se ela realmente sente algo por mim, ou se está com pena de me deixar.
Acho que não é isso, ela só está com muitas coisas na cabeça. – Ela respondeu suspirando. – Eu trago mais problemas que soluções, e tem a mãe dela, e o Andrew que sofreu o acidente, e a Rebeca que caiu de paraquedas, guerra entre bruxas, e agora tem essa loucura de descendente de Qtsita.
Qetsiyah. – Dylan a corrigiu me fazendo rir baixinho.
Ela não te esqueceu, só está tentando se dividir em todas essas coisas. – Katherine respondeu sorrindo. – Eu nunca vi uma garota te amar tanto e ao mesmo tempo fugir de você como ela fazia.
Eu nunca vi ninguém fazer isso, mas acho que foi isso que me fez ficar cada hora mais apaixonado. – Ele disse me fazendo sorrir. – Mas tenho medo de que eu não seja suficiente.



Eu ia entrar no quarto quando um barulho alto ecoou pela casa, a porta foi aberta tão brutalmente que parecia estar sendo arrancada do lugar, ouvi Rebeca gritar e logo em seguida o barulho de algo se chocando com a parede, me afastei da porta indo em direção ao pequeno corredor e vi que Beca estava caída no chão e uma mulher se aproximava, me virei e corri novamente para a porta do quarto vendo Kathe e Dylan parados assustados, eu não podia deixar que nada de ruim acontecesse com eles, afinal ambos eram valiosos para as bruxas, e eu não podia permitir que algo ruim acontecesse.



O que foi isso? – Kathe perguntou nervosa.
Desculpe. – Pedi vendo a porta à minha frente se fechar e logo em seguida ouvi os seus gritos e a maçaneta se mexendo na tentativa de abrir a porta.



Corri em direção a sala vendo Rebeca de joelhos e seus braços estavam quebrados, e seu nariz e ouvido estavam sangrando, me virei para ver quem estava lá e então algo confuso e meio impossível aconteceu, Dyana estava ali apenas a alguns centímetros de mim, senti todo o meu corpo gelar, não conseguia fazer nada porque eu estava em choque, aquela bruxa estava morta e não poderia estar ali em carne e ossos, eu sentia sua presença, sua magia negra, eu sentia sua força, mas não poderia ser real.



Sentiu saudades? – Ela perguntou sorrindo.


Notas Finais


Pronto babys

Iae tão gostando?

Chegamos a 300 visu e eu morri sem duvidas! Obrigado a todos os bebês que estão lendo 💛 vocês são tudo💛

Fui ver a novela kkkkk

Amo vocês 💛


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