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História Dynasty - Jeon Jungkook - Capítulo 4


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Notas do Autor


B
O
A

L
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I
T
U
R
A
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Capítulo 4 - Chapter 4


- Jeon Jungkook 

Seoul, 19:30 PM




Depois que Luísa foi embora, decidi subir para o meu quarto. Fiquei enrolando, para finalmente escolher um terno social vermelho. Sim, vermelho. Gosto de deixar marcada minha presença. Eu não penso pelo lado de ser exagerado. Na minha cabeça só vem um grande: Por que não? 


Devemos viver cada segundo, como se fosse o último.


Me diga, por que não usar aquela roupa que você tem medo? Por que não fazer algo fora do seu cotidiano? Por que não quebrar regras uma vez na vida? E por que não fazer aquilo que você tem medo? Acho que fazendo isso, superamos os nossos limites e nos tornamos pessoas fortes, com um gênio forte e único. 


Okay, vou parar com esse papo de superação. Pelo amor de Deus! Estou parecendo esses jovens que pensam totalmente fora da caixinha! Eu posso gostar de viver cada dia como se fosse o último, mas não irei jogar-me de uma ponte para provar isso.


Roupa decidida, agora faltava apenas chegar o horário do tão esperado jantar. Decido deitar-me e dormir enquanto o mesmo não chegava. Apenas alguns minutinhos não vão me matar, certo?







Acordo e olho para janela. AI, MEU DEUS! Que horas são? Pego meu celular e vejo que já são exatas 18h 57min. Okay, eu dormi um pouco de mais. Estou muito atrasado, muito mesmo. Saio em disparada para o meu banheiro, e decido tomar um rápido banho. Além do mais, não posso ficar mais atrasado que isso! 


Assim que saio do banheiro, vou colocar meu terno, e agradeci-me diversas vezes por ter separado o mesmo antes. Quando me vejo devidamente vestido, decido pentear meus fios de cabelos escuros e passar bastante perfume. Coloco meus sapatos e vejo-me finalmente pronto. Me olho no espelho e logo percebo que falta algo... Ah, meu relógio! Vou em direção ao mesmo e coloco-o em meu pulso. Agora sim estava pronto. Dou mais uma checada no espelho, antes de descer as escadas e encontrar meus pais com olhares pesados sobre mim.


— Jeon Jungkook, por que demorou tanto? Temos que ser pontuais e demonstrar o mínimo de educação. Não acredito! Sabe que horas são? Sim, 19h 28min, Jungkook!


— Desculpe-me, omma! Tentei ser breve, mas acabei pegando no sono. Por que estamos perdendo tempo brigando, ao invés de estar indo logo para esse jantar? — Usei meus conhecimentos e habilidades com palavras, para tentar contornar a situação e de quebra, o longo sermão de minha mãe. 


— Hum, está certo! Vamos logo, sim, querida? Não vamos nos atrasar ainda mais. — Meus pais saem pela porta e eu apenas sigo-os. Jisui fecha a porta atrás de nós.


Mesmo em sua breve presença, percebi seu olhar. Soltei um sorriso ladino e segui em frente.


Chegamos na enorme casa, e assim que passamos pelo grande jardim, decidimos tocar a campainha. Vejo a porta ser aberta por uma mulher, provavelmente uma empregada. Logo depois meus pais entram, e vejo duas figuras. O senhor e a senhora Kim?! Olho para o outro lado e lá estava a dona de meus pensamentos. Não é por nada, mas hoje ela não saiu em nenhum momento sequer da minha cabeça, o que de certa forma, deixa-me assustado. Isso é estar apaixonado? Não! Ninguém se apaixona assim, não existe amor à primeira vista. Eu devo ter achado-a interessante, apenas. 


Saindo de meus pensamentos, percebo que a mesma trajava um lindo vestido preto. Ela estava muito linda! Desde que a vi, não imaginaria que ela poderia ficar ainda mais bela, mas respondendo a minha própria pergunta: Sim, tinha como!


— Não venha dizer que eu te atropelei. Passou bem perto, mas não por cima. — digo, vendo a mesma olhar-me com um sorriso sarcástico. Ela estava divertindo-se com isso — Mas mudando de assunto... Você está muito bela, Senhorita Kim.


— Olha, ele tem um lado educado. — diz em tom de brincadeira, e eu logo olho-a seriamente, como se não tivesse gostado — Porém, respondendo sua pergunta, muito obrigada, Jungkook. Você também está muito bonito essa noite.


— Apenas essa noite? Acho que quando lhe encontrei hoje de manhã, juro ter visto você com o olhar bem fixo em mim. Talvez tenha sido apenas impressão minha...


— Ah, meu Deus! Vamos entrar antes que sirvam a janta, Jeon.


Sigo a mesma até onde suponho ser a sala de jantar. O lugar era bem bonito, com uma grande mesa, e em seu centro, havia um enorme lustre, além da prataria ser de porcelana. É, eles não brincam mesmo em serviço.


Me sento ao seu lado e vejo que à minha frente, estava minha omma, meu appa e o irmão de Luísa. Suponho que a mulher ao lado do senhor Kim seja a esposa do mesmo, que por incrível que pareça, não se parecia com Luísa e nem com seu irmão. Ela aparentava ser japonesa. Oh, céus! Estou parecendo um stalker falando assim.


Duas empregadas adentram o local com bandejas. Elas trocam os pratos que estavam na mesa, com os que estavam nas bandejas. Logo depois, uma delas volta com outra bandejas repletas de bebidas. Peço apenas um suco de laranja, já que todos os "adultos" pedem vinho.







Todos já haviam jantado, e até já comemos a sobremesa. Eu estava em um tédio sem fim. Os meus pais estavam conversando com os Kim. Olha para o lado e vejo Luísa me olhando. Hum, por que não? Ela não ficaria tão brava, ou ficaria? Não, provável que ela até goste. Muitas estariam ajoelhadas no chão por isso. 


Me aproximo da mesma com muito cuidado e desço minhas mãos pelas coxas da mesma, que ainda é coberta pelo vestido da garota. A mesma se mexe, porém não faz nada. Isso é um sinal para que eu continua? Vamos encarar como um sim!


Decido deixar leves carícias no local. A mesma olha para mim e encosta sua mão na minha. Ela deixa ali por um tempo, por cima da minha, mas parece sair de si e dá um solavanco para trás, assim retirando minha mão. 


— Pois não, filha, algum problema? — pergunta o senhor Kim, olhando para sua filha, e depois levando seu olhar para mim. Todos na mesa estavam olhando para a mesma.


Oh, c-claro que não, appa. Eu apenas preciso ir ao toalete, já volto! — A mesma sai em disparada e some entre os corredores. 


— Sr. Kim, eu também preciso ir ao banheiro. Luísa foi mais rápida. Eu até ia perguntar onde ficava, mas ela saiu. Poderia dizer-me? 


— Claro, Jungkook! O lavabo fica ao lado da escada do hall de entrada, na escada esquerda.


— Muito obrigado, senhor! — Me retiro rapidamente e sigo até onde o mais velho informou-me. Assim que chego em frente ao mesmo, vejo que está fechada. E pela fresta da porta vejo a luz ligada.


   Bingo! Então aqui está meu pequeno ratinho         fugitivo?!   


Bato na porta e nada dela responder. Bato novamente, e nada. Coloco meu ouvido na porta, na tentativa de ouvir algo e não é que realmente deu certo? Ouço sua voz, e a mesma parecia estar em um diálogo interno consigo mesma. Me aproximo mais e consigo ouvir partes do que a mesma fala. 


— Não, isso novamente, não! Me recuso a sentir espasmos por um playboy metido. Não, Luísa! Isso não é futuro, isso é uma amostra grátis do inferno. Que pecado, Deus!


'Tá, 'tá! Ou ela é louca, ou... É, ela é louca. Do que ela está falando? Deve estar fora de si, não está falando nada com nada. Apenas... Palavras sem nexo e contexto, e sem sentido algum.   


Bato na porta novamente e de novo fico sem resposta. Decido abrir a porta e vejo a mesma pular e soltar um grito inaudível. Ela levou um susto? É, parece que sim. Tranco a porta atrás de mim, para que ninguém possa entrar, ou sair. A mesma olha para minhas mãos e aproxima-se.


— Me dê as chaves, Jeon! É muito inapropriado ficarmos presos em um banheiro. — diz, tentando pegar as chaves, sem sucesso — Vamos, dê-me logo, Jeon!


Continuo desviando minhas mãos das dela. A mesma não desiste e continua tentando, até um ponto onde parece ter cansado-se de tentar. Ela se senta na tábua do vaso e solta um suspiro de derrota.


— Afinal de contas, o que você quer comigo? O posso fazer para que me deixe sair?


Fico em silêncio e aproximo-me. A garota aproveita minha guarda baixa, para pular em mim e tentar pegar o objeto em minhas mãos, o que eu faço questão de citar a consequência. Ela me derrubou e acabamos escorregando. Agora encontro-me no chão, com um peso em cima de mim, vulgo Kim Luísa! Ou podemos nomeá-la de Srta. Nervosinha, ou até mesmo de Srta. Anã de Jardim. Assim que percebe na situação que estamos, a mesma tenta levantar-se, o que só a faz ficar ainda mais colada em mim. Seus lábios estavam muito próximos aos meus. Eu posso ver cada detalhe de seu delicado rosto, seu olhar penetrante e profundo.


Seu olhar finalmente cai em meus lábios. Eu não me encontro diferente, pois os dela pareciam tão atrativos e apetitosos, e mesmo sem tocá-los, poderia saber que eram macios e doces.


Estávamos em uma distância perigosa, e em um ato impulsivo dos dois, ocasionados pela troca de olhares, acabamos selando nossos lábios. Ai, meu Deus! O que estou fazendo? E por que estou gostando?!


Seus lábios, assim como nas minhas expectativas, eram macios e doces. Sinto sua língua pedir passagem e sem nem mesmo hesitar, eu a cedo. Sua língua entra em contato com a minha, e nossa, ela beija bem!


Conforme continuamos, nosso beijo vai ficando profundo, mas do nada ouvimos a porta ser aberta, e nos assustamos com o grito posterior.


— QUE MERDA É ESSA?!














Continua...


Notas Finais


Hi, amores! Podemos fingir que já é quarta?! Postei logo, não aguentava mais esperar. Espero que gostem, e até quarta que vem! Não se esqueçam de me dar um feedback aqui em baixo!

- Beijos da Garota do Bang! 💜
- Até a próxima, amores! 💜

Betagem por: @Vkookieeverlove


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