História Dynasty - Capítulo 2


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Categorias Império
Personagens Cristina dos Anjos Bastos Medeiros Ferreira, Eduarda (Du) Botticelli Medeiros de Mendonça e Albuquerque, João Lucas Medeiros de Mendonça e Albuquerque, José Alfredo "Comendador" Medeiros, José Pedro Medeiros de Mendonça e Albuquerque, Josué, Maria Clara Medeiros de Mendonça e Albuquerque, Maria Ísis Ferreira da Costa Medeiros, Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque
Tags Império, Malfred
Visualizações 103
Palavras 1.002
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lírica, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Antes de tudo queria dizer que fiquei feliz pela recepção de vocês. E isso me inspira muito à continuar escrevendo.

Queria avisar que essa historia diferente das outras que vocês estão acostumadas a ver etc. Aqui não irão ver uma mulher contra a outra por causa de um homem. Espero que gostem, tá bem? Boa leitura.

Capítulo 2 - Capítulo dois.


A sala de espera tinha um silêncio absurdo. José Alfredo e Cristina estavam sentados juntos a espera de noticias de Marta e Josué. O homem de preto havia ligado para Clara avisando, por cima, o que tinha acontecido e não demorou muito para seus filhos mais novos passarem pela porta feito dois furacões.

"Pai..." Clara andou à passos largos até o Comendador que já estava de pé. "Eu sinto muito. Eu não consegui impedir que ela saísse..." a voz de choro de Clara partiu o coração de José Alfredo.

"Clara, não pense nem por um segundo que isso é culpa sua. Sua mãe é teimosa, e se preciso fosse passaria por cima de você." Zé havia se afastado o suficiente para encarar a filha. Limpou as lágrimas grossas que caíam sobre o rosto de Clara.

"Como ela está?" a voz de Lucas chamou a atenção do homem de preto. O caçula estava abraçado à irmã mais velha.

"Não tivemos notícias ainda." Cristina suspirou cansada. "Já tem um bom tempo que eles estão lá dentro."

"Tenho certeza de que a mãe de vocês ficará bem. Ela é forte!" sorriu para tranquiliza-los, mas na verdade estava tão aflito quanto qualquer um ali.

"Vocês são parentes de Josué Campos?" um médico que tinha aproximadamente uns 40 anos se aproximou do pequeno grupo presente.

"Sim, somos!" Zé se aproximou do homem. "Como ele está?"

"Está bem, pode ficar tranquilo." sorriu. "Retiramos a bala, mas ele precisará ficar em observação durante a noite. É possível que amanhã mesmo tenha alta." todos respiraram aliviados.

"Quanto à Marta?"

"Ela ainda está em cirurgia. A situação da sua esposa é um pouco mais complicada. Quando houver mais notícias eu volto. Com licença."

(...)

  "Aonde você vai, filha?" Magnolia quesrionou ao ver Maria Isis sair de seu quarto carregando uma bolsa.

  "Para o hospital." Respondeu sem olhar para a mãe.

  "Pra quê? O homem de preto está bem. Nem levou um tiro, nem nada." A voz aguda de Magnolia começava a irritar a ruiva.

   "Mas o melhor amigo e a esposa dele sim." Respirou fundo tentando encontrar um pingo de paciência que fosse. "Apesar de tudo, Marta foi a única que se preocupou comigo quando o José Alfredo se foi. E também não me custa nada ir até lá."

   Sem mais explicações, Isis saiu. Magnolia estranhou a vontade da filha querer ir até o hospital saber de notícias da Imperatriz. Tinha coisa ali, e ela descobriria.

     Ao chegar no hospital, Isis não demorou para encontrar a família do Comendador, e o próprio, na sala de espera.

    "Alguma noticia?" Abraçou José Alfredo o mais apertado que conseguiu. "Que bom que você está bem." Surrurou para que só ele a ouvisse.

    O homem de preto ia responder quando o médico se aproximou. Zé Alfredo se afastou de Isis e foi de encontro ao homem.

    "Então doutor?"

    "A cirurgia foi um sucesso." Todos na sala soltaram o ar que estava preso. "Tivemos uma pequena dificuldade na retirada da bala, mas felizmente tudo ocorreu bem."

     "Podemos vê-la?" Clara perguntou.

     "Ela está sedada. Está dormindo, mas sim, poderão vê-la. Mas um de cada vez." Avisou.

(...)

  Os filhos de Marta, incluindo Cristina, ja haviam passado no quarto da Imperatriz para vê-la. Até mesmo Amanda passou no hospital para ver como a tia estava. A loira estava abalada pelo o que aconteceu, ainda mais por estar esperando um filho de José Pedro. Não sabia como olharia para sua tia depois de tudo, ou o que faria com a própria vida. Nunca havia pensado em ser mãe, na verdade nunca quis essa responsabilidade, mas sentiu-se segura já que teria Pedro ao seu lado. Mas agora, tudo havia mudado, seu namorado havia sequestrado a própria irmã e atirado na mãe, quando tentou matar seu pai. E agora ele estava morto. Pedro atirou em sua cabeça ao ver a mãe desacordada nos braços do homem que ele tanto odiava.

   Maria Isis entrou no quarto de Marta. Seu coração apertou ao ver a Imperatriz ali. É verdade que ambas tinham suas diferenças, perdeu as contas de quantas vezes Marta havia sido cruel com ela. Mas sabia que o alvo da mulher mais velha era na verdade José Alfredo. Ela compreendia as atitudes de Marta, e por mais que batessem de frente algumas vezes, Isis a respeitava e até admirava Marta. Sentia algo bom e verdadeiro pela outra mulher.

  Assim que Isis saiu, José Alfredo entrou. Ele havia se oferecido para passar a noite. Lucas também queria ficar, mas Zé o impediu. O homem de preto respirou fundo e se aproximou da cama. Ela parecia tranquila. A cor tinha voltado para o rosto de Marta. A última imagem que tinha da esposa não era a das melhores. Marta tinha perdido uma quantidade razoável de sangue, estava pálida e seus lábios também. Zé achou que ela não voltaria.

Acabou rindo do próprio pensamento. É claro que ela voltaria. Ela é Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque. Não é qualquer coisinha que a abala. Nem mesmo um tiro disparado peli próprio filho. Ele ainda tentava entender o motivo dela ter feito aquilo. Buscava algo que pudesse responder todas as perguntas que rondavam sua cabeça, mas sabia que só ela poderia responder. Teria que achar uma maneira de lhe contar que o filho dela... deles havia se matado após ter tentado mata-lo e acidentalmente atingir a própria mãe. Segurou a mão de Marta com uma mão, e com a outra afastou alguns fios que estavam caídos sobre o rosto da mulher. Depositou um beijo demorado na testa da mesma, e no mesmo segundo sentiu um leve aperto em sua mão. Afastou-se rapidamente para ver se ela havia acordado, mas não. Ainda dormia como um anjo.

Ouviu uma batida na porta e não demorou para a enfermeira entrar. Ela havia vindo checar Marta, lhe dar alguns remédios e entregar um travesseiro e um cobertor para que o homem de preto pudesse dormir.

Olhou para ela mais uma vez antes de se acomodar na pequena poltrona que ficava no canto do quarto. Aquela séria uma longa noite.


Notas Finais


Isso é tudo por hoje, pessoal. Semana que vem tem mais! (;


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