História Dynasty - Capítulo 12


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Destino, Europa, História, Idade Média, Princess, Rainha, Realeza, Reign, Romance, The Spanish Princess
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 12 - Its coming


Fanfic / Fanfiction Dynasty - Capítulo 12 - Its coming

-Louis, podemos conversar?- Ella perguntou entrando no quarto do rei. 

 

-Claro.- parou o que estava fazendo, se voltando para prestar atenção na princesa.

 

-Quero lhe falar sobre meu casamento.- respirou fundo antes de dizer. 

 

-Não se preocupe, o acordo está quase completo.- disse calmo enquanto Ella entrava em choque.

 

-É exatamente por isso que estou aqui. Meu irmão, eu lhe imploro, não faça isto.

 

-Ella, você sabe que não posso.

 

-Por favor! Quer que eu seja infeliz?- se aproximou.

 

-Não! Mas um acordo desses é o dever de uma princesa, para o bem da França. Seu país. -apontou irritado para a garota.

 

-Eu nunca pedi nada pra você. Me permita ser feliz com quem eu amar de verdade. -seus olhos lacrimejaram, o rei se aproximou e a abraçou.-Você sabe o que um rompimento de acordo poderia nos causar?- ele lembrava de seu pai. O jeito cruel e frio que tratava a própria família. O novo rei definitivamente não queria ser como o antecessor. 

 

-Desculpa. Não é essa a intenção.- secou as lágrimas.

 

-Faremos assim, permitirei que se case por amor se o matrimônio trouxer benefícios para o reino. -ela sorriu sutilmente, preocupada e feliz. 

 

-Obrigada.- deixou os aposentos do irmão, pensando em como convencê-lo.

 

 

-Meghan! Onde você estava?- a princesa encontrou sua dama pelos corredores.

 

-Fui resolver um problema.- deu de ombros.

 

-Você me deve satisfação. 

 

-Que exagero. Todas as pessoas podem sair por um dia.

 

-Movimentamos metade do castelo. Pensamos que algo ruim tivesse acontecido. 

 

-E eu pensei que não dariam minha falta. Era o plano perfeito.- Ella rolou os olhos, brava. - Vamos trocar de assunto.

 

-Está bem. Agora venha comigo.- puxou a lady e foram para um lugar reservado, onde ela contou o que o irmão havia dito pouco tempo antes de se encontrarem. 

 

 

 

 

-Com licença, senhora.- Rose pediu à Chloe. -Trago um recado do conde Henry.

 

-Olá.-sorriu- Qual o recado? 

 

-Lorde Henry pediu para a senhora esperar por ele pronta ao anoitecer.

 

-Pronta para o que? 

 

-Não sei informá-la. Só sei que a senhora deve estar vestida apropriadamente,

é uma surpresa. Ele virá buscá-la. - a condessa agradeceu, e passou a tarde intrigada com o que aconteceria. 

 

 

 

 

-Perderemos homens se fizermos isto.- esbravejou Catherine.- Nos culparão pela morte de milhares de pessoas.

 

-Não temos outra opção, Majestade.- o conde defendeu a ideia. Louis escutava o debate atentamente.

 

-Henry está certo. É isso ou perderemos o país. 

 

-Odeio guerras.

 

-Eu sei. Mas é necessária, Kate.

 

-Farei a lista com os nomes dos selecionados.- disse Henry.

 

-Envie os que estavam na batalha de Lyon. Precisamos de muita gente. - ordenou o rei.

 

-Sim, senhor. Com licença.- saiu e os monarcas ficaram conversando.

 

-Você irá para a guerra também?- perguntou a rainha.

 

-Nesta não. - deu alguns passos até a esposa. 

 

-Nada de mau acontecerá.- tentou acalma-la.

 

-Não suporto a ideia de que pessoas inocentes precisarão morrer por nós.

 

-Se acostume.-bufou.

 

-Me acostumar com a morte do nosso povo? - ficou indignada.

 

-É a realidade, Catherine. 

 

-Está falando sério?- o rei nada disse.-Sendo assim, fique com a sua realidade.-     Se afastou dele, também se retirando da sala.

 

 

 

Chloe esperava pelo marido em seu quarto. Usava um vestido amarelo, quase dourado, pois sabia que era uma das cores que o conde não gostava. E mesmo que ele estivesse tentando ser um marido melhor, ainda tinha desconfiança de suas atitudes. 

 

-Você está linda.- escutou a voz no fundo, saindo de seus pensamentos.

 

-Obrigada.- sorriu tímida. 

 

-Pronta? 

 

-Onde vamos? 

 

-Você sabe que é surpresa. Jantaremos. ela concordou. O casal já estava no corredor, caminhando em silêncio até o destino.

 

-O salão principal fica para o outro lado.- apontou, parando de caminhar.

 

-Eu sei.- continuou caminhando, sendo seguido pela mulher confusa. 

 

 

-Que lugar é este?- admirou. 

 

-O jantar é parte da surpresa, sente-se. 

 

-Tudo o que sei sobre você, por enquanto, é que gosta de flores. Então, me dediquei a esse tema. 

 

Henry havia levando Chloe para o jardim, mas não o jardim que ela conhecia. Uma parte especial do castelo. O pequeno chafariz chamava sua atenção, dentro dele flores coloridas boiavam enfeitando-o.

Mais adiante uma mesa de madeira com apenas dois lugares, o lugar iluminado por velas e tochas. A mesa continha suas frutas e guloseimas preferidas, assim como vinhos de diferentes tipos. Quanto mais observava, mais notava o estilo francês da decoração.

 

-Chloe, quero que seja sincera comigo. Me diga como se sente em relação à nosso casamento, e até mesmo a mim.

 

- Quando nos casamos eu tinha a esperança de que era possível uma boa convivência. Mas você... -seus olhos começavam a lagrimejar, lembrando de seus primeiros meses juntos.

 

-A forcei a fazer coisas que não deveria. Me perdoe.

 

-Eu poderia perdoa-lo, Henry. Seria bom se isso acontecesse. Só não sei se realmente quero.

 

-Você, minha esposa, sabe que a vida me induziu a ser assim. Não posso prometer uma união com amor verdadeiro e eterno. O que posso prometer é conforto, instabilidade e compreensão. - deu uma longa pausa.-Case comigo, de novo. Faremos de forma justa. - se ajoelhou segurando um anel, a joia que era de sua mãe. 

 

-Eu adoraria.- sorriu entre lágrimas.- Porém, como posso confiar em você? Depois de passar por situações complicadas e horríveis. 

 

-Não pode. E não posso força-la a aceitar. Me arrependo de nunca ter me interessado em conhecê-la. Diga sim. - ela estava sem palavras. 

O que aconteceria com a relação que tinha com Thomas? Seria infiel com a pessoa com quem havia traído o seu marido? 

Respirando fundo, ela deu a resposta.

 

-Digo sim... Sim para conhecê-lo, sim para uma boa relação. Ainda não sou capaz de dizer sim a você. - as palavras da esposa foram o suficiente para que um novo sentimento nascesse entre eles. 



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