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História É a única maneira de sobrevivermos - Capítulo 1


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Notas do Autor


Um aviso!
Cada personagem terá uma personalidade forte e seus pontos fracos.Um deles será eu. Meu nome na fic é Keiko como já sabem,não aparecerei tanto mas farei parte da história em demais casos.

Se já estiverem prontos vamos ao cap!

✨Saionara✨

Capítulo 1 - Encontro ao acaso


"Quando o mundo já está um caos,oque pode acontecer pra piora-lo?"

Está escola me aceitou por muito pouco,se não fosse meu último resquício de esforço eu não estaria aqui,nesta cidade..meus pais sempre foram bem conservadores com meus estudos,eles são inteligentes diferente de mim que liga apenas pro nada,eu sempre achei que minha vida seria um saco,estudaria,acharia um emprego me casaria e então morreria com minha esposa,apenas pedindo a salvação e proteção dos meus filhos.

Quem eu queira enganar,essa vida vida não é pra mim..eu não possuo amigos e nem intereces sociais,sempre achei que amor fosse apenas ilusão,que se torna um grande ensinamento de valorização. Muitas pessoas dão valor a vida quando já estão com o pé na coca. E naquele dia..todos estavam pulando está parte e indo diretamente pra morte certa.

Como alguém poderia imaginar que morreria de forma tão brutal como aquela? Bom foi neste dia que eu comecei a dar valor a minha vida..

Naquele dia em que o céu,se tornou escuro..e minha vida finalmente havia começado.

Provavelmente eu já estaria morto se não fosse pelas pessoas que conheci,e pela pessoa em que acabei entregando meu coração.



      [O dia do massacre-10:27]


Devem estar se perguntando quem sou eu e o que faço da vida.Bom meu nome é Felipe Z. Tenho 19 anos e estudo na Waseda University, só o que faço da vida é estudar e tentar ser o melhor nos esportes,ninguém sabe mas estudei tiro ao alvo com um conhecido antigo..infelizmente ele já se foi mas o agradeço muito pelo esforço que ele teve ao tentar me dar um objetivo pra vida.

Eu queria poder ser mais objetivo,mas não é assim que eu funciono,normamente as coisas saem do controle e sempre me esquivo não ligando muito pras coisas.

-já faz um tempo que aquele cara ta no portão..porque nenhum professor está lá pra resolver..-eu estava no andar de cima da escola perto das grades onde claramente podia ver a cidade de longe.

-ah..até que enfim..-falo ao ver dois professores se aproximarem do sujeito no portão.

-senhor!não pode ficar ai pra sempre!isto é uma escola tenho mais respeito!-a professora de japonês diz com suas mãos na cintura impinado sua cabeça demostrando maioridade.

-grrhh...-o homem não responde.

-tsk..mas que droga..-O professor de educação fisica coça sua cabeça.

-deixe que eu resolvo..

-você tem cert-Ela para de falar ao ver o professor agarrar o homem pela gola o trazendo pra perto.

-Porfavor, Sashiko..Sem violência..

-não se preocupa..eu apenas quero faze-lo entender que não estamos brincando..

estranhamente percebi que algo ruim aconteceria e como esperado aconteceu.

Um grito estrondoso do professor pode ser ouvido,o homem no qual segura sua gola havia abocanhado seu braço com tudo podendo-se ver sangue jorrar por toda a parte.

-AHHHHH!!!!

-PROFESSOR!-a professora corre pro Sashiko tentando ajuda-lo.

Eu vendo oque havia acontecido aperto as grades e serros os dentes percebendo que aquele cara não era normal,quem em sá consciência faria algo assim.

-PROFES-AHH!!!-mais um grito pode ser ouvido.

-aham...-não..oque tá acontecendo!?-eu fico paralisado vendo o professor morder a mulher em seu pescoço enquanto ela chorava e gritava de dor,seu sangue jorrava pelo chão enquanto ela pedia por socorro.

-Droga..Eu não sei oque fazer..-é como nos filmes de zumbis..as pessoas comem uma as outras e depois voltam violentas e sedentas por mais e mais.

Mas acontece que isso já não é um jogo,ou um filme.

-eu preciso avisa os outros,mesmo que não vá adianta de nada..ninguem vai acreditar mais eu preciso tentar.

Eu saio dali e corro com todo esforço que tinha,a primeira coisa que me passou na cabeça era avisar minha sala.


-ali..-digo e corro pra frente da porta a abrindo bruscamente,eu estava ofegante e suado.

-Rapaz!isso é geito de entrar?!ainda mesmo no meio da aula..está atrasado!-meu professor diz e vejo olhares em cima de mim.Entro na sala e ando até a frente de todos.

-Hey!volte pra sua-

-Escutem todos!-eu grito ignorando o que o professor dizia.

Eles olham assustados.

-Quero que me ouçam!Dois professores foram atacados!-digo e todos se entre olham sussurrando.

-oque estás dizendo é loucura..

-Um homem estranho apareceu no portão de entrada,e quando tentaram resolver o problema eles foram comidos vivos por ele!A professora de japonês e o de educação fisica!

-porque ta inventado isso depre?!-o cara que mais detesto diz se levantando da sua cadeira.

-Senhor queiroz!isso não é geito de-

-Se senta e escuta!Se não gosta de mim tudo bem!mas se não acreditam deveria ir lá fora!-eu aponto pra porta e todos permanecem em silencio.

Quando abro a boca para falar o som do microfone da sala dos professores é ligado.

-Atenção!todo os estudantes!a escola está em uma conduta violenta..peço que evacuem a escola imediatamente.

-ahh??-todos dizem sussurrando entre si .

-Repito!evacuem a escola imedia-Ah?mas oque?como entrou aqui..e..espera..não..não..NÃO..Ahh!!-o som de algo jorrando dos gritos,e do pedido de socorro do diretor ecoa por todo o lugar,muitos ficam quietos até esperarem o som horrivel passar.

E quando tudo se silencia..som de vidro se quebrando foram ouvidos.

Todos da sala começaram a correr e gritar,estavam inconcientimente loucos pra sairem dali pra não morrerem,o tumulto era grande por isso esperei até que tudo se acalmasse um pouco.

Quando todos sairam  eu saio da sala de aula e penso em como sai da escola,o portão obviamente estava lotado daquelas coisas então o único geito era o terraço.

Eu passo meu olhos pelo corredor procurando algo pra me defender e avisto um taco de beisebol,imediatamente eu corro até mesmo e o pego com as mãos.

Todos gritavam correndo pelas escadas,e um grito de dor foi ouvido..como eles já estão lá embaixo?

Quando me viro vejo a barra limpa e corro pro outro corredor subindo as escadas,quando chego no terraço o vi vazio e decido me preparar pro pior,eu avisto um lugar e decido ir me esconder por lá mas ouço passos rápidos de alguém que podiam ser ouvidos subindo as escadas.

-mas..oque..-sou interrompido vendo um garoto correr em minha direção enquanto olhava pra trás foi quando sem querer ele acaba esbarrando em mim mas consigo segura-lo e pude ver o seu rosto mais claramente.

-ah..Quem..é você?-eu pergunto o vendo ofegante por te corrido.Quando ele me encara logo desvia o olhar e aperta minha camisa com suas mãos.

-R..rafael..da turma A2...-ele diz baixo.

-Sou Felipe da turma B3... -digo sorrindo fraco.

Ouvi batidas no andar de baixo,e aperto Rafael contra mim pondo sua cabeça em meu peito.

-Ah..

-eles estão aqui..-eu digo andando com o garoto pra trás lentamente enquanto a outra mão segurava o bastão.

Um daqueles monstros aparece na porta rosnando,sua pele estava podre e cinza,olhos brancos e pupilas dilatadas.

-maldito!-digo empurrando Rafael pra trás o fazendo cair enquanto atacava o zumbi a frente bem na cabeça fazendo sangue jorrar pela parede próxima.

-vamos!-eu puxo o garoto pelo pulso..e avisto escadas pro andar de baixo..infelizmente havia muitos monstros.

-Merda..devemos ficar aqui...lá dentro está cheio deles.

-certo..-ele concorda e o puxo subindo umas escadas próximas e tento barrar a entrada com oque havia por perto.

-se abaixei!e fiquei quieto!-digo ao garoto avistando zumbis subirem o lugar.

Eles estão espalhados por todo canto,não havia saída,e encara-los é pedir pra morrer a melhor opção é ficarmos quietos e escondidos.

Rafael estava sentado com as mãos no joelho,me sento ao seu lado.

-Muito obrig-tampo sua boca com a mão e o vejo ficar vermelho.

-quer nos matar?-pergunto próximo com a testa franzida.

Ele discorda com a cabeça.

Suspiro e pego o taco de beisebol o entregando.

-fica com isso eu vou encontrar algo pra mim..-digo e ele segura o taco encostando seus dedos perto dos meus,estranhamente senti o calor de seus dedos mas ignorei e continuei a focar em encontrar outra arma.

Me levanto e procuro por algo,não encontrei nada,apenas uma chave inglesa oque na verdade é útil mas é curto demais.

Vejo uma fita isolante e um rodo.

-será os deuses me dando um sinal..?-pergunto irônico e quebro o rodo grudando a chave inglesa com a fita sobre o cabo.

Me sento ao lado do garoto de novo.

-que é isso...?

-é improvisado..uma pena eu não ter uma arma..-ele suspira fundo e me olha surpreso.

-vc sabe atirar?

Ponho minha mão em sua cabeça,ainda olhando pra frente.

-sim..poucas pessoas sabem..vc e mais alguém que já se foi..-digo olhando triste pra baixo.

-bom..eu te agradeço por ter me salvado..Obrigado.-o garoto sorri sincero e acabo desviando o olhar meio sem graça.

-não á deque...-digo e me assusto com alguns grunidos.

-ah..como isso foi acontecer..e porque..-me pergunto observando aqueles seres horrendos.

-acho que não temos tempo pra pensar sobre isso..Felipe,porque não..tentamos apenas esperar a poeira baixar..?-Rafael pergunta com sua mão em meu ombro,olho pra ele e seguro seu rosto.

-sabe..sou conhecido como o maior anti-social na escola..mas vc tem que saber de uma coisa..-eu me inclino pra ele passando meu dedo em seu lábio e a outa mão segura seu rosto e fico próximo dele o deixando muito vermelho.

-ah?..

-Quando vejo alguém que não consegue sobreviver,eu simplesmente o deixo,então faça um favor mim e pra você..-me aproximo de seu ouvido.

-não morra..-digo e o encaro.

-t..ta..-ele diz e me sento normal de novo observando aqueles bixos.

-ótimo..







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