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História E agora? - Capítulo 2


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Notas do Autor


Esses primeiros capítulos já estão prontos viu! Por isso tô postando rápido. Mas prometo não deixar passar muito tempo. Bora aproveitar o tempo livre pra ler né? Bjuss

Capítulo 2 - Dúvidas.


Um beijo? Então era assim todo esse tempo? - Rey pensava enquanto tocava meus lábios, era como se nunca os tivesse percebido.

Senti-lo assim tão perto a fez ter quase certeza que não estava errada nem imaginando coisas. Ainda havia luz nele. Mesmo que ninguém mais acredite, mesmo que Leia não acreditasse.

Por outro lado, o pensamento que existia o risco de ela estar sendo seduzida, que ele fazia aquilo para distrai-la… Tudo isso logo agora? Nunca tivera um lugar nesse universo, um objetivo, com quem contar e a quem proteger, o risco de ser seduzida pelo lado negro, por Kylo Ren estava martelando na sua cabeça. Ele já tinha mostrado suas intenções quando se ofereceu para ensina-la os caminhos da força, embora muita coisa tenha acontecido desde então.

Rey se esforçava para pensar por esses ângulos e ignorar as sensações novas que o contato com o novo Supremo Lider fez nascer em seu corpo, embora soubesse que aquilo não poderia ser esquecido. Ele também havia sentido, ela havia percebido, mas a preocupava o fato de ele agora saber o efeito que tinha sobre ela.

- Espero que você tenha um ponto. - ela falou alto finalmente olhando para cima, se dirigindo à Força.

- Rey! Ela acordou!

A empolgação de Finn se aproximando interrompeu suas reflexões.

- an?

- Rose, Rey! Ela acordou! Está bem! Vem comigo, quero que você a conheça!

A moça levantou e o acompanhou. Mentalmente, ela agradecia por Finn estar tão animado, só assim para ele não notar a expressão preocupada em seu rosto.

Quando se aproximaram da maca, uma menina pequena, com olhos puxados e um cabelo liso e curto que caia sobre seus olhos revezava seus olhares para os dois amigos.

- Rose, essa é a Rey. - Finn falou após alguns instantes.

Rose olhava para Rey com desgosto. A moça conseguiu sentir essa animosidade mas preferiu pensar que era impressão sua afinal, que motivo aquela menina poderia ter para não gostar dela? Nunca haviam se visto antes?

- Olá Rose, fico feliz que esteja se recuperando. - Rey disse finalmente tentando melhorar o clima.

- Ela salvou minha vida Rey! Pode acreditar nisso? - Finn praticamente pulava enquanto contava sobre como Rose o impediu de se sacrificar por nada.

- Não acreditaria se você dissesse que alguém aqui deixaria você morrer Finn você é...

- Um grande bobão isso sim! - a moça voltou a deitar, dessa vez cobrindo seu rosto com o cobertor.

Finn e Rey encaravam Rose com os olhos arregalados. Não esperavam aquela reação.

- melhor deixar ela descansar Finn. Vou ver se Chewie precisa de ajuda.

- Rose? - Finn cutucava a moça por cima do cobertor. - o que foi que eu fiz? - ela não queria responder. - por favor, me fala!

- Como você consegue ser tão lerdo garoto? - Rose descobriu a cabeça impaciente.

Finn não falou nada.

Rose sentou-se novamente e continuou.

- Todas as bobagens que você fez desde que saiu daquela maldita armadura branca foram por causa dela! Por ela você quase morreu tentando enfrentar kylo Ren, Por ela você tentou fugir da residência, e o que ela fez por você?

- Rose eu… - Finn tentou responder desconcertado.

- E eu Finn! - Rose interrompeu. - Quantas bobagens eu fiz por sua causa? Você realmente não entendeu… - essa última frase veio com uma carga adicional de tristeza e desânimo.

Rey ouvia a discussão de longe, somente frases soltas. Ela riu ao perceber que na realidade, aquela garota estava com ciúmes do Finn. Ela parecia gostar dele.

- Precisa de ajuda? - a moça tocou os ombros de Chewie enquanto ele estava sentando na cadeira do piloto checando os controles da nave. Ele sorriu e disse que "estava tudo sob controle, que o piloto automático estava fazendo a maior parte do trabalho." Então ela se sentou ao seu lado.

- ‎Posso te perguntar uma coisa?

Ele parou de olhar para a frente e a encarou.

- Você acha que... Bem, - Rey procurava a coragem e as palavras certas - você o conhece desde que ele nasceu e...

Chewie disse o nome de Ben em sua própria língua.

- ‎sim, - sorriu encabulada. - acha que ele ainda está lá? Quer dizer, que o lado negro não o consumiu completamente ainda?

Ele disse que era nisso que ele queria acreditar, que o amava como a um filho, mas que ainda doía muito o que ele fez com Han.

- É, eu sei...

Ele levantou o rosto de Rey com a mão.

"Eu devia ter notado isso assim que você me disse que ia atrás dele."

- Notado o que?

" Você o ama."

- Chewie! - Ela levantou exasperada.

" Você entendeu o que eu disse?"

- Sim, eu entendi. Você é que parece não ter entendido!

" Tem o mesmo olhar de Leia quando chamava Han de salafrário."

Ela respirou fundo e voltou a sentar.

- Isso não tem nada a ver com sentimentos, eu só acho…

Rey foi interrompida

- Quanto falta para chegarmos? - Léia apareceu atrás dela segurando seus ombros. Para alívio da jovem, ela não iria precisar continuar aquela conversa.

" Cerca de 12 horas"

- Por que Corellia? - Rey perguntou aos dois.

- Corellia é um planeta bem populoso, e ponto de várias rotas comerciais, lá poderemos nos misturar, viver escondidos um tempo. Até conseguir-mos nos reerguer. Além de que, tenho aliados nos esperando lá. - Léia respondeu.

Rey concordava pensativa. Não conhecia aquele planeta, na verdade, não sabia nem em que direção estavam indo, só que era longe. Já estavam na Falcon a bastante tempo e ainda faltavam várias horas de viagem.

--

- Seu grande idiota!

Kylo Ren, socou o espelho da cabine de banho, quebrando-o. Alguns estilhaços cortaram sua mão.

"Ótimo! - pensou olhando o sangue escorrendo pela mão direita.- Tudo que eu preciso agora é de dor. O supremo líder estava certo. Aquela garota pode ser minha ruína."

- O que você não imaginava - ele encarava o pequeno pedaço do espelho que ainda insistia em se prender a parede. - é que ela seria a sua ruína primeiro! Desgraçado maldito! Não sou como você! Ela também sentiu, eu sei. Ainda posso sentir o conflito dentro dela como se ela estivesse aqui do meu lado. Rey será minha vitória! Por meio dela vou destruir o que resta daquela corja de marginais. Depois disso, ela ficará ao meu lado, exatamente como eu vi. E ela sabe disso, sabe e é isso o que ela quer também. Não tenho como estar errado.

Ele enfaixou a mão cortada e a cobriu com sua luva preta. Terminou de se vestir e foi até o angar.

- Supremo Líder!

- Espero que esteja tudo pronto capitão. Quero chegar em Corellia antes dos rebeldes.

- Antes dos rebeldes?

- Sim capitão! Algum problema com isso?

- Perfeitamente senhor! Já está tudo preparado para seu embarque. Estávamos prestes a chamá-lo. -O capitão respondeu.- Creio que o senhor vai gostar de saber que uma nave com 300 stormtroopers e muito bem equipado bélicamente, inclusive com 2 AT ATs estará chegando em Corellia em menos de duas horas.

- Excelente! Dê ordens que eles aguardem minha chegada.

- Mas senhor! Pode ser que o senhor não consiga chegar lá antes da Millennium Falcon. Seria interessante pegá-los de surpresa assim que aterrissarem.

- Seria interessante que o senhor cumprisse minhas ordens capitão! - Usando a Força, Kylo lançou um subalterno que estava próximo contra a lataria de uma nave próxima e ele caiu no chão imóvel. Isso serviria de aviso caso mais alguém pensasse em desacatá-lo.

- Sim senhor! - parece que o Capitão entendeu o recado.

O supremo líder entrou na nave que fora preparada para ele. Um pequeno speeder, havia mudado de ideia quanto a ir acompanhando. Pensou que, talvez chegar lá sozinho tornaria mais fácil aproximar-se de Rey.

---

- Então, Rose? - Rey perguntou.

Finn sorriu.

- Ela é incrível Rey! Tão forte e determinada!

- Eles se saíram muito bem, se não tivessem sido traídos.. - Poe interrompeu se aproximando e tocando o ombro de Finn. Fiquei muito aliviado de vocês terem conseguido escapar da Supremacy, aquela nave …

- Supremacy? - Rey levantou a cabeça assustada. - vocês estavam lá?

Finn balançou a cabeça concordando.

- Como isso é possível? Eu não… - ela desistiu de falar.

- Você não… - Poe repetiu.

- Nada. Não é nada… - Rey achou melhor não contar.

- Então, uma Jedi! Isso pode ser bem útil…

- Não sou uma Jedi.

- Claro que é Rey! - Finn deu um tapinha em seu braço. - Só um Jedi pode fazer as coisas que você faz.

- Não é tão simples Finn.

- Não é mesmo! - Poe respondeu antes que Finn pudesse abrir a boca. - Quando eu era criança, eu via o que Luke era capaz de fazer e não só isso, a grande responsabilidade que ele tinha com esse título. Como ele tentou levar esse legado para o futuro. Bem, isso até aquela árvore podre acabar com tudo.

Poe não pôde deixar de notar a animosidade dos olhos de Rey em sua direção.

- O que foi Rey? Vai me dizer que Luke não te contou a história!

- Que história? - Finn questionou confuso.

- Kylo Ren Finn! Você estava lá dentro! Não sabe quem ele é?

- Ele é Ben Solo - Rey respondeu antes que ele pudesse pensar. - filho da general Organa.

- Kylo Ren? Como um monstro daquele pode ser filho de Léia? E de Han? - ele os encarava com desespero.

- Desgraçado! - O piloto bateu na mesa. - A general merecia um filho melhor.

Ela merecia o filho dela de volta - pensou Rey. - e eu falhei nisso.

- É melhor vocês se prepararem, estamos quase chegando. -Rey, que já não estava confortável desde a hora que Kylo Ren foi citado, preferiu levantar-se e sair de perto daquela conversa. Sentia-o perto, não queria que ele ouvisse aquelas coisas.

- Vou ficar com a Rose. Ela ainda não pode levantar. - Finn respondeu.

Poe se virou ao ouvir alguém chamando e se afastou também.

Rey se levantou e voltou para sua cabine. Finamente estava livre com seus pensamentos. Com seus pensamentos e com uma companhia que já estava se tornando habitual

" Onde você está?" - ela perguntou somente em pensamento.

- Estou à caminho. - Kylo respondeu.

Rey apertou os olhos ao sentir a voz de Kylo Ren dentro de sua cabeça. Era como se sentisse dor. Ainda não tinha certeza se ele mesmo havia respondido ou se sua mente estava querendo pregar -lhe uma peça. Não fazia sentido aquela resposta. Como assim estava a caminho? A caminho da onde? Como ele pode saber onde eles estavam? A moça estremeceu ao pensar que…

- Como você é teimosa garota! - Rey ouviu uma voz familiar interrompendo seus pensamentos, para seu alívio inicial, não era a de Kylo Ren - Mas parece que sua teimosia vai te levar à algum lugar afinal.

Rey olhava em volta, mas não via ninguém perto dela.

-Quem está aí?

De repente, a voz tomou forma e uma sombra azulada, cada vez mais nítida surgia no seu campo de visão.

- Luke!

Ele ascentiu.

- Como isso é possível?

- Você ainda tem muito o que aprender minha jovem.

Rey o olhava admirada. Nenhuma palavra saía.

- Você estava certa. - ele continuou. - Ainda há conflito nele.

Rey revirou os olhos, ela realmente não precisava ter aquela conversa.

- Conflito não serviu para nada.

- Não serviu? Onde está Snoke agora?

- Morto! Mas aquele imbecil, em vez de acabar com essa guerra, se afundou mais ainda nela.

Ela virou as costas para o mestre fantasma.

- Não faz ideia de como o odeio! - ela cruzou os braços e virou de costas para Luke, seus olhos ardiam.

- Ah sim! - Luke ria - estou vendo.

Rey virou-se rapidamente e o encarou com raiva.

- O que você quer? Será que eu não tenho problemas suficientes e tenho também que aguentar suas ironias?

- Deixa de bobagem Rey! Você sabe que precisa de um mestre se quiser se tornar uma Jedi.

- O que te faz pensar que é isso que eu quero?

- Primeira tarefa. - ele continuou, ignorando completamente o que ela havia dito. - meu sabre. - ele olhou para o sabre partido em dois numa mesa próxima e fez uma careta. - o que sobrou dele pelo menos.

A moça revirava os olhos entediada. Sem sair do lugar, esticou a mão e chamou as duas partes da arma. Elas obedeceram.

- Vou ter mesmo que treinar essa exibida? - Luke olhava pra cima, como se tivesse falando com alguém.

- Dentro do sabre tem um cristal. Um cristal Kyber. É a fonte do seu poder. Quero que você se conecte a ele. Quando tiver sua confiança, você vai conseguir extrai-lo para construir seu próprio sabre.

- Me conectar com um cristal? Como?

Ele já havia ido.

Ela respirou fundo e observou os pedaços do sabre de luz em suas mãos. Realmente era uma arma fascinante. Não conseguia deixar de pensar em como ter uma daquelas teria sido útil em Jaku. Mas agora estava destruída.

Rey manteve os pedaços flutuando acima de duas mãos por alguns instantes. Eles subiam e desciam, giravam horizontal e verticalmente enquanto ela tentava esquecer tudo em volta e se concentrar nela. Até que sentiu que uma das partes, ou algo dentro dela estava sendo atraída até sua mão.

Era como um choque, um tremor. Ela deixou o outro pedaço de lado e notou que realmente havia uma pedra azul dentro do metal, que, quando se concentrava nela, ela brilhava e parecia tentar enviar mensagens a sua mente.

- Mas é só uma pedra! - ela exclamou.

Luke não havia ensinado nada sobre essas armas, mas já tinha notado que não aquela não era uma arma comum. Realmente parecia viva.

Logo Rey voltou a colocar as partes do sabre de luz na mesa. Em uma das gavetas da Falcon, ela havia guardado os livros que havia visto em Ahch-To. Luke não ia nem se dar conta, além disso, ela estava bem mais interessada. Por bastante tempo ela ficou distraída examinando os livros. A maioria estava escrito em línguas antigas, ela não compreendia. Em Jakku, ler não era uma prioridade, ela era uma das poucas pessoas que sabia ler e escrever no idioma Padrão Galático. Mais do que isso, seria uma perca de tempo.

" Talvez C3PO possa me ajudar a ler essas coisas. " - pensou.

-Atenção! - a voz de Léia se ouvia pelos comunicadores espalhados por toda a nave. - estamos a minutos do nosso destino, preparem-se para o desembarque.

- Desembarque... - Rey arregalou os olhos - Corellia! Kylo Ren! - levantou- se, deixou os livros no chão e correu.

- General!

Leia imediatamente interrompeu a conversa com a Tenente Connix e se virou para ela.

- Desculpe. Podemos conversar?

- Agora?

- Por favor. É importante.

Ela se virou para a moça de cabelos trançados.

- Tenente, continue os preparativos. Eu já volto.

- Sim senhora! - a Tenente a olhou, curvou a cabeça respeitosamente e saiu.

Léia se apoiou em seu braço e caminharam juntas para um dos bancos da nave.

- há algo errado Rey?

- Sim. Não tenho como explicar mas, bem, eu tenho motivos para acreditar que a Primeira Ordem conhece nossos planos e sabe onde nos encontrar.

- O que? Mas como?

- Estou colocando todos em risco. Kylo Ren sente minha presença, ele vai acabar me encontrando, eu preciso estar longe de vocês ou vou colocar todos em risco.

- Você está exagerando! Ele sente minha presença também, e eu a dele. - a general não se deixava afetar por uma simples suposição. - Não vejo motivos para mudarmos nossos planos.

- A senhora não entende! - Rey apertava a mão da general com desespero - Ele sabe, me disse que está a caminho!

- Se ele está a caminho significa que ainda não chegou. Quem sabe não viramos esse jogo e seremos nós que os pegaremos de surpresa.

Rey balançou a cabeça frustrada. Não havia mais o que fazer, já estavam entrando na atmosfera de Corellia.

- Vou me preparar pro desembarque. - respondeu simplesmente.

Léia acariciou seu rosto.

- Não se preocupe tanto Rey. Estaremos preparados se sofrermos um ataque.

Concordou em silêncio. Aquela discussão era inútil.

Rey voltou à sua cabine e observou os livros jogados no chão onde havia deixado. Resolveu guarda-los novamente. Talvez não fosse seguro ficar as vistas de todos. Guardou-os dentro de uma gaveta embaixo da cama e sentou-se com as costas encostadas nela. Se concentrou. Fechou os olhos e, de repente, conseguia sentir tudo ao seu redor, casa respiração dentro da Falcon, cada sentimento de medo, de frustração e desespero de seus tripulantes. Tentou não se distrair com isso. O que ela procurava estava mais longe.

- Não achei que teria notícias suas antes de chegar em Corellia. - ele reclamou com os olhos surpresos fixos nela.

- Você realmente sabe onde estamos.

- Surpresa?

Ela balançou a cabeça negativamente.

- Bem no fundo, achei que você nos deixaria em paz. Tinha esperança que você ainda fosse humano.

Ele se aproximou dela e tocou seus lábios.

- Não acredito que você já esqueceu o quão humano eu sou.

Rey fez um esforço sobreumano para não fechar os olhos e se entregar àquele toque. Achou melhor se afastar.

Kylo Tem a olhava com frustração, ainda com a mão que tocara seus lábios erguida.

- Acha que eu seria capaz de machucar você? Ou ela?

- Por que não? Han também era…

- Não vim procurando guerra Rey! - ele a interrompeu esfregando a mão enluvada nos cabelos.

Rey tentava não olha-lo nos olhos. Fazer aquilo fazia a certeza que ela tinha das más intenções do Supremo líder, virar uma dúvida enorme. Quando o fez, algo em seus olhos a fez para e ouvir.

- Preciso te ver. Venha me encontrar. Quem sabe a gente não descobre um jeito de resolver tudo.

- Está mentindo.

Ele se aproximou novamente e a olhou nos olhos.

- Você sabe que eu estou falando a verdade.

Rey pensou por uns instantes.

- Você está sozinho?

- Exatamente como você veio até mim.

- E seu sabre de luz?

- Acha mesmo que eu ficaria longe dele?

- Eu não tenho armas.

- Meu sabre, minhas armas serão suficientes para proteger a nós dois.

- Não é com isso que eu estou preocupada.

- Eu juro Rey. Só quero conversar. Por favor.

Rey o olhava nos olhos agora sem restrição alguma, tentava ler sua mente, entender suas motivações.

- Eu não sei o que você está planej…

De repente, a nave balançou violentamente me fazendo cair no chão. As luzes começaram a piscar e os alarmes soavam alto. Só podiam indicar uma coisa.

Rey correu até a artilharia dorsal da Falcon quase que por instinto. Quando se deu conta, já estava mirando nos canhões que atacavam a nave da superfície.

- Desgraçado! - ela gritava tentando evitar que as lágrimas que queriam descer atrapalhassem sua visão - Era uma armadilha!


Notas Finais


Espero que gostem!


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