História È Amor,Acontece... - (Sparia) - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Emily Fields, Hanna Marin, Spencer Hastings
Tags Aria Montgomery, Emison, Ezria, Haleb, Hamy, Paily, Pll, Pretty Little Liars, Sparia, Spencer Hastings, Spoby, Trucy
Visualizações 161
Palavras 1.208
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Festa, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Saga, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


🙈😬
Dá até vergonha.
Mil vezes deculpa pela demora!! Tive um monte de trabalho e fiquei atolada de coisa para fazer e acabei conseguindo escrever um só pouquinho por semana. Mas finalmente consegui concluir esse capítulo!!!!👏👏👏👏
Espero que gostem!

Boa leitura😁

Capítulo 25 - Prazer


"Nunca se sabe o que será o motivo do nosso sorriso amanhã,talvez algo rotineiro,ou quem sabe um acaso ainda desconhecido…"


~No dia anterior~


POV SPENCER

--O nome dela è Aria.

--Espera aí!.- dou um pulo com o grito de Alison -A-Aria Montgomery?.

Arqueio uma sobrancelha. Como…?:

--Sim?.

Hanna começa a rir.

Do que essa idiota está rindo?:

--Ela è a melhor amiga da Emily,as duas atè moram juntas…

O.k,por esssa eu realmente não esperava.

Certo,eu já havia visto Emily mexendo no suposto armário de Aria e ela me contou uma vez sobre ter brigado com sua amiga,mas…:

--E é aí que se aplica a expressão,"Que mundo pequeno!".- Hanna diz debochada em meio a gargalhadas.

Reviro os olhos encarando Alison logo após:

--Estamos perdidas.

                           […]

Saio da cafeteria com um ar derrotado.

Droga Montgomery! Mas que saco!.

Chuto um copo plástico que estava jogado na rua e bufo frustrada.

Ainda podia sentir a quentura do seu toque,o beijo no queixo,a intensidade dos olhos coloridos. Cèus! Eu estou completamente perdida.

Entro em meu carro e dirijo até o posto mais próximo,vou ter de fazer uma viagem a Filadélfia já que meu pai deu a desculpa de que eu estou mais próxima do que os outros:

--Bom dia.- um rapaz de olhos claros me cumprimenta.

--Bom dia.- sorrio.

Enquanto o carro abastecia fui atè a "lojinha" que havia no posto e comprei algumas besteiras para comer durante o trajeto. Tinha esquecido de tomar o meu cafè e comer algo,agora vou ter de me contentar com isso.

                            (…)

E è assim,que se ganha uma bronca do seu pai.

Alèm de chegar atrasada,fiz a burrada de transferir um caso importantíssimo para o novato da empresa,não que ele seja ruim,mas algo desse patamar deve ser resolvido por alguèm mais experiente.

Deslizei minha mão por meus cabelos soltando um suspiro cansado. Tudo culpa da Montgomery! Tinha que ficar roubando meus pensamentos para si em horas impróprias?.

Bebi o ultimo gole do meu cafè e resolvi dar uma passeada pela capital,muita coisa mudou aqui,quando digo muita,è muita mesmo.

Senti meu celular vibrando dentro da bolsa e logo peguei o mesmo. Meu pai:

--SPENCER HASTINGS! ME DIGA QUE ISSO NÃO È VERDADE! QUE ISSO FOI UM ERRO DE DIGITAÇÃO!.

Passei uma mão sob os olhos e respirei fundo. Hora de enfrentar a fera:

--Eu realmente encaminhei o caso para o Travis.

Um momento de silêncio se propagou na ligação e eu sabia que a bomba estava prestes a explodir:

--O QUE VOCÊ TEM NA CABEÇA SPENCER?!?!?!.

--Estou apenas dando uma chance ao rapaz,pai.- não vou assumir um erro pra ele,nunca.

--UM CASO DESSE?! FAÇA-ME O FAVOR! È LOUCURA SPENCER,LOUCURA!.

--Pare de gritar,pelo amor de Deus.- massageei minha têmpora -Quero testa-lo,irei estar o auxiliando durante todo o processo,não se preocupe. Vou ver como o Travis vai se sair e veremos se valeu a pena contrata-lo ou não.

--Certo…Certo,se algo der errado eu…

--Nada vai dar errado.

--Não me decepcione.

--Não irei.

A chamada è finalizada e eu consigo respirar aliviada. Agora è só torcer para que tudo dê certo.


POV ARIA

--Então,não vai me dizer o nome daquela loira?.

--Não.

Soltei uma risada:

--Tudo bem.

Estavamos saindo do Brew,quando uma mulher loira esbarrou em Amy,as duas ficaram se encarando por um certo tempo,e confesso que isso me intrigou um pouco:

--Não mesmo?.

Ela apenas se limitou a um meneio negativo com a cabeça,provavelmente já irritada. O.k,eu atè continuaria se eu não soubesse como a Amy é brava.

Entramos dentro do carro e nos dirigimos atè um parquinho que íamos quando mais novas,na realidade eu queria me deitar e dormir até que todos os meus problemas fossem embora magicamente,mas essa ida ao parque pode ser uma boa.

Ao chegarmos o mesmo estava vazio,não completamente,tinha algumas crianças,mas dava para conta-las com apenas uma mão. Os brinquedos já enferrujados me trazia uma nostalgia boa:

--Nunca vou esquecer o dia em que você caiu desse cavalinho,nosso trauma por sangue começou nesse dia.- soltei uma risada.

--Imagine eu,tive que ficar uma semana completamente parada e com uma faixa branca cobrindo cinquenta por cento da cabeça.- Amy gargalha.

Continuamos a andar atè encontrar um banco,ao nos sentarmos prestei mais atenção no pôr do sol,é realmente lindo. Você deveria experimentar algum dia.

As vezes eu dou uma de reflexinionista,provavelmente essa palavra não existe,mas vamos fingir que sim,ela se encaixa ao contexto. Voltando. Em momentos assim eu normalmente penso na vida de formas diferentes,relacionando ela com folhas,arvores,livros,b…:

--Eu estou com uma vontade enorme de fazer xixi.

Bufo:

--Vai ao banheiro.- digo a olhando agora.

--A questão è essa. Onde tem banheiro aqui?.

Dou de ombros:

--Procura ué.

--Beleza. Vou fingir que não foi grossa comigo e vou procurar o banheiro.- fala fingindo limpar uma lágrima.

--Eu não fui gr...

--Shh! Tudo bem,eu supero.

Amy e seu drama.

Solto uma leve risada enquanto ela ia rapidamente a procura de um banheiro.

Voltei a olhar para o sol,mas logo tirei um livro da bolsa e comecei a ler.

                          (…)

Já anoitecia,fechei o livro e olhei uma ultima vez para o cèu. Recolhi minhas coisas e resolvi ir embora,estava morrendo de fome.

Destravei o carro e cantei pneu atè a casa da minha mãe,provavelmente lá teria algo para comer e se eu fosse em casa encontraria apenas vento e teia de aranha na geladeira. Quem cozinha è a Emily,eu já cheguei a colocar fogo em casa um vez.

Estacionei o carro e me dirigi atè a porta a abrindo logo após:

--Cheguei!.

Pendurei meu casaco e fui atè a sala,encontrando Mike jogado no sofá mexendo em seu celular e escutei ao fundo a voz da minha mãe,provavelmente cantando enquanto corrigia as suas provas no escritório:

--Dá um espaço aí.

Me sentei no sofá com as pernas de Mike sob o meu colo. Por algum motivo eu tinha a sensação de ter esquecido algo desde que eu saí do parque:

--Ari…

--Sim?.- perguntei.

--Cadê a Amy?.

Meu Deus.

Lenvantei de supetão e corri até a porta de entrada com a chave do carro já em mãos:

--Avisa a mamãe que eu volto em uns sete minutos no máximo!.

E lá fui eu cantando pneu novamente até o parque.

Ela vai me matar.

                            (…)

Encontrei a morena sentada na guia da calçada com uma carranca no rosto,parei o carro a sua frente e buzinei. O olhar que me foi lançado fez eu levemente cogitar a ideia de sair correndo dali:

--Desc…- Amy levantou sua mão em pedido de silêncio.

Mordi meu lábio inferior e liguei o carro:

--Eu estou realmente me segurando para não pular no seu pescoço.

                             (…)

Escovava meu dente quando resolvi tomar café fora,minha mãe havia saído,Mike ainda dormia e Amy ainda estava brava comigo.

Coloquei meu casaco e fui em direção a cafeteria,optei por ir andando mesmo já que não fica tão longe dessa casa.

As ruas ainda estavam um pouco vazias,perdi minha atenção em um balão que voava pelo cèu,era algo difícil de se ver aqui em Rosewood. Distraída,acabei esbarrando em alguém,só não fui para no chão por causa da pessoa,que me segurou.

Olhei pra cima encontrando um rosto desconhecido:

--Desculpe,eu estava distraída e…

--Não è todo dia que alguém resolve voltar aos velhos tempos.- me lançou um sorriso bonito -Os famosos balões de Rosewood.

Sorri:

--Talvez eu estivesse um pouco entretido nele tambem.- o homem a minha frente coçou a nuca sem jeto -Desculpe.

--Somos,os dois,culpados.- estendi minha mão -Aria Montgmery.

--Dean Stravos,muito prazer.- ele a apertou.

--Igualmente


                       ~*~*~*~*~

Quem era a loira que Amy viu?

O que será que Dean está tramando?


Notas Finais


😬


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