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História É cada casal que me aparece - Capítulo 23


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Notas do Autor


A pedido de um leitor (ou leitora), finalmente fiz o especial Chensung•^•

Boa leitura anjinhos!^^

Capítulo 23 - Especial chensung


Jisung estava mais do que nervoso. Seria a primeira vez que iria ao cinema sozinho com Chenle.

Bem, Taeyong e Ten estavam os acompanhando então, não estavam totalmente sozinhos. Porém, nenhum de seus amigos do Dream estavam juntos então, na cabeça dos mais novos, estavam indo ao cinema sozinhos.

— Qual o nome do filmes mesmo? — Indagou o tailandês olhando para o Lee, que voltou seu olhar para os mais novos.

— O Jisung que me chamou, eu não faço a mínima ideia! — Disse o chinês.

— É a única animação do cartaz... Eu também não sei o nome. — Taeyong sorriu minimamente, olhando para os filmes estampados em enormes cartazes, espalhados pela parede da bilheteria.

— Como é que você me chama para assistir um filme que não sabe o nome Jisung?! — Chenle colocou suas mãos em sua cintura, olhando incrédulo para o outro.

— Eu tinha anotado em um papelzinho, mas eu não trouxe ele!

— JISUNG PARK!

— AHHH! NÃO GRITA COMIGO!

[...]

Jisung já não aguentava mais aquela animação. Era o pior filme que havia assistido em toda a sua vida, ganhando de lavada.

Olhou para seu lado direito e viu Chenle, o chinês parecia um anjinho. Toda sua atenção estava dividida entre a animação e ao balde de pipoca quase vazio.

Olhou para seu lado esquerdo e viu Taeyong fingindo estar se espreguiçando para passar seu braço por Ten, e o abraçar em seguida. O tailandês se afastou, mostrou a língua para o mais velho voltando a prestar atenção no filme, sorrindo em seguida.

Será que deveria fazer isso também? Era algo romântico, certo?

Voltou novamente seu olhar para o chinês, se surpreendenxo ao ver o olhar do mais velho sobre si. Ambos desviaram seus rostos corados, tentando prestar atenção no filme. Missão impossível pois, além de não terem gostado nem um pouco de filme, tinham algo mais interessante ao lado dos dois.

Chenle respirou fundo, colocou o balde de pipoca no chão se se aproximou de Jisung.

— Não tinha filme melhor não? — Indagou o chinês em um sussuro. O Park apenas riu, olhando para o mesmo. — Shiiu, se você fizer muito barulho eles podem nos expulsar!

— Ten! — Taeyong chamou o tailandês um pouco alto demais, após ter seus coca roubada. Os chensung viraram seus rostos para os mais velhos assim como parte das pessoas que estavam lá, o que não eram muitas.

— Vem comigo! — Chenle saiu da cadeira, andando engatinhando pela fileira vazia. Jisung não o interrogou, apenas seguiu o mais velho.

Por incrível que pareça, Taeyong estava tão distraído tentando recuperar sua coca, que não viu os mais novos saindo. Isso sim é um adulto responsável.

[...]

— Podemos comprar quadrinhos para ler. — Sugeriu Jisung.

O Zhong e o Park estava andando em círculos pelo shopping. Chenle só queria sair daquela sala para poder conversar e rir a vontade de Jisung, porém, não tinham assunto algum.

— É... Deve ser mais divertido do que ficar andando sem rumo. — Respondeu o chinês.

E assim foi.

Jisung e Chenle correram por todo o shopping, até encontrar uma pequena livraria. Se não tivesse quadrinhos lá, lugar algum teria.

Após pagarem pelos quadrinhos, foram para frente de um restaurante, onde pediram sucos e se sentaram em uma das muitas mesas vazias daquele lugar, para lerem. Ficaram um em frente do outro, lendo seus quadrinhos sempre mostrando as melhores partes para o outro.

O Park não pode negar, ficou um pouco desconfortável ao sentir a perna do mais velho roçando na sua. Àquilo era proposital?

— Você está bem? — Indagou o chinês fazendo o mais novo sair de seus pensamentos, e assentir. — Está te incomodando? Eu paro se quiser.

— N-não precisa. — Sorriu forçado, tentado prestar atenção em seu quadrinho. Subiu seu olhar para o mais velho, que encarava o teto. Poxa, o Park achava que àquilo seria um flerte ou algo parecido.

— Você quer me falar alguma coisa? — Indagou o estrangeiro, abaixando sua cabeça para ver o outro. Jisung o encarava atentamente, desviando seu olhar uma única vez. — Quer provar? É de manga. — Ergueu seu suco para o outro, que bebeu um gole sorrindo em seguida. — Gostoso né?

Jisung apenas assentiu. Pegou de seu suco para beber um pouco, quando sentiu as pequenas – comparadas a suas – mãos de Chenle o parar. Tirou o copo de sua mão, bebendo o suco em seguida.

— O seu também é gosto. Mas o meu é mais. — Devolveu o copo para o coreano, voltando a ler seu quadrinho.

— Licença. Vocês gostariam de pedir mais alguma coisa? — Indagou a garçonete. — É que, nós já vamos fechar.

— Ah não. Obrigada! — Respondeu Jisung sorridente. — Nós já estávamos de saída, não queremos fazer vocês ficarem fazendo hora extra. Sabemos como é chato. — Chanel assentiu, se levantando junto ao coreano. — Vamos Lele? — O citado sorriu assentindo novamente.

— Desculpa falar assim mas, vocês são um casalzinho muito fofo. — Disse a mulher sorrindo. Jisung sentiu suas bochechas esquentarem, com certeza estavam vermelhas. Chenle desviou seu olhar, olhando fixamente para o chão com um sorriso bobo em seu rosto.

— Nós... Nós só somos amigos, moça. — Respondeu o estrangeiro.

— Ah. Me desculpa.

— Tudo bem... Err... Vamos? — Chenle e Jisung se curvaram, saindo do estabelecimento em seguida.

— Será que nós somos mesmo um casal fofo? — Indagou o Park, fazendo o outro parar. — N-não que nós fôssemos um casal, mas... Você entendeu.

— Ah... Eu acho que nós seríamos bons namorados. — Disse o chinês. Voltaram a caminhar lado a lado, andando pelo shopping sem rumo.

— Hyung — Chamou o Park, recebendo a atenção do outro para si. — Eu... Eu posso te beijar? Que nem nós fizemos da última vez?

— Agora? Digo, aqui? — O Park hesitante, assentiu. — Mas tem muitas pessoas aqui Jisung-ah! E se alguém que nos conhece ver, tirar foto e expor para a internet toda?

— Tem razão... — O Park abaixou a cabeça, voltando a andando.

— Você pode me beijar em um lugar que tem menos gente. Eu deixo. — Um sorriso bobo surgiu no rosto do maior. — Acho que no banheiro vai ter menos chance de alguém nos conhecer.

[...]

— Está pronto? — Indagou o Park, recebendo um asseno de Chenle.

O coração dos rapazes estavam disparados. Já haviam dado dois selinhos mas, desta vez, combinaram em dar um selar mais demorado.

Queriam saber como era um beijo de verdade. Bem, pelo menos essa era a desculpa do coreano.

Jisung fechou seus olhos, respirou fundo e se começou a se aproximar do mais velho que fez o mesmo. Selaram seus lábios em um beijo calmo, demorado e desengonçado. As mãos de Jisung rodeavam a cintura e Chenle, que mantia suas mãos no peitoral do outro.

Separaram o selar pela maldita falta de ar, ficando se encarando por alguns segundos. Aquilo estava certo? Era nessas horas que Chenle se arrependia de não ter assistido vídeos de tutoriais de como beijar, junto a YangYang.

— Então os bonitos saem escondido da gente para namorar né? Muito bonito isso, viu. — Disse Taeyong. Estava com seus braços cruzados enquanto Ten tentava não rir.

— Você já deve ter feito o mesmo hyung. Nem que fosse na escola. — Disse Ten.

— Eles são novos demais para essas coisas Chittaphon. — O Lee encarava os menores, que engoliam o seco. Rezavam mentalmente para que alguém estivesse com vontade de usar o banheiro, e entrassem alí agora.

— Em minha defesa... — Começou Chenle. — Foi ideia do Jisung. — Apontou para o citado que o olhou incrédulo.

— ZHONG CHENLE!!



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