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História É cuidando (Imagine Yuri Plisetsky) - Capítulo 1


Escrita por: Sunsaturn

Notas do Autor


❥.⃗₊ Esse plot/história vai ser o meu nenê, cuidem bem dela <3
❥.⃗₊ Comentem para me motivar, vai deixar meu coração quentinho <3


❥.⃗₊ Imagine único.

Capítulo 1 - - único; deixa cuidar...


Fanfic / Fanfiction É cuidando (Imagine Yuri Plisetsky) - Capítulo 1 - - único; deixa cuidar...

O apartamento está escuro quando você finalmente consegue empurrar a porta da frente. A luz da varanda nem tinha sido acesa, então teve que mexer no telefone para acender a fechadura antes de conseguir colocar a chave.

Você joga as ditas chaves na tigela sobre a mesa ao lado da porta, tentando ficar quieta. Tem uma suposição; geralmente há uma razão para um apartamento escuro e silencioso quando Yuri está em casa. No começo, você estranha Potya, o gatinho de estimação de seu namorado não ter ido lhe receber.

Com certeza, quando faz seu caminho para o quarto - cambaleando no escuro guiada pela lanterna de seu telefone - Yuri está enfiado na cama.  Está tão escuro que você leva alguns minutos para se ajustar e perceber que há mais alguém na cama com ele.  Você entra em pânico inutilmente por um segundo antes de o bom senso entrar em ação; é apenas Victor.

O luar que entra pela janela permite que você veja Yuri enrolado no centro da cama, a cabeça apoiada no peito de Victor. Uma das mãos de Victor está no cabelo de Yuri, mas os dois estão dormindo. Você não quer perturbá-los - definitivamente não quer perturbar Yuri. E nem mesmo Potya, que você percebe estar ao lado do dono.

De qualquer forma, não importa. Victor pisca os olhos abertos, fazendo com que os dois se assustem, pois você estava, naquele momento, inclinada sobre o corpo dele e de Yuri. Sua intenção era dar um beijo na testa dele, não causar um ataque cardíaco em Victor.

Os dois congelam, observando para ver se Yuri vai acordar. Ele apenas resmunga tristemente baixinho e rola, efetivamente libertando Victor.

Você o puxa para o corredor.

– Pelo amor de Deus, [Nome]. – Victor está com a mão no peito, ainda respirando pesadamente.

– Desculpe desculpe desculpe.  Ele está muito mal?

Victor suspira.

– Saiu no meio da tarde.

Você franze a testa para isso, pegando seu telefone para ver se há uma mensagem de texto ou ligação que não atendeu.

– Cara, aconteceu tão de repente. Até a luz do telefone era demais para ele.

– Oh. Você poderia ter me ligado. – Tenta não parecer aborrecida, mas está bem.

– Ele foi tão insistente que eu não fiz.

Claro.

– Quão ruim está?

Victor faz uma careta, o nariz enrugando. Você espera pacientemente, um ouvido atento aos movimentos no quarto enquanto cataloga as mudanças na expressão de Victor. Seu namorado é muito teimoso quando se trata de falar sobre dor. Yuri nunca admite; realmente deixar o ringue de patinação em plena véspera de campeonato significa que é sério. Você simplesmente não sabe o quão sério.

– Muito ruim – Victor se estabelece. – Um sete ou um oito, eu acho. Não tirou os óculos de sol até estar debaixo das cobertas. Deve ter chorado um pouco. Mas eu nunca o vi tão mal.

– Não conseguiu comer nada – ela adivinha.

– Não. Quase vomitou quando sugeri. Ele adormeceu há pouco tempo.

Você acena com a cabeça e um pouco da tensão diminui em seus ombros. Sabe que não vai relaxar completamente até que Yuri esteja se sentindo melhor.

Você puxa Victor para um abraço, inclinando-se para o homem momentaneamente.

– Obrigado por cuidar do meu gatinho.

– Claro, slátkaya*. – Esfrega suas costas com uma das mãos. – Ele é muito especial.

Victor vai embora logo depois disso, e você faz uma nota mental para covidá-lo para sair como agradecimento em breve. Então retorna ao quarto para descobrir, no curto tempo que levou para acompanhar Victor até a porta, seu namorado acordou.

Yuri pisca algumas vezes antes que seus olhos pareçam focar. Ele estende a mão sobre os lençóis e você se senta ao lado dele sem hesitar.

– Oi, Yurio. – Mantém a voz baixa, sem saber como ele está e não querendo acionar nada involuntariamente. – Como você está se sentindo, gatinho? – Não o toca, ainda não, mas Yuri enrola sua mão na frente de sua camisa fracamente.

– Melhor –, diz ele depois de um momento, a voz pesada de sono. – Não quero me mover ainda, só para garantir. O velho gritou bastante comigo hoje.

Yakov provavelmente não estava ciente da situação de Yuri.

Você acena de forma compreensível e passa a mão pelas madeixas loiras dele. Yuri se inclina ligeiramente para o toque, então o mantém enquanto fala.

– Você precisa de alguma coisa? Quer alguma coisa? – Tem que especificar os dois porque Deus proíbe Yuri de pedir um copo d'água se ele não estiver morrendo de sede.

Ele não responde imediatamente, apenas suspira enquanto você massageia seu couro cabeludo.

– Quer que eu esfregue suas costas? – pergunta.

– Sempre –, ele responde imediatamente. – Mas eu não quero me mover.

Você começa a se sentar, mas ele agarra sua mão com mais força.

– Eu posso me mover – oferece.

– Não, quero você aqui.

Ele se acomoda novamente. Devagar, tão devagar que parece que minutos inteiros se passaram, Yuri se moveu para frente até que seu rosto encontrasse seu pescoço. Você esfrega a mão nas costas dele o melhor que pode nesta posição, tenta massagear suavemente seus ombros tensos.

– Acha que poderia tentar comer alguma coisa? – você murmura.

– Em um minuto. Só quero você agora. Senti sua falta, radnáya*.

Você beija o topo de sua cabeça. Como o cabelo dele ainda cheira a xampu de coco mesmo depois do dia todo? 

– Eu também senti sua falta, Katyónak*.

Você não sabia muito de russo, mas sabia que aquele pequeno gesto traria familiaridade à ele.

Vocês ficam assim por mais do que alguns minutos. Na verdade, é provavelmente 15 minutos depois que sente Yuri começar a se mexer novamente. Acha que os dois começaram a adormecer.  Seus membros estão pesados ​​de sono, mas quando Yuri murmura sobre comida, você beija o topo de sua cabeça novamente e desliza para fora da cama.

Seguida por Potya, você vasculha a cozinha em busca de algo leve para o estômago; algo sem muito cheiro é sempre seguro quando Yuri está se recuperando de uma enxaqueca. Quando ela volta para cima, Yuri está sentado na cama, pernas cruzadas, olhos fechados. Você olha para o final da cama e Yuri abre os olhos.

– Tenho que ir ao banheiro –, explica.

– Você precisa de ajuda?

Ele se move para a beira da cama com lentidão e um rubor atinge suas bochechas.

– Não sou um bebê!

Você o observa de perto, pronta para segurá-lo se ele der sinais de fraqueza ou tontura. Quando Yuri finalmente consegue ficar de pé, ele faz uma pausa por alguns longos momentos e então se endireita em toda a sua altura.

– Estou bem –, ele diz.

Quando ele chega ao banheiro, ele faz uma nova pausa.  Você o observa hesitar por um momento antes de ele acender a luz. Você prendeu a respiração, esperando, e então ele se moveu novamente para ficar na frente do banheiro. Você desvia o olhar assim que ele vai puxar para baixo as calças. Ele volta para o quarto um minuto depois, cheirando a sabonete de limão, com as palmas úmidas. Ele se enrola na cama e mordisca a torrada que você trouxe.

– Esfrega agora? – Ele te olha, uma sugestão de sorriso nos lábios.

– É claro. – Você desliza atrás dele, suas mãos automaticamente indo para seu cabelo, que cai na altura de seu queixo. Passa os dedos por ele algumas vezes, massageando o couro cabeludo suavemente para ajudá-lo a relaxar.  Sabe que funciona porque quase sempre funciona, e os ombros dele caem quase que instantaneamente.

Você sorri e afasta o cabelo dele para que possa dar um beijo em sua nuca exposta.

Você o coloca de lado.

– Como você está se sentindo?

A resposta de Yuri é um ruído baixo e ininteligível.

– Durma, Yurio. Eu te amo.

– YA lyublyu vas, [Nome].


Notas Finais


❥.⃗₊ Espero que tenham gostado e até o próximo <3


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