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História É Difícil Te Amar (Gay) - Capítulo 7


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Capítulo 7 - Capítulo 7


As pessoas simplesmente podem te matar a qualquer momento, por qualquer coisa insignificante.


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Depoimentos finalizados.

Já estávamos horas ali, para ser sincero.

Quem chegava na delegacia sem saber de nada, estranhava ao ver 10 garotos inchados e banhados de sangue.

É, talvez eu esteja exagerando ao falar "banhados de sangue". Mas posso afirmar que não tava nada bonito.

Estávamos na sala de espera, separados, é claro.

Mas já não havia motivos para brigar.

-Eu já decidi - O xerife aparece e nos informa - Prendam todos eles! - Ele diz e se prepara para virar as costas.

Outros policiais se aproximam com algemas nas mãos.

Uma grande discussão começou e a delegacia agitou.

Só se ouviam gritos de acusações dos dois grupos e coisas como "isso não é justo" ou "não posso ser preso".

Obviamente, eu também protestava.

-O que vocês estão fazendo aqui? - Lucky entra na delegacia com pacotes nas mãos.

Pelos adesivos nos pacotes, diria que ele carrega cupcakes.

Acenamos para ele e ele retribui.

-Conhece eles? - O xerife pergunta para Lucky.

-Eles vão nos prender, Lucky - Thom sussurra desanimado.

Lucky parece bem surpreso.

-Será que podemos conversar rapidinho, xerife? - Lucky vai para a sala do xerife e eles iniciam uma longa conversa.

Posso dizer que durou uns 30 minutos.

Finalmente eles voltam para a sala de espera.

-Vocês - O xerife aponta para o nosso grupo - Estão liberados. Vão logo, antes que eu me arrependa.

Nos levantamos - ainda sem acreditar - das cadeiras.

-E quanto a nós? - Um dos caras do outro grupo resmunga.

O xerife olha-os por um bom tempo enquanto coça a cabeça.

-Para a minha sala - O xerife guia os garotos - Terão que me convencer a não prendê-los. Depois dessa bagunça toda, terá que ser um bom motivo.

Enquanto isso, saímos da delegacia com Lucky.

-Como fez isso? - Jeff ficou curioso.

-Fiz o quê? - Lucky retrucou, se gabando.

-Como convenceu o xerife? - Jeff perguntou novamente.

Todos estávamos curiosos.

Lucky gargalhou.

Não entendemos nada.

-Essa é uma das vantagens de ser filho do xerife. E também, pelo o que eu sei, vocês não são os culpados, apenas se defenderam - Ele piscou para nós e começou a andar. O seguimos.

-Não brinca! Cê é o filho do xerife? - Eu perguntei surpreso e o agarrei, enquanto bagunçava seu cabelo.

Ele continua se gabando e afirma.

-Como que a gente não sabia disso? Agora até bateu vontade de roubar um banco - Jeff brincou.

Lucky para e se aproxima de Jeff.

-Se acostuma não. Faz isso e eu te deixo apodrecer numa cela - Lucky belisca o corpo de Jeff. Nós rimos da ação do mesmo.

-Bro, ainda tá doendo... E muito! - Jeff resmunga com uma cara estranhamente feia.

-Eu sei. Agora vamos comer em algum lugar. Vocês estão detonados - Lucky volta a andar rindo da nossa cara.

Paramos de rir, mas o seguimos.

-Quero só ver a cara da atendente quando ver vocês 5 acabados - Lucky volta a rir.

Foi a vez de Cole dar um tapa em sua cabeça.


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|Owen|


Estava finalmente saindo do colégio, quando vejo objetos quebrados na escadaria.

-Parece que houve uma briga por aqui - Nora aparece ao meu lado, me abraçando.

-E foi uma briga e tanto - Eu continuei encarando os objetos quebrados e os pingos de sangue no chão, mesmo depois de descer o último degrau.

-Disseram que rolou até polícia - 'A' se aproxima também, informando.

Ficamos surpresos.

-Mudando de assunto, onde está Eliza? - Eu pergunto para Nora.

Ela desvia o olhar para o chão e parece evitar o assunto.

Prefiro deixar pra lá.

-E Jennie? - Pergunto para os dois.

-Foi liberada mais cedo - 'A' diz.

Eu afirmei com a cabeça e continuamos andando.

-Cês tão afim de comer em algum lugar? - Nora pergunta e afirmamos.

-Eu tô morrendo de fome - 'A' fala, enquanto finge que está realmente morrendo.

Eu e Nora rimos de sua performance e ele reverencia, agradecendo.

Estávamos quase saindo, quando alguém me chama.

Olho para os lados e apenas vejo desconhecidos.

Decido continuar a andar.

-Owen! Psiu. Aqui! - Uma voz feminina me chama e eu olho para a direção da mesma.

Vejo a mesma com mais 3 meninas ao seu redor. Todas cochichando e sorrindo.

-Podem ir sem mim. Eu nem tô com fome mesmo - Eu digo para os dois e eles afirmam e vão embora.

Me aproximo das meninas com um sorriso no rosto.

-O que as belas mocinhas querem comigo, hm? - Eu pergunto, conquistador.

Uma das meninas sorri para mim e suas amigas apontam para a mesma.

Na verdade, se me perguntar, eu direi que não sei bem como aconteceu. Mas não será a verdade, obviamente.

Horas depois, eu já estava no quarto daquela menina.

Eu metia com toda a minha força nela e ela gemia alto pra caralho.

Eu colava meu corpo ao seu, não deixando espaço algum entre nós.

Ela me arranhava por inteiro enquanto gemia meu nome. Uma puta ação que me deixa ainda mais excitado e fora de mim.

Fui metendo mais rápido enquanto ela colocava a língua pra fora e eu tinha o prazer de lamber seus lábios e brincar com a sua língua.

Se tivesse mais alguém naquela casa, escutaria as nossas respirações desreguladas e o som dos nossos corpos se chocando rapidamente.

Com a minha outra mão, explorei cada detalhe do seu corpo. Apertei suas coxas, prensei suas mãos na cama, alisei seus cabelos. Toquei até o seu último pedacinho.

Mantive estocando forte nela, até a mesma gemer mais alto o meu nome e eu sentir a mesma se molhar, quente.

Dei mais duas estocadas e saí de dentro dela, senti que ia gozar.

Ver ela relaxada e tentando controlar a respiração enquanto estava toda molhada pra mim, me atiçou mais.

Não precisei bater uma por muito tempo e gozei também.

Eu deitei ao seu lado e fechei os olhos pra descansar um pouco.

Até que sinto ela pôr a coxa encima da minha e colar em mim, me abraçando. Abro os olhos e vejo a mesma sorrindo atoa.

Puta merda.

Não quis ser grosso, então fiquei uns minutos naquela posição com ela e finalmente, me soltei aos poucos da mesma, com a desculpa de que já tava na minha hora de ir.

Me vesti e arrumei as minhas coisas. Ela ficou deitada nua, enrolada no lençol, sorrindo pra mim.

Seus olhos azuis claros pareciam brilhar. Seu cabelo loiro natural cacheado, estilo anos 80, faziam a mesma parecer uma deusa.

Devo mencionar seu lindo sorriso encantador?!

Me virei para a porta e abri a mesma. Mas antes de ir, perguntei.

-Qual o seu nome mesmo? - Eu perguntei delicado, para que ela não se ofendesse.

Olhei para a mesma por cima do ombro.

-Mary - Vejo seus lábios dizerem e em seguida, um lindo sorriso.

Afirmo com a cabeça e volto para a minha direção, indo embora para casa.



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