História E ela acordou grávida... - Capítulo 10


Escrita por: e okokalright29

Postado
Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Camren G!p, Laureng!p
Visualizações 430
Palavras 822
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Dez.


Camila despertou com o som incomum, porém totalmente identificável, de cortadores de grama além da janela do quarto. O sol se infiltrava pelas venezianas que ela se esquecera de fechar na noite anterior, preenchendo o aposento com um brilho dourado e quente. Seria um prazer ficar estirada sob os raios quentes, não fosse seu compromisso inadiável com o enjoo matinal.

Depois de esvaziar o estômago, tomou um banho e vestiu uma calça de ginástica colada e uma camiseta com mangas compridas, antes de descer.

Quando acordara no dia anterior, Clara havia saído e voltara apenas no fim da tarde por alguns minutos, antes de desaparecer pela maior parte da noite.

Aquilo possibilitou a Camila se familiarizar com a casa. Conheceu as duas empregadas, Nancy e Viv, que se mostraram incrivelmente afetuosas e simpáticas até o instante em que ela perguntou se gostariam que lhes ajudasse em alguma coisa. Nesse momento, as duas se mostraram severas, insistindo que ela se sentasse no sofá, antes de lhe trazerem um copo de suco. Ao que parecia, Lauren havia conversado com elas.

A folga fora agradável, mas a deixara sem fazer nada por muito tempo. Camila não via a hora de se sentar com Clara para discutir sobre as funções de seu cargo temporário e quando ela começaria a produzir alguma coisa. Qualquer coisa.

Ao entrar na cozinha, encontrou a mãe de Lauren parada à mesa em estilo "casa de fazenda", com uma xícara de porcelana em uma das mãos e um tablet na outra. Havia uma pilha de folhetos espalhados diante dela. Ao perceber a presença de Camila, ela ergueu o olhar e exibiu o mesmo sorriso genuíno da filha.

– Que ótimo que você acordou! Dormiu bem?

– Sim, obrigada. E você?

Clara assentiu com um gesto rápido de cabeça e, em seguida, gesticulou com a mão no ar como que para dispensar os cumprimentos matinais.

– Gostaria que nos tornássemos amigas. Amigas de verdade.

– Isso seria ótimo – respondeu Camila.

– Concordo. Portanto, para o bem de nossa amizade, sugiro que façamos um pacto de sinceridade. Confiança. Clareza. De modo que sempre saberemos em que pé estamos.

A tensão começou a percorrer a espinha de Camila, porque a sinceridade sempre fora o plano desde o início. Mas talvez Clara não estivesse tão satisfeita com sua presença naquela casa, como demonstrara na frente de Lauren.

– Tudo bem.

– Ótimo. Portanto, vou começar. Responda com sinceridade. Quer mergulhar em seu emprego fictício esta manhã ou... – Clara juntou as mãos em frente ao rosto como se estivesse fazendo uma súplica. – ... prefere comprar roupas de bebê?

Duas horas depois, Camila falava ao telefone com o bufê, confirmando a modificação do menu de terça-feira, quando Clara entrou na pequena sala de estar que ela transformara em escritório.

Pousando três pastas na beirada da pequena mesa, a mãe de Lauren deixou-se afundar na cadeira oposta.

– Para um trabalho fictício, conseguimos arranjar tarefas suficientes para mantê-la ocupada.

Camila soltou uma breve risada.

Haviam tido uma suave discussão mais cedo, sobre a motivação por trás daquele emprego forjado. Clara lhe pedira para deixar de lado a frustração em relação a Lauren e considerar a oportunidade que se apresentava. Se ela estivesse falando sério sobre continuar a trabalhar, o que era verdade, aquela era a chance de expandir suas habilidades e abrir caminhos em um mercado de trabalho que, de outra forma, não estariam disponível.

Aquela era uma oferta que só um louco poderia desprezar. E, em menos de uma hora, Camila começara a trabalhar, após alguns discretos protestos por parte de Clara, que preferia ter ido comprar roupas de bebê.

Camila esticou a mão para a pasta no topo da pilha, apenas para ter os dedos desviados com uma leve pancada.

– Meio expediente, trabalho fictício.

Concordou em pegar leve por algumas semanas, portanto isso terá de esperar. Por ora...

– Lauren tem um amigo que é médico. Ele estará aqui dentro de uma hora para examiná-la, o que a deixa livre para dar um telefonema se estiver planejando algum.

Lauren observou o telefone que segurava em uma das mãos, sem saber o que a deixava mais chocada. Se o fato de sua mãe, sua suposta fã número 1 e maior aliada, tê-la apunhalado pelas costas em favor de sua não namorada grávida, ou se o fato de Camila ter lhe agradecido pelo que fizera.

Definitivamente, o último.

E ela parecia sincera. Até mesmo animada. O suficiente para não se incomodar com o sermão que Camila lhe passara por ela ter marcado uma consulta médica sem pedir sua opinião. Na verdade, tivera a intenção de avisá-la por telefone, mas acabou falando com a mãe e deixando o recado, o que provavelmente havia soado como uma imposição em vez da conotação opcional que Lauren imaginava que estaria implícita.

Camila concordava em permanecer na casa de sua mãe. E pegar leve na carga de trabalho. Pela primeira vez desde que descobria sobre a gravidez de Camila, Lauren quase respirou aliviada.



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