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História E-girl do andar de baixo - Capítulo 1


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Notas do Autor


Faz tempo não? Saiba que se você me segue pela fic de Fugonara saiba que estou rescrevendo ela! E antes de você ler, saiba que não foi revisado esse capítulo 😳

Capítulo 1 - NOVO APARTAMENTO


Fanfic / Fanfiction E-girl do andar de baixo - Capítulo 1 - NOVO APARTAMENTO

 Bruno carregava algumas caixas para dentro do seu apartamento junto ao recepcionista, que se ofereceu para ajudar.

— Bom. — o recepcionista suspirou e arregaçou suas mangas — se precisar de alguma coisa, pode me chamar na recepção.

— Muito, muito obrigado. — Bucciarati apertou a mão do recepcionista. — antes de você ir, qual seu nome?

— Jean Pierre Polnareff, ou como as crianças gostam de me chamar, Jean. — Disse com um sotaque francês.

— Obrigado Pounaref, pronunciei certo?

— O certo é, "Pol, na, reff".

— Isso, Polnareff, desculpe pela pergunta mas...qual seu quarto? — perguntou ajeitando o cabelo atrás da orelha — sabe, é bom ter um rosto amigo por aqui.

— Nahhh que isso, todo mundo aqui é amigável — ele riu, balançando uma mão — tirando o Leone, Jotaro...e também o Dio, mas fora eles todos aqui são legais — ele andava junto ao Bruno até a porta — mas é o 106.

Bucciarati acenou com a cabeça e viu Polnareff descer as escadas de forma rápida, e logo voltou para onde estavam a maioria das caixas e começou a desempacotar suas coisas, que concerteza iria demorar um tempo.

–xXx–

Bruno terminava de ajeitar a cozinha quando ouviu alguém bater na porta. Ansioso, ele foi atender a porta, ele olhou ao redor e não viu nada. Até olhar para baixo, onde tinha um garoto em sua porta e outros seis mais afastados.

— Boa tarde mocinho, em que posso ajudar? — se abaixou um pouco na altura do garoto. (que aparentava ter entre cinco anos)

— Eu...uh, m-meu pai vez esse bolo! E...e e-ele pediu pra eu oferecer pra você! — ele tinha uma expressão assustada, segurando um tapawere transparente com uma tampa cornalina. (um tom de vermelho específico que Bruno sabia reconhecer)

— Oh? Obrigado, e...enquanto a eles? São seus irmãos? — Disse enquanto pegava o tapawere das mãos do garoto.

— u-uhum...quando for devolver, é no quarto...2‐...201! — ele tremia se segurando pra não chorar.

— Ok...? Mas por que você ta assim? — perguntou preocupado com a criança.

Ele não respondeu e saiu correndo até os braços de um dos garotos.

— Qual é cinco! Sai de cima de mim! — O outro recusava abraçar o seu irmão.

— Pessoal vamos dar o fora daqui! Não quero ficar mais um segundo aqui. — então foi liderado por um deles que foram até um elevador.

Bruno continuou confuso com a reação deles, mas comprovou que os vizinhos são amigáveis, afinal, não é todo dia que seus vizinhos oferecem um pedaço de bolo pra você não?

Mas Bruno deixou o bolo na bancada da cozinha porque tinha muito a fazer, mesmo que seja tentador aquele bolo de chocolate com cobertura tinha que resistir, "terminar o apartamento primeiro!" Ele pensava.

Mas não demorou muito para que ele cedesse, e agora estava comendo o maravilhoso bolo do pai do "Cinco" se é que esse era seu nome.

NÃO TÃO LONGE DALI...

Guido andava de um lado pro outro na frente de sua porta, super preocupado com os meninos. Até GioGio aparecer para o acalma-lo.

— Guido, você não precisa se preocupar com isso, eles vivem enchendo o saco de todo mundo aqui e o máximo que teve foi reclamações...— massegeava os ombros de Guido — Ele ou ela, não vai machucar eles nem nada.

— Eu sei...— Giorno passou as mãos entre os fios de cabelo do marido fazendo o mesmo suspirar — é que ele mora no...no...quatrocentos e quatro! — falou rápido pra não ter que repetir.

— De novo isso? Quantas vezes eu te disse que nada vai acontecer? É só um número.

— Não é não! E se ele matar nossos filhos?! Giornoooo...eu quero meus filhos de volta. — ele dizia de forma dramática e arrastada no ombro de Giorno.

— PAI! PAI! PAI! — Os garotos corriam até os dois de forma desajeitada.

— Meu filhos! — Foi um grande drama, Guido lacrimejando, cinco chorando no seu colo, sete e seis pulando em Giorno e um, dois e três resmungando (ou só contando uma história exagerada sobre o vizinho)

— e-e-ele, tocounop-oteeaaa — Cinco falava tão enrolado que não dava nem pra entender.

— Calma eu tô aqui agora...

— Ele nos ameaçou! Disse que...que...que ia, MATAR A GENTE! — Disse o dois, gritando bem alto a parte "matar a gente"

Estava uma gritaria no segundo andar inteiro, pelo menos até uma garota de cabelos loiros com uma fantasia completamente roxa aparecer e chamar a atenção.

— pAREM DE GRITAR EU TO TENTANDO GANHAR UMA ARGUMENTAÇÃO COM MEU PAI! — Exclamou irritada.

— Você nunca vai ganhar uma briga com o tio Pannacotta. — afirmou um dos garotos.

— Eu não tô falando do dele. — a garota estava realmente irritada, não dava para saber se era pela gritaria do Guido ou a argumentação com seu pai. — Eu só quero discutir com ele sem gritaria! Então façam o fazer de calar a merda boca!

— Ei! Olha a boca mocinha. — a garota mostrou a língua para Giorno e bateu a porta do seu apartamento, enquanto Giorno levava as crianças para dentro.

— meu deus....por que vocês são tão dramáticos? É só um número. — colocou as mãos no rosto e suspirou.

NÃO TÃO LONGE DALI...

Bruno ajeitava sua escrivaninha com alguns papéis sobre ternos ambos brancos, e sketchbooks, coisas para costurar e um diário cheio de medidas, em algumas páginas tinha coisas escritas sobre a anatomia humana, algumas tinham projeto de roupas e outras não.

Bruno era um estilista a muito tempo, que sempre ajudava as pessoas em questão de ficar na moda ou só se arrumar. Mas ele não era aquele estereótipo de estilista super sensível que crítica se você usa amarelo e roxo, como era filho de pescador, ele arregaçava as mangas e vazia sem nem uma reclamação.

Isso era o que fazia as pessoas se encantar pelo jovem de cabelos Channel, mesmo ele sendo bem desastrado as vezes e também lerdo pra perceber flertes, ele foi o primeiro a tirar Risotto de uma vida horrível. Hoje são apenas melhores amigos mas já tiveram uma relação.

Bruno tirou o foco dos seus pensamentos que vinham enquanto olha os rascunhos de ternos, ele estava ansioso para terminar de produzir os ternos para o casamento do Prosciutto e Risotto. Estava tudo tando certo em sua vida, seu trabalho ia bem, seu Instagram crescia, se mudou e deu tudo certo, ele sentia como se nada pudesse estragar esse dia.

Bom, pelo menos lembrar do nome "Leone" ele concerteza reconhecia esse nome mas não sabia quem era, talvez um companheiro de trabalho? Alguém que ia regularmente comprar peixes na venda do seu pai? Ou algum amigo de Risotto?

— Senhor Bucciarati? Você está? — uma voz doce estava atrás de sua porta.

— Já vai! — fechou o caderno e foi em direção a porta, quando abriu viu: uma garota jovem com cabelos cor de rosa que sinceramente, parecia um algodão doce.

— Eu sou uma recepcionista, já apresentaram o prédio para você? — a garota olhava para dentro do seu apartamento, fixamente para um manequim perdido na sala. — meu turno acabou de começar, e fiquei sabendo sobre você, então resolvi conferir!

— Obrigado querida, mas sim, seu colega Polnareff já me apresentou.

— Ah... tudo certo então! Uh...antes de eu ir posso fazer uma perguntinha? — Bruno acenou positivamente com a cabeça — Você faz roupas? — Disse um pouco envergonhada — me desculpe pela pergunta pessoal.

— Que isso! Mas faço sim, precisar que eu custure alguma coisa? Ou que eu faça algo pra você? Eu adoraria! — sorriu singelo olhando para a garota.

— Eu tenho uma calça que eu uso muito pra sair, e eu acabei rasgando e sabe, aqui não tem nem uma costureira e eu-

— Eu já entendi, você quer que eu custure a calça. — ela se enrolava muito para falar, o que irritava um pouco Bruno.

— Muito obrigada! Posso passar aqui amanhã? — Bruno acenou positivamente com a cabeça — Ótimo, até mais!

A garota saiu feliz da vida, como se tivesse ganhado na loteria. Enquanto isso Bruno terminava de ajeitar o resto do apartamento.

–xXx–

Bruno se atirou no sofá cansado, ele estava prestes a cair no sono até que alguém interrompe seu descanso, era seu pai preocupado perguntando "Oi filhão! Como foi a mudança? " Bruno sorriu ao ver a preocupação do pai.


Notas Finais


"PELA HONRA DE GRAYSKULL" luzes e mais luzes, sons de espada e catra envergonhada pela sua namorada de 2,30


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