História É realmente amor ou é apenas a nossa obrigação? - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Lay, Suho
Tags Jongin, Kai, Kaisoo, Kyungsoo, Yaoi
Visualizações 114
Palavras 2.191
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente, voltei a escrever depois de um bom tempo, e voltei com um KaiSoo, essa é a minha terceira história que escrevo aqui, espero que gostem do que estou escrevendo.
Eu revisei, mas se ainda tiver algum erro me perdoem.
Boa Leitura amores. ❤

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction É realmente amor ou é apenas a nossa obrigação? - Capítulo 1 - Capítulo 1

Hoje era um dia igual aos outros dias, sem graça e barulhento, sem graça porque estava trabalhando, e barulhento porque Baekhyun e Junmyeon brigavam por algo que eu não dava a minina, eles dois discutiam todos os dias, se eles não brigassem algo muito sério devia estar acontecendo. 

Eu estava tão concentrado no computador a minha frente, que nem ouvi Baekhyun me chamar, ele balançou sua mão em frente ao meu rosto, me fazendo olhá-lo. 

"Mundo chamando Kyungsoo."- Baekhyun disse.- "Estou te chamando faz um tempo, você está muito destraido hoje Kyung." -Continuei o olhando e ele logo continuou. - "Não esqueça sua parte hoje."

"Minha parte no quê?" -O olhei sem entender.

"Não me diga que esqueceu aonde iremos hoje?" - Dei um sorriso sem graça. - "Vamos até a cartomante que o Junmyeon indicou... Nem me olha com esse cara Do Kyungsoo, você vai mesmo que não queira." - Eu olhava com uma tristonha indicando que não queria ir. 

"Kyung sem você iremos pagar mais caro, por favor vá." - Foi a vez de Junmyeon falar.- "Eu quero muito ir." -Ele fez uma cara de pidão, pedindo por favor em silêncio. Suspirei sem escolha. 

"Está bem, eu vou... Mas só vou porque não tenho nada melhor para fazer hoje." - Junmyeon deu alguns pulinhos de alegria, eu e Baekkie olhamos para os lados, para ter certeza se ninguém via aqueles pulinhos vergonhosos. 

"Pare de pular Junmyeon, as pessoas irão ver." - Baekhyun disse segurando os ombros de Junmyeon o fazendo parar de pular. 

"Me deixa em paz Baekhyun." - E eles começaram a discutir de novo, e eu novamente parei de prestar a atenção neles. 

Assim que acabou o nosso espediente, fomos todos para o meu carro, Junmyeon guiou o caminho até a casa da tal mulher das cartas, fomos até a parte mais pobre da cidade, não era um lugar tão feio, mas eu nunca iria querer viver em lugar assim, paramos na frente de um lugar que parecia uma vila, havia um grande portão de aço branco e lá dentro havia algumas casas. 

Deixamos o carro estacionado em um canto que destinguimos como seguro, quando adentramos o grande portão, fomos abordados por duas crianças.

"O que fazem aqui." - A menina menor perguntou. Seus cabelos eram ondulados e batiam na altura de sua cintura, tinha os olhos grandes e castanhos, aparentava ter uns 6 anos, era uma menina bonita, mas muito magra, a maior das duas, tinha uma cara carrancuda, seus cabelos iam até os ombros, tinha os olhos grandes e castanhos também, essa aparentava ter uns 12 anos. 

"Não fale com eles Mi, você não os conhece." - A menina maior puxou a tal Mi para longe de nós e entrou em uma das casas. 

"Para onde você nos trouxe?"- Baekhyun perguntou se fazendo de enojado, para depois fazer uma cara de assustado.

" Cala a boca Baekkie" - Junmyeon falou ignorante.- "A casa é aquela ali."- Ele apontou para um casa bege e uma porta de madeira branca. 

Caminhamos até a tal casa e tocamos a campainha, um menino alto saiu de lá e atrás dele havia um menino pequeno, que agarrou suas pernas e sorriu pra nós. Ficamos em um silêncio que incomodava. Baekhyun e Junmyeon se entre olharam como uma suplica para alguém falar algo, como ví que nenhum dos dois ia falar, eu me pronunciei. 

"Viemos falar com a cartomante"

"Ela está ocupada no momento" - O rapaz disse ríspido. - "voltem depois". - Ele ia fechar a porta mas Baekhyun que estava ao meu lado o interrompeu colocando o pé entre a porta.

"Viemos de muito longe e pegamos trânsito, não tem como voltarmos depois."- Baekhyun o olhou serio e continuou.- "Vai deixar a gente entrar ou não?" - O menino ia voltar a fechar a porta. 

"Podemos esperar ela ai dentro? Viemos de longe." - Eu disse calmo, o menino suspirou e abriu a porta completamente nos dando passagem. 

A casa era simples, mas totalmente diferente do que imaginei, pensei que haveria galinhas pinduradas pela casa, que teria varios tecidos coloridos espelhados pelos cômodos, mas não, era uma casa comum, com móveis comuns e com cores de paredes comuns. Nós nos sentamos no sofá e esperamos uns vinte minutes, a nossa frente havia um porta, que tinha uma cortina cheia de pedrinhas que iam até o chão, de lá saiu uma senhora com roupas que toda senhora comum usa, - se é que me entendem- ela não usava roupas de siganas e pedrinhas coladas na testa, ela era comum assim como sua casa. 

"Quem irá ser o primeiro?" - Ela perguntou, e Junmyeon se levantou. Logo depois de Junmyeon foi a vez de Baekhyun, assim que o Beakkie saiu, ela sorriu para mim e eu me lenvantei e fui junto com ela, passamos pela cortina de pedrinhas e seguimos pelo coredorzinho, e entramos em outro cômodo e ela se sentou atras de uma mesa, e eu me sentei a sua frente. 

"Qual é o seu nome meu querido?"

"Me chamo KyungSoo" - disse simples. 

"Você percorreu um grande caminho até aqui, não é meu querido?" - Ela me questionou, já havia começado a seção? Que rápida, eu realmente havia percorrido um grande caminho para chegar aonde estou hoje.- "Estava com muito trânsito não é querido?" - Sorri sem forças para ela, ela apenas queria saber como cheguei até aqui e não do caminho que percorri durante essa minha vida sem graça. Apenas concordei que sim com a cabeça. 

"Você quer a bola de cristal ou as cartas?"

"O quê?"

"Para saber o seu futuro, querido".

"Aah, acho que... as cartas?!". - A respondi. 

Ela pegou um bolo de cartas coloridas em suas mãos e as espalhou sobre a mesa, todas de cabeça para baixo, pediu para que eu escolhesse quatro e entregasse as que escolhesse, escolhi as quatro cartas e ela guardou as outras. Ela pós sobre a mesa as cartas que escolhi, só que agora ela as pôs viradas para cima. 

"Eu vejo um futuro muito feliz para você meu querido" - Disse olhando a primeira carta que havia um homem e esse sorria.- " Vejo você se casando meu bem e isso acontecerá muito antes que imagina".

"Me casar?"- Perguntei incrédulo.- "Eu nem ao menos namoro".- falei sem acreditar, mas sem demonstrar muito espanto.

"Mas irá se casar em menos de um ano..."- Ela fez uma breve pausa e depois continuou a falar.- "Vejo que é muito azarado com o amor querido." - Suspirei concordando com a cabeça, mas ela apenas deu um sorriso reconfortante pra mim.

Assim que a sessão acabou, eu paguei a minha parte para a mulher e me retirei indo até os meu amigos.

"Vamos embora, estou curioso para saber o que ela falou para vocês".- Baekhyun disse baixo para que só eu e Junmyeon o escutasse. Saimos da casa da mulher e fomos para o carro, que graças ao céus ainda estava lá e estava inteiro, assim que entramos dei a partida e fomos embora do local.

"O que foi que ela disse pra você Junmyeon?"- Baekhyun perguntou quebrando o silêncio.

"Disse que eu vou receber o que meu coração mais deseja, mas não disse o que era."- Ele deu um suspiro triste. -"Eu não sei o que meu coração mais deseja, ela podia ter me dito". - Eu e Beakhyun rimos de sua situação, o olhei de relance e vi que havia um bico em seus lábios me fazendo rir mais.

"Parem de rir".- Ele disse nervoso. - "E você Baekhyun, o que foi que ela te disse?"- Ele perguntou querendo nos fazer parar de rir de si.

"Ela disse que vou conseguir viajar para todos os lugares que quero."- Ele deu de ombros.

"Ah que legal pra você Baekkie". - Eu disse e desviei meus olhos da estrada por um segundo para sorrir pra si.

"E você Kyung, o que ela lhe disse?" - Junmyeon perguntou.

"Disse que vou me casar em menos de um ano." -Disse simplista, e um silêncio instalou-se no ar, soltei um suspiro, tá certo que sou mega azarado no amor, mas não é como se eu nunca fosse me casar um dia.- "O quê foi?" - Perguntei me sentindo ferido.

"Kyung você nunca da certo com ninguém, desde que te conheço você teve uns dez relacionamentos e nenhum deles deu certo."- Baekkie disse sincero. 

Ele estava certo, realmente eu nunca dou certo com ninguém, mas o jeito que ele falou me magoou, eu só não dou certo com ninguém porque todos eles - meus exs namorados - são grudentos de mais, e no fim acabo enjoado de tanto afeto e amor, parece estranho, eu sei, deixe eu me explicar, eu gosto de carinho e de ser mimado, mas meus exs me mimavam de mais, me tratavam como um bebê, e na hora do sexo me tratavam como se eu fosse de porcelana e fosse quebrar na hora do ato, meu ultimo ex sempre me perguntava se estava me machucando e ia devagar, o que me irritava muito, e sempre que ele falava que iria me ligar as 20hs, ele realmente me ligava as oito em ponto, nem para ele me ligar mais tarde, pra fazer meu coração se preocupar um pouco, mas não, ele era sempre pontual com suas ligações, sei que isso parece uma desculpa para justicar meu termino, mas eu sou assim.

Quero alguém que me de manha sim, mas também quero alguém que me trate com intensidade, que faça meu coração bater forte, que me faça se sentir desesperado para tocá-lo e que não me trate como se eu fosse me quebrar.

Depois do que Baekhyun disse não o respondi, e no carro se instalou silencio incômodo durante todo o percurso. Levei os dois para suas casas e fui para a minha, já passava dás dez da noite quando cheguei em casa, a essa hora meus pais já devem estar dormindo, sim, eu ainda moro com os meus pais, não gosto de morar sozinho, porque detesto o fato de pensar que terei que cuidar da casa sozinho, sou preguiçoso demais para limpeza.

Assim que entrei pela porta da sala, levei um susto, pois meus pais estavam me esperando, meu pai estava sentado no sofá e minha mãe vinha em minha direção com uma cara carrancuda.

"Porque não disse que chegaria tarde está noite?" - a dona Do me interrogou.

"Eu não sabia que ia chegar tarde hoje".- Eu disse calmo.

"Eu e seu pai queríamos te apresentar para umas pessoas hoje, mas você demorou pra chegar em casa." - Seu olhar nervoso havia se desfeito de seu rosto.

"Vocês não precisavam me esperar acordados para me falarem apenas isso".- Os olhei confuso, agora meu pai vinha em nossa direção.- "O que está acontecendo, vocês dois estão estranhos".- Meus pais se entre olharam e depois me fitaram durante alguns segundos que pra mim pareceram longos minutos.

"Filho". - Meu pai finalmente se pronunciou. - "Você sabe que eu e sua mãe nunca interferimos em sua vida pessoal, você sempre foi um bom filho e nunca nos deu nenhum trabalho, e está no augie de sua vida".- Ele parou de falar, mas assim que ele ia voltar a falar me pronunciei primeiro.

"Pai que papo todo é esse, onde o senhor quer chegar com tudo isso?".- Falei rápido demais, já estava ficando nervoso e ansioso com toda essa enrolação.

"KyungSoo, nós prometemos você em casamento para o filho de um casal que são grandes amigos meu e do seu pai". - Minha mãe falou.

"O quê".- Foi a unica coisa que saiu da minha boca que estava aberta pelo espanto.- "Como podem dizer pra alguém que vou me casar com o filho deles se nem ao menos o conheço".- Fiz uma pausa. - "Espera ele é homem?"- Meus pais sabiam da minha sexualidade, mas meu pai nunca aceitou muito bem, ele nunca brigou nem nada, mas ele não gosta muito da idéia de seu unico filho ser homosexual. 

"Vocês só vão se casar no papel e irão morar juntos, não precisa ter nada entre vocês dois, e filho como você é homosexual, não achei que seria uma má ideia, fazer se casar com o filho dos Kim."- Meu pai falou calmo.- "Filho a empresa está passando por um momento financeiro difícil e decidimos casar vocês dois para poder unir os bens da minha empresa com os bens da empresa Kim, assim eu não irei precisar demitir ninguém."

"A claro faz todo sentido você me casar por dinheiro." - Ditei nervoso.

"Filho não é apenas no dinheiro que estamos pensando, tem nossos empregados, não queremos deixar um monte de pessoas desempregadas."- Foi a vez de minha mãe falar. -"Eu te amo Kyungsoo, estamos te abrigando a isso para o bem de todos, e você só vai estar casado no papel, poderá viver sua vida como bem quiser." - Minha mãe veio me abraçar e meu pai a acompanhou, ficamos abraçados um bom tempo.

"Vamos querida, temos que dormir amanhã será um dia corrido". - Meus sairam escada acima e eu fiquei parado no mesmo lugar durante uns vinte minutos, e então caiu a ficha, foi o que a mulher disse hoje para mim, mas ela disse que eu seria feliz em meu casamento, e não vejo nada de alegre nessa história toda.


Notas Finais


E ai o que acharam?
Acho que essa historia vair ter uns 4 ou 5 capítulos não sei ainda.
Mas se querem que eu continue, vão comentando ai em baixo.
Beijos e até o proximo capítulo. 😘❤


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