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História E se... - Capítulo 5


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Notas do Autor


Não resisti, minha cabeça tá a mil hoje, espero que gostem.

Capítulo 5 - Eletrizante


Fanfic / Fanfiction E se... - Capítulo 5 - Eletrizante

-Não é nada do que você está pensando - gritamos ao mesmo tempo em Pânico.

- bem, então o que tá rolando aqui? Por que você tá chorando e diabos, o que você tá fazendo que ainda não a soltou Sanji. - diz ele com a cara fechada e sério.

- Diabos?! - digo meio perdida.

- sério? De tudo pra falar você diz isso - diz Sanji me encarando e se afastando, dando risada.

- o que eu posso fazer, nem sabia que o Luffy sabia falar esse tipo de linguajar tá legal? - digo terminado de secar meu rosto e encarando o Luffy que esperava por respostas com os braços cruzados.

- Ele não é tão inocente quanto aparenta S/n, porra ele é o capitão diz ele caindo na gargalhada.

- há pronto, agora você vai tirar uma com a minha cara? - digo com as mãos na cintura, bufando e inflando as bochechas pra ele, logo depois caindo na gargalhada junto do mesmo.

- certo, certo, ela não tava chorando por minha culpa Luffy, é que espirrou um pouco do sumo da cebola no olho dela e ela começou a lacrimejar, eu tava tentando fazer alga coisa, você entrou na hora que virei ela pra olhar o olho dela, só isso. - diz ele voltando a fumar aquele maldito cigarro e me olhando pra entrar na dele.

- É... É... Isso, isso mesmo, maldita cebola- digo jogando uma ué realmente estava em cima da pia já descascada pro alto e a pegando de novo.

- Vocês são estranhos, enfim, tô com fome, tá pronto ou não? - pergunta ele pulando pelo balcão antes de por a mão dentro do forno ele é chutado pra longe, eu só me esquivo pra não receber o impacto também.

- Hey, presta atenção, tô aqui - digo dando um chute em direção a ele, que desvia na maior facilidade e  segura com uma das mãos meus braços acima da cabeça e a outra apertando de leve a minha cintura, sinto que estou pressionada contra o balcão, ele solta uma risada me analisando, como se eu fosse alguém interessante, meu rosto esquenta num nível que a irritação flui e eu reajo, odeio quando me tocam assim, sem que eu permita, tenho certos traumas.

- Eu. Disse. Presta. Atenção. - digo me afastando das mãos dele e arrancando aquele maldito cigarro da boca dele e jogando dentro da pia logo o afastando rápido, vou até o Luffy que já estava em pé pedindo pela carne dele.

- eu já avisei milhões de vezes pra não por a mão no forno Luffy - diz Sanji abrindo o mesmo e retirando a carne pronta e suculenta, pondo sobre a mesa junto com os outros pratos que já estava por lá.

- Sério, eu preciso de um ar, volto logo está bem? - digo saindo, com a mão sobre o peito, meu coração estava pronto pra sair pela boca, porra, eu era apaixonada por ele e por Zoro, desse jeito vou enlouquecer.

Ando pelo convés sem perceber que estava indo em direção ao posto de vigia, a luz estava acesa mas eu não me toquei que teria alguém lá dentro, alguém que era o meu maior ponto fraco.

- Porra. - digo batendo a porta e passando as mãos trêmulas no cabelo, minha respiração estava totalmente errada, podia me sentir queimando de vergonha e suando, andai de um lado a outro tentando me acalmar, até perceber alguém me encarando enquanto levantava seus pesos, seu olhar era fixo em mim, intenso, seus músculos se contraindo com os movimentos precisos, o peso passava entre nós num ritmo constante, ele não tirava os olhos de mim, me sentia uma presa encurralada sob o olhar feroz de seu caçador, minha respiração trancou na garganta, eu não conseguia desviar os olhos daquele corpo, moreno, suado, forte, todo marcado pelas batalhas e sua cicatriz enorme cruzada no peito, senti meu coração martelar mais forte, eu poderia muito bem morrer ali e seria o ser mais feliz do mundo com aquela visão, porque puta merda o cara é o próprio Adonis, eu já tive muitos rolos, nada sério, nada que durasse mais que duas semanas, mas nada, repito, nada se compara com ele.

- Vai ficar aí até quando, não sabia que essa boquinha falava palavrões. - diz ele com a voz firme, rouca e arrastada, passava por minha pelo como veludo, deixando todos os meus pelo arrepiados, todos mesmo.

- Eu.. eu... Merda, desculpa. - disse me virando pra porta, antes que eu fizesse alguma coisa errada e me arrependesse amargamente, ou não, enfim.

- aonde você pensa que vai? - sinto uma descarga elétrica passar pela minha coluna quando sinto seu hálito quente contra minha orelha, engoli em seco e vi suas mãos me manterem presa entre ele e a porta, eu estava de costas, sentia seu corpo me cobrindo, meu coração ia sair pela boca, dava pra escutar as batidas frenéticas de longe, minha respiração trancou na garganta quando ele pôs uma das mãos na minha cintura, apertando de leve, senti seu nariz passear em meu pescoço, só me dei conta do que tava rolando quando soltei um gemido rouco involuntário e ele apertou mais forte minha cintura, voltei a mim e raiva subiu e revidei jogando meu cotovelo em direção a sua costela, ele se afastou antes de acertar, olhei feio pra ele.

- O que você pensa que está fazendo Roronoa? - perguntei sentindo minha raiva fervilhando.

- opa, foi mal, forcei demais. - disse ele com as mãos levantas e um sorriso zombeteiro no rosto.

- Faça isso mais uma vez e eu juro por todos os meus antepassados que te faço virar do avesso, eu não sou fácil igual essas mulheres fáceis que caem nesse... Nesse... - me desfoquei olhando pra ele quase babando, eu sentia meu rosto queimar.

- nesse o que? - diz ele me olhando sabendo exatamente o que fazer comigo, sorrindo malicioso.

- seu, seu idiota, o que foi que te deu? Você não é assim, se controla homem. - digo me mantendo reta, encarando ele mais calma.

- Isso é verdade, não sou, mas também não preciso me explicar pra você, só sei que você cheira a doce, não que eu goste muito de doce, mas você tem um jeito diferente, isso me perturba, não sei o que pensar, desculpa se invadi seu espaço pessoal. - diz ele relaxando a postura e sorrindo.

- certo, eu vou embora e acho que a janta tá pronta. - digo me virando pra porta.

- S/n. - sua voz me fez tremer inteira, cara esse homem vai me matar.

- o que? - perguntei sem me virar pra ele.

- Fica, quer dizer, se quiser - diz ele meio nervoso, nunca o vi tão vulnerável, era algo que só eu estava presenciando.

- claro Zoro, era só ter começado assim que tudo teria ficado bem. - digo sorrindo e indo até onde tinha um sofá.

- quer alguma coisa, tenho água e tenho sakê. - disse ele em pé com duas garrafas em mãos.

- Água, sou fraca pra bebida, viro outra pessoa se bebo demais.- digo pegando a garrafa de água das mãos dele, seus dedos encostaram de leve nos meus e eu senti um choque passar por dentro de mim, quase soltei a garrafa no chão.

- O que foi isso? - disse ele me olhando, ele sentiu também.

- eu não faço ideia, mas é bom, eu acho. - digo desviando o olhar e tentando respirar e me manter calma, a sensação era muito boa.

- Eu posso, você sabe, pegar sua mão de novo? - perguntou ele sem jeito, porra que homem maravilhoso, nunca imaginei isso nem em todos as fanfics que vi ou cheguei a escrever.

- claro, pode sim. - disse colocando a garrafa sobre a mesa.

Quando nossas mãos se encostaram eu senti um descarga elétrica passar por mim, era prazeroso, ele passou suas mãos sobre a minha, era quente, macio apesar de todo aquele treino, minha respiração estava descompassada, a dele também, suas mãos passaram por meus braços, aquela eletricidade fluindo e me deixando sem forças, sem pensar minha mão esquerda estava em seus ombros, vagando sobre seu peito, em sua cicatriz, vi seus olhos se fechando numa intensidade prazerosa, seu pomo de Adão se mover e seu auto controle indo pelos ares, suas mãos me puxaram para ele, era como se estivéssemos em um casulo, fora de tudo, longe de tudo, só a gente, minhas mãos foram ao seu pescoço, me inclinei pra ele nossas respirações estavam se cruzando, sua boca a centímetros da minha, meu coração martelava no peito, mais um pouco e eu iria beijar o homem que era meu maior crush no meu mundo, foi quando escutei um baque e o barulho de  pratos quebrando.

- haaaaa caralho - gritei por conta do susto, empurrei com força o moreno e coloquei as mãos no peito ofegando.

- mas que porra tava rolando aqui? - escuto a voz de Sanji cruzar o lugar.

- Eu, caralho Sanji, quer me matar porra. - escutei os passos de todos correndo até onde a gente tava, meu pânico começou a crescer, fazia anos que eu não tia crise de Pânico assim, comecei a hiperventilar meu corpo tremendo, as mãos no peito, olhei pra Sanji e depois pra Zoro, sem saber o que fazer, tudo ficou escuro de repente senti meu corpo pesar e algo quente e macio me segurar antes do meu corpo atingir o chão.

- S/n...

Continua...


Notas Finais


Chego a estar suando, e aí? Gostaram? O que vocês acham que pode rolar, de aí uma opinião, posso pensar em escrever alguma coisa com o que for mais divertido.


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