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História E se fosse verdade? - Capítulo 9


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Notas do Autor


Olá Swen's, tudo bem?
I'm back com mais um capitulo para vocês, talvez com mais um ainda postado hoje, pois estou inspirada hahahhahahhahh!!!!
Quero agradecer aos novos leitores que favoritaram e comentaram, isso me deixa extremamente feliz e me ajuda a prosseguir.
Espero que gostem, então vamos lá.
Boa Leitura :p

Capítulo 9 - Father and Daughter


Fanfic / Fanfiction E se fosse verdade? - Capítulo 9 - Father and Daughter

Mudo.

Fosse no telefone ou fosse batendo freneticamente na porta do apartamento da frente, Emma não lhe respondia. O que estava acontecendo? Depois da noite anterior onde Emma explicou toda a real situação para Regina ambas entraram em um estado de silêncio absoluto apenas usufruindo da presença uma da outra. Ao amanhecer na cadeira do terraço com os primeiros indícios do sol nascendo e da brisa gélida da manhã Regina percebeu que estava sozinha e que Emma já não ocupava mais a cadeira ao seu lado, mas também percebeu o sobretudo que a loira usava cobrindo seu corpo. Ela sorriu, apenas sorriu porque mesmo que nenhuma palavra tivesse sido dita durante o resto da noite ela sabia que elas estavam bem porque aquele era o jeito delas.

O que Regina não compreendia era a razão de Emma não atender suas ligações ou nem ao menos abrir a porta, algo estava errado. Na recepção do prédio se encontrava Mr.Wilson o porteiro, um senhor de em média sessenta anos simpático e cativante.

— Mr. Wilson, o senhor poderia me informar se sabe algo sobre Mss.Swan? Eu precisava falar com ela, mas a mesma não me atende seja por ligações ou em seu apartamento.

— Ela passou aqui com algumas malas dela e da mãe dela, me disse que se chegasse alguma encomenda de material do estúdio para que eu assinasse e guardasse até ela voltar. Pela quantidade de malas a Mss.Emma pretende ficar fora por um bom tempo.
 

Emma havia partido com Mary sem nem ao menos ter dito nada? Algo estava errado.

Foi através de Ruby na hora do jantar que a notícia chegou até ela deixando-a desestabilizada, David Nolan pai de Emma deu entrada às pressas no hospital logo após cair desmaiado em uma reunião da empresa. Mary recebeu a ligação pela madrugada, essa era a razão da falta de notícia que nem ao menos foi dada por Emma ou Mary e sim por Milah mãe de Ruby e sócia de David.

Em Boston, Mary segurava a mão de David que havia acabado de despertar e afastada da cama em um canto do quarto estava Emma com a expressão fechada e os braços cruzados, David conhecia a filha bem o suficiente para saber a razão da loira estar daquele modo.

— Vai ficar me fuzilando como se fosse disparar raios laser dos olhos a qualquer momento por quanto tempo?

— Quando me pretendiam contar que você não estava bem? Mamãe passou dias comigo e nem ao menos ousou me dizer que estava com hipertensão, tive que saber de seu estado de saúde quando você simplesmente tem uma crise e vem parar no hospital me fazendo arrumar um voou às pressas para Boston.- Emma estava nervosa, mas também desesperada por dentro. Ela nunca soube lidar bem com a morte e qualquer indicio que demonstrasse uma instabilidade referente ao ciclo da vida a loira entrava em um estado de instabilidade emocional: — Eu teria vindo imediatamente para cá!

— E foi exatamente por isso que não dissemos nada. Vem aqui.- David a chamou batendo a mão contra o colchão da cama onde ele estava instalado, Emma nada disse apenas obedeceu e com cuidado deitou-se ao lado do pai com todo o cuidado possível. David conhecia a filha e sabia que mesmo por trás da mulher forte que ela se tornou ainda havia a menina assustada que corria até ele quando a tempestade colidia do lado de fora de seu quarto, aquela mesma menina que corria até ele quando aprontava algo e com medo da reação da mãe se aconchegava agarrando-se as suas pernas. Não importava quantos anos tivesse, Emma sempre seria sua pequena guerreira sua garotinha inocente que enquanto ele pudesse ele iria amparar:  — Você agora tem sua vida minha pequena guerreira, não podemos tirar isso de você. Lhe conhecemos bem o suficiente para saber que você iria para cá querer resolver tudo e que você odeia burocracia. Emma você foi feita para ser livre e expressar seu amor pela arte, não para ficar trancada em um escritório.- David acariciava os cabelos de sua menina que se permitiu deixar uma lagrima cair, esse era o lado a qual Emma amava e odiava em seu pai sua capacidade de fazê-la chorar tão facilmente e que apesar de seus sentimentos fosse de felicidade ou de dor aquilo a acalmava. Emma sempre teve uma ótima relação com seus pais, não podia reclamar sobre isso e mesmo que a situação entre eles estivessem difícil eles se resolviam e sempre estavam juntos, mas ainda sim a relação com seu pai sempre partilhou de uma intensidade maior do que com sua mãe. Emma sabia que ambos sempre estariam ali não apenas como seus pais mais também como amigos o que resultou e uma independência para que ela sempre falasse sobre qualquer coisa com eles, mas com David? Tudo sempre foi mais intenso, era ao lado dele que Emma recebia as broncas dadas por Mary Margaret quando aprontava algo por que David simplesmente encobria a filha, era com David que Emma fugia. Emma encontrava conforto fosse no colo de sua mãe fosse de seu pai, mas era no de seu pai que ela se permitia chorar e despejar toda a turbulência que lhe consumisse.

E foi ali agarrada a David que Emma se permitiu liberar toda sua angustia, sua relação com Regina, lidar com ele ali tão vulnerável e foi pensando nas inúmeras coisas que lhe consumia que junto as lagrimas Emma caiu no sono.

— O que aconteceu com ela?

— Tantas coisas, tantas coisas.- Mary respirou fundo antes de iniciar a contar o que aconteceu naquela semana sem muitos detalhes par não piorar o estado de David. Qualquer coisa relacionado a Emma era razão para que seu humor mudasse drasticamente, fosse por coisas boas fosse por coisas ruins.

Na sala de Regina em New York todos apesar de preocupados com Emma aproveitavam para se distrair com Kristin que contava suas aventuras e histórias de infância de Regina que era desconhecida até mesmo pelos irmãos da morena.

— VOCÊS FIZERAM ISSO? - Killian não se aguentava na risada, nunca pensou que Regina fosse capaz de fazer metade das coisas a qual Kristin contava.

— Ela sempre teve uma personalidade forte marca dos Mills.- Kristin deu um gole em sua água, mas sua atenção voltou-se para Regina com uma mala de mão junto a sua bolsa saindo do corredor de seu quarto, um sorriso surgiu nos lábios da loira, pois conhecia a amiga o suficiente para saber o que ela pretendia fazer, porém precisava ouvir de seus lábios.

— Kristin você fica até que eu retorne e cuida da Kris para mim?

— Claro!

— Onde você vai? - Jefferson questionou algo a qual todos estavam curiosos para saber.

— AI MINHA DEUSA, VOCÊ VAI ATRÁS DELA! - Ruby gritou eufórica correndo até Regina colidindo com seu corpo ao dela em um abraço.

 


Notas Finais


E então, o que acharam?
Espero ansiosa pelos feedback de vocês :D
||Previa do próximo capítulo||
"— Ruby!– Emma ameaçou ir até a mulher, mas foi impedida pela ruiva que segurou seu braço levemente.

— Eu falo com ela, aliás tudo foi culpa minha.

Todos sabiam que à situação entre Ruby e Zelena era complicada, não do mesmo modo que era de Regina e Emma as delas superavam. Zelena sabia que não deveria ter feito o que fez e dava razão para que Ruby agisse de tal forma com ela, mas as coisas havia mudado e Zelena queria concertar tudo.

— Sai dai ou passarei com o carro em cima de você!"


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