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História E se traficarmos Amor ?! - Capítulo 1


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Notas do Autor


História seddie

Capítulo 1 - Primeiro encontro


Como tudo começou 

(Sam)

— Vai ficar tudo bem mãe. Estou indo a trabalho, é uma grande oportunidade - digo para minha mãe que estava nervosa

— Mas, filha, esse trabalho é em outro país, e você é menor de idade, me preocupo - disse, eu a abracei

— Você sabe que sei me defender muito bem - falei e sorri — Vou te ligar todo dia. E em breve voltarei para te buscar e iremos morar na Europa - brinquei. Nos separamos

— Tudo bem. Só mantém contado tá bom ? - afirmei. Demos mais um abraço. Peguei minha mala e sai de casa

— Demorou Puckett - Jenny falou assim que me viu — O voou sai em meia hora - avisou. O motorista colocou minha mala no porta-malas. Eu e Jenny entramos no carro. Jenny era a mulher que me arrumou esse serviço, de modelo. Ela era gerente de uma agência fora do país. Eu estava super feliz com essa oportunidade

(...)

Tínhamos desembarcado já no aeroporto e já estávamos dentro do carro indo para a agência. Eu não conseguia segurar a emoção. Mandei mensagem para minha mãe, avisando que já tinha chegado e que estávamos a caminho da agência

—Ah querida Samantha. Infelizmente você passará um tempo sem celular - Jenny diz pegando meu celular da minha mão

— Por que? - perguntei sem entender

— Por que isso tira atenção e queremos sua atenção somente para desfilar e tirar fotos. Tem outras garotas lá, que também não tem celular. Mas, não se preocupe é por pouco tempo - explicou. Desligou meu celular e guardou na sua bolsa

— E como vou me comunicar com minha mãe ? - perguntei. Ela deu de ombros

— Senhora Jenny, chegamos - o motorista avisou

Descemos do carro. A frente da agência era tudo preta, e o nome era luxus. Cemicerrei os olhos

Ester entrou no local, e eu a segui. Dentro tinha várias mesas com cadeiras, tinha um bar no canto, uma escada muito brilhante, tenha um palco e alguns pole dance

— Que lugar é esse ? - perguntei a ela. Ela nem me deu ouvidos, foi direto conversar com alguns meninas que estavam sentadas ali — Ei, que lugar é esse ? - perguntei novamente, ficando irritada por ela ter me ignorado. Ela virou para mim

— Aqui é a casa noturna Luxus - falou sorridente

— O que estamos fazendo aqui ? - perguntei. Ela me olhou como se fosse óbvio

— Você trabalhará aqui - respondeu

— Como assim ? Não era uma agência de modelo ? Como eu vou desfilar aqui? - perguntei sem entender O por que eu trabalharia ali

— Ah Samantha ingênua. Você não será modelo - a olhei sem entender. Ela sorriu — Você será garota de programa. Você foi traficada, para se prostituir - terminou de falar. Senti meu sangue ferver

— Você está louca ? Eu não vou fazer isso. Eu quero ir embora agora - comecei a ficar nervosa

— Não tem mais volta. Você não sairá daqui, não tem como pedir ajuda. Você está em nossas mãos - disse e cruzou os braços. Respirei fundo e fui para cima dela. A peguei pelos cabelos e a joguei no chão. Subi em cima dela e dei um tapa em seu rosto, puxava seu cabelo com força e a arranhava seu rosto. Senti alguém me puxar, me tirando de cima dela

— O QUE ESTA ACONTECENDO AQUI - uma voz masculina gritou em fúria. Um homem ajudou Jenny a se levantar

— Meu cabelo, sua vagabunda - falou assim que viu um tufo do seu cabelo em minhas mãos

— Você vai vê quem é vagabunda - falei e fui para cima dela novamente, mas, fui impedida pelo homem que me tirou de cima dela antes

— CHEGA VOCÊS DUAS - a voz gritou de novo e se aproximou — Jenny, que patifaria é essa ? - perguntou. Ele era alto, musculoso, branco com cabelo castanho e os olhos da mesma cor

— Desculpa senhor Benson, mas ela que veio para cima de mim. Ela é a nova prostituta que buscamos no Brasil - Jenny falou. O homem me olhou desafiador

— Morena média, corpuda, seios médios, olhos castanhos, bunda ok. - ele começou a me examinar — Jenny, poderia ter arrumado algo melhor - falou. Cemicerrei os olhos. Que ridículo

— Desculpa senhor, mas essa foi a mais fácil de trazer para cá - explicou se defendendo

— Tudo bem. Da para o gasto - disse e me olhou novamente — Você é virgem ? - perguntou. Fiquei em silêncio — RESPONDE GAROTA - gritou, me fazendo ficar com medo. Afirmei — Quantos anos você tem ? - perguntou novamente. A minha vontade era não responder, mas, ele me dava medo

— Dezoito - sussurrei. Ele imediatamente olhou para Jenny

— Ela é praticamente uma adolescente. Se pegarem a gente, teremos complicações. Onde você estava com a cabeça? - perguntou irritado

— Desculpa, mas como disse ela foi a mais fácil. Está sendo muito difícil traficar meninas - respondeu

— Tudo bem. Eu irei estrear você - ele alisou meu rosto. — Depois de perder a virgindade, poderá começar a se prostituir. Mas, antes terei que molhar as mãos dos policias, para eles fingirem que não viu nenhuma adolescente aqui - disse e saiu de perto

— Eu não irei me prostituir - digo firme. Ele parou de andar e me olhou

— Como é ? - perguntou desafiador

— Eu não irei me prostituir - repeti — Ouviu agora, ou é velho demais e está com problema de audição ? - perguntei e devolvi o olhar desafiador. Vi Jenny e as meninas que estavam ali, me olharam com um olhar de pena, e de medo

O homem se aproximou de mim. Cada vez que ele se aproximava, eu ia para trás. Ele se aproximou e me encostou na parede. Engoli em seco, estava com medo, mas, faria de tudo para não demostrar, sempre fui forte e não seria agora que me renderia ao medo

— Mocinha, mocinha, você não sabe, com quem está falando - disse e apertou levemente meu pescoço

— Nem você. Vocês me traficaram até esse maltido lugar, achando que irei me prostituir, mas, estão enganados. Não irei me deitar com ninguém, não perderei a virgindade com ninguém. Vocês não vão me vender, para homens nojentos em trocar de dinheiro. Eu farei o possível e o impossível, para mandar os homens para puta que pariu, eu irei desprezar todos, até vocês verem que estou dando prejuízo e me mandarem embora, ou me matarem, tanto faz. Mas, vocês vão se arrepender de terem me traficado - ameacei e o olhei em seus olhos. Ele estava surpreso com minhas palavras, rapidamente apertou meu pescoço com força, me levantou um pouco do chão, senti o ar faltar. Ele me soltou, cai no chão tossindo. Ele deu as costas e saiu. Algumas meninas vieram me ajudar, vi pânico em seus olhares.

Eu estava presa no inferno...


Notas Finais


Minha primeira história Seddie. Beijos até mais


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