História E U P H O R I A - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Lgbt, Suspense, Yaoi, Yuri
Visualizações 8
Palavras 785
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura :)

Capítulo 2 - I. Cigarette


Fanfic / Fanfiction E U P H O R I A - Capítulo 2 - I. Cigarette

Depois daquela mesma rotina matinal do ensino médio, fomos dispensados, Saio da sala junto com Anna e Billy que me acompanhavam logo atrás, descemos os corredores correndo, o ar de "liberdade" era maravilhoso, saimos rindo do colégio, e depois nos abraçamos.

— Então, Até amanhã ? — Diz Anna e Billy saindo lentamente para o outro lado da avenida.

— Até amanhã pessoal. — Aceno e sigo andando em frente.

Aquilo tudo era tão cansativo e entediante!

Tiro minha mão do bolso da calça e vejo as horas no meu celular.

12:20h

Aumento meus passos para chegar em casa mais rápido possível, O percurso da escola até minha casa não era nada agradável. Mas depois de uma bela caminhada, acabo chegando, vejo as horas novamente.

12:50h

— Razoável! — Digo enquanto subo as escadas do prédio.

Em seguido Eden pega o elevador, que subia lentamente.

 Começo a observar meu reflexo no espelho do mesmo.

— Até que hoje não estou nada mal. — fala ele em meio a tanto tédio.

— Sou um rapaz magro, de olhos azuis e cabelos grisalhos, suaves sardas que cobria minhas bochechas e nariz, era meu "charme" , sou até um belo rapaz, confuso que quase sempre se odeia sem sentido algum. — Diz sussurrando para si mesmo.

O elevador para, vou diretamente ao "meu" apartamento.

Abro a porta com a minha chave, minha mãe ainda está no trabalho e isso é legal, pois a casa estavam sozinha. Tranco a porta e vou em direção ao meu quarto, jogo a bolsa no chão e tiro a roupa, coloco uma mais confortável, abro a minha gaveta e pego uma carteira de cigarro quase cheia que escondi no meio das cuecas.

— Te achei! — Diz Eden rindo suavemente.

Estava tentando acabar com esse meu vício, mas não consegui, isso é mais forte do que eu. Menti para meus amigos e para minha mãe, dizendo que tinha parado com as bebidas e com as drogas.

Depois de ter perdido meu pai no acidente de carro meu mundo desmoronou e entrei em uma enorme confusão comigo mesmo, mas achei uma "solução"...

As drogas alucinógenas, que me tira dessa realidade suja e caótico.

Eden adoravam o efeito psicodélico que aquilo o causava, uma euforia bem louca e descontrolada. 

Mas oque esperar de um adolescente problemática ?

— Ok. — Respiro fundo e vou para a varanda.

Me sento na sacada acendo o penúltimo cigarro, e dou o primeiro trago.

Tudo àquilo era tão confuso, me odiava por isso, por fazer minha mãe sofre por causa da minha imaturidade. Àquilo tudo mexia com meu emocional, e me fazia lembra dos piores momentos vividos por mim. Como uma das minhas crises de abstinência ou ansiedade, onde eu ficavam violento, ou as vezes me "desligava", "morria" por alguns segundos, aquela era uma das sensações mais maravilhosas, o silêncio e o vazio, sem preocupações, aquela paz inexplicável.

Mas depois eu acordava, em um hospital com minha mãe chorando do lado, e tudo voltava a ser a "merda" de sempre.

Uma lágrima desse "rebolando" no meu rosto, acendo o último cigarro. Meu celular vibra, já era 15:13h

Tinha que ir para a livraria.

— "Puta merda"!

Confesso que odeio trabalhar naquele lugar, mas não tenho opção.

— Vamos para mais um dia de trabalho... — falo debochando.

Eden pega um cookie, abri a porta e desse correndo até o elevador.

— Meu Deus não posso me atrasar, chega de levar sermões do Sr. Joaquin!

O elevador abre, Eden sai disparado para a livraria.

15:20h

— Ainda estou no meio do caminho... — penso.

15:40h

Eden chega atrasado mas uma vez, Sr. Joaquin o observa na porta da livraria, encarando com olhar de desgosto.

— Toda vez assim! — Diz Sr. Joaquin me encarando.

— Me desculpa por favor, juro que essa é a última vez que isso acontecerá!  — falo em um tom calma enquanto entro na livraria.

— Se isso se repetir novamente terei que tomar providências drásticas, se é que me entendeu — disse Sr. Joaquin resmungando.

Eden pega o espanador, quieto estavam quieto ficou.

Sr. Joaquin nunca foi um homem rude, desde que faça tudo certo e não chegue atrasado no serviço. Ele é um velho amigo da minha mãe, se conheceram na faculdade, sempre nos ajudou, até quando meu pai era vivo. Depois que meu pai morreu minha mãe começou a trabalhar o dobro, então tentei ajudar, e aqui estou, trabalhando com o Sr. Joaquin na sua velha livraria, ele me deu essa oportunidade, mas, não é o sonho de ninguém trabalha em uma livraria nada movimentada, confesso que estou aqui pelo salário, como ainda sou estudante, Bitty City não tem tanto a oferecer a um garoto de 18 anos.




Notas Finais


Espero que tenho gosto... ^-^

E obrigado por lerem! :)


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