História E-Verse - Meu Universo Heróico - Capítulo 11


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 4
Palavras 982
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 11 - As Trevas Nos Predominam


MIguel, O Energia

Enquanto eu pensava numa forma de evitar os meus indesejos da vida, o frio abaixo das minhas cobertas aumentava. Essa noite estava me amedrontando, não pelo fato de Gabriel me ameaçar por saber que estou escondendo coisas, mas por eu me sentir inseguro sem haver motivos notáveis.
Sentia algo escalar meu corpo, mesmo não havendo nada comigo. Dores contagiam minha cabeça, mesmo estando bem e saudável nos últimos meses. O enjôo e tontura já tinham me tomado, nâo podia me levantar direito da cama... tive que jogar dela.
Me rastejei em direção à porta enquanto tentava me levantar aos poucos. Pretendia gritar por ajuda, mas algo me calou... algo escuro, como uma sombra.
Senti mãos rastejarem por meu corpo suavemente, mãos com, aparentemente, traços femininos. Logo, "tentáculos" começaram a passear por meu corpo e me apertar como uma serpente. Eu estava apagando, sendo enforcado.

Mais Tarde, Local Desconhecido:

Acordei no escuro absoluto, nada clareava o espaço em que eu estava e algo me segurava. Decidi, então, usar meus raios para gerar luz, e vi os mesmos "tentáculos" me segurando.
Meus raios não o eletrificavam, mas pude ver que eu estava em lugar nenhum, mesmo com luzes, via um lugar completamente preto.
De repente, senti mãos passarem pelo meu corpo, de novo, bem nas costas. Ouvia a respiração de alguém muito próxima do meu ouvido. Engoli seco de medo e terror e lágrimas escorreram devagar por conta de desespero.
- Você tem um belo corpo. - A voz de uma mulher soava de forma muito fria, me fazendo arrepiar - Qual o seu nome?
Eu me manti quieto sem me movimentar, eu parecia estar em um filme de terror e prestes a morrer por uma psicopata.
- Por que se mantém quieto? Fale comigo, garoto.
Eu - Por que eu tô aqui?
- Talvez porque você me chamou.
Eu - Como assim? Eu nem te conheço.
- Você nunca notou minha presença.
Eu - Quem é você?
- Apenas uma sombra.
Eu - Como assim?
O espaço em que eu estava deixou de ser preto e vi que estava numa espécie de praia. A estranha tirou os "tentáculos" que me seguravam e se mostrou. Ela era uma sombra, uma completa sombra, mas a sombra se foi aos poucos, revelando seu rosto.
- Eu sou apenas uma sombra.
Eu - Tá, mas por que me sequestrou?
- Você é apenas uma forma de chamar a atenção da minha preza.
Eu - Mas por que eu? Não tenho relação alguma com o seu objetivo.
- Na verdade, tem bastante relação. - Uma lâmina de sombra se formou em sua mão e a apontou para minha garganta.
Eu tentei usar minha habilidade para acertar a garota com meus raios, mas sombras a protegeram automaticamente, não afetando nem as sombras geradas por ela.
- São apenas sombras, não são metais. - Ela encostou a ponta da lâmina no meu pescoço - Já imaginou o que acontece após a morte?
Eu - Eu morri ano passado, só estou aqui por causa do meu irmão.
- O que acha de morrer de novo?
Eu - Acho desconfortável.
- Mas não pra mim. - Ela estava prestes a cortar meu pescoço, porém, meu irmão se teleportou de repente e a afastou.
Gabriel - Fique longe, baixinha!
- Não se intrometa nos meus planos!
Gabriel - Se não envolver meus irmãos ou amigos, não chego nem perto de ti.
- Eu preciso que seja ele.
Gabriel - Se for assim, só se eu estiver morto. - Apanhou  o bastão.
A garota  correu em sua direção e lançou algo feito com suas sombras, mas meu irmão esquivou se teleportando para trás dela e a atacou nas costas. Ela estava atordoada, e, no golpe final de Gabriel, ela havia sumido, estava atrás dele surgindo de uma sombra.
Eu - Ela tá atrás de você!
Ele se virou rapidamente, mas a arma da garota já estava prestes a acertá-lo. Biel não tinha tempo de teleportar e seu escudo de força não foi rápido o bastante para ligar automaticamente. Foi acertado no estômago, ele não poderia me salvar e eu também não poderia salvá-lo.
- É, ele não está aqui. - E havia sumido e as sombras me soltaram.
Corri na direção de Gabriel e o levantei, ele estava quase inconsciente.
Eu - Biel, continue acordado, se teleporte para casa.
Gabriel - Não tô me aguentado em pé direito.
Eu - Faça o que eu pedi e tudo ficará bem. - Teleportamos e estavam todos na sala de estar - Rápido, temos que ajudar o Gabriel!
Thamires - Leve-o para ala médica, vou preparar as coisas.
Gustavo o pegou dos meu braços e levou-o, com todos indo juntos à ala médica.
Jennifer - O que houve com ele?
Eu - Eu fui sequestrado no meu quarto, então acordei numa praia preso por sombras e uma mulher me prendendo prestes a me matar, aí ele apareceu e tentou me salvar.
Thamires - Ele vai ficar bem.
Gustavo - Acho que a tarde já vai estar a bem.
Leonardo - Gente, encontrei o Vini.
Eu - Aonde ele tá?
Leonardo - Tá no Mirante do Vale, maior prédio de São Paulo, lá no centro, junto com uma garota super gostosa.
Rafael - Temos que ir logo.
Ruan - Miguel, chegue voando, deve ser rápido para impedi-lo de fazer qualquer merda.
Eu - Pode deixar comigo. - Logo me retirei e comecei a voar em direção ao centro.

Centro de São Paulo:

Eu - Vini, o que você vai fazer?
Vinicius - Eu vim conquistar para que Zayla reine, começando por aqui e logo conquistar todo resto do mundo.
Eu - Plano clichê.
Zayla - Você não estará mais aqui quando eu reinar.
Eu - Você não vai reinar.
Vinicius - Eu sei que ela alcançará seu objetivo.
Eu - Se você conseguir me derrotar.



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