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História Easy - taekook - Capítulo 12


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Capítulo 12 - Capítulo 12


Fanfic / Fanfiction Easy - taekook - Capítulo 12 - Capítulo 12

Deitando minha cabeça contra seu ombro, ambas as mãos deslizavam por meus quadris, encorajando-me a aproximar até que não houvesse espaço entre nós. Seus lábios continuaram o movimento contra mim, duro e doce, e minha cabeça flutuou enquanto ele passava sua língua pela minha boca, sua mão agarrou minha coxa, mergulhando entre as dele para que nossas pernas estivessem cruzadas juntas. Eu me inclinei contra ele e ele gemeu, uma mão massageando meu quadril e a outra se elevando contra meu suéter, dedos quentes se espalharam em minhas costas.

Um dos meus braços esmagado entre nós, eu coloco o outro contra o seu peito, dedilhando a abertura da frente de sua blusa de flanela, secretamente deslizando os botões pelos buracos, sentindo a variação entre a superfície lisa e a textura irregular da camisa de malha térmica abaixo dela. Camisa desabotoada, tirei-a de lado e deslizei minha mão contra seu quente e duro estômago. Ele prendeu a respiração e me afastei para me apoiar no meu cotovelo e olhar para baixo para ele.

— Quero ver suas tatuagens.

— Você quer, hein? — Seus olhos queimaram nos meus. Quando eu acenei, ele retirou sua mão do meu suéter e sentou-se, levantando uma sobrancelha para mim quando ele olhou para sua camisa desabotoada. Meu rosto se aqueceu com seu sorriso e ele riu, tirando a camisa e jogando-a de lado.

Alcançando atrás de seu pescoço, ele removeu a camisa de malha térmica branco da forma, empurrando para frente por cima de sua cabeça. Ele deixou cair sua camisa, do avesso, em cima da de flanela, e deitou novamente no chão, oferecendo- se para minha inspeção.

Sua pele era macia e bonita, seu torso dividido com definições de músculo e ornamentado com as duas tatuagens que tinha visto no meu quarto, um confuso design octogonal no lado esquerdo, e quatro linhas escritas na direita. Havia outra, uma rosa em cima de seu coração, as pétalas em vermelho escuro, o caule verde levemente curvado. Em seus braços eram a maioria desenhos e padrões, finos e negros como trabalhado em ferro.

Corri meus dedos por cada uma, mas ele não se virou e eu não pude ler as linhas do poema que se contorciam por seu lado esquerdo. Parecia com um poema de amor, e senti ciúmes pelo que quer que tenha inspirando-o a tamanha devoção, que o fez deixar tais palavras permanentes. Imaginei que a rosa representasse ela também, mas eu não podia perguntar.

Quando meus dedos trilharam por seu abdômen para a linha de pelos descendo seu umbigo, ele se sentou.

— Sua vez, eu acho. Confuso, eu disse:

— Eu não tenho nenhuma tatuagem.

— Eu já sabia. — Ele se levantou e me alcançou uma mão em minha direção. — Você quer ver o desenho agora?

Eu senti que deveria voltar com algo inteligente, como devo chamá- lo de Jungkook ou Jeon na cama? Mas eu não pude dizer. Me estiquei e peguei sua mão, e ele me levantou com facilidade. Sem soltar minha mão, ele se virou em direção ao quarto, e o segui.

A tênue luz externa do quarto iluminava os móveis e a parede adjacente a sua cama, onde pelo menos vinte ou trinta desenhos estavam grudados. Ele acendeu a luz e eu vi que a superfície inteira da parede estava coberta com cortiça. Eu imaginei se ele teria instalado, ou se estava aqui quando ele esteve procurando um lugar para morar, ele soube imediatamente que aquilo devia ser para ele.

As duas paredes cortinadas estavam pintadas com um cinza escuro simples, e seus móveis eram negros e em nada como um típico garoto universitário, da cama Queen-size até a sólida mesa e cristaleira.

Me movi em direção ao espaço entre sua cama e a parede de desenhos, procurando por mim, mas distraído pelos outros, cenas familiares como horizonte do centro da cidade, rostos desconhecidos de crianças e homens idosos, e alguns de Francis descansando.

— São incríveis!

Ele veio para ficar ao meu lado quando meus olhos encontraram o meu rosto entre os outros. Ele escolheu um comigo de costas, olhando para ele. Seu posicionamento estava a baixo, no lado direito da parede. Aparentemente, este local de exibição indicaria menor importância, mas eu estava agudamente consciente de onde ele estava localizado em relação à sua cama — em frente ao seu travesseiro.

—Quem não gostaria acordar e olhar para isso? — Ele disse.

Eu sentei em sua cama, olhando para isso, e ele se sentou também. Eu estava abruptamente ciente de seu peito nu, e seu relato no outro quarto: ―Sua vez, eu acho. Me virando para ele, eu vi que ele estava me observando.

Eu estive tão certo de que esse tipo de momento iria conjurar memórias debilitadas de Bogum, de seu beijo, de nossos anos juntos. Mas a verdade era, eu não sentia sua falta. Eu não podia cavar uma única causa de dor. Eu imaginei se eu estava anestesiado

pelo pesar de perdê-lo, que seria preocupante ou se eu tinha chorado tanto e sofri tão profundamente no passado nas últimas semanas que tinha acabado. Acabado com ele.

Jungkook se inclinou para mim e a bolha de Bogum estourou inteiramente. Sua respiração em meu ouvido, ele correu sua língua pela beira curvada, sugando o lóbulo e meu pequeno brinco de diamante, e meus olhos se fecharam enquanto eu murmurava um som de lembranças nostálgicas. Tocando o nariz em meu pescoço, ele deixou um gentil beijo, sua mão vindo para segurar o peso da minha cabeça, que tinha caído para o lado. Seu peso deixou a cama enquanto ele se ajoelhava no chão e retirava minhas botas antes de tomar seu lugar e tirar as suas próprias.

Seus lábios brincaram com os meus, e ele me puxou para o centro da cama me deixando reto. Eu abri meus olhos quando ele recuou e me encarou.

— Diga para parar, a hora que quiser parar. Entendeu? — Acenei. — Você quer parar agora?

Minha cabeça se moveu para os dois lados do travesseiro.

— Graças a Deus! — Ele disse, sua boca retornando para a minha, sua língua mergulhando para dentro enquanto eu cavava meus dedos por seus braços sólidos. Eu acariciei sua língua com a minha, sugando-a profundamente contra minha boca, e ele gemeu, puxando o suficiente para me levantar levemente e tirar meu suéter. Provocando, ele seguiu a curva do meu pescoço com seus lábios.

Quando eu empurrei contra seu ombro, ele parou, seus olhos sem foco. Empurrei-o de costas e montei-o, sentindo-o duro e pronto através de nossas calças jeans. Suas mãos alisaram a minha cintura e me puxaram para baixo, e nos beijamos profundamente enquanto eu balançava contra ele. Jungkook pegou um mamilo com a boca eu arfei, ficando mole em seus braços.

Nós rolamos de novo e eu estava debaixo dele, suas mãos traçando e circulando, seguido por sua boca. Então ele desabotoou minha calça e tocou o zíper.

Eu tirei minha boca da dele.

— Espere.

— Parar? — Ele ofegou me observando. Mordi meu lábio e acenei.

— Parar com tudo, ou simplesmente não ir mais longe?

— Apenas... Não mais. — Sussurrei.

— Feito. — Ele reuniu-me em seus braços e me beijou, uma mão enrolada no meu cabelo e a outra acariciando as minhas costas, nossos corações pulsando uma cadência que o músico em mim traduziu como um concerto de luxúria.

Mantive meus olhos abertos no caminho de volta. Olhando por cima do ombro de Jungkook, eu vi o cenário voar e era estimulante, não assustador. Eu confiei nele. Eu tinha, desde a primeira noite, quando eu o deixei me levar para casa.

Bogum não teria parado dessa forma. Não que ele tivesse me forçado ou chegado perto de fazer. Se eu pedisse que parasse, ele pararia e se afastaria, com a mão cobrindo seu rosto, se acalmando e dizendo: Deus, Taehy, você vai me matar! Depois disso, não haveria atividade física, sem beijar, sem tocar. E eu sempre me sentia culpado.

Eu pensei que a culpa iria embora uma vez que estávamos dormindo juntos, porque era raro quando eu pedia um adiamento do sexo, mas de qualquer coisa, minha auto repreensão era pior. Ele pararia, abruptamente, como se o machucasse. Era tudo ou nada. Ele respiraria fundo, colocaria em um jogo ou canal de surf, ou iria arranjar algo para comer. E eu iria me sentir como o pior namorado do mundo.

Jungkook continuou o amasso por mais uma hora. Antes que tivesse acabado, ele deslizou sua mão entre minhas pernas, por cima dos jeans.

— Está tudo bem? — Ele perguntou, e com a minha resposta afirmativa sem ar ele acariciou seus dedos lá enquanto nos beijávamos profundamente, e de alguma forma me fez gozar através do tecido grosso. Eu estava chocado, e um pouco envergonhado, mas um olhar em seu rosto me disse que saboreou a resposta do meu corpo, e sua habilidade de estimular isso. Ele não iria me deixar retornar o favor.

— Me deixa com algo por esperar. — Ele sussurrou.

Agora ele estava me deixando na frente do meu prédio, totalmente acordado pela estrada fria, embora ele tenha posto minhas mãos embaixo de sua jaqueta durante a viagem, para que não congelassem. Ele colocou os capacetes e suas luvas de lado e me puxou para mais perto, suas mãos embaixo da minha jaqueta, por cima do meu suéter.

— Você gostou do desenho? Eu assenti.

— Sim. Obrigado por me mostrar seus desenhos... E o movimento de defesa.

Descansando sua testa na minha, ele fechou os olhos.

— Mmm-hmmm. — Ele beijou a ponta do meu nariz, e então moveu seus lábios nos meus.

Quase doeu beijá-lo, quase. Suspirei em sua boca.

— É melhor você entrar antes... — Ele me beijou de novo, mais faminto, e enrolei minhas mãos entre nós contra seu peito duro.

— Antes...?

Ele inalou e exalou, sua boca em uma linha apertada, suas mãos agarrando minha cintura.

— Exatamente. Antes.

Beijei a margem de sua mandíbula e me afastei.

— Boa noite, Jungkook!

Ele permaneceu inclinado contra a Harley e me observou.

— Boa noite, Taehyung!

Subi as escadas, e não até que chegasse a porta olhei para cima e vi Bogum parado lá no topo das escadas, ele estreitou os olhos curiosos piscando entre eu e Jungkook.

— Taehy. — Ele me encarou enquanto me aproximava dele. — Eu vim, pensei que pudéssemos conversar. Mas Jimin disse que você não estava, e que não tinha certeza se você iria voltar.

Eu tinha deixado um bilhete dizendo a Jimin onde eu estava. Ele deve ter esfregado minha noite contra a cara de Bogum. Ele olhou em direção ao meio-fio, mas eu não me virei para ver se Jungkook ainda estava lá ou tinha ido.

— Porque não mandou SMS antes? Ou ligou?

Ele deu os ombros, penteando seus cabelos da testa com uma mão, a outra estava no bolso da frente de seus jeans.

— Eu estava no prédio. Angulei minha cabeça.

— Você estava no prédio, e pensou em passar e que eu estaria em meu quarto? — Eu tinha planejado estar no meu quarto, mas isso não vinha ao caso.

— Não, claro que não assumi que você estaria lá. — Ele recuou. — Eu esperava que estivesse. — Olhou para o meio-fio de novo. — Esse... Cara está esperando você ou algo assim?

Virei-me então e vi Jungkook, os braços cruzados em seu peito, ainda inclinado contra sua moto. Eu não podia distinguir seus traços faciais dessa distância, mesmo com as luzes em torno do dormitório. Mas sua linguagem corporal falava muito. Levantei uma mão e acenei, para deixá-lo saber que eu não estava em perigo.

— Não. Ele estava me deixando.

Após um sorriso de desdém em direção a Jungkook, Bogum virou seus afiados olhos verdes para mim.

— Ele não olha como se ele entende o conceito de —cair fora — se você me perguntar.

— Bem, não te perguntei. O que você quer, Bogum? Algum garoto indo para dentro chamou.

— K-Moore!

E Bogum o cumprimentou levantando o queixo antes de me responder:

— Eu disse a você, eu queria conversar.

Cruzei meus braços, começando a sentir o frio no ar que não tinha

sentido pressionada contra Jungkook.

— Sobre o que? Você já não disse o que tinha que ser dito? Você quer me desvalorizar mais? Porque eu tenho que te dizer, eu não estou realmente passível para isso.

Ele suspirou como se tolerasse algum tipo de desabafo desesperado, uma consequência familiar de eu ser inflexível, suas palavras, que eu tinha visto muitas vezes nos últimos três anos. Eu tinha esquecido isso até vê-lo novamente.

— Não há necessidade de ser inflexível. — Ele disse então, como se estivesse lendo minha mente.

— Sério? Eu acho que há várias razões pela minha inflexibilidade.

Ou teimosia. Ou obstinação. Ou determinação.

— Eu entendo, Taehy.

Minhas mãos ficaram feito punhos em meus quadris.

— É Taehyung.

Ele se aproximou, seus olhos chamejando. Por um segundo, pensei que ele estava com raiva, mas não era raiva em seus olhos. Era desejo.

— Eu entendo, Taehyung. Eu te machuquei. E eu mereço tudo que está dizendo, e tudo o que sente. — Ele levantou sua mão para meu rosto e eu recuei, fora de seu alcance, meus pensamentos caóticos. Deixando sua mão cair, ele adicionou: — Sinto sua falta!

Estalando minha boca fechada, eu girei para passar meu cartão e entrar no dormitório, e Bogum seguiu-me pela porta. Virei-me para dizer-lhe que não queria falar e vi Jungkook agarrando a porta antes que ela estalasse fechada. Pisando ao meu lado, ele olhou para o meu ex e o ar estava carregado entre eles no momento que Bogum virou e o notou.

— Você está bem, Taehyung? — Jungkook perguntou, seus olhos nunca vacilando do meu ex.

— Jungkook... — Eu comecei a reiterar verbalmente que Bogum não era uma ameaça física para mim quando ele bufou uma risada arrogante, olhando para Jungkook.

— Espera, você não é aquele cara da manutenção? Aquele que reparou o ar condicionado na casa? — Ele olhou para mim, e de volta para Jungkook. — O que a administração pensaria de você farejando os alunos?

O olhar no rosto de Jungkook era assassino, mas ele se manteve firme, sem reação, ignorando a pergunta de Bogum como se ela não tivesse sido feita. Ele virou os olhos para mim, esperando pela minha resposta.

— Eu estou bem! Eu prometo. — Eu segurei minha respiração, esperando que ele acreditasse em mim. Pessoas perto da porta já estavam empurrando uns aos outros e sussurrando.

— Você está ficando com esse cara, também? — Bogum interveio.

— Também? — Eu perguntei, mas eu sabia o que ele queria dizer antes que ele confirmasse.

— Além de Minho.

Os limites da minha visão se fecharam.

— O que?

Bogum pegou meu braço logo acima do cotovelo, como se quisesse acompanhar-me para longe, e a mão de Jungkook disparou, agarrando-lhe o pulso e tirando sua mão de mim facilmente.

— Que porra é essa? — A voz de Bogum era um rosnado baixo quando ele puxou seu braço das mãos de Jungkook.Ele colocou-se um pouco na minha frente, enfrentando Jungkook, e todos, avaliando espetáculo em desenvolvimento e olhando ainda boquiabertos. Os dois pareciam equilibrados, mas eu sabia da competência de Jungkook em primeira mão, Bogum ia perder, e Jungkook seria expulso.

Dei um passo em volta do meu ex e coloquei a mão em seu antebraço. Estava duro como uma rocha sob meus dedos.

— Bogum, saia.

— Eu não vou deixar você com esse...

— Bogum saia!

— Ele é um homem de manutenção, Taehy!

— Ele é um estudante, Bogum! — Eu decidi não assinalar que Jungkook estava na nossa turma de Economia, caso ele o reconhecesse como o tutor de turma e relatasse que ele estava comigo.

Bogum inclinou a cabeça, sua expressão transformando em preocupação, ligeiramente a testa franzida, os olhos procurando os meus.

— Nós vamos conversar na próxima semana. Quando estivermos em casa. — Seu significado foi claro e dirigido a Jungkook. Nós dois estávamos prestes a passar vários dias em nossa cidade natal, onde ele teria acesso irrestrito a mim, sem o incômodo de interferência.

Eu queria dizer a ele que eu não tinha nada para lhe dizer, não agora ou depois, mas a minha mandíbula estava apertada com tanta força que eu não podia falar. Ainda inseguro do que eu estava fazendo, mesmo durante as férias de Ação de Graças, eu ignorei sua implicação de que estaria sozinho em seguida. Judiciosamente, ele não tentou me tocar de novo, embora sua expressão letal combinado com a de Jungkook quando eles se encararam. Eu não soltei o ar até que ele passou pela porta.

Curioso decepção era palpável. Alguns pendurados em volta para ver se não haveria consecutivo bônus entre Jungkook e eu. A adrenalina estava claramente ainda bombeando através dele, seu corpo estava tenso, como o fio rígido de minhas cordas do contrabaixo, e quando coloquei uma mão em seu antebraço, estava como granito sob camadas de couro e flanela.

— Eu estou bem, sinceramente. — Eu suspirei pesadamente. — Bem, como quão bem eu posso estar depois disso. — Eu olhava para ele. — Exatamente quantos empregos você tem, afinal? Barista, guru de autodefesa, o cara da manutenção, oficial de fiscalização de estacionamento e, a propósito, isso significa que você me deu o bilhete

que eu tenho da primavera passada por dois míseros minutos de estacionamento duplo quando eu corri para a biblioteca para devolver um livro?

Seus ombros relaxaram com o meu tom de provocação, e fui recompensado com o fantasma sorriso.

— Eu não testemunho contra mim mesmo. Eu escrevo um monte de bilhetes de estacionamento. A, hum, coisa de manutenção é raro. E eu ofereço o tempo para a aula de autodefesa.

O que eu tinha deixado fora desta lista, e que ele não acrescentou: tutor de economia.

— Eu acho que devemos acrescentar mais um, hein? — Eu disse, olhando-o de perto. Ele tinha um rosto soberbo de jogador de poker. Nenhum tipo de reação. — Defensor pessoal de Kim Taehyung? — O leve sorriso apareceu novamente. — Outra posição voluntária, Jungkook? — Eu perguntei timidamente, sobrancelhas subindo. — Como você vai ter tempo para estudar? Ou qualquer coisa divertida?

Suas mãos me alcançaram, segurando meus quadris e me puxando para a frente. Ele olhou para mim, sua voz baixa.

— Há algumas coisas que eu arranjo tempo para fazer, Taehyung. — Inclinando-se, beijou o local bem em frente da minha orelha, o local que fez a minha respiração ir curta. E, em seguida, virou-se e correu para sua moto, deixando-me de pé na entrada. Uma vez que ele estava fora da piscina de luz ao redor do prédio, eu não poderia vê-lo. Virei-me e caminhei para o meu quarto num torpor.



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