História Easy like love - Capítulo 2


Escrita por: e crunch

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Colegial, Comedia, Fluffy, Hentai
Visualizações 942
Palavras 1.489
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - One


Easy like love

1

 

 

Como qualquer outro clichê adolescente que todos gostam, tudo começa no pior primeiro dia existente:

Primeiro dia aula.

 

Tá… talvez apenas pessoas como eu pensam assim, pessoas de inteligência superior – claro –, que simplesmente não vêem a lógica de acordar em plena seis da manhã para ir à um lugar que nem ao menos gostam, com esse lugar me refiro ao famoso colégio.

Se já está uma bela merda, digo, uma péssima situação, deixe-me acrescentar um detalhe a essa maravilhosa – sarcasmo – situação que estou: eu sou novata. E como qualquer boa novata, eu tentei ser prevenida, ou seja, arrumar livros que provavelmente eu não vou usar, deixar meu uniforme arrumado, e colocar vários alarmes:

5:10

5:20

5:30

Não preciso falar que deu errado, né?

(…)

– JUNG NINA, ACORDA AGORA! – Aquilo só podia ser um pesadelo, me recuso a acreditar. – Eu escutava passos em direção ao meu quarto, e logo depois minha mãe – arrombando – batendo na porta. Ela entrou em meu quarto quando percebeu que eu não ia responder às  suas batidas – Preciso falar que você está quase atrasada?

– Mãe, eu não estou me sentindo muito bem, eu me sinto um pouco enjoada... – Quem nunca?

– Eu também não estou muito bem. – Que? Como não? Ela tava arrombando minha porta! – Sabe o que eu to sentindo, filha? – Seria clichê eu dizer que eu tenho medo de saber? – EU TO INDIGNADA!

– Sério, mãezinha, por quê? – Me fiz de sonsa, o que eu faço de melhor.

– Ah, você não sabe? – Ela começou a se aproximar, nessa hora eu só pensava “fodeu” – Vem aqui, filha. – Ela ditou como um pedido, mas na verdade aquilo era uma ordem.

– Sabe, mãezinha, eu estou me sentindo melhor, então eu vou para o banheiro pra me arrumar. – Eu literalmente corri em direção ao banheiro – Tenha um bom dia no trabalho, eu vou com o Hobi pro manicômio, ESCOLA! – Falei diretamente do banheiro.

– Jung Nina, se eu souber que você se atrasou... – Ela pensa isso de mim? Poxa, mãe, eu não sou aquelas meninas de fanfic, que se atrasam no primeiro dia.

 

(…)

 

– PORRA, HOBI, A GENTA TÁ ATRASADO! – Assim que eu entrei no carro, comecei a estapear Jung Hoseok, meu primo.

– A culpa não é mi-AI! Dá pra parar de me bater? Que saco. – Eu não acredito que eu vou me atrasar no meu primeiro dia no manicômio - escola por causa do retardado ao meu lado, que demora duas horas pra arrumar a tigela que ele tem na cabeça, que apelidei carinhosamente de cabelo. – Você tá nervosa, é isso? Relaxa, priminha, eu não vou chegar e te largar sozinha, então não se preocupa e para de me estape-AI! – Okay, parei.

– Desce, priminha, chegamos. – Meu Deus, isso aqui é enorme, sem brincadeira, deve ter umas cinco quadras de esportes – Bem vinda à Hanlim Smart Multi Arts High School – c a c e t e – Ou só Hanlim – agora sim – Convenhamos: o nome original é enorme. Enfim, você já sabe sua sala, priminha?

– Sei sim, priminho – sorri irônica, eu sei que ele não quer ficar na mesma sala que, maravilhosidade em pessoa, sou – Sala 3C, quarto andar – ditei olhando para o papel em minhas mãos.

– Poxa, priminha, eu queria tanto ficar na mesma sala que você – ridículo – Mas, como eu sou um ótimo primo, o melhor de todos, eu vou te acompanhar até a sua sala.

– Vamos, então... – antes que eu comece a bater em você, sonso.

 

(…)

 

– Entregue na sua sala, totalmente salva e com todos os ossos no lugar. – eu já citei que essa escola é enorme, e quando eu digo enorme, é ENORME? Eu nunca precisei virar tantos corredores e subir tantas escadarias assim em um dia – Se a senhorita me permite, eu vou pra minha sala, tchau! – ele acenou enquanto se afastava.

Ele não precisava me largar aqui na frente agora, eu sei que meu brilho incomoda, mas eu sou novata na escola, tímida – nem tanto – e preguiçosa para socializar.

 

OK.

Nina, você consegue, é só entrar em uma sala, não tem nada demais nisso.

 

Entrei, já esperando os olhares de todos. Para minha surpresa, tinha apenas 5 pessoas na sala. Eles pareciam fazer parte do mesmo grupinho, e pareciam estar usando a sala só pra eles, até porque, eles me observaram com curiosidade – como um alien – assim que eu adentrei a sala. Sinceramente, não é como se eu me importasse muito com isso, mas não nego: me senti um pouco desconfortável com um olhar em específico. Pertencia a um garoto bem bonito, diga-se de passagem, mas qual é?

– Perdeu algo em mim? – perguntei, me virando para encarar seus olhos, também bonitos, diga-se de passagem.

– Sim – continuei o encarando, agora confusa. – Perdi meu coração assim que te vi. – Ele não fez essa cantada, eu com toda certeza estou ouvindo coisas. Não tinha nada melhor? Sinceramente, não sei qual o pior, a piada ou o fato de parte do seu grupinho rir do comentário.

– Sério? – Ele assentiu – Então se eu fosse você começaria a procurar ele – sorri irônica, o encarando, enquanto o garoto de olhos bonitos, e péssimas cantadas começava a mudar sua feição de “sou a última bolacha do pacote”, para uma confusa agora, que certamente foi causada pela rejeição.

Logo após, pessoas começaram a entrar na sala, ocupando todos os lugares vagos, até sobrar qual?

A carteira ao meu lado direito.

 

Não é como se eu fosse antissocial, é como eu disse: eu tenho preguiça de interagir, apenas. Não há como negar o suspiro de insatisfação que eu soltei assim que um garoto atrasado – sempre tem – passou pela porta rapidamente, como se sua vida dependesse disso, e analisou a sala a procura de uma cadeira vaga, e sim era a do meu lado. Eu logo compreendi o seu desespero para entrar, pois segundos depois o professor entrou na sala.

– Prazer, sou Park Jimin – ele sorriu de uma maneira fofa, que fez seus olhos sumirem – acredito que serei sua dupla pelo resto do ano, espero que goste de mim.

– Igualmente. Meu nome é Nina, Jung Nina. – Sorri pra ele amigavelmente, afinal, ele não tinha culpa do meu mau humor que o garoto de olhos bonitos causou. Eu me calei assim que o professor se apresentou.

– Bom dia, alunos. Sou o Sr. Kim, seu professor de matemática.

O mundo só podia estar conspirando contra mim e meu humor; precisava mesmo começar com matemática? Poderia ser qualquer outra matéria, literalmente qualquer uma. Mas, não. Tinha que ser o ritual satânico que as pessoas chamam de álgebra.

 

(…)

 

O meu primeiro dia havia agora acabado. Eu estava esperando Jimin – com quem passei o recreio junto e alguns de seus amigos que, coincidentemente, incluíam o Hobi –, que arrumava seu material e havia se oferecido para me explicar detalhes sobre Hanlim, que o inútil do meu primo ficou com preguiça.

– Acabei, vamos? – ele perguntou, colocando sua mochila em suas costas enquanto passava em minha frente, com um pedido silencioso de ”me segue ai”, o que prontamente acatei.

 

 

Ele me mostrou toda à escola, que devo repetir novamente: era gigante.

– E por último, mas não menos importante, aqui é a quadra do melhor time de basquete da região, Heroes – eu não me aguentei e comecei a gargalhar, que raio de nome é esse? – tá, eu sei que é péssimo, mas continuando. Eu deixei as quadras de esporte por elas serem... bem, digamos que requisitadas pelos alunos.

– Como assim? – Quem requisita algo que te faz correr igual a um condenado de um lado para o outro?

– Aqui em Hanlim, temos matérias extracurriculares que todos os alunos “devem” participar em pelo menos de uma delas, pois elas ajudam, tipo, MUITO – talvez não preciso dizer que ele deu um pequeno ênfase em "muito" – no seu histórico escolar. Mas só é permitido se você tiver o boletim inteiro acima da média, é claro – eu o interrompi.

 

– Só tem esportes?

–Não, claro que não – suspirei em alívio, esportes não eram muito a minha praia – Temos aulas de canto, teatro, desenho...

Eu tenho certeza absoluta que meus olhos começaram a brilhar, mas não durou muito porque eu logo me vi no chão, com uma bola laranja de basquete ao meu lado.

 

Sim.

Uma bola de basquete acertou a minha cabeça e me fez cair no chão.

 

E como tudo tem como piorar, eu logo ouvi sua voz...

– Ei, princesa, joga a bola! – Ah, eu ia jogar de volta.

 

– Claro que eu jogo! – afirmei com um sorriso meigo, e me levantei com a bola em mãos.

Eu juntei toda minha força e mirei bem, e joguei. O único som ouvido foi de um ser de aproximadamente um e oitenta caindo no chão, com as mãos cobrindo as partes íntimas.

– Ops! – sorri novamente de um jeito meigo, para logo voltar a falar de maneira alta para todos na quadra ouvirem – Parece que a pegada tá fraca, né, príncipe?

Depois disso eu só ouvi risadas, enquanto eu me retirava da quadra, levando Jimin junto comigo.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, e que deem vários surtinhos nos comentários!!!
xoxo
catzinha e júinha

capitulo betado pela maravilhosa @strawtears

https://www.spiritfanfiction.com/historia/college-jungkook-imagine-11038610


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