História Echoes - Capítulo 9


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Comedia, Escola, Lemon, Romance, Vampiro, Yaoi
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Palavras 1.589
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - Um dia comum


Já havia passado uma semana dês que tudo havia acontecido, Amélia não pronunciou nenhuma palavra, os grupinhos da escola voltaram todo sua raiva em mim, por algum motivo eles acreditavam que eu tenha sido responsável por toda crise do casal modelo da escola, pelo fato do Klaus me arrastou para o banheiro naquele dia, juntando os pontos, o polvo assumiu que eu havia feito eles se separarem, talvez eu seja o motivo maior, mas não o único. Eu não tinha nenhuma certeza de quanto tempo isso levaria, eu não passei quase um ano no hospital para ter que volta para escola e viver outro inferno, que começa, de novo, é de novo, é de novo. Será que o mundo não pode me deixar em paz? Porra! É pedir muito? sinceramente os grupinhos são bem idiotas, por acha que eu vou ficar chocado ou me sentir mal por me chamarem de lixo. vai me ferir? se não esteja me agredido fisicamente , eu não me importo com esse povinho de merda! Já passei por situação piores, é não vai ser um bando de adolescente de uma escola religiosa, falando palavra para me humilhar tão bobas que não fazer nem cócegas a meu ego, só vai fazer perde o meu tempo.

Voltando para casa um pouco cansando é estressado com aquele dia escola (definitivamente eu odeio a professora de biologia), evitava todo custo a falar com Amélia para que ela não fosse alvo de bullying, não quero que meus amigos sofra por minha causa, mesmo que ela esteja determinada a encontra um jeito para me ajuda, por outro lado estava Klaus tentando abafar o caso, ele é Megan já estava pior que antes, é certamente seria muito difícil o tempo que estavam dando já se prolongou bastante é já havia boatos que Megan estava procurando por um novo namorado apesar que sinto que seja mentira, se um dia eles resolvesse voltar seria só de fachada, além que Klaus já tenha confessando para mim que não sentia amor por Megan, a única coisa que tenho certeza é que as coisas não seria fáceis para mim até tudo ser resolver.

Chegando em casa depois dessa semana difícil, o cheiro de panquecas cercava a cozinha, percebi que meus tios não estavam em casa é cheguei na conclusão que só poderia ser uma pessoa que poderia está espalhando esse cheiro pela casa, alguém que ficar tanto tempo fora de casa resolvendo problemas que muitas vezes parece um turista, um homem de cabelos entre o cinza é o preto, óculos quadrados, é uma cantoria empolgante que fazias as melhores panquecas dês dos meus 8 anos de idade.

- pai? Voltou cedo! – entre na cozinha ele estava todo animado cantando Capital Cities - Safe And Sound, com direito de dar uma dancinha descontraída enquanto montava a carne por dentro da massa, ele deu um sorriso, aquele velho coreano sabia como se animar na cozinha.

- Aaron, Aaron, como está?

- estou bem, você que vai fazer o almoço hoje? Isso vai o melhor dia de todos!

- saudade da minha comida? que adorável, vou caprichar só por isso! – meu pai, o cara mais misterioso é alegre que já conheci, nunca se deixou abalar facilmente, mesmo depois do meu acidente, ele sempre foi o que me animou, que ficou do meu lado, que me deu os melhores conselhos, ele tentou ser minha mãe ao mesmo tempo que foi meu pai, mas infelizmente agora que se tornou delegado de outro município ficou cada vez mais atolado de trabalho não tendo tempo para vim para casa, pois a viagem é longo é o trabalho é muito, ainda mais com os assassinatos e desaparecimentos que andam ocorrendo na região.

- como está sendo o trabalho? – sentei-me na mesa redondo e ele serviu o meu prato, depois se sentou é se serviu.

- um saco... é a escola?

- um tedio...

- estamos juntos, sua tia disse que esses dias você foi dormi na casa de um amigo!

- sim, quem diria que poderia fazer um..

- ele é o seu crush?

-PAI!!!

- o que Aaron, se acha que não sei das coisas? Você consegue se tão previsível quando o tempo!

-hahaha, eu não estou afim de um namoro agora, eu acho que o Alex gosta de mulher em todos os sentidos. – eu tenho sorte nesse sentido posso dizer, um pai não sendo um babaca preconceituoso, é sendo um completo camarada... desejaria um pai igual ele para todo mundo.

- tods Os seTinDos?? – a boca cheia de comida, o cabelo despenteado, e gravata frouxa ele estava um verdadeiro caos, o celular dele tocou ele tirou do bolço é atendeu sem nenhuma preocupação se quem estaria do outro lado da linha.

Depois de uma longa conversa, ele desligou o celular, seu humor parecia ter sumido eu sabia a explicação disso, ele teria que ir, para mais uma cena de crime talvez, para reunir um grupo chato de policiais e detetives irritados e frustrados, por não terem nem nenhuma pista do envolvidos nisso.

- tenho que ir, parece que encontraram um dos desaparecidos no caso – um silencio pequeno se seguir, enquanto retirava o prato e lavava sua parte da louça, eu continuei sentado comendo sem pensar em nada para corta o clima, não queria me despedi em um clima tão chato assim.

- pai..

- Aaron, que tal irmos para algum lugar na minha folga?! – ele certamente pensou o mesmo que eu, preciso dizer algo para não ir com clima tão chato - alguma ideia?

- eu escolho? – disse na dúvida.

- claro, deixo essa missão ao seu cargo! – colocou o distintivo afivelado na cintura, jogou o sobretudo sobre os ombros e pegou sua pequena mala de mão, deu um sorriso largo, mas sentia que no fundo não queria ir que queria ficar lá querendo falar bobagens com seu filho, que a tanto tempo não tinha uma conversa descente.

- bom estou indo... francês é Morgana disseram que vão demora hoje, então se comporta é não se meta em confusão.

- pode deixar capitão – eu fiz um gesto de continência e meu pai me olhou com uma cara tipo ”serio, isso?”

- pense bem, quero que seja algo bem radical, aventura Aaron, Aventuras!! – ele saiu pela porta da cozinha, olhei pela janela ele entrando no carro é partindo, quando ele voltaria? Não sei ao certo.

Terminei de comer é lavei meu prato e talheres,  subir para meu quarto, peguei no meu celular é fiquei mexendo em aplicativo aleatoriamente. Deitei em minha cama no mesmo tempo que Amélia mandou mensagem dizendo ter encontrado uma solução.

“ Aaron, eu conversei com Peter, o cérebro da turma! Ele estava me devendo alguns favores é concordou ajudar sua causa!” – Amélia.

“Amélia, uma hora a poeira vai abaixar, não se preocupe com isso” – Aaron – “se você se envolver com essas coisas, pode piorar as coisas para você.”

”eu não me importo”- Amélia.

“eu sim, eu vou dormi agora, beijus!!” – Aaron.

Coloquei encima da bancada celular desligando, me enrolei em uma coberta, estava frio aquela tarde, fiquei olhando para o quadro de minha mãe no criado-mudo até eu pegar no sono e logo assim sonhar.

No meu sonho, havia uma linda arvore, essa arvore de alguma forma era especial, era única, se encontrava no meio de uma pequena ilha, tão pequena que só cabia ela, o lago envolto era tão belo e puro que podia se ver a areia no fundo dele. Eu não me lembrava exatamente onde ficava essa arvore, era em Londres? ou algum lugar da Itália? Eu não sabia, não lembra, mas sabia que para chegar até ela, precisaria atravessa uma floresta com outras arvores nunca vista antes, elas só crescem naquele lugar, eram típicas só dessa região. Eu me aproximei do lago é olhei meu reflexo sobre a água, no sonho eu era apenas uma criança. eu tentei toca na água mas logo fui puxado por minha mãe que irritada desaprovou minha ação.

- não pode toca nessa água menino! – disse ela com sua voz doce, era raro eu sonhar com ela, é toda vez que fazia era sempre em lugares fantásticos que nunca tinha visto antes.

- ela tão pura, mamãe.

- pequeno Aaron, essa água por mais bela que seja, não pode ser tocada, é como uma linda flor envenenada.

- ninguém?

- ninguém! – ela se sentou na beira, comigo nos braços, e tocou na agua contrariando o que acabava de dizer.

- eu não entendo, mamãe, você tocou nela... – ela acolheu pequenas gotas em sua palma e espalhou na grama verde, e ela rapidamente se tornou morta e seca.

- esse é lago dos mortos, que protegem a arvore da vida.

- então você vai morre mamãe? – ela olhou para mim, é deu um sorriso desanimado, passou as mãos em meu cabelo e deu um beijo na minha testa.

- talvez... – eu acordei no susto, olhei para relógio na parede é já era quase meia noite, abri a janela para pode entra um pouco de ar, é reparei que o carro dos meus tios ainda não estava ou seja eles não haviam chegado. Fui até meu armário tira a roupa da escola que ainda estava vestindo, coloquei uma camisola confortável é me preparei para comer alguma coisa antes de dormi, mas de repente ouvir um barulho vindo das telhas, corri para janela é um Fuck cachorro pulou sobre ela, caindo por cima de mim, ela branco com uma mistura cinzenta olhos amarelos e maior que cão comum, um lobo para ser exato.



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