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História Eclipse (Draco Malfoy) - Capítulo 29


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Notas do Autor


Misericórdia nesse capítulo me senti uma escritora safada, aí gente kakaakakakakaka mas ficou perfeito amgs 👁️👄👁️✊💖

Muito obrigada por todos os corações, comentários e... Tudo!!!! Vocês são incríveis!!! 💖💖💖💖💖💕💗💗💗💗💕💞💕💞💗💞💗💞💕💞💗💞💗💞💕💞 Eu amo vocês.


Vocês pediram um hot soft mas eu desconheço a palavra soft nesse capítulo, bj😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘 Aproveitem enquanto está tudo bem 🙂☀️✨

Capítulo 29 - 29;





.... 



— Venha, esta na hora do jantar e seu pai quer que você esteja lá. — Draco apareceu na porta.


— Não quero que se refira à ele como meu pai... — Resmunguei me levantando. — E vocês tem até jantar em comensais? 


— Sim, apenas em algumas ocasiões. — Draco explicou enquanto saímos do quarto. — Pelo menos finja que brigamos, na frente deles.


Apenas concordei. O que ele quer comigo? Voldemort é impossível de decifrar diretamente. — Pensei enquanto Draco abriu uma porta grande de madeira, dando vista para uma sala de jantar onde alguns comensais conversavam.


Caminhei em receio até um lugar vazio, Voldemort me seguia com o olhar. 


— Como está, querida? — Bellatrix perguntou sorridente em minha frente.


— Eu pareço bem? — Falei cruzando os braços e me encolhendo um pouco na cadeira.


Apesar do forte cheiro de bebidas álcoolicas que dava para sentir no cômodo, o jantar parece delicioso, não é igual o de Hogwarts mas é similar. Analisei os comensais em volta da mesa: alguns bêbados e felizes, outros rabugentos e misteriosos. Ao meu lado direito, Snape permanecia quieto e misterioso como sempre.


— Professor, você sempre foi Comensal? — Resolvi perguntar. Minha curiosidade estara extrema.


— Dependendo do tempo que a senhorita determina o seu sempre, sim. — Falou com aquele tom de voz rabugento.


Snape parecera um pouco menos rabugento do que em Hogwarts, mas ainda sim sendo. Talvez apenas tenha medo de Voldemort. — Pensei enquanto arrumei um copo de suco.


— Gostaria de um minuto da atenção de vocês. — Voldemort dissera se levantando sorridente na ponta da mesa. — Gostaria de mostrar para os senhores, senhoras e jovens minha nova conquista. Entre!


Assim dito, a porta foi aberta e logo Dumbledore apareceu acorrentado e sendo segurado por dois comensais. A aparência do mais velho estara nada saudável, pálido e sua feição parecia assustada, raivosa mas ainda com medo. Tentei me levantar mas fui impedida com Draco me puxando pelo pulso para sentar novamente.


— Não faça nada se não quiser morrer. — Sussurrou em meu ouvido.


Não é justo, ele não pode ficar naquela situação.


— Deveríamos matá-lo! — Um comensal aleatório falou.


— Não. Deveríamos torturá-lo! — Bellatrix dissera sorridente.


— Creio que este prazer não será nosso. — Voldemort explicou calmamente. — Não seria nada mais justo que algum de nossos ex-frequentadores de Hogwarts fizessem este dever. — Voldemort dissera se referindo à mim, Snape e Draco. O mesmo caminhou até nos três. — Uni duni te... — Dissera passando a mão no topo da cabeça de nós três. — eu escolhi... Vo.. Cê! — Parou a mão na cabeça de Draco.


Era nítido a inveja de alguns comensais e o desgosto de Draco. O analisei confusa. Voldemort voltou para seu lugar e logo retiraram Dumbledore do cômodo.


— Você tem até amanhã ao escurecer, Draco Malfoy. — Voldemort dissera sorridente e então o jantar iniciou.


Minha cabeça estara repleta de perguntas, dúvidas, medos, raiva, tristeza e a vontade de dar um soco na cara de meu próprio pai está sendo verdadeiramente tentadora.


Minha inquietude era perceptível. Tudo no qual eu quero é sair daqui. — Pensei enquanto terminei de comer.


— Eu quero ir pro quarto. — Sussurrei para Malfoy.


— Ainda não.


O olhei com certa indignação e então cruzei os braços analisando os comensais novamente. 


— E um último recado. — Voldemort chamou atenção de todos novamente. — Minha querida filha está aqui novamente e eu decreto que ela terá liberdade de andar por este lugar, apenas acompanhada de algum comensal, por segurança. É isto, estão dispensados. — O mesmo falou isto e então me levantei um pouco menos tensa por saber que posso pelo menos andar por aí, mesmo que seja com algum dos capangas de Voldemort. Poderei ter mais informações de que lugar é esse, como tentar tirar Dumbledore daqui ou saber o que aconteceu com Luna.


— Vamos. — Falei para Draco mas o mesmo apenas deu uma leve risadinha e me puxou para um canto.


— Espere todos saírem, eles sempre deixam bebidas fechadas ali. — Draco dissera divertido. — É uma forma de esquecermos tentos problemas.


Apenas sorri levemente e concordei. Enquanto todos saiam da sala o loiro mexia em seus próprios anéis, uma ação de fato um tanto tentadora. 


— Vem, temos que ser rápidos. — O mesmo me puxou até as bebidas e então o mesmo pegou algumas bebidas como vodka e outras similares.

Ao sair da sala, o mesmo segurou em minha mão e então corremos rindo como crianças até o quarto.


— Afinal, por quê todo este suspense só pra pegar bebidas? Não é permitido? — Perguntei confusa ao loiro após ele fechar a porta e tranca-lá.


— Uma das regras deste lugar. É proibido beber fora do horário de jantar! Já perdi as contas de quantas vezes fiz isto escondido... — O mesmo falou um pouco cabisbaixo. — Quer fazer uma brincadeira? — Sorriu enquanto passou a língua nos labios.


— Se algo der errado, eu te mato. — Falei isto e então concordei com a cabeça.


— Venha... — O mesmo puxou uma cadeira no meio do quarto e então me sentei. — Apenas sinta... — O garoto falou apagando as luzes deixando apenas algumas velas acesas e colocando uma venda vermelha em meus olhos.


Pude ouvir Draco abrir as garrafas e beber goles profundos e duradouros. Então o mesmo chegou por trás de mim de pé e passou a mão em meu pescoço lentamente; sentir aqueles dedos e anéis em contato com minha pele me causa uma arrepios. O mesmo então inclinou minha cabeça para trás delicadamente.


— Abra a boca. — Draco dissera. Ainda com os olhos vendados eu abri a boca, o obedecendo. O mesmo depositou a ponta da garrafa em minha boca e os dedos em minha mandíbula, logo senti o gosto do álcool em minha boca então engoli o mesmo, sentindo o líquido descer ardente em minha garganta. Assim o mesmo repetiu algumas vezes com diversas bebidas álcoolicas, ainda com a venda em meus olhos. — Podemos fazer o que você quiser, Elizabeth. — Draco falou em meu ouvido e então passou a língua em meu pescoço.

Senti um arrepio percorrer por todo meu corpo. O loiro realmente sabe deixar qualquer pessoa nervosa. 


— Diga. — O mesmo falou enquanto sua língua passava lentamente do lado esquerdo de meu pescoço. — Diga, diga, diga. — A voz rouca do loiro soou baixa, lenta e calma.


— Eu quero você. — Falei isto e então pude ouvir uma risada rouca vindo do mesmo. 


— Tem certeza disso, princesa? — Draco falou soltando meu cabelo. — Me terá por completo. — Voltou a passar a língua em meu pescoço mas logo virou beijos. — Diga para mim, hm?


— Eu quero você, Draco Malfoy. — Falei. À esta altura o loiro já havia me dominado.


— Venha. — O mesmo me puxou pela mão delicadamente até a cama. Eu ainda estou vendada. Draco Malfoy está me surpreendendo.


O loiro me sentou no meio da cama mas então algo prendeu em minhas mãos, algo como algemas. Então Draco Malfoy gosta de algo mais desafiador?


Draco aproximou-se de mim e selou nossos lábios, um beijo calmo mas assim que ele pediu passagem com a língua foi ficando intenso, a mão do mesmo desceu até meu pescoço, apertando o mesmo levemente e me fazendo suspirar. O loiro foi descendo os beijos até meu pescoço, iniciando a marcar o mesmo com chupões e mordidas, me fazendo soltar um gemido baixo. Pude sentir o loiro cortando a frente de minha blusa com algo como tisoura, não consigo ver nada com essa venda. Logo o garoto passou os dois dedos indicadores em sua boca os molhando levemente com saliva e os passou no meio dos meus seios; eu já estava sem sutiã.


— Você é perfeita. — Sussurou e então levou os lábios em um dos meus seios enquanto sua mão massageava o outro. Pareceu se divertir com o mesmo, o que estava me causando muito prazer.


— Draco... Ah... — Chamei a atenção do garoto em meio de gemidos. — Faça logo, por favor.


— Só quando eu quiser. — O mesmo deu uma risada rouca e baixa e então foi descendo até minha intimidade fazendo uma trilha de beijos e chupões.


O mesmo retirou meu shorts e passou os dedos indicadores por cima da calcinha em minha intimidade.


— Já está assim, princesa? — Pude ouvir outra risada do mesmo. — Podemos esquentar mais as coisas. — Sussurrou e então direcionou dois dedos em minha intimidade me fazendo soltar um gemido alto e involuntário. — Isso, geme pra mim, vai. — Falou acelerando o movimento com os dedos.


— Continua assim, por favor... — Falei enquanto o mesmo aumentava cada vez mais a velocidade dos movimentos.


O mesmo parou com os dedos e então abaixou a calcinha e levou a língua até minha intimidade, o que me causou mais tesão.


— Draco... Continua assim... — Falei manhosa enquanto o loiro movia a língua em movimentos circulares e de vai-e-vem.


— Goza na minha boquinha, hm? — O loiro falou isto e então iniciou a chupar a região. — Vai Elizabeth, solta tudo na minha boca. — Estas palavras sujas e impuras me faziam chegar mais perto de chegar em meu ápice. E logo assim fiz, gozando e fazendo o loiro rir baixinho novamente, provavelmente orgulhoso do que fez.


Pude sentir o mesmo soltar minhas mãos das algemas e então logo tirou a venda de meus olhos, nossos olhares se encontraram e então o garoto me olhou com certa superioridade.


— De quatro. — O garoto mandou e assim obedeci. Ele gosta de mandar. Pude sentir tapas fortes em minha bunda.


— Malfoy! — Curvei um pouco minhas costas por conta da leve ardência que ficou em minha bunda na hora.


— Meu nome. — Depositou outro tapa me fazendo soltar outro gemido e soltar os braços da cama, encostando o rosto no travasseiro e colocando as mãos para trás.


— Draco. — Falei baixo e então o loiro retirou suas vestes e segurou minhas mãos.


— Você é tão gostosa, Elizabeth. — Falou isto encaixando nossas intimidades e fazendo ambos gemerem.


O mesmo início movimentos leves e fracos mas ficando cada vez mais fortes e rápidos. Era possível ouvir nossos corpos e o barulho da cama, algo que eu realmente não queria que acontecesse mas que para Draco estava sendo prazeroso.

— Hm... — Draco gemeu enquanto passara a língua nos lábios, passando a mão em meu cabelo e o puxando um pouco. — Caralho, Elizabeth...


O loiro parecia estar chegando em seu ápice, assim como eu. Logo um gemido alto ecoou por parte de ambos e o ápice chegou. Draco se separou de mim e então me deitou calmamente na cama, ficando por cima de mim.


— Draco, só mais um pouco. — Falei baixo enquanto aqueles olhos claros se mantinham fixos em mim.


O mesmo deu uma risada baixa e então moveu sua intimidade até a minha, desta vez minha intimidade pulsava pedindo mais. Draco colocou o rosto entre meu pescoço, sendo possível sentir sua respiração ofegante em meu pescoço, enquanto sua mão apertara levemente meu pescoço.


— Você precisa de mim? — O mesmo diminuiu a velocidade e me dando um beijo calmo. — Hm? Precisa? — Passou o nariz em meu pescoço sorrindo.


— Eu preciso de você, Draco. — Falei ofegante.


Para abafar os gemidos, o mesmo iniciou outro beijo indo cada vez mais rápido lá em baixo. E pela terceira e última vez, chegamos no limite. O mesmo se jogou ao lado na cama sorrindo e ofegante.


— Você é maravilhosa. — O loiro dissera depositando um beijo em minha bochecha. 


Notas Finais


Aí minha gente... Me sentindo impura kkkkkkkkkkkkkk


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