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História Eclipse (Draco Malfoy) - Capítulo 30


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Notas do Autor


Oi meus amores, então, queria pedir desculpa pela demora do capítulo. Eu passei muito mal ontem e hoje fiquei com muita febre, dor de garganta, dor de cabeça e tontura. Mas promessa é divida então aí está o tão esperado capítulo tenso.

Boa leitura babys! 💗

Capítulo 30 - 30;



Acordei com uma leve dor de cabeça. Analisei em volta a cena: Draco agarrado em minha cintura dormindo calmamente, sua expressão calma mas ainda sim tristinha deixava seu rosto mais angelical ainda. Nem parece que passa dos limites na cama. — Pensei sorrindo levemente


Mas de uma coisa é fato, eu não posso me apegar à Draco novamente; ele pode sumir novamente.


O garoto dormia calmo, uma visão angelical, para ser exata. Dasci o olhar em seu pulso que estara parado em minha cintura, pálido mas havia a marca da morte, havia cicatrizes e cortes recentes virando cicatrizes. Não sei ao certo se perdoá-lo foi certo mas eu preciso sair deste lugar o quanto antes e tirar Dumbledore e Draco daqui.


— Hm... — Draco resmungou se mexendo um pouco.


— Vamos, acorde... Draco. — Falei calma tentando acordar o garoto.


— Só mais cinco minutos, mamãe. — O garoto dissera ainda de olhos fechados. Soltei uma risadinha com ele confundindo eu com Narcisa.


— Vamos, acorde. Acorde! Acorde! — Falei rindo enquanto o mesmo abriu o olho um pouco bravo.


— Bom dia... — Sussurrou enquanto se sentou na cama passando a mão nos olhos, parecendo uma criança.


— Bom dia. — Falei com a voz firme e me levantando da cama. Caminhei até minhas roupas juntando as mesmas por conta da noite passada. 


— Você fica uma gracinha com minha blusa. — Draco falou sorrindo ainda deitado, me analisando. 


— Obrigada... Eu acho. — Sorri levemente. 


Mas pensamentos foram tomados por mim. E Dumbledore? Voldemort havia lhe dado o dever de executar Dumbledore, mas ele teria até o escurecer. Como eu vou poder tirá-lo daqui? É literalmente impossível fazer qualquer ação sem minha varinha. 


— Por quê está assim? — Draco perguntou. 


— Você precisa mesmo matar Dumbledore? — Perguntei analisando o loiro ainda deitado, me sentando ao lado dele. 


— Ei... Não fique pensando nisto, nós daremos um jeito. Tudo bem? — Draco falou passando a mão em minha bochecha e selando nossos lábios. Apenas um selar calmo e demorado. 


— Vou tomar um banho. — Falei baixo ainda perdida em meus pensamentos e então me dirigi ao banheiro. 


Eu preciso pensar em um jeito de como tirar Dumbledore de lá sem que ninguém veja. Draco poderia abrir a cela onde o mesmo está e levá-lo para outro lugar longe daqui? Não.. Muito difícil. Pensa Elizabeth, pensa! E se eu pedisse para Draco minha varinha novamente? Mesmo que fosse escondido... 


Apenas tomei o banho rápido e me sequei, vesti uma calça jeans preta e uma blusa cinza apenas. Sai do banheiro e então avistei Draco vestido com o típico terno preto e a cena talvez um pouco engraçada. Draco Lúcio Malfoy tentando arrumar a cama. 


— Quer ajuda? — Falei rindo. 


— Eu consigo arrumar isto! — Resmungou. 


— É tão filho do papai que não sabe nem arrumar uma cama, Draco? — O provoquei rindo. 


Os momentos com ele parecem menos tensos, parecem melhores. 


— Ah, que se dane essa cama! — O mesmo dissera isto largando as coisas na cama e vindo em minha direção, sentando em uma cadeira. — Senta aqui. — Apontou para a cadeira do lado, de frente para a escrivaninha e assim fiz. — Sei que você não quer matar o velhote e eu também não, então vamos bolar um plano pra tirar ele daqui. — Dito isto, o loiro abriu um mapa do local onde estamos, é realmente muito grande. É como uma cópia pirata do mapa dos marotos, dando para ver até onde os comensais estavam. — Temos até o escurecer para tirar ele daqui — Apontou para uma cela onde havia o nome "Dumbledore". — e levá-lo até aqui. — Apontou para a porta da saída dos fundos. 


— E como vamos fazer isto? — Perguntei analisando o mapa. 


— Saímos para tomar o café da manhã como se nada tivesse acontecendo, assim recuperamos sua varinha na sala de arquivos das varinhas, onde Voldemort guarda as varinhas das vítimas dele, depois vamos para o telhado passar o dia analisando o céu até chegar o horário certo para tirarmos o velhote de lá. Durante a tarde muitos comensais andam pelo local, então quando aproximar as 18:30 nós vamos para baixo fingindo uma suposta briga, você finge me bater na frente de seu pai e o chama para reclamar de mim. Assim ele se mantém distraído e eu posso com muito cuidado tirar Dumbledore daquela cela e levá-lo para fugir pelos fundos onde não há comensais. 


Fiquei boquiaberta com a inteligência do loiro. 


— E se der errado? Algum comensal ver você com ele? —Perguntei em receio. 


— Eu digo que estou levando ele para a execução. — Explicou firme. — Vamos, temos muita coisa para fazer. 


Assenti e então saímos do quarto. Para uma cena mais convincente, Draco segurou levemente em meu pulso como qualquer outro comensal faria. Nos dirigimos para o local onde os Comensais se alimentavam e já era nítido que vários tomavam seus devidos cafés da manhã. 


— Bom dia, minha querida filha. — Voldemort falou calmo. Falso, nojento, escroto. Tudo o que eu quero é quebrar o nariz que ele nem tem. 


Não o respondi e apenas me sentei ao lado de Bellatrix, Draco e Snape. 


— Bom dia, safadinhos. — Bellatrix sussurrou para mim e Draco. — A noite foi boa ontem, pelo visto. 


— Foi excelente, tia Bellatrix. — Draco falou calmo. — Mas acho que isto não é da sua conta. — Sorriu debochado para a tia. 


Bellatrix apenas fechou a cara e retornou a comer. 


É estranho e um pouco medonho analisar tal situação. Eu no meio de um monte de Comensais, algo totalmente ridículo. — Pensei enquanto cortei um pedaço de bolo, o depositando em meu pequeno pratinho e enchendo uma xícara de café. 


— Chocomenta... é um bolo um pouco ruim. Digo por experiência própria. — Draco falou calmo. — Experimente este. — O mesmo trocou o bolo de chocomenta por morango. 


Pude sentir Voldemort nos analisando mortalmente. 


Provei o bolo e então um sorriso surgiu em meus lábios. 


— É muito bom! — Dito isto, Draco riu de minha expressão. 


— Deveria confiar em mim mais vezes. — Falou pegando um garfo e pegando um pedaço do meu bolo. 


Voldemort permanecia com o olhar mortal sobre nós. 


— Precisamos pegar aquela coisa... — Draco sussurrou se referindo à minha varinha. — Venha. 


O garoto me puxou pelo pulso discretamente para fora do cômodo, mas pude sentir o olhar de Voldemort nos seguir. 


— O que acha de eu te mostrar os dragões, Elizabeth? — Draco falou alto o suficiente para que alguém que estivesse nos seguindo, pensasse que iríamos para lá. 


O garoto abriu uma passagem secreta similar às que tem em Hogwarts e então me guiou pelo corredor de pedra escuro e um pouco úmido. Até chegarmos em uma sala escura e sofisticada. 


— Procure sua varinha ali. — Ele apontou para uma caixa preta e larga. 


Fui até a mesma e à abri, analisei as varinhas que haviam ali e realmente continha várias. Passei o olhar por as milhares varinhas organizadas uma do lado da outra até parar na minha. A peguei e então tentei achar a de Dumbledore. Mas qual é a varinha dele? 


— Qual a varinha de Dumbledore? — Perguntei para Draco que estara encostado na porta do cômodo. 


— Aquela ali! — O mesmo apontou para uma varinha em uma espécie de suporte de varinhas na parede. Haviam algumas. 


Fui até a mesma e tentei pegá-la, um pouco na ponta dos pés por conta da altura. 


Pude ouvir Draco rir e vir até mim. 


— Aqui está, mocinha. — Falou chegando por trás de mim, colando nossos corpos e pegando a varinha e a colocando em minha mão. — De nada, princesa. — Dito isto o loiro depositou um beijo em meu pescoço e foi em direção a porta. 


Guardei a mesma em minha barriga, dividida entre os botões da calça jeans e meu umbigo e então joguei a blusa por cima. 


Sem nenhuma palavra, saímos do cômodo rapidamente na esperança de que ninguém nos visse saindo da passagem. Por sorte conseguimos sair sem sermos vistos. 


— Vamos, precisamos de um passatempo até a hora certa chegar. — O loiro falou me puxando para fora do local. Finalmente pude ver o que se encontra fora daquele ninho de comensais: uma floresta. Nada mais que isto. — Suba. — Se referiu à uma escada que havia ali. Assim fiz e então me sentei no telhado. 


— É uma vista linda, não é? — Draco dissera analisando o horizonte. — Eu compareço aqui toda vez que preciso pensar ou descansar da rotina cansativa. 


— É magnífico! — Falei sorridente ao analisar a paisagem extremamente bonita. — É uma vista perfeita... 


— Para ser sincero, você é mais. — Draco falou sorrindo levemente enquanto moveu os dedos aos meus, entrelaçando nossos dedos e apertando as mãos. 


Olhei para o mesmo analisando o leve sol batendo em seu rosto e a leve brisa fazendo seu cabelo loiro voar levemente para o lado. O mesmo direcionou o olhar em mim e então sorriu. Não demorou muito para que eu mesma juntasse nossos lábios em um beijo calmo e cheio de carinho, fazendo o mesmo sorrir durante o beijo. 


— Gosta de ler? — Ele perguntou e eu concedei com a cabeça. Draco soltou uma telha ao nosso lado e tirou de dentro um livro e então a colocou no lugar novamente, provavelmente o loiro vem aqui com frequência. — Lembra disso? — Mostrou a capa do livro. — Orgulho e Preconceito. 


Foi como se lembranças do dia em que eu e Draco debatemos sobre o livro na aula. Com certeza foi o dia que eu mais senti ódio do mesmo. 


— Não me surpreenderia se você pensasse o mesmo que eu quando vejo esse livro. — Draco olhou para o sol fechando um pouco os olhos. — Sua teimosia aquele dia me divertiu. — Ambos rimos após ele dizer isto. 


— Não tenho culpa se sua opinião estava totalmente errada. — Falei cruzando os braços. 


E assim se passou a tarde. Conversas, risadas, pequenas discussões, alguns beijos, brincadeiras e piadas. Como eu havia dito, as coisas parecem melhores com ele. Mas tudo foi ficando tenso quando a hora se aproximava, pensar na tensão que seria distrair Voldemort e tirar Dumbledore daqui estara sendo torturante, mas necessário. Será que ninguém havia notado a falta minha e de Dumbledore em Hogwarts? Ou... E se esse plano desse errado e no fim todos morrermos? Estamos no ninho dos comensais, um erro e vamos levar um Avada no meio de nossas caras. 


Saímos de cima do local e então adentramos novamente no castelo escuro e triste. 


— Pronta para seguir o roteiro? — Draco perguntou me olhando sério e então concordei em meio de um suspiro. 


— Você é um idiota, Malfoy! — Gritei atraindo atenção de alguns comensais. É tudo parte do plano. — Como ousa fazer aquilo? 


— Eu? Foi você quem fez tudo! — O loiro entrou no roteiro falando alto também. — Eu deveria chamar Voldemort para brigar com você! 


— Oh, claro! Como se Voldemort fosse resolver algo. — Por mais que no fundo eu e Draco quiséssemos rir dessa atuação por todos estarem acreditando, a tensão e medo eram maiores. — Chame a porra do Voldemort e veja se ele fará algo comigo. 


E então como esperamos e planejamos, Voldemort, vulgo meu pai, apareceu. 


— Posso saber o motivo desta briga? — O mesmo perguntou calmo nos analisando. 


— Vamos, vou te explicar tudo em particular. — O puxei para uma sala, deixando Draco para trás. O Plano está ocorrendo como esperado. 


POV Draco Malfoy. 


Após toda nossa encenação, me dirigi até a cela de Dumbledore andando em passos largos e rápidos. Sempre olhando para trás para me certificar de que nenhum comensal estivesse me seguindo. 


Alohomora! — Falei apontando minha varinha para o cadeado e então o mesmo se abriu, fazendo com que uma pequena fresta abrisse a cela. — Ouça, me escute. — Falei indo até o velhote e me abaixando pois o mesmo estara sentado, colocando minhas mãos em seus ombros e olhando fixamente em seus olhos. — Eu e Elizabeth vamos tirar o senhor daqui, só preciso que você seja rápido. — Dito isto ajudei o mesmo levantar por conta da fraqueza que ele estara e então o mais tenso se iniciou. 


Olhei os dois lados do corredores e não avistei nenhum comensal e então prosseguimos o caminho, Dumbledore parece exausto. Cada batida de meu coração eu consegui sentir enquanto gotas de suor escorriam por meu pescoço e minha testa, me causando um nervosismo e medo enorme. Era possível ouvir conversas das salas em que passávamos na frente, o que deixava ainda mais tenso, mas minha atenção foi tomada após avistar a porta dos fundos. 


— Falta pouco... — Sussurrei. 


Estávamos quase chegando na porta, quando ouço uma voz vindo atrás de mim. Olho e vejo ele... 




Ui ui ui quem será? 👀



Notas Finais


Amanhã ou hoje sai mais capítulo.
AMGS EU JÁ DIGO QUE TENHO TUDO PLANEJADO KAKAKKAKAKAKAKAKA

Nosso querido e amado diretor vai morrer ou não? Logo logo vocês irão descobrir 😘🍪💗


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