História Ecos do passado. - Capítulo 39


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Categorias Fairy Tail
Tags Fairy Tail, Gajeel, Gale, Levy
Visualizações 43
Palavras 2.838
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HELLO OLD FRIENDSSS

Peço desculpas pela demora.
Não, eu não havia desistido de vocês e, dessa vez, a demora não foi exatamente minha culpa.
Resumindo minha triste história eu tenho um pc, velho companheiro de guerra, e um note que resolveram dar bug ao mesmo tempo. Não tenho habilidade para arrumar sozinha o pc, nem tinha dinheiro pro note que ia me custar uns 300 dinheirinhos, portanto, demorei todo esse tempo para voltar.
Sorry. Vou tentar voltar ao normal com as postagens.

Como faz tempo desde o último capítulo vamos recapitular:
Alguns capítulos atrás as coisas começaram a dar certo para os protagonistas. Agora eles sabem o que sentem pelo outro e tinham ido até um bar no episódio anterior, no qual Levy disse a Gajeel que o amava. Agora, a história salta alguns meses e vamos ver o que rola...
Boa leitura, friends! <3

Capítulo 39 - A necessidade do diálogo


- Levy –

 

Por vezes existem dias em que somos quase sufocados pelas emoções, transitando entre elas de acordo com as mais variadas situações em que somos postos. Naquela manhã eu recebi a melhor notícia que poderia ter imaginado, ouvi algo que esperava desde que estava na faculdade, desde que decidi a carreira que seguiria. A proposta de trabalho dos sonhos. Acho que todo mundo tem uma dessas em mente... Aquela proposta que envolve o trabalho que você ama, em um local, com particularidades, que você julga perfeitas para fazer o que faz de melhor. Fazer o que ama.

Claro que as coisas nem sempre são apenas flores, os espinhos fazem parte de alguns pacotes. E lidar com os espinhos é parte da vida. Nem um receiozinho teria passado por minha mente diante essa proposta em um outro momento de minha vida, mas agora... Agora me pareceu mais difícil dizer que sim, isso porque dizer sim a um sonho parecia, em minha mente, abrir espaço para que outro virasse pó.

Faziam seis meses que Gajeel e eu estávamos juntos, quase sete agora. Quando fui lhe contar a proposta que havia recebido aquela manhã esperava que, no mínimo, sua reação não fosse tão positiva quanto eu a interpretei. Sai chateada de seu apartamento e mais tarde fui até Low, procurando conversar a respeito daquele disparate sem tamanho.

Eu estou totalmente desacreditada que ele não só teve a capacidade de ficar feliz diante àquela notícia como também disse que deveríamos sair para comemorar. Em duas semanas completamos sete meses juntos. Sete meses sem intrigas, sem brigas que nos fizessem ficar longe do outro. Sete meses de lua de mel. Senti que a lua de mel estava prestes a se encerrar.

Não que a notícia seja ruim e ele devesse entender dessa forma, é a notícia mais maravilhosa que já recebi em toda vida, mas a parte de ficar longe dele por mais tempo que de costume não me agrada e a dele achar que isso é um ponto positivo também é um absurdo, pois corrobora com o medo que surgiu em minha mente de que a distância, uma hora ou outra, me faça perde-lo. O procurei para contar a ele, antes que outra pessoa o fizesse, mas desisti de continuar minha lamentação diante a situação, pois ele por algum motivo ficou satisfeitíssimo.

 Eu recebi uma proposta para lecionar em outra escola na qual eu havia participado de uma seleção um tempo atrás, mas só agora fui chamada, onde teria melhores condições financeiras e em relação aos horários que iria atuar, mas, trabalharia em outra cidade, e ele estava alegre com aquilo. Deu-me um apoio absurdo para aceitar a proposta, não ficou nem um pouquinho preocupado com a distância nem nada disso.

Lembro-me de explicar que não pretendia me mudar, ao menos por enquanto, uma vez que se tratava de uma cidade vizinha, mas isso significava mais tempo gasto no caminho para o trabalho e, portanto, menos tempo com ele.  

- Vou ter que sair de casa mais cedo para chegar no horário... – Murmurei. – Vamos nos ver menos, não poderei ir com você mais... – Reclamei.

- Não é como se ficássemos juntos o tempo todo. – Disse ele, rolando os olhos. – Trabalhamos na mesma escola e eu tenho que fingir não ter nada com você. – Bufou. – Isso é, quando eu vejo você. – Adicionou em tom de reclamação. – Parece que some quando põe os pés na escola... Nunca vem me ver no intervalo e...

- Sabe que o relacionamento entre funcionários é contra as regras. – O lembrei.

- Então. – Disse ele, dando ombros e, ignorando o que eu havia dito, continuou falando. – Aceite o emprego. – Sugeriu. – Vai ganhar melhor, dar aula em salas com menos alunos e não vai ficar distraída com minha bela presença pelos corredores. – Sorriu.

- Gosto de me distrair com você. – Rebati.

- Pode se distrair comigo fora do horário de serviço. – Tornou ele. – Se distrair bastante. – Adicionou ele, lançando-me um sorriso malicioso e fechando os braços ao meu redor. – De verdade, baixinha. Me parece uma boa oportunidade. – Disse, beijando meus cabelos.

- Você aceitaria o emprego? – Perguntei, levantando meu rosto para observá-lo.

- Sim. – Assinalou sem titubear.

- Não iria sentir falta de ir trabalhar comigo?

- Claro que vou sentir falta. – Suspirou. – Mas, não recusaria. E você não deveria recusar. É uma boa oportunidade, sabe disso.

- Sei... – Concordei num fio de voz.

- Pense mais um pouco a respeito. – Sugeriu. – A escolha é sua, afinal de contas. Pense nos prós e contras, seja o que decidir vou apoiar você. – Afirmou, beijando-me.

Fiquei mais um tempo com ele, mas não tornamos a falar no assunto. Ele colocou um filme que não faço ideia de qual seja e pareceu ceder total atenção ao que se passava na tela. Embora estivéssemos juntos era como se eu não estivesse mais ali, pois não me dirigiu sequer uma palavra durante a hora seguinte ao maldito momento em que apertou o botão play. Terminado o filme me levantei e lhe disse que iria para casa tomar um banho, pensar no que faria a respeito do emprego, o que eu realmente fiz, mas como nada parecia fazer com que o turbilhão de sentimentos no meu peito cedesse permiti que minhas pernas me levassem para outro apartamento.

No sexto toque da campainha Low abriu a porta.

- Mas que diabos?! – Exclamou ele como saudação.

- Oi para você também. – Respondi. – Posso entrar? – Perguntei, já que ele estava travando a entrada.

- O assunto é Gajeel? – Perguntou em resposta.

- Mais ou menos. – Refleti.

- Nesse caso, deixe de ser idiota e volte para sua casa. – Disse, me enxotando dali.

-  O que está havendo? – Questionei desconfiada. – Por que não posso entrar?

- Porque já resolvi tudo em uma única resposta: Não seja idiota. – Devolveu ele, dando ombros.

- Não seja idiota você. – Rebati. – Preciso que alguém me ouça. – Pedi. – Por favor. – Adicionei.

- Ok. – Suspirou ele, cedendo e saindo do caminho. – Entre. – Falou mais alto. – Sente-se, vou pegar algo para gente beber.

- Não quero beber nada. – Disse e ele me olhou surpreso.

- O caso não deve ser tão grave, então. – Concluiu.

- Recebi uma proposta de emprego daquela escola que te falei uma vez. A escola. – Contei.

- A escola? – Repetiu ele, sentando-se diante de mim. – Dos sonhos? – Sorriu. – Onde você quer trabalhar desde que decidiu ser professora? – Lembrou-se.

- Sim. – Confirmei, sentindo meus olhos brilharem.

- Isso aí, garota! – Parabenizou-me com um high five. – Devíamos comemorar. – Sugeriu ele. – Não hoje, mas no fim de semana. – Cogitou. – Algum lugar elegante e...

- Gajeel reagiu da mesma forma que você. – Contei.

- E você parece descontente com isso porquê? – Perguntou sem entender.

- Low... – Suspirei. – Sabe que esse lugar é longe. – O lembrei. – Uma hora e meia... duas horas de trânsito, em um dia tranquilo.

- E o que tem isso?

- Como eu disse a ele, aceitando o emprego vou passar um bom tempo no percurso de ida e volta, então terei menos tempo com ele e...

- Não está querendo aceitar o emprego para ficar perto de um cara? – Ralhou. – Isso é ridículo, Levy. – Disse sério. – Você mora em frente ao apartamento dele, caso tenha se esquecido.

- Não é esse o caso. – Rebati suspirando. – Claro que não gosto da ideia de passar menos tempo com ele, mas, o que preocupa... – Inspirei, pensando em como pôr meus pensamentos em palavras.

- O que te preocupa? – Incentivou Low.

- Low... Os gastos... Financeiros e de tempo... – Suspirei. – Eu não vou poder ir e vir para sempre. – Murmurei entristecida.

- Está pensando em ir embora de Magnólia? – Perguntou genuinamente surpreso.

- Talvez. – Admiti. – Futuramente... – Adicionei.

- E Gajeel? – Perguntou ele parecendo preocupado. – Vai terminar com ele? – Perguntou como se a ideia jamais tivesse passado por sua cabeça.

- Não. – Afirmei. – Nada disso, eu estaria logo ali, mas...

- Mas?

- Bom, eu tenho medo. – Admiti. – Medo de que ele termine comigo. – Suspirei.

- Vai arriscar sua carreira por medo de algo que jamais aconteceria?

- Não. – Assinalei. – Eu vou aceitar o emprego. – Confidenciei. – Já me decidi, mas isso não quer dizer que eu goste da incerteza que isso reflete no que Gajeel e eu temos...

- Levy, ele te ama.

- Eu sei.

- Todos sabem. – Corrigiu. 

- Você e Júvia sabem. – Resmunguei. – Ninguém mais. – Suspirei. – Sabe o que é estar junto a seis meses e fingir que não? – Reclamei.

- Sabe que se outros soubessem vocês perderiam seus empregos. – Observou.

- Sei disso. – Concordei, afundando-me no sofá. – Eu só queria que fosse diferente... Queria poder contar aos outros.

- Aceitando o emprego vai poder contar aos outros. – Disse Low. – Talvez seja por isso que Gajeel tenha gostado tanto da ideia e...

- Você acha? – Perguntei. – Não que eu tenha dito isso a ele... – Comentei. – Mas, eu não sinto que ele quer que outros saibam. – Confidenciei. – Ele reclama sobre manter segredo, às vezes, mas não acho... – Tornei, deixando a frase morrer quando Low me interrompeu.

- Sabe que você sentir algo sobre o que outra pessoa supostamente está sentindo não torna verdade, não é? – Rolou os olhos. – Deveria conversar com ele a respeito disso, embora, eu acredite que ele não toque no assunto apenas porque não existe motivo para isso... – Deu ombros. – Ele falar que queria contar aos outros e reclamar, como você faz, não torna as coisas diferentes.

- Você é ótimo em esfregar a verdade na minha cara. – Bufei, irritada e ao mesmo tempo chateada ao constatar que ele tinha razão. – Reclamar não muda nada e não posso afirmar o que ele sente, ao menos que ele me diga. – Concordei genuinamente, suspirando ao encarar os fatos.

- Essa é minha função como amigo. – Respondeu dando ombros. – Falar as coisas que você já sabe da forma mais cruel e rápida que puder. – Disse sorrindo.

- Obrigada por isso. – Respondi, sentando junto com ele e o abraçando. – Não sei o que teria feito sem você. – Comentei.

- Seria um caos. – Afirmou ele em resposta. – Agora... Não estou te expulsando nem nada... – Começou. – Mas, eu meio que tenho outra coisa para fazer agora. – Murmurou parecendo culpado.

- Não está me expulsando, mas precisa que eu vá embora? – Questionei, sorrindo torto.

- Sim. – Concordou, desvencilhando-se de meu abraço.

- Júvia? – Perguntei.

- O que tem ela? – Ele devolveu confuso.

- Vai sair com Júvia? – Perguntei, reformulando o que havia dito.

- Ah! Sim... Sim. – Confirmou. – Vou sair com ela. – Sorriu. – E você resolva as coisas com Gajeel... Converse com ele, gatinha. Seja adulta e enfrente as situações. – Pediu.

- Vou fazer isso. – Suspirei.

- Fale sobre esse medo do término e da suposta mudança de cidade... – Sugeriu. – O cara está apaixonado por você desde sempre, vai entender. – Tranquilizou-me.

Sai do apartamento de Low e voltei para o meu, liguei o som alto e me deitei no sofá pensando no que havia conversado com ele e o que, mais especificamente como, iria falar sobre aquilo com Gajeel. Depois daquela conversa o receio que eu tinha já parecia bobagem, mas não havia sumido por completo. Culpo o percurso sem pé nem cabeça de nosso relacionamento por esse receio... Afinal, seja considerando o momento atual, seja considerando desde quando ainda éramos adolescentes, nós não somos exatamente um exemplo de calmaria. De todo modo, Low tinha razão. Eu deveria conversar com Gajeel, pois se pensasse bem, a conversa – no caso a falta dela – era o que nos atrapalhava desde sempre. Se realmente disséssemos as coisas que sentimos, fôssemos mais abertos frente a nossa relação, as coisas poderiam ser mais fáceis.

Bom, até onde eu sei, tentar não me custaria nada.

 

 

 

- Gajeel -

 

- “Talvez seja por isso que Gajeel tenha gostado tanto da ideia”. – Repeti, bufando e entrando na sala irritado. – Qual o seu problema? – Reclamei. – Podia ter contado tudo que eu disse de uma vez. – Ironizei.

- Isso é absolutamente algo que eu diria. – Rebateu Bickslow, dando ombros. – E como você mesmo ouviu ela não acreditou nisso...

- Não. – Suspirei. – Até parece que eu terminaria com ela... – Falei. – Eu fico louco com essas caraminholas que ela põe na cabeça. – Resmunguei, passando a mão no rosto e me jogando no sofá. – Eu sou tão distante assim? – Perguntei. – Tão pouco... eu não sei, carinhoso... meloso... que ela ousa achar que eu não a amo? – Refleti.

- Você não devia ter ouvido nada disso. – Resmungou ele. – Devia ter tido que estava aqui, não ia ser nada demais e...

- Eu supostamente estou em casa corrigindo provas. – O lembrei. – Ela ia suspeitar...

- Gajeel, qual é... – Bufou.

- Aliás, você basicamente a expulsou. – Me lembrei. – Aposto como mais tarde ela vai comentar sobre isso... Falar que você estava agindo estranho ou coisa assim.

- E?

- E você deveria ter agido normalmente! – Exclamei preocupado.

- Gajeel, presta atenção. – Pediu ele. – Você ouviu realmente tudo que ela disse? – Perguntou.

- Ouvi. – Afirmei dando ombros.

- Ok. Embora você vá fingir que nunca... Entendeu? Nunca esteve aqui enquanto nós conversávamos, use o que ouviu para deixar de ser tão idiota. – Pediu de modo debochado. – Ela acha que você vai deixa-la... Que vai terminar com ela por causa de umas horinhas de distância e...

- O que isso tem a ver? – O interrompi. Ele estava enrolando demais para falar.

- Nem em um milhão de anos você estar aqui a faria suspeitar de qualquer coisa. – Bufou. – Podia ter dito inclusive a verdade e ela não acreditaria. – Considerou.

- Talvez... Talvez tenha razão. – Concordei.

- Você poderia estar com um maldito anel e ela não iria acreditar. – Disse ele. – O que não é grande coisa, já que nem você parece estar acreditando no que diz... – Comentou.

- Não seja idiota, nunca tive tanta certeza na vida. – Suspirei. – Mas, como eu disse, tecnicamente estamos juntos a seis meses... A maioria das pessoas costuma esperar mais para isso... Não sei o que ela vai pensar. – Dei ombros.

- Ela vai gostar da ideia. – Assinalou. – Vocês dois são tão diferentes, mas tão parecidos ao mesmo tempo. – Riu pensativo, mudando um pouco o rumo da conversa. – Você disse a ela para aceitar o emprego, mas também está tremendo de medo que ela termine com você e...

- É claro que sim. – Bufei, o interrompendo. – Não vou atrapalhar a carreira dela, a vida dela e pedir que não aceite o emprego. Pedir que fique. Não sou esse tipo de cara. Mas, isso não significa que não tenho medo que ela vá para lá e volte cada vez menos... Até que não volte mais. – Contei. – Eu já a perdi uma vez, não quero perder de novo... Especialmente porque sei que agora seria mil vezes pior.

- Devia dizer isso a ela. – Rolou os olhos. – Vocês são dois idiotas que não sabem conversar entre si... Se pretende perguntar algo tão importante deveriam aprender a falar um com o outro, a ouvir o outro. – Ralhou.

- Não nesse caso. – Disse. – E se ela achasse melhor não aceitar a proposta de emprego depois de ouvir essas coisas? Ela seria infeliz para sempre e...

- Deixe de ser tão dramático. – Interrompeu-me. – Se ela achasse melhor não aceitar ficaria tudo bem. Levy sabe lidar com as próprias escolhas. – Murmurou. – Se escolhesse ficar não seria uma decisão impetuosa, ela saberia o que estava fazendo.

- Parece ter certeza de tudo que diz sobre ela. – Bufei.

- E tenho. – Assinalou. – Sabe como é, eu costumo conversar com ela. – Disse, dando ombros. – Abertamente. – Frisou. – Você devia tentar. – Sugeriu.

- Ela tem razão. – Murmurei. – Você realmente é bom em esfregar a verdade no rosto das pessoas. – Elogiei.

- Às vezes é preciso. – Rebateu ele sorrindo.

- Vou falar com ela. – Anunciei, me levantando e indo em direção a porta.

- Já era tempo. – Tornou ele irônico.

Fechei a porta atrás de mim e segui para o apartamento de Levy. Não mudaria a posição que havia tomado, eu ainda daria total apoio a ela aceitar o emprego. Mas, conversaria sobre a possibilidade de ela se mudar... Eu havia cogitado isso antes de a ouvir dizer. Eu havia concordado e dado apoio a isso, ao novo emprego, mesmo sabendo que isso a levaria um pouco mais distante de mim, pois sei que é algo que lhe fará feliz e nesse caso eu ficaria feliz também. Claro que gostaria de a ver com mais frequência, de ir trabalhar com ela e de poder a ver todos os dias, mas eu também gostaria de vê-la realizada, trabalhando no que sempre quis, onde sempre quis.

Se eu tinha alguma certeza naquele momento é de que não iria deixa-la ir facilmente nem em um milhão de anos, iria conquistar sua companhia por muito mais tempo. Eu já não era mais um adolescente e sabia que os relacionamentos geralmente não duram para sempre. As pessoas chegam e vão embora de nossas vidas, cabendo a nós aproveitar o tempo que temos com elas e torna-lo precioso. Se dependesse de mim, o tempo precioso ao lado de Levy seria o restante de meus dias, e eu me esforçaria para tanto. 



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