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História Eight - Capítulo 1


Escrita por: sanafancy e chierry

Notas do Autor


aqui o minho trata o felix (e ele gosta de ser tratado assim) como uma puta barata, um mero brinquedo sexual, nada de qualquer tipo de sentimento amoroso, então por favor não leia se não gosta disso

Capítulo 1 - Apenas este


Minho não podia acreditar no que estava vendo. Depois de um dia tão cansativo, não esperava nada além de chegar no dormitório e encontrar todos dormindo, mas ali estava Felix, sempre indo contra todas as suas certezas, deitado no meio da sua cama, gemendo chorado seu nome e se esfregando nos travesseiros. 



Seu peito se enchia de ego alfa quando o Lee mais novo pedia um cobertor seu, ou para dormir consigo, todo docinho, para que podesse se sentir seguro durante as noites. Mas ele nunca tinha feito safadezas com seus lençóis – não que soubesse, pelo menos –, e agora ele estava ali, deixando melzinho escorrer em abundância da sua entradinha e empreguinando todo o colchão do maior com seu cheiro. 



Deixou a mochila cair dos ombros quando sua ereção pulsou nas calças, rosnando alto, sem se importar se chamaria a atenção de mais alguém. 



— Nunca imaginei que você fosse esse tipo de ômega sujo, Felix. — o pequeno pulou de susto. Não tinha sentido o cheiro do mais velho se aproximando, estava tão embriagado na cama dele que não notou. 



Choramingou ao seu virar, dando de cara com um Minho de expressão sombria, a aura escura de excitação e raiva. Sim, raiva. Felix não podia simplesmente se esfregar nas suas coisas desse jeito, ele era a porra de uma vadia depravada.



Felix se encolheu, inerte demais nos seus desejos para conseguir parar de se esfregar no travesseiro. Seus olhinhos se encheram de lágrimas, temendo ser expulso dali. 



O alfa gostoso estava tão perto, seus dedinho formigavam para puxar ele para si, se entregar para ele como se fosse um brinquedo sexual imundo, deixar ele lhe usar do jeito que quisesse, na hora que quisesse, sem medir forças, sem se preocupar com nada. Ser o depósito de porra dele, ser fodido por ele até que não conseguisse mais sentir as próprias pernas. 



Os próprios pensamentos lhe fizeram fechar os olhos e gemer engasgado, seu pauzinho pulsando e mais um punhado de lubrificação natural escorrendo do seu buraquinho cheiroso. 



Minho rosnou mais alto, impondo sua presença de alfa, seu cheiro de sobresaindo e fazendo Felix congelar, disposto a lhe obedecer. 



— Mi-minho hyung... — a voz grave quebrada tinha um tom de suplica tão penoso que o alfa pensou, por um momento, que Felix estava no cio. Mas não, ele era apenas vadia demais. 



— Caralho, seu merdinha, por acaso em algum momento eu deixei você usar minha cama como se fosse seu ninho imundo? — ele usava a voz de alfa, e Felix estava a um passo de se ajoelhar na frente dele e implorar, por favor, que ele cuidasse de si. Estava usando todo seu auto controle para continuar paradinho, não querendo desagradar ainda mais o maior. — Eu te fiz uma pergunta!



Agarrou as bochechas do menor, apertando-as entre seus dedos e gostando do jeito que a boca carnuda fez um biquinho. Quis beija-lo, e estava só esperando que desculpa ele iria dar.



— H-hyung, eu pre-cisava... 



Felix parecia tão, tão, tão frágil que o quadril de Minho pinicou de vontade de meter nele com força e bem devagar, só para castigar, querendo logo empurrar a cabeça dele contra o colchão e fode-lo de quatro como uma cadela. Riu com escárnio, revirando os olhos pela cena patética do ômega desesperado. 



— Precisava sujar meus lençóis, Felix? — estalou a língua no céu da boca, soltando o rostinho banhado em lágrimas a essa altura, e arracando sua própria jaqueta. 



O ômega abriu a boca quando Minho ficou apenas de regata, perdendo a força nos braços que seguravam o travesseiro em baixo de si, vacilando no seu esfrega-esfrega desesperado. 



O alfa sorriu de lado, safado e satisfeito. Felix estava caído por si, literalmente e em todos os sentidos. Seu lobo se sentia tão bem, ah, cuidaria bem do ômega sujo que não sabia se comportar e ensinaria a ele boas maneiras. Ele merecia uma lição, e seria um professor excelente, com métodos nada aprovados pelo ministério da educação. 



O menor engoliu em seco, os fios suados caindo na testa ao que viu o alfa ir tirando a própria roupa devagar, claramente lhe provocando, lhe deixando ainda mais molhadi a cada peça jogada no canto do quarto.



— Minho hyung! — chorou desesperado, já não aguentando mais tanta enrolação, precisando da ajuda do maior imediatamente. Saiu de cima do travesseiro, sentando sobre os joelhos, as pernas abertas deixando o pau molhado e dolorosamente duro pingando sozinho, e fazendo seu bumbum roçar no colchão. Era uma pose submissa, Minho adorou que o ômega tivesse ficado nela por conta própria. — Por favor! 



O alfa sabia que Felix estava distante de ser puro. Se existia um ômega que conhecia bem mais do que 20 posições esse era ele. Um anjo? Apenas na aparência. Isso deixava Minho com raiva. Felix estava se esfregando na sua cama e pedindo por si, porque não podia ser ele o filho da puta pervertido que tiraria o ômega da inocência? 



Não tinha mais nenhum inocência para tirar do ômega, mas aquela carinha de vadia sofrendo, as bochechas banhadas em lágrimas, a língua para fora pedindo por porra... Podia sujar aquela imagem ainda mais, podia destruí-lo do jeito que ele destruiu seu travesseiro. E faria isso sem dó nem piedade alguma, foderia ele até ele não conseguir mais sentar. 



E era exatamente o que o safado queria, merda, isso só o deixou com mais raiva ainda. 



Ficou nu, finalmente, e se aproximando com rapidez não deu tempo de reflexo ao menor, jogou o corpo pequeno e trêmulo no colchão, enfiando o rostinho vermelho nos panos e puxando os joelhos dele, deixando-o de quatro para si, na posição reveladora que deixava claro o quanto o buraquinho molhado estava ansioso, piscando, pedindo, derramando punhados e punhados do melzinho cheiroso para atrair o alfa. 



Felix estava tão excitado e necessitado que era vergonhoso. Minho riu. 



— Se algum idiota que não conhece você te visse nessa situação diria que você está no cio. — Minho cuspiu no cuzinho avermelhado, embora não fosse necessário, fez apenas porque é disso que vadias sujas gostam. — Mas você só é sedento 'pra caralho, né Felix? — riu nasalmente, a mão aberta acertando a bunda cheinha com força. O ômega foi para a frente, o impacto da mão pesada e fria desprendendo um gemido manhoso da sua garganta. — Isso é deprimente. 


Notas Finais


é a primeira vez desde que eu não sou mais a momoyes aqui que escrevo uma one sem o lemon completo, mas é isso, sinto que se for além vou estragar


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