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História Eighteen - Camren - Capítulo 19


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Notas do Autor


halloooo, chicken nuggets!
penúltimo capítulo, aaaaaaaaaaaa
eu tô surtando, mas okay.
quem saiba, no capítulo final, depois eu escreva outro, mostrando como elas estão, mas só se quiserem, hm.


boa leitura a todos, e perdão os erros.

Capítulo 19 - You made seem so easy


Algumas semanas haviam se passado e a correria somente aumentava. 

Havia gravado músicas, ido em gravadoras, sessões de fotos, eventos e alguns protestos que faziam nas ruas. Mal tinha conseguido ver a latina, ela somente ia lá em casa para limpar minhas bagunças, pois ela continuava trabalhando para mim, e então dizia que tinha que ir embora. Eu somente ia ao meu apartamento pegar minhas roupas, comer algo rápido, e logo tinha que sair. 

A saudade já me dominava, mal via a hora de tudo aquilo terminar para eu ter a latina em meus braços novamente. Grande maioria dos meus fãs já estavam shippando eu e Camila, questionando sobre tudo; ainda mais depois que postei uma foto com a latina. 

Naquele momento estava andando um pouco apressada na rua, queria chegar logo em casa para ainda ter a chance de ver minha garota. Estava tão atordoada em meus pensamentos que quase não vi o pequeno grupo de fãs vindo em minha direção, com seus celulares e cadernos para autógrafos.

—Lauren! Pode nos dar um autógrafo?

—Claro! Sem problemas.

Pego sua caneta e faço minha assinatura em todos os que estavam ali, um tanto apressada. Em seguida, tirei fotos com todos e os agradeci pelo carinho.

—Lauren, pode nos responder uma pergunta? —Uma menina de, aproximadamente, 16 anos, perguntou, com seu celular apontado para o meu rosto. 

—Sim. Qual a pergunta?

—Você shippa Laurmila? 

Deixo uma risada escapar, enquanto revirava os olhos e negava com a cabeça, fazendo com que eles rissem também.

—Não é Laurmila, é Camren.

Pisquei um olho e em seguida me despedi, entrando em meu apartamento, correndo para o elevador.

(...)

Ao chegar, percebo que a porta está aberta, o que é totalmente estranho, pois mesmo com Camila em casa, ela sempre deixa a porta trancada. Giro a maçaneta um tanto desconfiada, encontrando meu apartamento completamente escuro.

Fecho a porta atrás de mim e deixo minha bolsa sobre a bancada da cozinha, suspeitando de tudo ao meu redor. Encontrei um caminho de fotos com algumas luzes em cima, melhorando a visão para que eu pudesse ver o que havia nas fotos. Fotografias minhas com Camila, tanto de quando éramos adolescentes assim como atualmente. Também havia fotos junto com Dinah, Normani e Ally —que infelizmente não há via por ela estar trabalhando em outro país. 

Encontro a porta do meu quarto entreaberta e vou até ela, a abrindo de maneira lenta, até as luzes serem ligadas e revelarem quem estava ali dentro.

—SURPRESA! 

Todos estavam ali, segurando balões, e usando chapéu de aniversário. Dinah aproveitou e estourou um confete, com aqueles tubos grandes, que faz um som meio alto.

Camila, Normani, Dinah, Taylor, Christopher e até mesmo Ally se encontrava ali. Normani segurava um grande bolo de chocolates em mãos, enquanto os outros, algumas garrafas de bebidas. 

Todos tinham um sorriso enorme no rosto, assim como eu. Encarei a latina e ficou de bochechas vermelhas. Ela quem havia preparado tudo aquilo.

Como pude esquecer do meu próprio aniversário?

Minha garota veio até mim, me abraçando fortemente enquanto me beijava profundamente, com suas pequenas mãos sobre meu pescoço. Senti algumas coisas caírem sobre nossos rostos, nos fazendo rir diante o beijo. Afastei-me dela depois de trocar selinhos, vendo Dinah jogar os papéis, que estavam no chão, depois dela ter estourado, encima de mim anteriormente.

—Chega de melação, suas coelhas. 

A loira reclamou, fazendo todos no quarto gargalharem. Abracei a todos, principalmente Ally, que estava com uma enorme saudades.

—Anã, como conseguiu vir aqui?

—Voando é que não foi, Lauren. —Dinah respondeu, fazendo eu mostrar o dedo do meio a ela, sendo retribuída. —Idiota.

—Mal cheguei e continuam com os apelidos. —A menor brincou. —Consegui uma férias de um mês, por ter trabalhado no natal do ano passado.

Ela explicou, fazendo eu abraça-la ainda mais. Em seguida, todos começaram a cantar parabéns, o que foi uma grande vergonha alheia.

—Vocês não aprenderam que, depois dos 24, se tem que esquecer o aniversário?

—Nossa irmã além de estar ficando velha, está ficando rabugenta. —Meu irmão comentou, o encarei séria. —É a verdade, maninha.

—Vão se ferrar todos vocês.

Brinquei, fingindo estar nervosa, o que causou uma grande risada em todos, a qual não pude me segurar e comecei a rir também. 

Eles eram minha família.

(...)

—O que você achou?

Camila questionou-me, referindo-se a surpresa.

Estávamos na sacada do apartamento, apreciávamos da bela vista que tínhamos do último andar, aproveitando do vento que fazia e do champanhe que havia em nossas taças.

O resto do pessoal se encontrava na sala, assistindo alguma coisa na televisão enquanto conversavam animadamente e soltavam risadas.

Para ser mais realista, eu apreciava do modo em que a latina se explicava; algumas vezes mexendo as mãos, olhando em alguns outros pontos e mexendo a cabeça, com um lindo sorriso no rosto. 

Beberiquei do líquido sobre a taça em minha mão, antes de responder.

—Sinceramente? —Acenou com a cabeça. —Eu simplesmente adorei. 

—Não está falando isso para me agradar, né?

—Mesmo que eu quisesse te agradar, eu nunca mentiria pra você.

Pude perceber suas bochechas ficarem rosadas, o que me fez sorrir automaticamente. Peguei sua taça e, junto com a minha, as deixei sobre uma pequena mesa que havia ali, em seguida caminhei em direção a latina, a abraçando pela cintura, escondendo meu rosto em seu pescoço enquanto suspirava pesadamente.

—Meu aniversário acabou de melhorar por você estar aqui.

—Fico feliz em saber disso. 

Talvez o destino somente estivesse brincando com nós duas, fazendo-nos amadurecer, tanto em mente quanto o corpo. Se eu voltasse lá para o passado, e dissesse a mim mesma que sim, eu iria reencontrar com Camila, provavelmente, a Lauren daquele tempo se acabaria por rir e me chamaria de idiota. 

Eu gostava daquilo, da sensação de tê-la para mim novamente, apesar de ter passado por tudo o que passei. Diria eu que foi tudo um grande aprendizado. Aprendi a me amar para amar Camila verdadeiramente. Se eu não tivesse passado por tudo, talvez no futuro nada disso teria dado certo.



Notas Finais


SOCORRO JESUS!
Comentem o que acharam, pleaseee!



ily, chicken nuggets!


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