História Eighteen - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Danielle Campbell, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, One Direction, Zayn Malik
Visualizações 31
Palavras 1.631
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiiiiiiiiiiii.
Primeiramente: EU VENHO DANDO PISTA DISSO DESDE O PRIMEIRO CAPÍTULO.
Segundo: esse foi um capítulo meio chato, mas necessário.
Boa leitura ❤️

Capítulo 10 - To be loved and to be in love


Fanfic / Fanfiction Eighteen - Capítulo 10 - To be loved and to be in love

"Alô?" a voz do meu anjo ecoou alto dentro do meu carro.

"Aonde você está?" falei quase sem fôlego, parecia que tinhamos passado meses sem nos falar mas só passara algumas horas.

"Saí do campus tem uns cinco minutos, estou a dois quarteirões de casa" ela falou.

"Posso ir ver você?" tentei não demonstrar a súplica na minha voz.

Ela suspirou e por um momento meu coração gelou "Claro, mas precisamos conversar".

"Chego na sua casa em 10 minutos" desliguei.

Eu precisava contar tudo o que eu tinha feito pra que ela decidisse se iria ficar comigo ou não, também gostaria de revelar a ela o que eu realmente sou. Mas parte de mim teme que seja grave demais.

 

[...]

 

Luna

 

As mudanças de humor de Harry estão acabando comigo. Eu realmente nunca sei o que fazer quando uma hora está todo amoroso e outra hora me ignora como se eu não tivesse no mesmo ambiente que ele. Parei quando o sinal ficou vermelho, mas a pessoa atrás de mim parece que não prestou atenção. Ela veio com tudo pra cima do meu Corolla e a pancada fez com que meu carro fosse pra frente. Minha cabeça bateu com força no volante e os airbags saíram com o impacto.

Saí do automóvel meio sonsa, com a cabeça girando e parecia que iria desmaiar a qualquer momento. Peguei meu celular e tentei discar pra Harry, porém minha desorientação só me permitiu que eu caísse. Algumas pessoas que estavam sentadas num café ali perto correram pra me ajudar.

"Você está bem?" um homem com uma voz anasalada falou. Sua voz ecoava cada vez mais longe na minha cabeça, eu tentava ajustar minha visão ao seu rosto que agora tentara me ajudar a levantar mas não conseguia focar em nada.

"Eu p-preciso... preciso... Harry" tentei falar em vão, minha cabeça doía, a pancada tinha sido realmente forte.

"Ai meu Deus! Precisamos levar ela pra um hospital" escutei a voz de uma mulher vinda de longe.

Senti meu corpo sendo carregado e algo em baixo de mim flutuava com rapidez. Abri meus olhos e encontrei o rosto mais lindo que eu poderia ver naquele momento, o rosto do meu salvador. Louis.

Engraçado, todo momento que estou em perigo, Louis está por perto. Parece um imã pra ser meu herói, da mesma forma que sou um imã pra acidentes. Respirei fundo ao perceber que estavamos entrando em algum lugar com luzes brancas que me cegavam, encontrei aquelas púpilas azuis me olhando com a mesma intensidade que aquelas luzes piscavam.

"Ela sofreu um acidente no trânsito e bateu a cabeça com força" só naquele momento que eu reparei que existia um líquido quente escorrendo pela minha cabeça. Olhei pro rosto de Louis e sua expressão era de dor, seus olhos estavam escurecendo cada vez mais quando olhava pra minha cabeça. E suas lindas pupilas azuis agora se preenchiam por uma névoa preta que carregava de cubrir toda a sua íris.

"Louis... seus olhos..." tentei falar mas ele me colocou numa maca. Quando me levaram correndo dali pude ouvir Louis choramingando.

 

[...]

 

Harry

Olhei o celular depressa e tinha três ligações perdidas da Luna, olhei pra garagem e seu carro não estava mais lá. Essa minha necessidade idiota de parecer normal me torna lento e impotente muitas vezes.

Ouvi um barulho alto esmagando o teto do meu carro, olhei pelo retrovisor pra ver se passava alguém na rua, mas felizmente não tinha ninguém.

"Louis, pode descer daí" falei.

Louis entrou no meu carro como uma fera, seus olhos estavam pretos e sua roupa toda suja de sangue. Luna.

"O que aconteceu com ela? O que você fez com ela?" meu sangue ferveu e eu puxei Louis pela camisa com força.

Ele me empurrou de uma vez e seu rosto se transformou em pura fúria. "Ela sofreu um acidente, seu idiota. Bateu a cabeça com força e teve um corte profundo. Deixei ela no hospital" ele entreabriu a boca mostrando seus dentes pontudos e reluzentes.

Saí apressado do carro, essa merda só iria me atrasar mais. Olhei novamente pros lados e me posicionei de uma forma curvada, meu corpo igual ao de um felino, fechei meus olhos com força e corri por cima dos telhados das casas vizinhas tomando cuidado pra que ninguém me visse. Louis se apressou, ele era mais rápido, suas habilidades incluiam a velocidade como principal.

Bom, existiam muitos segredos entre eu e os meninos, dentre os maiores é que não somos humanos. Aliás, tecnicamente um dia já fomos.

Minha cabeça estava a mil, consegui chegar lá em menos de 3 minutos, mas pro meu azar Louis já estava sentado na recepção.

"Isso já foi longe demais" ele esbravejou enquanto levantava "sabe o tanto que eu tive que me controlar pra não avançar nela aqui mesmo? Ou em qualquer um aqui nesse hospital?" ele passou as mãos pelos cabelos um gesto muito peculiar.

"Cara, eu não fazia ideia que ela ia se acidentar. O Zayn não viu isso, não pude fazer nada" tentei me defender.

"Se você tivesse mais preocupado em protegê-la do que proteger q si mesmo, isso não teria acontecido" ele suspirou "ela não é a Taylor. Não vou apagar tuas cagadas" ele me encarou com intensidade e senti meus ossos se quebrarem com aquele olhar.

"Realmente ela não é a Taylor. Eu vou fazer a vigília na casa dela. Aliás, nem precisava que você banque o salvador o tempo inteiro. Ela nasceu pra ser minha e não sua" disse num tom de deboche e um sorriso formou em seus lábios.

"Que pena mas o destino é imprevisível. As coisas mudam, Harry. As coisas mudam" ele se afastou ainda sorrindo e eu precisei de alguns minutos pra reorganizar meus pensamentos e esquecer a ideia de quebrar nossa maior regra: nunca matar outro de sua mesma espécie.

Não sei quanto tempo passei aqui, mas parece que me sinto melhor. A não ser pelo enorme corte que ficou um pouco acima da testa, mas que felizmente o cabelo cobre. Respirei fundo e deixei minha mente tentar assimilar todos os acontecimentos, ontem eu tenho uma crise asmática e vou parar no hospital, hoje eu sofro um acidente e tenho uma concussão cerebral leve. O que diabos está acontecendo comigo?

Passei a vista por toda aquela sala branca cheia de luzes fracas e um emaranhado de fio novamente conectado em mim. Se não me engano, estou na mesma sala que fiquei ontem. Ouvi duas batidinhas na porta enquanto eu tentava levantar, deitei rapidamente e me ajeitei na cama.

"Entre" tentei falar de uma forma confiante, mas minha voz saiu pior que um miado de um gato fraco.

A mesma enfermeira, Joanna, que cuidou de mim ontem entra na sala com aquele sorriso simpático no rosto.

"Olá, querida. Como você está se sentindo?" ela colocou a bandeja ao lado da minha cama.

"Bem, eu acho" coloquei a mão na testa mas estremeci "ai!"

"Cuidado, você não pode tocar, foi bastante fundo" seu olhar preocupado e cuidadoso me acalmou. "Seu namorado passou a tarde inteira aqui, eu realmente nem sei como ele não está morrendo de fome. Não saiu nenhum minuto, você quer que eu peça pra ele entrar?" ela deu um risinho.

Meu namorado? Acho que ela continua pensando que o Louis é meu namorado, mas tudo bem não adianta mais corrigir. Concordei com a cabeça, talvez um rosto conhecido agora fosse satisfatório. Ela saiu do quarto e eu fiquei mexendo no emaranhado de fio que estava sobre minha cabeça, não tinha necessidade daquilo, eu realmente estava me sentindo bem. Segundos depois a voz rouca de Harry vibrou com todo rubor naquele cômodo pequeno, sua presença incrivelmente linda iluminava qualquer cenário de horror ao redor. Seu rosto de preocupação me cortou como uma faca quando ele se aproximou de mim e me abraçou com toda força.

"Ai meu Deus! Graças a Deus, eu já estava ficando desesperado" ele falou enquanto me aninhava no seu abraço, seu maravilhoso cheiro tomando conta das minhas narinas, boca e roupa. Eu queria eternizar aquele cheiro em mim, tão bom, suave, mentonado, o meu cheiro preferido em toda vida.

"Está tudo bem comigo" sorri em resposta e ele me soltou "Bom, comigo sim. Mas acho que meu carro ficou um caco" pela primeira vez pensei no meu carro, eu o tinha ganhado no meu anivrsário de 18 anos e era uma das coisas mais importantes pra mim. Fiquei deprimida agora por pensar nele.

"Tudo bem, ele ainda tem conserto. Podemos ver isso quando você sair daqui" eu gostei mais do que devia quando ele se referiu a "nós", segurei na sua mão e passei o dedo devagar pela sua tatuagem de cruz.

"Desculpe por não estar lá pra ajudar você. Eu peguei um atalho na Avenida, não fazia ideia que isso iria acontecer, me desculpe" ele falou depressa, seus lábios se movendo numa rapidez que eu desconhecia até então.

"Tudo bem, tudo bem" tentei o tranquilizar "Louis estava passando pela rua bem na hora. Que sorte! Devo minha vida a ele duas vezes" falei sorrindo, mas percebi que minhas palavras não causaram uma boa impressão a ele, seu rosto mudou totalmente de expressão, suas sobrancelhas estavam levantadas e agora seu rosto estava vermelho, de raiva talvez? Ele puxou sua mão de baixo da minha e levantou da cama. Me odiei por ter falado aquilo. "Me desculpe, Harry, eu não quis insinuar nada. É só que ele é seu amigo. Desculpe, por favor volte aqui".

Ele ergueu o dedo como se tivesse me repreendendo. "Vou chamar a enfermeira pra ajudar você enquanto eu resolvo seu papel da alta" ele saiu da sala sem olhar pra trás.

Afundei minha cabeça no travesseiro e tentei entender o motivo pelo qual aquilo o causou tanta repulsa. "Harry..." sussurrei


Notas Finais


Espero que gostem :)


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