História El Camino a Casa - Capítulo 5


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Categorias Viva: A vida e uma festa (Coco)
Personagens Amelia Rivera, Hector Rivera, Inês Rivera, Personagens Originais
Tags Coco
Visualizações 4
Palavras 584
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hei pessoinhas hei pessoinhaaaas <3

Capítulo 5 - Cinco


Coco se encolheu quando a escova puxou bruscamente os emaranhados em seus cabelos, mas conseguiu não reclamar do tratamento violento. Tío Oscar e Tío Felipe não costumavam ser tão ruins em prepará-la de manhã, mas geralmente não estavam tentando se apressar. Normalmente eles podiam escovar os cabelos e trançar, cada um trabalhando em um lado. E eles fizeram um bom trabalho a maior parte do tempo. Mas não tão bom quanto Mamá, ou até mesmo papá.

Isso a fez sorrir apesar de sua frenética escovada. Papá estava em casa. Ele estava finalmente em casa. Ou pelo menos muito perto de casa. Ela ouviu o que o senhor García disse a Mamá. Papá estava de volta. E então Mamá partiu para a casa do Dr. Ramírez, que provavelmente era onde estava Papá.

Foi por isso que Tio Oscar e Tío Felipe estavam sendo tão rudes enquanto corriam com o cabelo dela. Eles deveriam seguir Mamá quando Coco estivesse pronta para ir. E quanto mais rápido ela se aprontava, mais cedo eles poderiam sair. E quanto mais cedo ela veria Papá.

"Você acha que papá sentiu minha falta?" ela perguntou.

"Claro", disse Oscar distraidamente. "Ele não ..."

"- sempre diz isso em suas cartas?" Felipe terminou.

Ela teria concordado, mas eles estavam começando a trançar o cabelo dela. Coco lembrou-se de Mamá ter lido as cartas, movendo os dedos ao longo de cada palavra enquanto falava. Coco podia reconhecer algumas das palavras da caligrafia de Papá agora, como o nome dela. E ela amava as fotos que ele às vezes desenhava nas bordas das letras. Mas a melhor parte era que cada carta sempre mencionava o quanto ele a amava e sentia falta dela.

Mas enquanto Coco queria sorrir pensando nas cartas de seu papá, ela não conseguia esquecer o que estava acontecendo. Papá estava com o Dr. Ramírez. E Tio Oscar e Tío Felipe pareciam preocupados.

"É... papá está bem?" ela perguntou devagar.

Coco viu a troca de pares passar por cima da cabeça dela. Os dois sempre foram bons em falar em silêncio assim. Mamá também podia fazer isso, dizendo coisas diferentes sem uma palavra. Coco não foi tão bom em descobrir essas coisas ainda. Talvez tenha sido uma coisa adulta. Afinal, as mulheres dela eram quase adultas.

"Tenho certeza de que ele está bem", disse Oscar, amarrando uma fita no final de sua trança.

"Então por que ele está com o Dr. Ramírez?"

Terminando a trança, Felipe disse: "É provavelmente por algo simples. Como uma dor de cabeça."

"Ou uma tosse", sugeriu Oscar.

"Ou um nariz entupido."

"Ou uma dor de garganta."

"Ou um joelho esfolado."

"Ou um dedo do pé arrancado."

"Ou uma lasca no dedo."

"Ou talvez um polegar machucado."

A cabeça de Coco balançava de um lado para o outro, tentando acompanhar a conversa enquanto eles continuavam se mexendo. Ela às vezes ficava tonta quando os dois começaram a falar rapidamente.

Felipe concluiu com firmeza: "Mas não importa o que esteja errado, o Dr. Ramírez cuidará dele".

"E Mamá está com Papá agora", disse Coco, sentindo-se mais confiante. "Ela pode fazer tudo melhor."

Hesitando por um momento, Oscar disse: "Se alguém puder ajudá-lo, será o médico e Mamá Imelda".

Coco assentiu com firmeza. Claro que Mamá faria Papá se sentir melhor. Mamá poderia consertar qualquer coisa. Ela era a mãe.

"Mas se quisermos alcançá-la, é melhor nos mexermos", disse Felipe. "Vá calçar seus sapatos."

Coco assentiu novamente antes de correr para onde ela os guardava. Papá não tinha visto os novos sapatos que Mamá a fazia ainda. Talvez ver o quão bonito eles pareciam iria animá-lo e talvez até fazer Papá se sentir um pouco melhor.



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