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História El Diablo ( Min Yoongi- BTS) - Capítulo 21


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Capítulo 21 - Yoongi longe


Summer

— O que você quer dizer que você está saindo? — Perguntei.

OK. Era mais como um grito, mas eu realmente odiava que soou tão estridente.

Mas, o fato da questão era, Yoongi começou a significar algo.

Não apenas por causa da mudança de vida, da quebra da cabeceira (literalmente, quebramos a maldita cabeceira) no sexo.

Embora não sou ingênua o suficiente para não perceber que o sexo era definitivamente um fator. Mas era mais do que isso.

Foi após a nossa manhã de sexo, ele me levou no banheiro e limpou o corte na minha cabeça. Ele cobriu com antibiótico triplo.

Ele beijou minha testa.

Ele beijou minha testa.

Então ele pegou minha mão e me levou para a cozinha,arrumando ovos e torradas com manteiga e me dando café do jeito que eu gostava.

Foi o fato de que, não importa o que estava acontecendo no complexo, ele voltava para a cama à noite e tinha tempo para me beijar, me foder, adormecer ao meu lado.

Era sobre como seu braço ia automaticamente em torno de mim quando um de seus homens caminhava por nós.

Foi a maneira que ele não me mimou, mas ainda conseguiu ser doce.

Duas semanas.

Duas semanas de sexo de manhã, pela primeira vez na minha vida também muito presa em outra pessoa para não me preocuparc coma respiração matinal.

Duas semanas de pelo menos uma refeição compartilhada por  dia. De seu sexo muito exigente, muito alfa, muito derrete calcinha.

Tentei lembrar-me que eram apenas duas semanas.

Duas semanas não eram nada.

Você mal conhece alguém em duas semanas.

Mas eu o conhecia.

Eu o conhecia.

E ele estava me deixando.

— Summer... — ele começou, sua voz dura. Ele estava encostado na porta fechada do quarto, olhando para mim sentada na beira da cama.

— Onde você está indo? — Eu perguntei, tentando fazer meu tom menos histérico. Eu estava sendo patética. E necessitada. E não como eu.

— Em uma corrida.

— Uma corrida? — Que porra era uma corrida?

— Uma viagem de negócios, — ele esclareceu. Seu rosto era inflexível, seus olhos castanhos não dando nada sobre o que estava por baixo. Esse não era Yoongi meu amigo da cama, esse era Yoongi, o presidente dos Henchmen.

— Quanto tempo você vai ficar fora? — Deus, eu parecia uma esposa irritante.

— Estou fazendo o mais curto possível.

Ele não estava me dando nada. Ele estava me deixando sozinha em um complexo que nunca andei sem ele e nem mesmo me daria uma estimativa de quanto tempo estaria em falta?

— Summer... — ele disse, com a voz mais suave, andando na minha direção. Ele se agachou na minha frente, com as mãos em meus joelhos. — Eu não posso te dizer quanto tempo vai ser, porque não sei. Dois dias dirigindo em cada sentido. Então a reunião, eu não tenho ideia. Espere cinco dias, aceite que pode ser mais.

Cinco dias.

Isso não era tão ruim assim.

Eu poderia lidar com isso.

Eu estava bastante segura de que poderia lidar com isso.

— Vou deixar Geum aqui com você.

As minhas sobrancelhas se juntaram. — Ele não deveria ir também?

— Sim, mas ele não vai. Ele fica aqui para que possa ficar de olho em você. Você o conhece. Você está confortável com ele. E é bom ter alguém aqui que sabe sobre sua situação para que eles possam se manter atentos.

Manter-se atentos porque as coisas tinham morrido. Depois que Deke foi eliminado (bom alívio para um lixo ruim), as coisas tinham morrido. E por — morrerem— significava tudo parado. Não havia mais homens de V nas ruas. Não havia mais policiais piscando minha foto em cartazes. Não havia mais homens bisbilhotando as terras dos Henchmen.

Em vez de me confortar, isso me fez preocupar-me ainda mais.

E enquanto Yoongi não falava sobre isso, dizendo-me, em vez disso, ‘deixe o negócio dos Henchmen para ele’ (o idiota arrogante),

eu sabia que também não se sentia bem com isso. Porque não era V de se afugentar por um lacaio perdido.

— Feche essas engrenagens, — ele ordenou, apertando meus joelhos. — Você vai ficar bem aqui. O lugar mais seguro possível para você. Mesmo que não esteja aqui.

Eu tinha o pensamento forte, irracional, ridículo que nunca estaria segura sem ele por perto.

Então esmaguei a fodida irracionalidade fora.

Porque não ia me deixar ser tão fraca.

— Tudo bem, — eu disse, encolhendo os ombros. — Eu entendo.

Suas sobrancelhas baixaram, como se ele pudesse ver através da minha besteira. Mas levantei o queixo e trabalhei para tornar o meu rosto tão passivo quanto possível.

— Você entende?

— Sim, — eu concordei, puxando minhas mãos para fora das dele. — Embora eu vá sentir falta do sexo, — eu disse, levantando e me afastando dele.

Não cheguei longe.

Ele agarrou minha barriga por trás, me arrastando de volta contra seu peito. — Você vai sentir falta do sexo? — Ele perguntou,sua voz soou meio divertida e meio... outra coisa. Não pude colocá-lo, especialmente não conseguindo ver o rosto dele.

— Sim, — eu disse, minha voz um pouco sem fôlego, ele estava me segurando tão forte. — O sexo tem sido muito bom. Vou sentir falta disso.

— Muito bom? O sexo tem sido... muito bom? — Ele perguntou,seu tom divertido. Ele sabia que eu estava fodendo com ele.

— Bem, — eu disse, fazendo o meu tom soar doce, — tem sido... quase um dia inteiro. Eu acho que estou começando a esquecer se foi bom ou não.

Isso foi o suficiente.

Eu fui virada, minhas calças e calcinha foram tiradas de mim e fui jogada na cama, com camiseta ainda. Então, um momento depois,ele estava em cima de mim, camisa e calças desapareceram. E um segundo depois disso, ele deslizou dentro de mim.

— Você precisa de um pequeno lembrete? — Ele perguntou,mordendo forte em meu lábio enquanto começou a empurrar, seu ritmo sem pressa.

Minhas costas arquearam, minhas mãos indo para os ombros,arrastando minhas unhas. — Mais duro, — eu exigi, tentando moer meus quadris nos dele.

— Não, — ele disse, olhando para mim, continuando seu ritmo tortuoso.

— Yoongi, por favor, — tentei. Sim. Eu implorei. Descaradamente.

— Eu vou te foder tão forte quanto você quiser, — ele começou e senti minha esperança aumentar, — quando você admitir que vai sentir minha falta.

O que? Não. Inferno não.

Eu iria. Oh meu Deus. Eu ia sentir falta dele.

Mas estava tentando convencer-me de que não faria. Então eu não poderia exatamente ir e admitir isso para ele, poderia?

— Teimosa, — ele disse, balançando a cabeça, balançando os quadris para o meu. Seus lábios abaixaram para os meus, macios e doces, muita língua e mordiscando os lábios. — Eu vou sentir falta dessa doce buceta, — admitiu ele e minha barriga vibrou. — Você vai sentir falta do meu pau, — ele me informou.

— Sim, — admiti, sem fôlego, sentindo o meu orgasmo construindo lentamente.

Sua língua foi até meu pescoço. — E você vai sentir falta da minha língua lambendo e os meus lábios chupando esse doce clitóris seu.

Oh, deus sim.

Mas eu estava além das palavras. Estava no palco dos gemidos guturais.

— E quando eu voltar, — ele disse, sua boca no meu ouvido,sua voz ficando tensa, — Eu vou reivindicar sua bunda. Me enterrar profundamente até que você esteja gritando meu nome.

OhmeuDeus.

— Yoongi... — eu gemi, empurrando meus quadris contra ele mais rápido, sentindo meu orgasmo surgindo.

— Apenas assim, — ele sussurrou, empurrando profundamente.

E eu bati.

Descendo.

Duro.

Meu sexo apertou-se com força ao redor dele, minhas pernas tremendo com a sensação, quando comecei a ofegar, meus dedos cavando em seus ombros.

Yoongi me seguiu um momento depois, meu nome em seus lábios, enquanto se enterrava em mim, seu rosto no meu pescoço.

Puxei uma respiração instável, minha mão se movendo para cima em seu cabelo. — Eu vou sentir sua falta, — admiti em voz baixa.

Ele empurrou-se para olhar para mim, um sorriso lento,preguiçoso no rosto. — Sim, você vai.

***

— Abra, Cherry, — Geum exigiu.

Ele tinha uma chave. Eu sabia que ele tinha uma chave. Mas ele não usava. Não importava que não estivesse saindo do quarto de Yoongi em dois dias e ele estava preocupado, ele ainda não ia abrir.

— Deixe-me em paz, — eu disse, rolando na cama.

— Eu tenho um presente para você.

Bem.

Ele certamente sabia como chamar a atenção de uma garota.

— Que tipo de presente? — Perguntei, já sentando.

— Abra a porta e veja.

Augh.

As coisas que uma garota poderia fazer para ter uma surpresa.

Saí da cama, destrancando a porta e abrindo.

E lá estava Geum, sorriso encantador no rosto, parecendo fresco como uma margarida às sete (sim... SETE) pela manhã. — Bela cabeceira de cama, — ele disse, sorrindo com mais força.

— Cale a boca e me dá meu presente, — eu disse, abaixando os olhos para ele o que só serviu para fazê-lo rir.

Mudou-se para a sala, deixando-me seguindo atrás, olhando para o saco na mão. Sentou-se ao pé da cama. — Este presente vem com uma condição.

Claro que sim.

— Que condição? — Perguntei, cruzando meus braços sobre meu peito.

— Você sai e come alguma coisa, — ele disse simplesmente.

À menção de comida, minha barriga fez um pequeno resmungo.

Geum recusou-se a levar comida para o meu quarto e eu me recusei a sair. Estávamos em um impasse.

— Yoongi está muito chateado que você não está comendo.

— Você falou com ele? — Perguntei, me encolhendo na carência na minha voz.

— Sim, querida. Eu falo com ele todos os dias que ele está em uma corrida. Ele verifica as coisas por aqui.

— Certo, — eu disse, suspirando. — Bem. Vou descer. Apenas para o café da manhã, — expliquei.

— Tudo bem, eu vou pegar isso, — ele disse, colocando a bols ae alcançando dentro. — Por mais que você goste dessas horríveis sapatilhas que você está usando ao redor, — disse ele, apontando para o par de sapatilhas pretas que ele me trouxe no meu segundo dia no complexo, — as cadelas dos Henchmen usam estes, — ele me informou, puxando um par de botas de combate de couro duronas.

Tudo bem. Eu sempre tinha sido uma garota feminina. Eu tinha um armário cheio de saltos caros. E quero dizer... saltos. De quebrar o tornozelo, alto e fino. Eu usava como se eu nasci para isso. Dia e noite.

Mas as botas em suas mãos me encheram com uma onda de algo que só poderia descrever como excitação. Estendi as mãos —gentilmente— e ele sorriu, entregando-as para mim. Abaixei-me,escorregando-as, amarrando-as vagamente e admirando-as. — O que você acha?

— Algum jeans preto e um colete agradável e você se encaixaria bem, baby, — ele concordou, balançando a cabeça.

Eu encaixaria bem.

Eu senti uma emoção.

Porque, percebi com clareza cega, eu queria encaixar com eles.

Com os homens e as mulheres de Yoongi. Eu queria fazer parte de sua vida.

Porra.

Eu queria fazer parte da vida de Yoongi.

Em uma espécie de forma permanente.

Que era louco.

— Uh oh, — disse Geum, me observando. — Sua escala feliz passou de um onze para um zero, muito rápido. O que está acontecendo?

— Nada, — eu disse, encolhendo os ombros.

— Nuh uh. Não está saindo disso tão fácil. O que está acontecendo?

Deixei escapar um suspiro alto, sentando-me ao pé da cama com ele. — Sinto falta de Yoongi, — admiti.

— Eu posso dizer. Não são muitas as mulheres que iam para a cama nos anos mil novecentos e cinquenta com os rapazes que não sentem falta.

— Eu sou tão óbvia, hein?

— Sim, — ele concordou, sem se preocupar em acariciar meu orgulho. Gostei disso sobre ele.

— Por que você não passa uma escova por esse cabelo e vamos pegar um pouco de café e comida? — Sugeriu ele, acenando com a cabeça em direção ao banheiro.

Eu me levantei, acenando com a cabeça, entrando e travando.

Ele estava certo. Eu estava sendo óbvia. Dolorosamente.

E era patético.

E estava abaixo de mim.

Se eu quisesse me ajustar, se queria Yoongi para talvez, apenas talvez, aceitar-me como um de seu povo, precisava começar a agir assim. Não como uma garota deprimida boba. Eu precisava sair e conhecer alguns de seus homens, incorporar-me no seu estilo de vida.

Talvez ele não me desapareça.

Talvez quando as coisas explodissem com V... talvez eu pudesse ficar.

Eu corri uma escova pelo meu cabelo, puxando-o em um rabo de cavalo, escovei os dentes e fui para a minha pilha de roupas dobradas. Cortesia de uma das —" cadelas do clube"— que apareceram para retirar a cama e fazer qualquer lavanderia para baixo. Como...era seu trabalho ou algo assim.

Entrei em calças pretas de ioga e camiseta preta. Peguei o suéter, desdobrando.

E lá estava a arma.

Eu não sei o que me fez fazer isso, mas eu agarrei, certificando que a segurança estava ligada, e coloquei em minha bota. Depois de afrouxar os laços, havia muito espaço.

Eu confiava Geum. Eu sabia que ele era capaz de me proteger,mas uma parte de mim estava ficando um pouco cansada de confiarbem outros para cuidar de mim. Pelo menos, se eu tivesse a arma,sentiria como se pudesse me cuidar. Não importa o que.

— Tudo bem, — eu disse, entrando no quarto. — Alimente-me.

***

Eu estava sentada na sala de estar do complexo, observando um filme de ação horrível na televisão. Muitas explosões e sangue e xingamento. No sofá ao meu lado estava Vin, que havia assumido a decisão de ser meu guia pessoal nos Henchmen durante os últimos três dias.

Isso fez um total de cinco dias.

Cinco dias.

Ele tinha ido embora há cinco dias.

Eu ainda não tinha ouvido falar dele.

Geum tinha.

Quando perguntei o que estava acontecendo, recebi um rosto estranhamente guardado e, — merda acontece, — como uma resposta.

Vamos apenas dizer que não inspirou calor e arrepios em mim.

Eu estava preocupada, malditamente doente.

— Ei, Summer, — Flee, um dos prospectos (Vin me ensinou que isso significava que eles eram membros em perspectiva, mas ainda não estavam — remendados— e, portanto, tinham os trabalhos braçais. Como andar nos terrenos) entrou pela porta dos fundos, alto com um pegajoso cabelo loiro, no lado feio, mas ele tinha uma voz agradável e suave.

— O que foi? — Perguntei, desviando o olhar do filme.

— Quer um pouco de ar fresco? É bom sair. — Eu senti meus lábios se contraírem, observando-o balançar os pés. Como ele estava nervoso. Como talvez... ele tinha uma quedinha por mim.

Eu dei um sorriso a Vin e ele acariciou meu joelho de maneira paterna e me levantei para seguir Flee para fora.

— Para onde estamos indo? — Perguntei, caindo em passo ao lado dele.

— Para as mesas de piquenique, — disse ele, dando de ombros.

Eu nem sequer tive a chance de gritar.




Notas Finais


Vamos esquentar 🔥


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