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História El-Maraya - Capítulo 22


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😊

Capítulo 22 - Your Eyes Tell


Fanfic / Fanfiction El-Maraya - Capítulo 22 - Your Eyes Tell

- Espere... pare aqui!

- o que foi?

- Pensei ter visto algo.

 

O Mustang de Daniel diminuiu a velocidade, margeando em direção ao lado da estrada, onde arbustos e moitas cresciam espessamente. Algo branco brilhava ali, vindo na direção deles.

 

- Oh, meu Deus!

- o que foi, amor?

- É a Yoongina!

 

Jihyo tropeçou na frente do farol dianteiro e ficou lá, acenando, enquanto Daniel pisava no freio. Seu cabelo loiro estava embaraçado e bagunçado, e seus olhos encaravam inexpressivamente vindos de um rosto que estava manchado e sujo com terra. Ela estava usando somente uma leve e diminuta roupa branca.

 

- Coloquem-na no carro!

 

Pediu Daniel.

Jihyo já estava abrindo a porta do carro. Ela pulou para fora e correu até a estupefata namorada de Eunha.

 

- Yoongina, você está bem? O que aconteceu?

 

Yoongina gemeu, ainda olhando diretamente à frente. Então repentinamente pareceu ver Jihyo, ela a agarrou com força, afundando suas unhas nos braços da mais velha.

 

- Caia fora daqui!

 

Ela disse, seus olhos cheios de uma intensidade desesperada, sua voz estranha e grossa, como se ela tivesse algo em sua boca.

 

- Todos vocês... caiam fora daqui! Está vindo.

- O que está vindo? Yoongina, onde está IU?

- Caiam fora agora…

 

Jihyo olhou para a estrada, então encaminhou sua a Min, tremendo para a traseira do carro.

 

- Vem, vamos te levar casa, mas você tem que nos contar o que aconteceu. Wendy, me dê sua manta. Ela está congelando.

- Ela foi ferida! E está em choque ou algo assim. A pergunta é, onde estão os outros? Yoongina, a IU estava com você?

 

Perguntou um Daniel, carrancudo e preocupado com tudo que estava acontecendo.

 

Yoongina choramingou, colocando as mãos sobre o rosto enquanto Jihyo colocava a manta rosa iridescente de Wendy ao redor de seus ombros.

 

- Não... Yuta... Nós estávamos na igreja... foi horrível. Aquilo veio... como uma neblina ao redor. Uma neblina negra. E olhos. Eu vi os olhos daquilo na escuridão, queimando. Eles me queimaram...

- Ela está delirando. Ou histérica, ou como quer que se chame.

- Yoongina, por favor, só nos diga uma coisa. Onde está IU? O que aconteceu com ela?

- Eu não sei, porra!

 

Exclamou Yoongina levantando seu rosto manchado de lágrimas para o céu.

 

- Yuta e eu... nós estávamos sozinhos. Nós estávamos... e então de repente aquilo estava ao nosso redor. Eu não conseguia correr. IU disse que a tumba tinha se aberto. Talvez fosse dali que aquilo saiu. Era horrível...

- Eles estavam no antigo cemitério, perto da clareira vermelha.

 

Jihyo interpretou.

 

- E IU estava com eles. E olhe para isso!

 

Na luz do alto, eles conseguiam ver os profundos e recentes arranhões desde o pescoço de Yoongina até a renda do espartilho de sua roupa.

 

- Eles parecem marcas de animais, um lobo talvez?

- Nenhum lobo pegou aquele velho alienígena debaixo da ponte!

 

Rebateu Daniel, num tom controlado. Seu rosto estava pálido, e os músculos saltavam de sua mandíbula. Jihyo seguiu seu olhar pela estrada e então balançou sua cabeça.

 

- amor, nós temos que levá-la de volta primeiro. Nós temos que...

- Me escute, eu estou tão preocupado com IU quanto você. Mas a namorada da sua amiga precisa de um médico, e precisamos chamar a UPF. Nós não temos escolha alguma. Temos que voltar.

 

Jihyo encarou a estrada por outro longo momento, então soltou a respiração num sibilo. Batendo a porta para fechá-la, ela esperou Daniel engrenar o carro e dar a volta, cada movimento violento.

 

Por todo o caminho de volta à cidade, Yoongina gemeu sobre olhos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(...)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

IU não tinha ideia de que horas eram quando elas silenciosamente desceram as escadas da mansão dos Jeon. Em qualquer outra hora, teria ficado animada em entrar no insinuante Alpha Romeo azul de Kookie, mas naquela noite ela mal notou isso. O Fenrir segurou sua mão enquanto eles dirigiam pelas ruas desertas.

 

A primeira coisa que IU viu enquanto se aproximavam de sua casa foram as luzes.

 

- É a UPF...

 

Ela disse, achando sua voz com alguma dificuldade. Era estranho falar depois de estar em silêncio por tanto tempo.

 

- E porquê os carros dos nossos amigos estão estacionados na entrada da minha casa?

 

Ela olhou para Kookie, e a paz que a havia preenchido de repente se tornou frágil.

 

- Eu me pergunto o que aconteceu.

- não sei, mas vamos descobrir.

 

O escocês parou atrás de um dos carros da UPF, e IU relutantemente soltou sua mão do seu namorado. Desejou com todo seu coração que ela e Kookie pudessem simplesmente ficar juntos mais um pouco a sós, que eles nunca precisassem encarar o mundo.

 

Mas não havia o que fazer quanto a isso. Eles andaram pelo caminho até a porta, que estava aberta. Dentro, a casa estava um arroubo de luzes.

 

 

 

 

 

 

 

(...)

 

 

 

 

 

 

Entrando, IU viu o que pareceu ser uma dúzia de rostos virando em sua direção. Teve uma visão repentina de como devia parecer, parada lá na entrada envolvida com a manta de veludo negro, com Jeon Jungkook ao seu lado. E então sua mãe soltou um grito e a estava segurando nos braços, chacoalhando-a e a abraçando de uma só vez.

 

- Jieun! Oh, graças a Deus você está a salvo. Mas onde você esteve? E por que não ligou? Você percebe o que fez todos passarem?

 

IU encarou a sala com perplexidade. Não entendeu coisa alguma.

 

- Eu estava na casa do meu namorado.

- Obrigada.

 

Agradeceu Bae Suzy olhando para Jungkook por sobre a cabeça de sua filha. Então, recuando para olhar para IU, ela disse.

 

- Mas o seu vestido, seu cabelo... o que aconteceu?

- Você não sabe? Então vocês não acharam Kim Jongin? Mas então por que a UPF está aqui?

 

IU avançou em direção a Kookie instintivamente, e então sentiu que o amado se mover mais perto dela em proteção.

 

- Eles estão aqui porque Min Yoongina foi atacada no antigo cemitério hoje à noite.

 

Disse Yeri. 

Ela, Chaeyoung e Momo estavam paradas atrás dos pais de IU, parecendo aliviadas e um pouco embaraçadas e mais do que um pouco cansadas.

 

- Daniel, Jihyo e Wendy acharam ela há duas, talvez três horas atrás, e estivemos procurando por você desde então.

- Atacada? Atacada pelo quê?

- Ninguém sabe.

- Bem, ora, talvez não seja nada com se preocupar.

 

Disse Lee MinHo, tentando apaguarizar um pouco a tensão que ali havia se instalado no Hall de sua casa.

 

- O médico disse que ela tomou um bom susto, e que ela esteve bebendo. O negócio todo pode ter acontecido em sua imaginação.

- Aqueles arranhões não eram imaginários.

 

Discordou Yeri, cortês, mas teimosamente.

 

- Que arranhões? Do que vocês estão falando?

- Eu vou te contar.

 

Disse Momo, e ela explicou, sucintamente, como ela e os outros encontraram Yoongina.

 

- Ela ficava dizendo que não sabia onde você estava, que estava sozinha com Yuta quando aconteceu. E quando a trouxemos de volta para cá, o médico disse que não conseguia achar nada conclusivo. Ela não estava realmente machucada exceto pelos arranhões, e eles poderiam ter vindos de um lobo.

- Não havia nenhuma outra marca nela?

 

Era a primeira vez que Kim Dahyun falava desde que entrara na casa, e todos olhou para ela, surpresos por seu tom.

 

- Não. É claro, um lobo não rasgou suas roupas... mas Yuta pode ter feito isso. Ah, e sua língua foi mordida.

- O quê?

- Gravemente mordida, quero dizer. Deve ter sangrado um monte, e a machuca para ela falar agora.

 

Ao lado de Momo, Dahyun começava a raciocinar mentalmente numa busca lógica de quem era capaz de fazer isso.

 

- Ela tinha alguma explicação para o que aconteceu?

- Ela estava histérica. Realmente histérica; não estava fazendo sentido algum. Ela ficava tagarelando sobre olhos e neblina negra e não ser capaz de correr... Que é a razão pela qual o médico acha que foi algum tipo de alucinação. Mas o que todos podem discernir, os fatos são que ela e Yuta Nakmoto estavam na clareira vermelha no cemitério perto da meia-noite, e que alguma coisa veio e a atacou lá.

- Não atacou Yuta, o que pelo menos mostra que tinha bom gosto. A UPF o acharam desmaiado no chão da igreja, e ele não se lembra de nada.

- Na clareira vermelha, Yeri?

- Sim, próximo do mausoléu dos El-Nim.

- E você tem certeza de que foi à meia-noite?

- Ela não conseguia ter certeza, mas deve ter sido perto disso. Nós a encontramos não muito depois. Por quê?

 

Dahyun não disse nada.

 

- Dah? Dah, o que foi?

- Ela irá sobreviver?

- O médico disse que não havia nada de muito errado com ela. Ninguém nem ao menos sugeriu que ela pudesse morrer.

- Dahyun!

 

Exclamou Chaeyoung, chamando a atenção da amiga de infância, e esta lhe encarou, com um olhar carregado de angústia e reconhecimento.

 

- Dah, no que está pensando? Você sabe de alguma coisa que não sabemos.

- foi ela, Chaeng.

- ela? A. . .

- sim, a filha do assassino dos meus pais!


Notas Finais


Puta merda! Quem será essa criatura? Como os pais de Dahyun foram assassinados? Por qual motivo? E qual é a relação de Chaeyoung e Dahyun? Até onde a Son está envolvida com o passado de Kim?


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