História El Préstamo - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura ❤

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction El Préstamo - Capítulo 2 - Capítulo 2


Depois que Guimerez foi embora, desloquei-me até o banheiro daquele lugar. Eu devo confessar que todas aquelas bebidas haviam me deixado apertada. 

Se foi um sacrifício fazer xixi com aquele vestido do demônio? Sim, foi. Mas eu não ia me deixar abalar, porque depois de 5 meses eu havia dado meu primeiro passo em direção ao triunfo da missão: Eu iria me encontrar com Luís Londoño, e o filho da mãe ia se fuder pra caramba.

Era minha primeira missão sozinha em campo e as coisas estavam começando a se encaminharem para darem certo. 

Eu tava feliz pra caralho. 

Sorri sozinha enquanto passava meus olhos pelo lugar. A boate na qual havia sido marcado meu encontro com Miguel Guimerez agora se encontrava muito mais movimentada do que antes. Bom, era sábado à noite na cidade de Medellín, era o esperado não é mesmo?

Uma música que eu reconheci como sendo um hit de reggaeton animava o lugar.

Na moral, eu tava muito afim de dançar.

OKAY, talvez eu já esteja um pouco alterada.

Ou talvez eu devesse ficar? 

Sorri animada e me desloquei em direção ao bar. Eu tinha conseguido subir um degrau dos tantos que eu provavelmente ainda teria que escalar. 

Eu estava afim de aproveitar um pouquinho e beber não era uma das piores opções no momento. 

Imaginei a frase repreensiva que eu provavelmente iria escutar de Oliver. Eu sabia que ele não concordava com o fato de eu ser a peça chave daquela missão, ainda mais por eu ser basicamente uma novata. Mas dane-se. Ódio, raiva, tesão incubado, ou seja lá o que Oliver Queen sentia por mim eu não ligaria, pois eu tinha trabalhado duro e merecia estar ali.

Então que se foda e vamos aproveitar.

O barman ergueu uma sobrancelha ao me ver sentar em frente ao balcão novamente. Joguei um sorriso em sua direção com mó jeitinho de “um bom filho à casa torna”.

Ajeitei-me graciosamente na cadeira e fiz sinal para ele. 

- Acho que eu vou querer mais um pouquinho daquela sua tequila... - falei enquanto sorria genuína em sua direção.

- La misma cosa para mí - uma voz masculina comunicou ao meu lado.

Vou ser sincera em dizer que eu não esperava o que vi quando virei meu rosto em direção ao dono da voz.

Ele parecia tranquilo. Tranquilo demais.

Tranquilo demais para quem estava despreocupadamente escorado no balcão enquanto me encarava sem nenhum tipo de pudor.

Ou pelo menos eu acho que ele estava me encarando, já que não consegui ver seus olhos, que estavam sendo cobertos por óculos escuros. 

Primeiro, quem diabos usa óculos escuros de noite, ainda mais dentro de uma casa noturna?

Segundo, como ele conseguiu ficar tão sexy com aqueles óculos? 

Não pude deixar de notar a fina corrente dourada presente em seu pescoço, que contemplei graças ao fato de os três primeiros botões de sua camisa estarem devidamente abertos. Ele usava um paletó branco por cima.

Era alto, mas não tão alto. Ombros largos, cabelos pretos e barba por fazer.

Ele então sorriu de lado.

Merda! 

Virei-me para frente quando percebi que eu também o estava encarando. Rapidamente tomei um gole da minha tequila que o barman graças a deus já havia me servido. 

Eu estava nervosa?

- Cuidado, corazón... - ele disse de repente e quando eu o encarei, fiquei sem saber o que falar - Geralmente as garotas estrangeiras não se dão muito bem com a bebida colombiana...

Ele havia tirado os óculos. 

Tinha olhos castanhos intensos. Sem contar o olhar anestesiante com que ele me encarava.

A última sentença proferida por ele havia sido dita no meu idioma, mas junto um sotaque espanhol carregado se fazia presente. Ah, isso é jogar sujo cara.

Tomei mais um gole da minha bebida.

- Iria ficar surpreso com as coisas que a estrangeira aqui aguenta. 

Ele riu. 

Só consegui pensar em como aquilo devia ser considerado um crime a nós pobres mulheres indefesas.

- E qual seria o nome da estrangeira? - perguntou ele, enquanto levava o copo de bebida aos lábios.

Esse sotaque é sacanagem. Sério.

Eu cruzei minhas pernas e me virei em sua direção. Seu olhar acompanhou cada movimento meu, o que me lembrou um animal selvagem encarando sua presa. 

- Eu não trabalho com nomes - eu falei, enquanto um sorriso sacana escapava dos meus lábios.

Eu juro que vi um relâmpago de luxúria atravessar seu olhar. Então ele sorriu de lado e naquele momento eu soube que eu estava perdida.


[...]

Okay, talvez eu tivesse bebido um pouco além da conta.

Eu não sei exatamente como chegamos ali tão rápido, mas de repente meu corpo estava sendo jogado contra a parede gélida de um corredor. Eu poderia reclamar de dor, mas o arrepio que subiu pelo meu corpo anestesiou- me totalmente.

O moreno atacava meu pescoço de forma feroz distribuindo beijos e mordidas, enquanto uma mão passeava pelas laterais do meu corpo e a outra tateava o bolso do seu paletó em busca de alguma coisa.

Ele era ágil, pois conseguiu abrir a porta do lugar sem nem ao menos afastar seus lábios da minha pele. 

Adentramos o comôdo colados um ao outro e um gemido de reprovação escapou da minha boca quando ele se afastou para fechar a porta.

Eu observei o lugar com atenção, enquanto minha respiração continuava ofegante. Era uma espécie de escritório, com um sofá acoplado, o que me fez lembrar que ainda estávamos dentro da boate. Ele devia ser importante, já que possuía a chave daquela sala.

Me lembrei que não sabia seu nome, nem ele o meu.

Mas isso realmente não importava.

Senti seu olhar sobre mim e me virei em sua direção. Ele me comia com os olhos. Um calor subiu pelo meu ventre quando ele começou a se aproximar lentamente.

Ele não disse nada. Apenas fez.

Então sua mão esquerda foi de encontro ao meu cabelo puxando-o para trás. Um gemido involuntário escapou dos meus lábios. Sua mão direita apertou com força a minha cintura colando nossos corpos, fazendo um certo volume comprimir contra meu ventre. 

Sorri internamente.

Sua boca foi de encontro ao meu pescoço e meu corpo tremeu inteiro quando senti sua língua passear pela região. Arfei quando senti seus dentes cravarem sobre minha pele.

Empurrei seu corpo afastando-nos. Minhas mãos foram de encontro ao seu paletó e comecei meu trabalho de tirar as suas roupas - com certa urgência, eu diria.

Ele soltou uma risada divertida. 

Desgraçado.

Contemplei seu peitoral nu e só consegui pensar em como o cretino era gostoso. As tatuagens que ele possuía só completavam o pacote.

Sorri satisfeita.

Ataquei seu peitoral com as mãos, enquanto começava uma trilha de beijos que ia de seu pescoço até o cós de sua calça. Seu corpo enrijeceu-se de imediato.

Ajudei-o a retirar sua calça e ele arfou quando eu beijei delicadamente seu membro por sobre a cueca.

Eu sei brincar também, neném.

- Você está vestida demais, estrangeira... 

Sotaque do caralho, heim.

Ele me ergueu e virou-me de costas bruscamente. Colou nossos corpos e começou a beijar minhas costas nuas enquanto suas mãos lidavam com o maldito vestido. 

Estava tão inebriada com os beijos que só percebi que ele havia retirado meu sutiã quando suas mãos apertaram meus seios com força. 

Um gemido alto escapou dos meus lábios e aquilo foi o convite pra ele me jogar em cima do sofá que havia ali. Subiu em cima do meu corpo e por alguns instantes ficou apenas ali, me observando.

Seus olhos castanhos me encaravam com uma luxúria inebriante e eu senti o calor expandir por todo o meu corpo.

- Gostosa. 

Eu sei, querido.

Um sorriso de lado escapou por entre meus lábios, e foi o bastante para ele atacar meus seios sem nenhum pudor. 

Enquanto chupava meu seio direito, sua mão acariciava brutalmente o esquerdo, fazendo-me gemer por entre um beijo quente. Sua língua sabia muito bem o que fazer.

Sua outra mão percorreu um trilho entre minha bunda e o interior da minha coxa, enquanto apertava com força minha pele. Eu teria gritado quando senti seus dedos me penetrarem, mas o cretino mordeu meu lábio inferior ao mesmo tempo.

Ele afastou nossos rostos e ficou me encarando satisfeito enquanto botava e tirava lentamente seus dedos de dentro de mim.

Joguei minha cabeça para trás e deixei as sensações me invadirem. 

O filho da puta ia me fazer gozar apenas com os dedos.

- Calma, baby... - murmurou no meu ouvido com aquele sotaque carregado. Ele queria acabar comigo.

Seus lábios fizeram um caminho de beijos molhados, indo dos meus seios até o interior das minhas coxas, enquanto continuava aquele ritmo de vai e vem com os dedos.

De repente ele me encarou.

Os olhos brilhando em uma expectativa incomum. Eu poderia sentir a luxúria que emanava deles.

Então meus dedos agarraram seus cabelos com força quando sua língua quente me invadiu.

Nesse momento me permiti gritar.

Começava assim a primeira vez que ele me faria gozar naquela noite.


[...]

Meus olhos se abriram e ao mesmo tempo senti um clarão invadi-los com brutalidade. Minha cabeça parecia que iria explodir a qualquer momento.

- Mas que porra... - murmurei enquanto tentava me situar no espaço tempo, mas a única coisa que consegui foi fazer minha cabeça latejar ainda mais. Percebi que tinha um braço tatuado por cima da minha cintura. Eu não podia me ver naquele momento, mas tenho certeza que meus olhos arregalaram - Mas que porra ao quadrado...

Com o máximo de cuidado e calma - que a propósito eu não tenho - consegui tirar o braço do homem de cima de mim. Levantei tentando fazer o mínimo de barulho possível. Sorte minha que aquele homem nú muito gostoso parecia estar desmaiado. 

Meus olhos passearam pelo local, mas nem sinal da minha calcinha. Praguejei milhões de palavrões possíveis e impossíveis enquanto me abaixava para pegar meu sutiã. 

Meus olhos pousaram por sobre o homem que dormia profundamente deitado no sofá e não pude deixar de sorrir.

Aquela era uma noite que com certeza eu não me esqueceria tão fácil.

Voltei minha atenção para minhas roupas e me vesti rapidamente - ou pelo menos tentei. Provavelmente já era de manhã e eu com certeza não deveria ter dormido ali. Oliver tiraria meu couro se soubesse.

Antes de sair pela porta observei o moreno deitado no sofá por uma última vez. 

Suspirei pesado.

Provavelmente eu nunca mais o veria.

Era hora de voltar ao trabalho. 



Notas Finais


Não sei se eu consegui fazer aquilo que eu realmente queria fazer com esse capítulo, maaaaaaas é noix

Me digam se estão acompanhando e gostando pleaaaaase ❤


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