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História Ela é Assim - Hunter x Hunter (RPG) - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Essa fanfic estava meio que esquecida no meu bloco de notas, mas enfim eu tentei revisar os primeiros acontecimentos do anime.

∆ No momento, estou revendo o arco do Kurapika contra a Trupe Fantasma ∆

Sempre odiei deixar as pessoas esperando. Criei um perfil completo para a Nao que será lançado em breve.

Agradeço por aguardarem, espero que este capítulo sirva lhes como recompensa.
Boa Leitura 💕

Capítulo 2 - Preparar, Apontar, Atacar!


Fanfic / Fanfiction Ela é Assim - Hunter x Hunter (RPG) - Capítulo 2 - Preparar, Apontar, Atacar!

Que ódio! Eu não sou uma profissional quando se trata de viagens. Você acha mesmo que eu vou conseguir arrumar uma mala para ir neste teste?

Quando me disseram que teria que fazer o exame Hunter, eu estava toda descabelada e de barriga pra cima - como eu tenho o costume de ficar - 

Porém :

"Não é só uma viajem Nao, é algo muito mais importante. Você é especial, e se quer melhorar, deve aprender a colocar em prática. Tem que se virar com as próprias mãos"


Pior ainda foi o návio que não carregava nada mais do que diversas 'criaturas' que queriam participar do exame, e nem mesmo podíamos dizer que eram humanos.

E para mas dizer que estou reclamando demais, até que não foi tão ruim o fato de ser um návio particular. As regalias não eram aquelas coisas mais chiques, mas eram do tipo que agradaria qualquer astro.

Quando o návio chegou ao porto, eu estava mais preocupada em achar o caminho mais longo para o teste. Eu poderia voltar mais cedo.

Estava tudo muito movimentado, inclusive, um ônibus que alegava deixar-nos na cidade de Zaban - A tal cidade do Exame. 

Incrivelmente, muitas pessoas entraram. Em alguns ônibus, os bancos estavam lotados, com direito à rostos colados nas janelas.

ー Parece que vamos a pé. - Eu suspiro pensando na tortura daquele caminho. Quando eu me viro quase dou de cara com flechas.

Os Hunters podem usar qualquer tipo de arma? 

ー Ah desculpa! Sabe está bem apertado aqui. O Exame deste ano está cheio...

ー Tudo bem, eu ainda não ganhei uma flechada no olho. - Eu falo e dou mais uma analisada na multidão - O exame não é mais cheio?

ー Estou falando no sentido de força. Esses caras não estão de brincadeira, mesmo que mais da metade deles esteve aqui ano passado.

ー Você já fez o Exame Hunter antes?

ー Sim. Você vai praticar o Exame?

ー Se eu chegar viva até lá.

ー Muito bem, meu nome é Pokkle. Você vai ser minha oponente pelo visto.

ー Sério? O Exame nem começou. Meu nome é Nao.

ー É, ter alguém para contar deve ser bom para o Exame... Considerando o fato dele ainda nem ter começado.. Podemos ser parceiros?

ー Para quê?

ー De todo jeito eu sou um veterano, você pode precisar da minha ajuda. Da mesma forma, eu posso precisar de apoio às vezes.

ー Boa teoria.

ー Boa o bastante para você aceitar?

ー Bem, eu acho que, sim?

ー Isso! - Ele comemora - Ah é, você iria entrar naquele ônibus?

ー Iria. Estaria pagando passagem ué.

ーVocê é péssima em percepção. Aquele ônibus vai para outro ponto. O Exame Hunter não deixaria a estrada fácil assim.

ー E o dinheiro da passagem?

ー Huh?

EU IRIA PAHAR ATOA? Malditos! 

ー Ela está preocupada com coisas mais importantes. - Ele ri de forma sarcástica consigo mesmo e depois pede que eu o siga.

O caminho não havia sido aquela tortura toda, até porque Pokkle tinha uma boa intuição e sempre encontrava um atalho.

Por fim, estávamos numa espécie de túnel...?

Eu fiquei sozinha, já que a lerdeza estava me dominando por total e me perdi do Pokkle. Mas, que droga!

Enquanto eu tento enxergar a touca dele, um homem bem gordinho se aproxima com um sorriso meio aberto demais.

ー Veio me vender bala?

ー Oquê? - Ele murmura com a cabeça baixa, achando que eu não tinha reparado na cara mal amada que ele havia feito - Você é novata no Exame Hunter?

ー Parece que sim.

ー Eu sou Tonpa, já fiz esse Exame algumas vezes. Na primeira fiquei meio perdido como você.

ー Eu não estou tão perdida assim.

ー Não é o que parece. Está nervosa? - Antes que eu responda ele me interrompe e tira uma latinha da bolsa - Aceita um suco para relaxar?

ー Hum? - Eu seguro a latinha com um olhar entediado - Detesto esse sabor, além do mais, eu sou bem preparada.

Assim, devolvo o suco para o gordinho que insiste em me fazer beber, já que os gráficos e mais sei lá oquê do produto, diziam que tinha uma ação tranquilizante.

Estava para arremessar uma garrafa de corotinho na cabeça daquele redondo, se não fosse pelo Pokkle que me tirou da situação irritante. Ele ficou falando que o Tonpa era perigoso, e outras coisas ruind até que o Exame começasse.


Exame Hunter

A Primeira fase foi uma caminhada de dias. Era quase impossível suportar aquilo tudo.

Meu pai me disse que se eu suportasse mais uma dor, eu conseguiria continuar. 

A teoria seria; Fazer algo além do meu alcance, para continuar à andar. 

Então, após cada aumento de velocidade do examinador, eu dava um tic tac na parede do túnel

Primeiro começei de dias em duas horas, depois eu me impulsionada uma vez e rendia para quase quatro horas e meia.


Uma parte adicional da primeira fase, Incluía atravessar um pântano. Essa fase foi fácil, já que eu estava me pendurando nos cipós e não me perdoa do examinador graças à visão de cima. 

Algumas partes foram bem bizarras. Aquele pântano tinha alguns animais estranhos que ss vezes me davam arrepios. 


A segunda fase, pedia que os competidores cozinhem porco. Isto, exigindo que o porco fosse caçado duma floresta próxima dali. Não exigia nenhuma raça. 

Ninguém contava com o fato dos porcos serem geneticamente alterados. Grandes e destruidores.

A caça terminou até cedo, graças à um competidor que encontrou o ponto fraco dos porcos. Assim todos cozinhamos, porém a Hunter Gourmet não aprovou nenhum prato.

Para resumir, um velho esticado como um chiclete, deu um sermão na Hunter - que havia reprovado todos nós - Depois todos juntos, fomos transportados ao novo local para cozinharmos ovos exóticos. Isso foi possível graças às explicações e enfim, fomos aprovados.


A terceira fase, era passar por vários desafios numa torre, que duraria algumas horas. 

Foi bem chato ficar fazendo tudo o que se pedia. Até porque, tudo incluía decisões e lutas desnecessárias. 


A quarta fase, consistia em: 

"Nos caçarmos"

Roubas plaquetas uns dos outros com um alvo que valia três pontos. 

Infelizmente o restante valeria apenas um. Eu consegui todos os números, inclusive, tinha a minha plaqueta sã e salva. Resultando em alguns pontos extras.


Passadas estas fases, todos estávamos esperando para que a quinta, fosse a última.

Essa, será necessária uma explicação completa.


◓◖ 𝙃ꉧ𝙃ꉧ𝙃ꉧ𝙃ꉧ𝙃ꉧ𝙃ꉧ𝙃ꉧ𝙃ꉧ𝙃ꉧ𝙃ꉧ𝙃ꉧ𝙃 ◗◒

Netero, um dos Presidentes da Associação Hunter, calculou uma grande de lutas para que os competidores realizassem.

Acabei ficando na condição de café com leite. O oponente que tivesse maior taxa em vitórias lutaria comigo.


Primeira Luta • (Gon × Hanzo) 

Eu estava furiosa, já que terminou com o garoto todo arrebentado.


Segunda Luta • (Hisoka × Kurapika)

Bem equilibrada. Pelo o que a Hunter Gourmet me disse, Hisoka tinha um ótimo condicionamento físico e Kurapika tinha ótimas táticas. Porém, Hisoka sussurro algo no ouvido do loiro e depois se rendeu.

Terceira Luta • (Pokkle × Hanzo)

Acabou com Pokkle se rendendo diante da tortura de Hanzo.

Quarta Luta • (Bodoro × Hisoka)

Eu fiquei meio desesperada, já que aqueles dois poderia quebrar aquele lugar inteiro. Mas acabou que, Hisoka deu uma boa surra no velho' e também sussurrou no ouvido dele. Diferentemente, terminou na desistência do lado oposto.

Quinta Luta • (Killua × Pokkle)

Acabada rapidamente já que Killua desistiu e disse que não lhe interessava lutar contra Pokkle.

Sexta Luta ... Cancelada Pelas Lesões De Um Dos Participantes ... 

Sétima Luta • (Gittarackur × Killua)

O albino entrou na arena aparentando estár um pouco mais animado, porém, antes da luta começar, Gittarackur retirou algumas agulhas que estavam no seu rosto. No fim, descobrimos que ele era outra pessoa, e que Killua era seu irmão.

ー Isso pode?! - Eu perguntei para Hunter Gourmet, já que aquilo não era nada certo. Além disso, o garoto ficou muito tenso quando descobriu que era seu irmão.

Podia não ser bom para seu estado. Tirando isso, o diálogo que havia se iniciando não era nem um pouco gentil.

ー Então eu tenho um conselho para você,... Você não serve para ser um Hunter, você nasceu para ser um assassino. Você é um boneco das trevas sem sentimentos. Não quer nada, não sente nada. Como um filho da escuridão, você só sabe sentir felicidade quando as pessoas morrem. Foi assim que nós te criamos. O que você ganharia se tornando um Hunter?

ー Está certo. Eu não quero me tornar um Hunter. Mas, há uma coisa que eu realmente quero.

ー Não existe.

ー Existe! Há algo que eu realmente quero!...

ー Me diga oque você deseja. - O garoto suspira de cabeça baixa. Parecia suar frio enquanto eu ficava imaginando o que ele queria. - Qual o problema? Essa coisa que você realmente quer não existe, né?

ー Não é isso!.... Eu quero, me tornar amigo do Gon. Estou cansado de matar as pessoas, eu quero me tornar amigo do Gon e ter um vida normal....

ー Não é possível. Você nunca vai conseguir fazer amigos. A sua única preocupação quando conhece alguém é se deve ou não, matá-lo. Foi assim que te ensinamos. Você apenas está em dúvida sobre como rotular o Gon, já que ele te deixou impressionado. Você não quer ser amigo dele.

ー Não é verdade...

ー Se continuar íntimo dele, você vai estár destinado a matá-lo algum dia. Você vai sentir vontade de ver se é ou não capaz de matá-lo. Isso por que você é um assassino.

Daí em diante a conversa só não ficou ainda mais tensa, graças ao 'Leorio' que confirmou que Gon considerava Killua como um amigo. Assim o irmão dele disse que iria assassiná-lo por lá mesmo já que; "Ele é amigo do Kil."

ー Uh? Essa não, vou precisar duma licença Hunter para o meu trabalho... Se eu matá-los irie falhar e o Kil vai passar no meu lugar. Ah, sendo assim se eu matar o Gon, teria o mesmo efeito.... Hum .... Já sei! Vou matar o Gon depois de passar no Exame!

Todos que estavam lá cerraram os punhos, com certeza estavam furiosos com a forma calma e bizarra do irmão do Killua.

ー A família dele é meio lelé da cuca, não é? - Eu pergunto e tomo um tapa na nuca. A Hunter Gourmet estava nervosa, isso incluía o seu parceiro. Eles tentavam manter a calma por mais estranho que aquele Exame estava se tornando.

ー Se eu passar no Exame, depois posso matar todos que estão nessa sala e continuarei com a minha licença, certo?

ー Sim, não à nada contra... - Responde o velho sádico.

ー Viu só Kil. Você terá que me superar para salvar o Gon. - Então ele fala mais algumas coisas bem pesadas que eu não ouvi. 

Não podia ficar apavorada como todos daquela sala, por isso tampei meus ouvidos, porém meus olhos ainda viam o desespero do Killua contra o sarcasmo errado do parente.

O garoto escutou muitas perturbações e pelo visto, não aguentou as ameaças e se rendeu. Depois saiu da sala.

ー Esse combate foi ridículo! - Eu acabo gritando.

ー Uh? Não foi bom o bastante? Até que demorou muito para que o Kil se rendesse... - Ele responde com a calma idiota que tinha - Bem, quer testar? Aceitaria uma luta comigo?

Da mesma forma de antes, eu acabo deixando um suspiro escapar sem permissão. Os três que estavam na porta ficaram surpresos, quanto ao Pokkle e Hisoka; Ficaram meio impressionados com a pergunta.

ー Se eu respondesse que sim, você se lembraria das regras? Não matar. Eu irei respeitá-las, assim como espero que lute corretamente.

ー Como pode ver, sou totalmente confiável.

ー Você diz isso depois de mentir para o seu irmão?

ー Foi uma pergunta, ele escolheu sua resposta e eu apenas terminei com uma surpresinha.

ー Confiável. - Eu respondo e entro na onda daquele maluco. Todos fixaram os olhos no que estava acontecendo.

ー Confiável? Sabe de quem está falando Nao? - Pokkle pergunta quando eu passo perto dele, porém eu o deixo sem resposta e paro no canto.

ー Netero, posso lutar com ele? Pelo visto, ninguém apareceu na minha linha ainda...

ー Não vejo problema.

Daí eu entrego uma garrafa bem pesada para Pokkle, que fez várias perguntas no momento.

ー Quando a luta ficar ruim, você deve arremessar essa garrafa o mais alto possível.

ー Ela não vai quebrar?

ー Acredito que não. - Eu sorrio por último e largo a garrafa com ele. Tomara que confie em mim.


Oitava Luta • (Nao × Illumi) 

A maioria se distanciou da linha da arena, assim eu caí na escuridão quando Illumi estava me encarando. Toda escuridão tem uma luz, então eu tinha minha lâmpada bem acessa e não senti nenhum remorso de estár naquela situação.

Pokkle havia me dado algumas informações simples, como; "Você está lutando com um assassino profissional"

Espero que Illumi saiba que está lutando com a filha do Tenente 

Enfim, se passaram pequenos segundos, até que Illumi começa a se mover em minha direção. Minha tática estava funcionando, consistia em bloquear todos os sons ao redor. Tática nenhuma, já que só era um pouco de algodão nos ouvidos. Mas, ele percebeu isto e logo começou a falar mais alto. Eram críticas terríveis que se formavam ao redor dum; "Você não me vencerá"

O som de voz dele começa à me penetrar, causando desconforto. Eu queria que ele fechasse o bico e começasse logo a batalha.

ー Hey! Baka. Você é tão idiota a ponto de usar um truque barato de chantagem emocional. Você não sabe usar essas agulhas, não é? Me mostre o que você sabe, projeto de serial killer!

Então um resmungo baixo começa a ecoar por toda a arena, daí ele mostra cinco agulhas dentre os dedos e as joga em minha direção.

Meu pai já havia brincado de campo minado comigo quando era criança. Ao desviar das primeiras, eu vejo Illumi espalhando outras agulhas pelo chão, pois já que eu pulei, eu não poderia voltar ao chão. Aquela 'brincadeira de infância' foi útil, já que eu dei uma pequena analisada, pousei num lugar com concentração menor e consegui me proteger de todos os ataques do meu oponente. Era um perigo eminente, mas nada me encostava.

ー Você é impressionante Nao. - Ele diz ao pausar a série de socos que tentou me acertar. Com certeza, só estava guardando energia para o próximo golpe.

Ele devia querer dizer um; "Será que irá suportar mais?" Nisto a minha resposta com toda certeza seria "Sim", já que minha arma secreta estava à postos.

Perdida em alguns pensamentos eu reparo em algumas agulhas que estavam caindo de cima, enquanto isso, Illumi ainda mandava chutes para me acertar.

Se eu pulasse para cima, iria tomar uma agulhada, se desviasse, poderia tomar o risco de cair num local bruscamente e me ferir. Daí, eu acabo recebendo um ponta pé no estômago.

Num momento eu vi tudo em câmera lemts. Estava flutuando encima das agulhas e tossindo sem parar. Logo quando estava perdendo força na tosse, o que terminaria em hospital já que iria cair encima das agulhas, percebo que minhas mãos -as quais tampavam a minha boca- estavam cobertas de sangue.

ー Nao! - Pokkle grita no cantinho do campo e arremessa a garrafa que vem em cheio para minhas mãos. 

Porém, eu pego a garrafa pelo bico e miro um lugarzinho, onde eu me equilibraria entre as agulhas usando a garrafa com um segundo ponto seguro.

Assim, lá estava eu. A garrafa posicionada na frente, os pés fixos em locais corretos e estado mental : Perfeito.

Eu ainda estava de pé! Aquilo era mais do que um incentivo. Andei muito tempo na defensiva. Agora era hora de exibir oque eu fazia de melhor.

ー Sabe porque eu sou a última na grade? - Eu pergunto e dou alguns goles na bebida interna da garrafa - Porque eu seu insana. 

Rapidamente, o vidro da garrafa se quebra e jogo toda a minha potência num só passo, que impulsionou até Illumi (despreparado) por fim, acabou tomando um belo chute nas costelas. Ele não agoniza muito e me devolve duas agulhas, que felizmente, me rasparam.

A poeira abaixou, sendo possível assistir minha expressão animada contra a tranquilidade falsa do meu oponente.

Quando enfim, as duas agulhas se cravam na parede ao lado dos competidores -que se encontravam em choque pelos acontecimentos repentinos - Sinto uma brisa leve dum soco do Illumi, que novamente, falhou. Ele é muito previsível quando está sob pressão.

Já havia criado uma impressão de 'fera', então não queria fazer feio e falhar contra uma criança de doze anos. (Além do fato que eu sou menina, e estava um pouco bêbada/fora de forma) 

Um sorriso se esboça no meu rosto enquanto eu estouro o vidro da minha garrafa no rosto do meu inimigo. Ele acaba tendo que se distanciar. 

Devo dizer que realmente, eu havia perdido a cabeça.

Enfim, a luta não termina aí, já que ainda eram vistas muitas agulhas pelo chão, e agulhas que voavam em minha direção. Eu não ataquei mais, só que quando um objeto afiado corta a minha bochecha, uma fúria terrível surge e eu me encontro espancando Illumi. Nenhum hematoma era visto nos primeiros três minutos, já no quinto, minhas pernas estavam doloridas e algumas manchas vermelhas apareciam mesmo sem permissão dele mesmo.

ー Pare a Luta! - Grita o Netero.

Um socorrista entra na arena para me dar um tranquilizante. Juntamente, alguns funcionários limparam os cacos de vidro e agulhas. Minha visão apenas via um dos participantes do exame me ajudando a relaxar, enquanto Pokkle parecia tentar medir a categoria dos meus ferimentos.

Por fim, o efeito do tranquilizante acaba rápido demais e eu sinto um pano exarcado em álcool deslizando no meu braço.

Tinha algo como um furo profundo no meu braço, e alguns curativos na minha bochecha.

ー Nao! Descansa! - Pokkle é o primeiro a falar. 

Quando eu foco em tentar ver seu rosto, o sol que queimava encima da arena, se vira para os meus olhos.

ー Ai cacete! Pega leve com esse álcool aí!

ー Ela está consciente? Já?!

ー Leorio não é hora de dar bronca nos tranquilizantes. Ei, garota, você está bem?

ー Acho que sim...? - Eu falo tentando puxar meu braço para próximo de mim. (Aquele álcool não estava me ajudando) 

ー Deixe que ele faça o curativo. Você vai precisar disso.

ー Curativo? Para quê?

ー Hããm? - Gritam Leorio e o loiro ao seu lado - Você não sabe o que aconteceu??

ー Eu surrei o Illumi não foi?

ー Sim, mas saiu tão ilesa. Você levou uma boa agulhada no braço esquerdo e um arranhão bem feio na bochecha...

ー Aaaah droga! Peraí, eu desviei de todas não desviei?

ー Quando você estava dando aqueles socos e chutes diretos, as agulhas estavam descolando do corpo dele e algumas foram arremessadas sem que você visse.

ー O melhor foi que, você desviou de... Quantas? - Pokkle pergunta para um funcionário que estava limpando a arena e fez um sinal - Sete agulhas!!... Mas acabou sendo acertada por uma.

ー Um bom resultado, não? - O loiro sorri junto dos outros dois.

ー Ele continua sem quase nenhum machucado. Apenas alguns vidros presos na pele. - Hanzo comenta apontando o oponente do outro lado.

ー Pelo menos, parece que você passou. - Os Hunters Gourmet se aproximam.

ー É, acho que foi bom o bastante. Só tente se recuperar para uma talvez próxima partida. 

ー Eu não acho que você aguente. Mas... Você sabe né parceira? Se aguentar, alguém dia me ensina aqueles golpes. 

ー Talvez eu ensine.

Era maravilhosa a sensação de fazer coisas tão legais antes mesmo de ficar bêbada 

Digo no Momento que girei no ar e pousei sem nenhum arranhão,desconsiderando o chute no estômago

Quem pensaria que o campo minado iria me ajudar?

 

.・゜゜・.・゜゜・.・゜゜• . 

Meu pai nunca foi muito bom com crianças, por isso suas brincadeiras sempre foram brutas. 

Mas o que ele me mandou levar para vida foi que;

"Devemos Usar Todas as Cartas do Baralho, Mesmo que você não tenha as cinquenta e duas cartas."


Notas Finais


Eu sei que demorei muito para postar este capítulo inicial.
Espero ter atingido suas expectativas.

De qualquer forma, está um pouco embaraçado, quem tiver alguma dúvida, basta comentar.

Obrigada por ler 🍃💛


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