História Ela me pertence - Capítulo 41


Escrita por: e AnaLynnkook


Capítulo 41 - Capítulo 41


Fanfic / Fanfiction Ela me pertence - Capítulo 41 - Capítulo 41

Os sonhos de Ana foram tempestuosos. 

Ou talvez ela estivesse acordada sem conseguir abrir os olhos. 

Ela teve um sonho pavoroso em que ela estava em um hospital e Taehyung estava olhando para ela, o medo brilhando em seus olhos. 

E então ele disse a ela que ela teve uma overdose. 

Que ela tinha tomado drogas e tentado se matar!

Seu coração doía. 

Será que ele realmente achava que ela poderia fazer algo assim? 

E por que ela parecia não poder acordar para que o sonho horrível fosse embora?

Ela queria o Tae. 

Queria que ele a abraçasse e aliviasse a dor horrível no seu peito. 

Que lhe dissesse que ele nunca pensaria em algo tão terrível sobre ela. 

Mas ele ainda não confiava nela. 

A outra noite tinha lhe ensinado isso.

Ela tentou abrir os olhos novamente e agitar o véu pesado que caía por cima dela. 

Doía.

Deus, parecia como se alguém tivesse enfiado uma estaca em sua cabeça. 

Mas ela lutou, determinada a libertar-se da névoa ao seu redor.

Suas pálpebras lentamente se agitaram, cada piscadela batendo como um martelo. 

Ela arrastou as pálpebras para cima e, por um momento, o pânico total a tomou. 

Estava escuro e desconhecido e o cheiro – era tão estéril. 

Como um... hospital.

Ela olhou freneticamente ao redor, tentando dar sentido aos seus arredores. 

Ela estava em uma cama estranha. 

Não era muito confortável também. 

Um bip-bip ritmado soava alto em seu ouvido, fazendo-a estremecer.

– Tae?

Soou mais em pânico do que ela gostaria, mas ela estava com medo e sozinha e queria o Taehyung.

Em seguida, o movimento ao lado dela, alarmando-a em um sobressalto, e então, de repente, Tae estava pairando sobre ela, seus olhos se encheram de angústia e alívio.

– Ana, baby, você está acordada. 

Graças a Deus, você está acordada.

Sua voz estava entupida de emoção. 

Parecia que ele estava chorando. 

Havia tanto alívio e preocupação embalados nessas palavras simples que ela ficou surpresa e mais confusa do que nunca. 

O que tinha acontecido? 

O que estava errado?

Ela lambeu os lábios secos e engoliu. 

Sua língua era grossa e como serragem na sua boca.

– Eu tive um sonho horroroso – ela sussurrou. 

– O que há de errado comigo, Tae? 

Onde eu estou?

Ele deu um beijo em sua testa e ela podia sentir o tremor dele contra sua pele. 

Quase como se ele estivesse tentando desesperadamente manter a compostura. 

Então, ele pegou a mão dela, apertando-a na sua. 

Foi então que ela percebeu que havia uma intravenosa em seu braço.

– Você ficou muito doente, baby. 

Eu quase perdi você. 

Graças a Deus você voltou para mim.

Talvez não tivesse sido um sonho. 

Oh, Deus, isso significava que ele pensou que ela tinha tentado se matar? 

Uma histeria lhe subiu a garganta e ela emitiu um som sufocado. 

Ela começou a tremer violentamente e Taehyung a envolveu em seus braços, segurando-a firmemente contra ele.

– Shhh, baby, vai ficar tudo bem agora.

– Eu não fiz isso, Tae – disse ela, com veemência. 

– Por favor, você tem que acreditar em mim. 

Eu não tomei nada! 

Eu não faria isso!

Ele correu a mão por seu cabelo, e a balançou para frente e para trás em seus braços.

– Eu sei que você não fez, baby. 

Eu sei.

Ela ficou imóvel e, em seguida, se afastou para que ela pudesse ver seu rosto.

– Você sabe?

– Claro. 

Você me disse que não, então eu soube que você não tinha feito.

Ela caiu, ficando mole contra o travesseiro. 

Um alívio, doce e inebriante, correu por suas veias. 

Ele acreditava nela.

– Você acredita em mim – ela sussurrou, o alívio a deixando tonta. 

Em seguida, ela franziu a testa, fisgando os lábios de maneira confusa. 

– Mas como, então? 

Eu não entendo.

– De quanto você se lembra? – Tae perguntou gentilmente.

Ela franziu a testa e tentou se concentrar, mas sua cabeça doía muito.

– Eu não sei. 

Fui para a casa do Jack. 

G-Dragon me ligou. 

Disse que ele estava de volta. 

Eu fui, mas tenho a certeza de que G-Dragon estava comigo – apressou-se em dizer.

A mão de Taehyung se apertou ao redor dela.

– Eu sei, querida. 

Você fez muito bem. 

Você fez tudo certo.

– Eu estava tão furiosa com o Jack. 

Eu estava gritando com ele. 

Perguntando por que ele estava tão determinado a foder com as coisas. 

Ele disse que queria se despedir e quando eu perguntei para onde ele estava indo, ele apenas disse: “embora”.

Uma carranca escureceu o rosto de Taehyung.

– Ele me fez chocolate quente. 

Isso é tudo que eu me lembro – disse ela baixinho.

– Está tudo bem, baby. 

Você vai ficar bem. 

Isso é tudo que importa.

Ela olhou para ele, enrolando a dor em seu peito. 

Lágrimas obstruíam a sua garganta e ela mal podia respirar.

– Jack – ela sussurrou. 

– Ele fez isso, não fez?

Lágrimas deslizaram por suas bochechas e um soluço brotou em sua garganta.

Taehyung parecia atormentado, seus olhos torturados enquanto ele olhava para ela.

– Temo que sim, querida. 

Sinto muito.

Ela fechou os olhos.

– Por quê?

Taehyung respirou fundo e acariciou sua bochecha, enxugando as lágrimas.

– Ele não queria te machucar, querida. 

Ele é um idiota, mas ele não queria te machucar. 

– Ele hesitou por um longo momento, seu rosto como uma máscara de arrependimento. 

– Ele queria se matar.

– O quê?

A dor explodiu em seu peito. 

Não. 

Ele não faria isso. 

Mas, então, as memórias passaram através de sua mente. 

Jack tão calmo e resignado. 

Dizendo para ela que ele estava indo embora e quando ela perguntou aonde estava indo ele simplesmente disse “embora”. 

– Por que ele faria uma coisa dessas?

Tae balançou sua cabeça.

– Eu não tenho uma resposta para isso, baby. 

Desculpe. 

Eu não sei no que ele estava pensando. 

Eu mesmo queria estrangulá-lo por isso. 

Eu quis matá-lo pelo que ele fez com você.

Você quase morreu. 

Você morreu. 

Graças a Deus eles conseguiram te trazer de volta. 

Eu nunca vou perdoá-lo por isso.

Ela ficou em silêncio, tristeza sobrecarregando-a. 

Desta vez, Jack tinha ido longe demais.

Ele tinha feito algo que ele nunca poderia consertar. 

Taehyung nunca iria perdoá-lo e ela não tinha certeza se poderia também. 

Ele cruzou uma linha da qual nunca mais poderia voltar.

– Onde ele está agora? – ela perguntou em voz baixa.

– Ele está aqui. 

Na sala de espera. 

G-Dragon está de olho nele.

– Não deixe que ele faça isso – ela sussurrou. 

– Não deixe que ele tente novamente.

Taehyung deslizou sobre a cama ao lado dela, seu quadril descansando contra seu lado.

– Agora eu estou mais focado em você e na sua melhora. 

Como você se sente? 

Tem algo que eu possa fazer por você?

– Só grogue – ela respondeu. 

– Tonta. 

Como se a minha cabeça estivesse balançando. 

Com uma certa dificuldade de me concentrar. 

– Isso já era de se esperar – disse ele suavemente. 

– Você pode me perdoar, Ana? 

Você está disposta a me dar uma chance para acertar as coisas entre nós?

Ela olhou para cima, surpresa.

– O que você quer dizer?

Ele fechou os olhos e, quando os abriu, houve um enxame de emoções. 

Alívio. 

Tristeza.

Preocupação. 

Medo.

– Você tem alguma ideia de como me mata que você tenha que me perguntar isso? 

Ou o alívio que sinto ao mesmo tempo? 

Você age como se eu não tivesse feito nada de errado.

Como se eu não tivesse te ferido tão profundamente que você chorou até dormir enquanto eu estava ao seu lado, sem poder fazer nada sobre isso.

Ele respirou fundo e ela podia ver como ele estava realmente abalado. 

Ele parecia abatido, completamente desgastado. 

Como se ele não tivesse dormido por dias.

– Baby, você não tem ideia do quanto você me assustou. 

Eu pensei que tinha te perdido. 

Eu nunca vou ser mais grato do que eu sou a essa equipe de médicos e enfermeiros que se recusaram a deixá-la ir embora e te trouxeram de volta para mim.

Para seu espanto, uma lágrima escorreu pelo rosto dele e ele rapidamente a limpou enquanto respirou profundamente pelo nariz.

– Quanto tempo eu fiquei desacordada? – ela sussurrou.

Ele sorriu, trêmulo, o alívio ainda latente naqueles olhos escuros.

– Mais de 24 horas, meu bem. 

Eles te trouxeram ontem de manhã.

Sua boca se abriu.

– Tudo isso?

– Tudo isso – ele sussurrou. 

– As 24 horas mais longas da minha vida.

– Me desculpe – disse ela com a voz rouca, ainda atordoada que ela tenha ficado inconsciente por tanto tempo.

– Desculpa? 

– Ele parou em uma risada falsa. 

– Baby, você não tem nada que se desculpar.

– Eu sinto muito que você tenha ficado tão preocupado – disse ela, ansiosa.

– Valeu a pena, porque eu tenho você de volta. 

Nunca me deixe, Ana. 

Fique comigo.

Seja minha. 

Me ame.

– Eu te amo, Tae. 

Sinto muito...

Ele levantou os dedos até a boca dela, silenciando-a suavemente com o seu toque.

– Não se desculpe por outra coisa. 

Você vai ficar aí e ouvir o meu pedido de desculpas.

Ele se virou, posicionando-se na cama estreita para que ele pudesse se deitar ao lado dela.

Estava bem apertado, os dois mal cabiam, mas ele fez dar certo, deslizando os braços em torno dela e ancorando-a firmemente ao seu corpo. 

Ele colocou um braço debaixo de sua cabeça, de modo que ficou apoiada contra seu ombro. 

Então ele soltou um longo suspiro, o corpo relaxando. 

Por um momento, ele ficou em silêncio, mas ainda tremia contra ela. 

Ele a tocou, sua mão deslizando para cima e para baixo de seu corpo, parando sobre o coração, os dedos espalmados amplamente como se estivesse assegurando o seu batimento cardíaco.

Em seguida, ele deslizou os dedos mais para o alto, até o pescoço, sentindo o baque de seu pulso.

– Nunca senti uma coisa mais doce, baby – ele sussurrou. 

– Seu coração batendo. 

Você respirando. 

Eu nunca mais vou tomar isso como garantido. 

Vou acordar todos os dias sabendo que vai ser o melhor, porque você ainda está aqui, na minha vida, me amando, acordando ao meu lado.

Lágrimas se juntaram nos olhos dela e escorreram pelo rosto. 

Seu peito subia com um soluço quieto e ela virou o rosto para o seu pescoço, suas expirações reverberando sobre a pele dele.

– Sinto muito, querida. 

Sinto para cacete por aquela noite. 

Eu não tinha o direito de dizer aquelas coisas. 

Você não merecia isso. 

J-Hope não merecia isso. 

Eu ataquei vocês quando vocês são as últimas pessoas na Terra que eu queria magoar.

– Está tudo bem – disse ela, suas palavras abafadas contra o seu pescoço.

– Não, não está tudo bem, baby. 

Não está. 

Mas posso lhe garantir que nunca vai acontecer de novo. 

Não isso. 

Eu tenho certeza de que vou dizer merda que vai te machucar. 

Eu não vou nem jurar que isso nunca vai acontecer. 

Mas eu nunca vou fazer você se sentir como você se sentiu naquela noite novamente. 

Você nunca vai passar mais um dia sem a minha confiança. 

Eu confio em você, com toda a certeza.

– Eu sei – disse ela em voz baixa. 

– Eu sei, Tae.

Ele ficou imóvel.

– Como você poderia saber disso? 

Eu certamente não lhe dei nenhuma prova.

– Você acreditou em mim quando eu disse que não tomei essas pílulas.

Seu aperto se intensificou em torno dela.

– Não, querida. 

No começo eu acreditei, porque foi o que me disseram. 

Mas você me disse antes. 

Quando você estava tão fora de si. 

A única vez que você recuperou brevemente a consciência. 

Você me disse e eu sabia que você não tinha tomado.

Uma onda nova de lágrimas brotou de seus olhos e derramou sobre seu pescoço.

– Obrigada por isso. 

Você não sabe o que isso significa para mim.

– Eu sei – disse ele calmamente. 

– E eu sinto muito que eu tenha levado tanto tempo para lhe dar isso. 

Eu nunca vou usar isso contra você novamente.

Ele se virou para que pudesse dar um beijo em sua testa e deixou seus lábios ali, quentes e doces contra sua pele. 

Ela fechou os olhos e saboreou o acerto de estar em seus braços. 

Ela estava viva. 

Ele estava aqui. 

Ela não poderia pedir mais nada.

– Você pode me perdoar? – ele perguntou de novo.

– Oh, Tae, eu já te perdoei. 

Na manhã em que você saiu para o trabalho. 

Eu sei que a confiança leva tempo. 

Somos tão novos. 

Nós nos apaixonamos um pelo outro tão forte e rapidamente, e as coisas foram tão intensas. 

E a confiança leva tempo para se construir. 

Nós nos conhecemos há tão pouco tempo e ainda estamos aprendendo um sobre o outro.

– Você é tão doce e tolerante – disse ele em uma voz dolorida. 

– Eu não te mereço, mas eu te quero mais do que eu quero respirar. 

E eu nunca vou deixar você ir, baby.

– Então, não deixe – ela sussurrou em seu pescoço. 

– Não me deixe ir, Tae. 

Eu fico perdida sem você.

– Você nunca vai estar perdida, meu amor. 

Nunca mais. 

Eu sempre vou te encontrar. 

Não importa aonde você for, eu sempre estarei lá para trazê-la para casa.

– Estou com fome – ela murmurou. 

– Será que vão me deixar comer alguma coisa? 

Quando vou poder ir para casa? 

Tem alguma coisa... errada... comigo? 

Será que vou ficar bem depois disso?

Ela não conseguia tirar a ansiedade de sua voz.

– Não tenho certeza de quando você vai poder ir para casa. 

O médico disse que você vai ter uma recuperação completa. 

Eles farão testes para se certificarem de que não há qualquer dano hepático, mas ele não espera que exista quaisquer consequências permanentes. 

Quanto à comida, eu vou verificar com a enfermeira agora. 

Se eles disserem que você pode comer, eu vou pedir a refeição mais fantástica do mundo. 

Sem comida de hospital para você.

Ela sorriu, um alívio preenchendo o seu peito.

– Eu preciso avisar aos outros que você está acordada e bem – disse ele. 

– Lisa, Yoongi e J-Hope estão acampados na sala de espera todo o tempo que você esteve aqui. 

Eles ficaram muito preocupados com você.

– Tae?

Ele se sentou, sentindo a preocupação na voz dela. 

Ele olhou para ela, a angústia queimando intensamente em seus olhos.

– O que foi, querida?

– O que vai acontecer com o Jack?

A expressão de Taehyung ficou sombria.

– Disso eu não tenho certeza. 

Isso precisou ser denunciado à polícia. 

Primeiramente, foi relatado como uma tentativa de suicídio.

Ela empalideceu com isso, mortificada pela ideia de que qualquer pessoa viesse a pensar que ela fez isso a si mesma. 

O constrangimento tomou conta dela, pesado e sufocante. 

Ela tinha ido além de seu passado. 

E agora ela estava de volta para o ponto de onde tinha saído.

– Não fique assim, baby – Taehyung disse com uma voz suave. 

– Eu falei com o policial que investigou. 

Ele sabe sobre Jack e seu envolvimento. 

Ele também sabe que não foi intencional.

Não sei o que isso vai significar para ele, mas é sério. 

Ele terá que enfrentar as consequências do que fez.

Uma tristeza penetrou o coração dela, aumentando até que se tornar uma dor lancinante.

– Eu vou ver o que pode ser feito, baby. 

Deixe que eu me preocupo com Jack, ok? 

Tudo o que eu quero que você faça é se concentrar em sentir-se melhor para que você possa voltar para casa comigo. 

Você confia em mim para cuidar disso?

Ela balançou a cabeça lentamente. 

Ela sabia que isso estava fora de seu alcance agora. 

Já não podia proteger o Jack. 

Ele tinha ido longe demais desta vez e ela estava impotente para protegê-lo das consequências. 

Mas ainda a entristecia que ele tenha optado por acabar com sua vida, em vez de abraçar as coisas que Taehyung tinha feito para ele. 

A vida era doce. 

Mesmo quando era ruim, havia sempre a esperança de melhorar. 

O futuro. 

E Jack poderia ter feito um futuro melhor para si mesmo. 

Essa era a sua escolha e Ana não poderia fazer essa escolha por ele.

Ela não podia viver sua vida para Jack. 

Ela tinha sua própria vida para viver. 

Com Taehyung.

Ela queria um futuro melhor.

Era hora de deixar Jack fazer o seu próprio caminho.

– Eu sei que isso te machuca, baby – Jace disse com uma voz suave. 

– E eu sinto muito. 

Vou fazer o meu melhor pelo Jack, mas você tem que saber que eu estou irritado para cacete com ele. 

Ele poderia tê-la matado. 

Ele poderia ter levado você de mim. 

Ele quase o fez.

– Eu sei – disse ela em voz baixa.

Ele se inclinou para beijá-la e, em seguida, saiu de novo da cama.

– Você vai ficar bem por alguns minutos, enquanto eu vou dizer aos outros que você está acordada e tentar arranjar um pouco de comida para você?

– Sim, eu vou ficar bem.

Ele caminhou até a porta e, em seguida, parou e a olhou por um longo momento, como se memorizando cada característica dela. 

Seus olhos tinham um brilho caloroso de amor e alívio.

Tanto amor que ela não poderia confundi-lo com qualquer outra coisa.

Ela sorriu, depositando tanto amor quanto pôde em seu olhar. 

Ele percebeu. 

Reconheceu esse amor. 

Então, sorriu de volta antes de virar e sair pela porta.




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