História Ela volta com o seu corvo - Capítulo 11


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Homossexualidade, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura ;) :3

Capítulo 11 - Acharam mais um corpo


Fanfic / Fanfiction Ela volta com o seu corvo - Capítulo 11 - Acharam mais um corpo

Levantei cedo e logo fui me arrumar; me olhei no espelho e estava com um corte na minha mão. Pensei que eu podia ter me cortado dormindo ou qualquer coisa normal. Isso realmente não importa- pensei.

Fui para a escola e ao ver Yasmin e as outras, logo me aproximei deles...

-Nossa, você deve estar com sono, né?-Yasmin

-Você está bem?-Perguntou Liane.

-O que aconteceu, sonolenta?-Sofia

-Nada, eu estou ótima, não se preocupem. –falei um pouco grossa. Eu não queria, mas foi automático.

-Deve ter sonhado demais, haha.-Lucy

-Deve ser isso. -respondi Lucy- Eu vou ir pra minha aula, até.

Havia sido a aula mais tediosa de todas e pareceu durar uma eternidade, mas, para a minha alegria, ela acabou.

Fui me encontra com minhas amigas no intervalo.

-E ai Carrie?! Como foi sua aula?-Yago

-Tediosa e a de vocês?

-Todos tão nessa hoje. -Liane.

-Bom, eu não. -Sofia.

-O que houve para você, então?-Liane.

-Pessoal, ela ficou vermelha!-Yasmin falou, vendo o rosto de Sofia.

-Conta Sof.-Yago

-Hmm, não sei não vocês dois. -Lucy

Enquanto eles iam falando, dei uma curta olhada para a mesa em que estava o corvo e vi Jack me observando. Virei a cabeça para frente, com olhar de raiva e nem sabia se ele havia percebido.

-Então, o que você acha desses dois, Carrie?-Yasmin

-Ãm? Que? Como? Que dois? –perguntei confusa.

-Eu e a Sofia, Carrie. -Yago

-Ata. Ótimo. Vocês se merecem. –respondi atrapalhada.

-O que?-Sofia pergunta incrédula.

Todos começaram a rir de mim.

-A gente estava brincando. -Liane

-Ata. Okey. –eu.

-O que você tem? –Yago –Pode nos dizer, é sério.

-Não, é só sono, eu vou ficar bem, já volto.

Fui ao banheiro para ver se me animava um pouco na caminhada, mas na volta, passando pelo corredor, Jack me parou.

-Onde vai? –Jack.

-Voltar ao refeitório com minhas amigas. -falei num tom grosso.

-O que aconteceu?

-Me deixa quieta.

Então ele me virou e ficou segurando nos meus braços.

-O que houve? –pergunta insistente.

-Nada! Eu que pergunto pra você, o que houve?

Jack parou e pareceu raciocinar um pouco. Coisa que ele devia fazer mesmo.

-Não estou te entendendo. –disse.

Nem pensando...

-Olha, nem precisa. Só me deixa ir. -falei olhando tristemente nos seus olhos.

Ele me olhou com aqueles malditos olhos castanhos e lindos, depois me soltou e saiu. Então tive que seguir em frente.

No outro dia, ele não havia ido para aula, e nem no outro.

Semanas foram se passando sem muitos acontecimentos assustadores, apenas que acharam mais um corpo de uma menina, mas não tinha identificação pela feição deformada que a mesma causou quando se atirou no rio da cidade e ficou lá por uma semana até ser encontrada. Levou dois dias para os peritos reconheceram que ara a tal garota e, quando seu rosto passou na televisão, no jornal da noite, eu levei um grande susto, pois era uma garota que havia visto no colégio.

O nome dela era Laila Quely. Ela tinha dezessete anos e sempre foi muito quieta na dela. Só tinha uma amiga. O nome da miga era Emily Lincon.

Mas o pior mesmo foi quando apareceu na TV o bilhete que Laila escreveu, antes de morrer.

 

“Todos estão aqui para morrerem um dia. A vida é injusta e desgastante. Estava tão cansada, quando vi a escuridão me chamando. Eu senti medo, mas não tinha alternativa. Ela me disse o seu nome, o que pode parecer estranho. Ela me falou a sua história. Seu nome era Sabr... –nesta parte, a tinta da caneta tinha perdido a forma, pela água. –Adeus.”

 

Senti meu coração bater cada vez mais forte. Será que... Não... Não é possível... Na real, eu não sabia nem mais o que o significado dessa palavra.


Notas Finais


"Senti meu coração bater cada vez mais forte."


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