História Ela voltou - Capítulo 1


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Notas do Autor


Ooooie pessoal, tudo bem? Então, eu sinto a NECESSIDADE de escrever uma fic desse gênero (um dos meus favoritos). Pelo amor de Deus, não me julguem ó.

Não pretendo apagar essa fic, essa promete! Esse capítulo tá pequeno, mas é só uma introdução mesmo. Um prólogo. Sem mais demora... Espero que gostem e boa leitura!!!

(◍•ᴗ•◍)✧*。

Capítulo 1 - Não pode ser ela...Pode?


Fanfic / Fanfiction Ela voltou - Capítulo 1 - Não pode ser ela...Pode?

{Nicolas}

Esse trabalho de um dos chefes da máfia não é fácil, mas também não é ruim. A única coisa que eu tenho que fazer é ir em reuniões chatas, com homens que só sabem usar o título de "Chefe da Máfia" ao seu poder. Bobagem...

- Nicolas, como foi a reunião? - pergunta Erick, o meu melhor amigo e braço direito. 

- Chata como sempre... - reclamo, e ele solta um riso fraco.

- Já sei o quê vai te compensar. - sorri malicioso e eu olho pra ele.

- Pelo amor de Deus, Erick. Não é o que eu tô pensando de novo não, né? - perguntou e ele não diz nada, apenas continua com aquele sorrisinho no rosto. - Da última vez que tu me trouxe uma, tive que tomar muito cuidado. Ela tava fedendo á sexo ainda. - reclamei.

- Nossa, sinto muito. - diz debochado. - Vou descolar uma virgem, pelo menos tentar. - afirma e eu aceno. 

- Que não sejam garotinhas de 13 anos, seu babaca. - nós dois rimos e passamos o resto do dia assim. 

Tive que resolver uns assuntos com os meus subordinados e assim passei a tarde. Erick ficou me fazendo companhia e me ajudando, assim foi mais rápido e menos trabalhoso. 

***

Já são mais ou menos umas 23:00 da noite e Erick se arrumou pra sair e fazer o que disse que ia pra mim. 

- Tô saíndo. - ele diz eu apenas aceno com a mão em que está meu cigarro. 

- Que horas cê chega? - pergunto.

- Sei lá, não devo demorar muito. - sai.

Eu volto pro meu quarto e vou tomar um bom banho, ficando umas meia hora na banheira. Apenas vou esperar o Erick chegar com quem quer que seja. O foda é que ele conhece meus gostos e sempre trás mulher boa. Confio nele.

{Erick}

Após sair do apartamento, eu peguei um carro e fui até uma rua bem popular no meio de garotas de programa. Elas vão lá se oferecer aos caras, já que tem muitas boates alí. Eu sempre pago uma mulher aqui pro Nicolas, mas todas são de apenas uma noite só. E isso é um pouco cansativo, ter que vir aqui procurar uma mulher diferente pra uma única noite. Queria que isso acabasse logo. 

Estaciono o carro em um lugar qualquer e saio, andando toda aquela rua. As mulheres que passam parecem estar bem drogadas, o que não é bom. E além disso, eu prometi á Nicolas que levaria uma virgem, o que é praticamente impossível.

Quando estou passando por um beco, ouço uma voz feminina e algumas masculinas. Paro alí no beco pra ouvir, mas não deixo me perceberem. Apenas escuto a conversa.

- Qual é, gatinha... você não pode abrir as pernas pra gente não? - um homem pergunta.

- NÃO, com todas as três letras em maiúsculo e negrito! - diz a garota, bem estúpida e decidida.

- Aaaaaah, e por que não? - outro cara diz manhoso. 

- Porque eu não vou perder a minha virgindade com uns caras que só querem me pagar uns mil e poucos. Se eu for fazer isso, vai ser com alguém que possa me pagar pelo menos um milhão. - bingo!

- Que virjona, mano. - um dos caras diz. Percebo que são três, e todos estão cercando-a.

- Quem iria pagar um milhão por uma mina que nunca levou pica? - pergunta.

Essa é a minha hora...saio da parede que eu estava escondido e digo:

- Eu. - os quatro dali me olham e eu simplesmente fico com um sorriso no rosto.

- O que?! - um cara alto pergunta.

- Eu mesmo, oras. Quero comprar a virgindade dessa senhorita. - falei super tranquilo.

- Sério, moço? - a garota, que é um pouco baixinha, tem um corpo muito bonito e definido, indaga, vindo pra perto de mim.

Ela tem as características que o Nicolas gosta... é essa!

- Ah, riquinho de merda. - os rapazes dizem e saem, reclamando.

Acaba ficando eu e a garota no beco e por incrível que pareça, ela quem puxa o assunto.

- Então, moço, quanto você vai me pagar? - pergunta.

- Não sei...um milhão? - digo mais pra mim do quê pra ela. Dinheiro não é problema pra gente da máfia, um milhão é o mesmo que um centavo.

- Opa, eu aceito. Você tem alguma doença sexualmente transmissível? Não, né?! - olho pra ela e solto um riso, tampando a boca com as palmas das mãos. - Qual é a graça? - levanta uma sombrancelha.

- Senhorita, eu não irei tirar a sua virgindade. E respondendo a sua pergunta, não. O homem que fará isso não tem nenhuma doença. - digo e ela suspira aliviada. - Vem comigo. - ela me segue e vamos até o carro.

- Moço, ele vai mesmo me pagar? - olha nos meus olhos, parecendo meio apreensiva.

- Vai, somos homens honestos. - ela parece bem mais tranquila. - Ah...mais uma coisa. Esse cara, ele gosta de só uma noite, entende? - ela acena positivamente, entendendo.

- Hm... moço, qual a idade desse cara? - pergunta meio envergonhada.

Vê-se que ela é realmente virgem, bem tímida e inexperiente.

- Ele tem 23 anos, mocinha. - respondo e ela fica com uma vermelhidão nas bochechas. Decido perguntar. - Você não tem 13 anos, né?! - ela me olha incrédula e ri.

- Não, moço. Tenho 16. - responde assim que acaba de rir. Suspiro aliviada. - Eu posso pelo menos saber o seu nome? - olha pra mim.

- Erick. E o seu? - tenho que perguntar. Não posso levar uma garota que nem sei o nome pro Nicolas, seria estranho e irresponsável.

- Annie. - apenas o que diz, num tom meio frio e rápido. Decido não insistir nesse assunto, ela pareceu desconfortável.

***

Fomos o resto do caminho em silêncio, até que chegamos ao apartamento. Nicolas mora na cobertura e eu moro junto com ele.

- É aqui? - ela indaga, olhando pro prédio todo.

- Lá. - aponto pro topo e ela engole em seco, desacreditada. 

- Nossa... - solta e nós dois subimos pelos elevadores.

{Nicolas}

Assim que acabei meu banho, eu peguei um roupão e me vesti. Acendi um cigarro e fumei no tempo que Erick não chegava. Assim que meu cigarro acabou, fui até o meu quarto e coloquei uma cueca boxer preta e não coloquei nem blusa e nem bermuda. Fiquei assim. Não penteio meus cabelos, só passo as mãos nele de qualquer jeito e tá ótimo. 

Me deito no sofá e fico mexendo no meu celular um pouco. Mando uma mensagem pra Erick, perguntando: "cara, cê já tá vindo?" 

Não demoraram nem dois minutos e ele vizualizou e respondeu: "tô no elevador, levando uma virgem bem bonita pro cê, camarada." Não respondo, apenas jogo o meu celular de qualquer jeito no sofá e me levanto, indo pegar outro cigarro.

Assim que estou de pé com o isqueiro próximo ao cigarro, a porta abre e Erick entra. Junto á ele, está uma garota um pouco baixa, cabelos longos e belos, pele branca e corpo bem definido na roupa que ela usa - que era uma saia curta preta com uma tira de mesma cor; uma blusa curta branca, que deixa sua barriga á mostra e seus seios fartos,bem marcados; e um salto branco. Só seu corpo me deixou excitado, então eu decido olhar para sua face.

Ao ver seu rosto, deixo meu isqueiro e cigarro caírem. Ela parece estar paralisada, igual á mim. Nesse momento, é como se os segundos ali, parecessem uma eternidade. O silêncio, uma multidão falando dezenas de frases de uma vez só. O olhar, transmitindo sentimentos e emoções escondidos.

Erick abre a boca pra falar, mas é interrompido por nós dois. 

- Nicolas

- Annie? - indagamos juntos e ficamos ali, nos olhando. Não é possível...não pode ser ela. Mas e se for? Essa é a mesma Annie Miller's, a minha irmã que... sumiu


Notas Finais


Espero que tenham gostado, hehehe. A aparência do Nicolas é do Kogami Shinya (do anime Psycho-Pass), a do Erick é do Nobuchika Ginoza (do mesmo anime) e a aparência da Annie eu ainda não decidi. Por enquanto, imaginem.

Eu vou tentar atualizar essa fic nos mesmos dias de "The Mysterious Bride" pra não ser nada injusto kkkkkkkkkkkkk.

Desculpem os erros, mas mesmo assim espero que tenham gostado e até o próximo!

( ˘ ³˘)♥


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