História Elas estavam certas, afinal... - Capítulo 2


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Categorias Deadpool, Homem-Aranha
Personagens Peter Parker (Homem-Aranha), Wade Willson (Deadpool)
Tags Crossover, Deadpool, Deadspider, Drama, Homem Aranha, Lemon, Lgbt, Mutilação, Peter Parker, Romance, Spider Man, Spider-man X Deadpool, Spideypool, Suícidio, Wade Wilson, Yaoi
Visualizações 508
Palavras 1.516
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Happy End!!


Espero que gostem pessoal.

Capítulo 2 - Chapter Two


Fanfic / Fanfiction Elas estavam certas, afinal... - Capítulo 2 - Chapter Two

Peter Parker era um garoto muito atento, porém naquele dia ele não notou o óbvio, nem nos outros onde o mercenário o observava de longe.

Ele pareceu passar reto tão perdido em seus pensamentos, Gwen costumava a dizer que ele era bastante orgulhoso, ele pareceu sempre negar este fato, porém hoje tinha a confirmação das insistências de Gwen.

Eu deveria ir atrás dele, tem dias que penso assim... mas eu não quero voltar e ele não mudar nem ao mínimo um pouco, nesse ano inteiro havia dias que ficava em meu quarto depois do meu turno como herói e ficava deitado relembrando de seus toques e comentários, apenas pensar nele fazia suspirar, um ano inteiro muitíssimo sôfrego.

Ao chegar na loja onde compraria minha câmera nova, Gwen esperava na porta um tanto brava imaginei que talvez fosse pela demora

–Peter! Achava que você já havia desistido e estaria ido morrer naquela sua cama!

Ela aliviou sua reação e então tocou em meu ombro assim que me desculpei

–Está tudo bem, Peter? Você sabe hoje...

A interrompi com sorriso gentil dizendo que eu me sentia bem, ela pareceu preocupada e me abraçou apertando meu ombro e me surpreendo com repentino abraço, não deixo de retribuir.

As vezes eu penso que se tivesse me apaixonado por Gwen as coisas estariam sendo mais fáceis, mas ninguém ocupava minha mente além dele...


Nos separamos para achar bons modelos de câmera, observava as mesmas tocando em sua extensão e a puxei por sua fita de segurança com cuidado, de longe um atendente ajudava a Gwen a olhar alguns modelos novos.

Peguei a câmera e abri a mesma querendo testar, olhei para lado de fora e foquei a câmera para o parque próximo e aquele mesmo homem de capuz estava sentado lá comendo um algodão doce...


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Estava tentando ajudar Peter com as câmeras presentes, sem saber muito daqueles modelos pediu ajuda ao atendente que dava pequenos flertes.

–Então você gosta de câmeras?

Ele me perguntou querendo ser amigável, movi a cabeça em negação

–Meu melhor amigo que gosta de câmeras, vim ajudar a ele escolher alguma.

Falei de forma simples e toquei em uma das câmeras essa era azul tinha modelo antigo, um tanto bonita.

O atendente ainda me secava isso estava me deixando confortável, quando ouço passos pesados pelo chão do estabelecimento apenas observei Peter saindo dali com rápidez batendo a porta com força e por um momento não entendi nada

–Peter ?

Perguntei como se ele ainda pudesse ouvir e o atendente parecia estar se comovendo com aquela cena.
Eu te mato depois, Parker


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Sem pensar duas vezes minhas pernas se moviam em direção ao homem de capuz com algodão doce e quando reparei estava correndo, havia esquecido de Gwen ou qualquer coisa que estivesse em minha mente, ao chegar la me apoiei em meus joelhos para recuperar meu ar perdido depois de correr desesperada-mente até aqui.

Seus dedos envolviam ao algodão e levava até os lábios e franzi a testa ao ele não dizer nada

–Eu sei que é você, Wade.

Falei confiante e o mesmo lambeu seus dedos, podia ver a deformação nós mesmos, ele estava de cabeça abaixada sem dizer muito e então ergueu os braços com o algodão em uma das mãos como se representasse que foi pego.

–Que Babyboy inteligente.

Senti tanta falta de ouvir essa voz dele, ele mantinha tom sarcástico que se não estivesse com saudades, eu o quebraria.
Meu corpo não teve controle algum, fazia tanto tempo e pensar que ele me observava de longe me afetou um pouco, só um pouco...

Sem pensar duas vezes me aproximei dele nem importando com lugar onde estávamos e que pessoas olhavam depois da minhas ações, alcançei seu rosto com minha mão e senti seu rosto áspero cheio de horrendas cicatrizes e me aproximei fechando os lábios selando nossos lábios de forma gentil e sem desespero, era um selar doce e ingênuo, nesse momento o algodão dele soltou de sua mão e foi direto para minha bluss grudando me afastei incomodado com a sujeira em minha blusa

–W-Wade eu...

Antes que pudesse dizer algo, ele segurou meu pulso de forma violenta e sem gentileza alguma começou a me arrastar para algum lugar e parecia mumurrar algo com suas vozes, eu as odiava, elas sempre colocavam ele para baixo mesmo que nunca admitisse.

Quando notei já estávamos em um beco e ele continuava a me puxar e não recusava nada, apenas deixei me guiar.
Ele chutou uma porta que abriu e me empurrou para um lugar sujo com apenas um sofá desgastado no meio da sala, ele fechou a porta em seguida e se aproximou de mim preparado para meu beijar mas neguei tocando em seus lábios

–Precisamos deixar claro umas coisas, Wade.

Ele apenas ficou perto de mim e beijou meus dedos e meu rosto ficava cada vez mais quente e vermelho com vontade absurda que ele me tocasse muito mais, enquanto continuava segurar ele.

–W-wade, nos terminamos, não é como se esse beijo fosse mudar algo que você fez...

Ele beijou meu pulso e lambeu o mesmo e soltei um gemido repreendido tentei me conter para não puxar para perto

–Você me quer tanto, Babyboy... Você correu tão rápido quando me viu, você estava ate andando.

Falou tocando em meus lábios com seu polegar alisando e enfiando o mesmo em minha boca e minha língua passou em seu dedo e me afastei um pouco

–Wade! Você precisa mudar, eu não quero você matar ninguém inocente... céus eu te quero muito para mim.

Me agarrei em seu pescoço o o apertei contra meu corpo e sussurrei para ele

–Me prometa que não fará mais isso...

Ele ficou em silêncio por tempo e segurou meu rosto

–Eu disse que ia tentar mudar para ganhar seu respeito, eu te prometo Petey.


Foi quando nao resisti, nossos lábios se tocaram de forma mais urgente dessa vez, sua língua movia contra minha intensamente e estavamos em uma batalha para ver quem ficaria no poder.

Ele me jogou no sofá desgastado e ficou entre minhas pernas e coloquei as mesmas contra sua cintura apertando, seus dedos me tocavam com desejo e não paravam de me acariciar, gemi baixinho seu nome enquanto ele dedilhava meu peitoral por dentro da blusa, apertando sem hesitar meus mamilos e soltei gemido mais abafado.

Ele estava se divertido e então tocou no volume por cima da minha calça massagenado.

–Meu Babyboy é tão pervertido, você se masturbava pensando em mim enquanto estavamos longe? Você enfiava seus dedos aqui.

Ele apertou minha bunda e gemi e calei sua boca com minha mão

–Senti s-saudade de ver você me envergonhando dessa forma que só você sabe fazer, seu pervertido.

Falei abrindo um sorriso e ele parou e apenas me observou e selou seus lábios na minha testa

–Petey... Você é tão lindo.

Ele disse baixo em meu ouvido e respondi
Você também de forma carinhosa e carregava apenas verdade, ele franziu sua testa inconformado com o que eu disse

–Você está precisando daqueles seus óculos de novo...

Falou rindo e toquei em sua bochecha beijando a mesma e deixando caminho de beijos pela sua pele

–Não preciso, eu falo serio... suas vozes podem dizer ao contrário, mas estou aqui.
Eu seu babyboy falando como eu amo sua aparência da forma que ela é.

Ele deu sorriso e me beijou novamente e acariciei seu cabelo loiro quando nos beijamos, nesse dia ele me tocou e me preencheu já fazia tanto tempo que chegou a ser um tanto doloroso, mas aquilo me encheu de alegria e fez minha voz sair pervertida e obscena dos meus lábios, movi minha cintura contra a sua e os movimentos aumentavam sem parar e arranhava suas costas deixando marcas de minhas mãos com os apertos e ele deixava uma trilha de marcas em mim também.

No ápice ele me preencheu tudo com seu orgasmo e eu sujei nosso abdômen, arfamos depois de tanto tempo matando a saudade, deitei sobre seu peito e fechei meus olhos sorrindo achei que não precisava dizer meus sentimentos, pois eles haviam sido expressados naquela noite, adormeci sobre seu peito me sentindo tranquilo estando com ele, era um alívio ter seu corpo quente ao meu, era um alívio ouvir sua voz.

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Peter dormia tranquilamente sobre meu peito e estava feliz por termos nos resolvidos as vozes não me atormentaram quando ele esteve comigo, mas assim que ele dormiu

[ Ele vai desistir de você]

Disse elas em sincronia e por momento apenas toquei cabelo de Peter

– Talvez desista, mas quanto tenho tempo... Eu ficarei com ele até ele se enjoar.

Falei calmo e então olhei para marcas que havia deixado em sua pele

– E se ele não se enjoar, eu continuarei dando tudo de mim para ele.

[ Você vai fazer de novo e de novo, ele vai te odiar.]

–Eu pensei assim e olha onde eu estou?

Falei tom sarcástico e sorri Peter suspirou em meu peito e apenas toquei em suas costas acariciando

–Vou amar ele enquanto temos tempo


Notas Finais


Desculpa qualquer erro, obrigado por ler 💙


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