História Elastic Heart - Capítulo 42


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Red Velvet
Personagens Irene, Kim Taehyung (V)
Tags Bts, Irene, Joyhope, Jungri, Kpop, Red Velvet, Seulmin, Taehyung, Vrene, Wenga
Visualizações 85
Palavras 2.915
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


“Com um contrato com o diabo, verei através de você
Você será todo meu
Até o último fio de cabelo”

Tia, Deal With The Devil.

Capítulo 42 - Você será todo meu


Fanfic / Fanfiction Elastic Heart - Capítulo 42 - Você será todo meu

Atenção: Esse capítulo contém conteúdo sexual explícito, se não gosta desse tipo de coisa, apenas não leia o capítulo.


Abri meus olhos suavemente, sentindo uma superfície acolchoada me acolher — deduzindo que era uma cama. Virei meu corpo na mesma, sentindo algo pesar de um de seus lados. Vi a figura de Taehyung sentado em um dos lados da cama, fitando-me com um sorriso nos lábios.

— Eu dormi muito? – Indaguei um pouco sonolenta ainda, esticando-me para me alongar.

— Não, só por uma hora. Acho que até dormiu muito pouco, amor. – Seus lábios encostaram em minha testa, deixando um longo selar ali.

— Precisamos conversar, Tae. – Murmurei sentando-me corretamente na cama, visualizando um quarto completamente rústico, com paredes e chão de madeira. – É um chalé de inverno?

— Ah, sim. Minha família sempre vem se reunir aqui no natal, mas eu nunca gostei muito dessa tradição. – Respondeu com ironia, passando sua mão pela nuca.

— Taeyeon? – Resolvi arriscar, recebendo uma risada soprada em troca.

— Não, só não gosto muito da minha família. – Soltou um suspiro, deslizando seu olhar até de encontro ao meu. – Pergunte. – Pediu com um sorriso fraco nos lábios.

Respirei fundo, observando calmamente cada detalhe do rosto de Taehyung, lembrando-me vagamente de suas feições parecidas mesmo quando mais novo.

— Por que mentiram pra mim?

Taehyung pareceu surpreso. Ele arqueou as sobrancelhas, movendo os lábios algumas vezes a fim de procurar palavras para me explicar, mas parou-os novamente.

— Eu não sei. – Respirou fundo. – Eu realmente não sei, me perdoe.

Segurei seu rosto entre minhas mãos, trazendo-o perto do meu.

— Não é sua culpa, amor. – Disse em baixos e suaves sussurros contra seus lábios. – Não tinha como você saber disso. Era mais um questionamento para mim mesma.

— Ah, entendo.

Afastei-me do recém loiro, passando minhas mãos entre meus fios negros. Meus olhos passeavam pelo corpo do meu namorado, procurando desesperadamente refúgio em seus olhos.

Como o refúgio que tivera a oito anos atrás.

— O que o Junmyeon queria comigo? – Questionei ajeitando-me em frente a ele, sentando-me de pernas cruzadas.

— Ele... – Respirou fundo, massageando o osso de seu nariz. – Ele é seu irmão, Irene.

Engasguei com o ar, arregalando os olhos surpresa.

— Meu o quê? – Desviei o olhar para o chão, escutando o barulho da madeira queimar na lareira.

— Ele não é seu irmão de sangue, mas ele continua sendo seu irmão. – Explicou segurando minhas mãos com delicadeza.

— Então ele era adotado? Mas eu não lembro dele...

— Não, Irene, Junmyeon era filho de sangue da sua omma e de seu appa. Você não era... – Arregalei os olhos, afastando minhas mãos das suas. – Você não é uma Bae de sangue.

— Eu sou o que então?! – Exclamei enfiando meus dedos por entre meus fios negros de cabelo.

Taehyung permaneceu em silêncio, engolindo em seco alguns minutos depois, antes de falar: — Você tem sangue Kim.

Levantei os olhos rapidamente para Taehyung, assustada com o que ele havia acabado de pronunciar.

— Por isso meu pai não te quer perto de mim, Irene. – Respirou fundo, olhando fixamente meus olhos. – De alguma forma, somos primos. Não de primeiro grau, mas somos.

Desviei o olhar, fitando o chão por alguns minutos. Pensativa sobre aquilo.

— E... – Prosseguiu. – Taeyeon também é minha prima, e sua irmã também. Por isso meu pai não queria que eu ficasse com Taeyeon, então casou ela com Baekhyun, que também não tinha sangue legítimo de um Kim. Ele era um Byun.

Apoiei minhas mãos em frente a meus lábios, absorvendo tudo aquilo que o mais velho havia revelado. Respirei fundo e fitei seu rosto com cautela.

— Nós somos primos. – Respirei fundo. – Primos de alguma forma.

— De alguma forma. – Deu de ombros, repetindo as últimas palavras que dissera.

Meus olhos fitavam os de Taehyung tão intensamente, que sentia que estávamos conectados apenas pelos nossos olhares. Eu sentia que mesmo não sendo primos de primeiro grau, tínhamos algum parentesco, e aquilo era errado. Mas... quem disse que eu estava ligando?

— Dane-se. – Murmurei olhando distraidamente para os lábios de Taehyung. – Eu não ligo se somos primos ou não, eu não vou deixar de te amar por isso. Eu nem conseguiria.

O mais alto deslizou seus olhos até os meus, fazendo-me desviar-me para os seus também. A mão de Taehyung fez um caminho até o meu rosto, segurando as laterais de meu queixo com extrema delicadeza.

Pousou seus lábios sobre os meus em um beijo suave, inocente, romântico. Teria continuado assim, se não fosse pela língua de Taehyung adentrando minha boca lentamente.

Meus braços automaticamente se enrolaram em seu pescoço, suas mãos agarraram minhas coxas e trouxeram-me para seu colo. Seus dedos frios encostando em minha pele das pernas, enquanto uma das mãos subia pela parte de trás de minha cabeça, infiltrando os dedos por entre os fios negros.

Soltei um gemido contra seus lábios com a sensação de uma de suas mãos puxando meus cabelos, e ao mesmo tempo apertando minha coxa. 

Os lábios de Taehyung tinham uma textura única que estava levando-me a loucura. Minhas mãos puxaram os fios de cabelo em sua nuca, separando nossos lábios por falta ar.

Minha respiração estava desregulada, tentava puxar ar para meus pulmões em vão, já que Taehyung tomou meus lábios novamente, de maneira mais agressiva dessa vez.

Sua mão que estava em meus cabelos antes, desceu por minhas costas, procurando o zíper do vestido. Sem saber o que fazer, parei minhas mãos em seu peito, tentando desabotoar sua blusa social. Senti o zíper do vestido descer lentamente, chegando até próximo a minha cintura — onde de fato ele acabava.

Quebramos o contato de nossos lábios para dar ar a nossos pobres pulmões, mas Taehyung não parou. Seus lábios desceram por meu pescoço, beijando a extensão do mesmo com delicadeza. Mordi os lábios e deixei escapar um suspiro.

— Tae... – Ofeguei, apertando com força o tecido de sua blusa social. – Vamos fazer isso agora? – Um sorriso pintou meus lábios de maneira involuntária, enquanto os lábios de Taehyung ainda brincavam com meu pescoço.

— Isso aconteceria alguma hora e, também... – Afastou o rosto de meu pescoço lentamente, passando seus dedos finos pelas alças de meu vestido; puxando-o lentamente para baixo. – Tenho que cumprir a minha promessa, não é?

Desviei meu olhar do seu, fitando o relógio pendurado na parede. Dei um sorriso ladino e ao mesmo tempo debochado.

— Já é mais que meia-noite. – Sussurrei ajeitando-me em seu colo, sentindo o membro de Taehyung parcialmente desperto. – Não cumpriu sua promessa.

— Ah, Irene, você fala demais! – Selou nossos lábios novamente, invadindo lentamente minha boca com sua língua.

Minhas mãos trêmulas tentavam desabotoar a blusa de Taehyung, mas estava difícil comigo tremulando daquela forma.

— Céus, Tae...

Soltei um arfar quando sua mão abaixou completamente a parte de cima do vestido, dando a visão de meu busto. Minhas bochechas queimaram imediatamente.

— Você é tão linda, Joohyun... – Apertou minha cintura com força, mordendo os lábios com tanta força que chegavam a ficar brancos. – Estou me segurando pra não cometer uma besteira, mas essa sua expressão me deixa louco, Irene.

— Taehyung, eu te amo... – Murmurei baixinho num timbre manhoso, apertando com força os botões de sua blusa, ainda tentando abri-la.

— Faz isso de novo... – Aproximou os lábios de minha orelha, mordiscando delicadamente meu lóbulo. – Fala isso de novo...

— Eu... – Soltei um gemido baixo ao sentir uma de suas mãos apertarem levemente um de meus seios, agarrando sua nuca com força. – Eu te amo, Kim Taehyung...

— Eu também te amo, Irene. – Soltou o ar quente contra a pele de meu pescoço, fazendo-me sentir o ar chicoteando meu pobre pescoço.

O mais velho apertou meu quadril, na intenção de me ajeitar em seu colo, mas acabou por fazer nossas intimidades se tocarem levemente. Suas pupilas dilatadas e respiração ofegante, Taehyung estava imerso em excitação.

Oh céus, alguém me ajude...

Com uma das mãos, Taehyung puxou-me de maneira brusca e sensual pela coxa, deitando-me na cama acolchoada; enquanto com a outra, Taehyung deslizou o tecido do vestido pelo resto de meu corpo, deixando-me seminua para ele.

Deslizei meu olhar do seu, envergonhada demais para poder fitá-lo.

— Irene... – Chama. – Olhe pra mim...

Meus olhos novamente foi até os do loiro, que sorria confortante para mim. O mais alto inclinou-se sobre mim, apoiando as mãos em meus joelhos. Suas mãos afastaram lentamente minhas pernas, deixando-me ainda mais exposta para ele.

— Não sabe quanto tempo eu esperei apenas pra te ter aqui... – Riu soprado ao perceber que estava envergonhada e desconfortável com aquilo. – Você ficaria mais confortável se eu também tirasse minhas roupas?

Assenti, ainda com o olhar perdido no quarto, por estar ruborizada demais.

— Tudo bem... – Suspirou e afastou-se lentamente de mim, abrindo os botões de maneira lenta e paciente.

— Espera, Tae... – Sentei-me na cama, puxando-o pelo colarinho. – D-deixa eu fazer isso?

O loiro arregalou levemente os olhos, dando um sorriso malicioso. Mordeu os lábios, consentindo com sua cabeça.

Abri os botões restantes e afastei a blusa, deixando seu peito e abdômen expostos. Céus, ele era tão bonito... por total reflexo, aproximei meus lábios de seu peito, deixando um breve selar ali.

— O que está fazendo? – Segurou minha nuca, soltando uma risada nasalada. – Nem tente fazer o que estou pensando...

— Eu não conseguiria de qualquer forma. – Passei a mão na nuca, afastando-me lentamente de meu namorado. – Mas por que não poderia?

Ele mordeu os lábios e deixou um sorriso malicioso brotar em seus lábios, empurrou-me delicadamente de volta para deitar.

— Porque eu vou fazer isso. – Abriu minhas pernas de maneira mais brusca dessa vez, assustando-me um pouco. – Em você...

Suas mãos seguraram o fino tecido de minha calcinha, fazendo-me sentir todos os meus pelos do corpo se arrepiarem. Era isso. Ficaria nua na frente de alguém pela primeira vez — sem contar quando era criança.

O tecido de seda deslizou lentamente por minhas coxas, em seguida pelo resto de minhas pernas. O mais velho segurou meus joelhos, tendo a certeza que não fecharia minhas pernas. 

O loiro aproximou os lábios de minhas pernas, subindo beijos desde minhas canelas até minhas coxas, onde ele começou a distribuir beijos pela parte interna. Soltei um arfar quando seus lábios se aproximaram de minha intimidade.

— Irene... – Chamou, olhei ele de maneira acanhada. – Confia em mim, certo? – Assenti. – Então só faz uma coisa agora...

— O quê? – Indaguei baixinho, ofegando um pouco.

— Só... geme pra mim.

Não entendi de primeira.

Não até sua língua acariciar minha intimidade. Minha garganta deu espaço para um gemido escapar. Não fazia idéia de que minha voz poderia ficar tão manhosa quanto agora, achava minha voz tão fria que nunca me imaginei assim.

Sua língua fazia movimentos que me enlouqueciam facilmente, fazendo-me até mesmo me segurar para não gritar. Minhas mãos agarraram seus fios loiros, puxando-me levemente entre os dedos. Seus lábios se movimentavam de maneira precisa, dando-me diferentes sensações.

Meu corpo estava quente e meu baixo-ventre dava pontadas inesperadas, o que resultava em mais um gemido meu. O que era aquela sensação tão... tão... tão boa...

Eu poderia ficar sentindo aquilo por horas. Foi quando eu senti Taehyung encontrar um movimento bom. Ah céus, ele fez um movimento circular com sua língua. Soltei um gemido alto, arqueando minhas costas, puxando os cabelos de meu pobre namorado com mais força.

— Gosta assim, Irene? – Indagou baixinho por um momento, continuando os movimentos mais lentamente no momento seguinte.

Oh céus... estava a ponto de explodir!

— Tae, Tae... – Suspirei pesadamente, afundando minha cabeça no colchão.

As mãos de Taehyung subiram por minhas pernas, massageando minhas coxas. Aquilo estava me deixando muito excitada. Suas mãos tinham um dom único de massagear, principalmente naquele momento.

Foi quando eu não pude dizer mais nada, apenas gemer.

Já não respondia por minhas ações, meu corpo já estava fervendo. Foi quando eu senti uma das melhores sensações que senti. Um choque percorreu meu corpo, aquecendo meu corpo desde meus pés até a pontinha de minhas orelhas.

Havia murmurado o nome de Taehyung antes disso. Sabia que tinha atingido o orgasmo. Não era tão inocente assim.

Não conhecia a sensação de um orgasmo, mas com certeza sabia o que era, e que também era uma das melhores sensações que existem. E agora, poderia comprovar.

Nunca me senti tão bem.

— Irene, amor? – Chamou baixinho, olhando-me tentar retomar minha respiração normalizada. Retirou alguns fios de minha franja molhada por suor em minha testa, abriu aquele sorriso que só ele pode dar. – Estava bom?

Minhas bochechas ficaram rubras com a pergunta, mas consegui responder.

— E-estava... – Fitei seus olhos e suspirei, ainda sentindo espasmos por meu corpo. – M-muito bom...

— Não se preocupe então, amor, vai sentir isso mais uma vez hoje... – Murmurou com um sorriso malicioso pintado nos lábios.

— O-o quê? – Perguntei confusa, o que fez o loiro sorrir de canto.

— Me ajuda a tirar isso, ou está envergonhada demais para? – Indagou, referindo-se a sua calça.

Dei de ombros e levantei-me lentamente, aproximando minhas mãos meio dormentes de seu cinto, desatando-o sem complicações. Puxei o mesmo para fora da calça, jogando-o em algum lugar no chão. Taehyung retirou sua calça com tamanha agilidade, ficando apenas de boxer.

Céus, ele estava muito excitado...

Poderia perceber apenas pelo volume de sua intimidade. Queria tanto senti-lo, mas estava faltando algo.

— Taehyung... – Chamei, fazendo-o parar de aproximar-se de mim. – Proteção, Taehyung, nós precisamos de-

— Tudo bem, Joohyun, eu entendi meu amor. – Deixou um selar em minha testa, levantando-se da cama. 

Seus passos podiam ser ouvidos pelo assoalho, o barulho da gaveta de madeira sendo aberta e fechada logo em seguida. Subiu novamente sobre a cama, abrindo o pacote com o preservativo.

Retirou sua boxer em segundos, fazendo seu membro ereto ficar exposto. Não sabia se era eu que estava envergonhada, ou ele por eu estar secando ele na cara dura.

— Gosta do que vê? – Consentindo com um sorrisinho sapeca, o loiro empurrou-me de volta para a cama, fazendo-me cair deitada. –Escuta, preciso que confie em mim, sabe que preciso que relaxe e...

Eu o fitava com cara de tédio. É claro que eu já tive minhas orientações sobre como deveria agir na minha primeira vez, então é claro que sabia.

— Okay, entendi, só não me mata com esse olhar. – Pediu um pouco amedrontado.

O mais velho colocou o preservativo em seu sexo, abrindo minhas pernas de maneira delicada. Levou uma de suas mãos até a minha, segurando-a com força.

— Me diga se doer, entendeu? – Assenti um pouco assustada.

Tae posicionou sua glande em minha entrada, que se contraiu um pouco, mas se relaxou aos poucos. Respirei fundo antes de consentir com a cabeça para que ele viesse.

Foi quando eu senti ele.

Ah, céus, doía como o inferno!

Seu membro entrando vagarosamente dentro de mim, aumentando minha dor e sofrimento. Ofeguei com aquela extrema dor, mordendo os lábios. Meus olhos lacrimejando conforme ele entrava em mim.

Taehyung percebeu.

Roubou meus lábios em um beijo carinhoso, protetor e terno. Ele estava tentando me acalmar.

— Tae, dói... – Sussurrei contra seus lábios, assim que quebramos o ósculo.

— Vai passar, vai passar. – Sussurrou de volta, selando um beijo longo em minha testa 

Havia parado um pouco de doer, era apenas incômodo, mas ainda não queria arriscar, podia começar a doer de novo.

— Taehyung? – Chamei em um sussurro em seu ouvido.

— H-hum... – Aquilo saiu mais como um gemido do que uma resposta.

Era impressão minha ou ele estava se segurando para não se mexer? Estava com medo de voltar a doer, mas não poderia deixar meu namorado sofrer daquela forma...

— Pode se mexer. – Falei meio hesitante, mas de qualquer forma não saberia se iria doer novamente se não tentasse.

O loiro não perdeu tempo em mover seu quadril pra frente, dando-me uma leve estocada. Gemi de dor, agarrando-me ao corpo de Taehyung. Agora ardia, ardia demais.

— Merda... – Tentei regular minha respiração.

— Irene... – Tae chamou ofegante. – Tira seu sutiã...

Estranhei o pedido, mas assim o fiz. Taehyung enfiou sua cabeça entre meus braços agarrados a seu pescoço, aproximando seus lábios de um de meus seios. Deixando um beijo sobre o bico de meu seio, em seguida chupou-o com delicadeza.

Joguei a cabeça para trás e soltei um gemido, foi quando veio mais uma estocada dentro de mim. A ardência vinha de novo. Seus lábios continuavam a chupar o bico de meu seio, enquanto tentava aos poucos estocar-me sem me machucar.

E estava funcionando...

— T-Tae... – Gemi alto, agarrando suas costas com força. – M-mais...

— É pra já, Bae Joohyun... – Sussurrou em meu ouvido, acelerando os movimentos de suas estocadas.

Tudo o que se podia escutar no quarto eram: nossos gemidos, as respirações descompassadas e os suspiros pesados, o barulho de nossas peles se batendo com força; e o assoalho, que rangia com o constante movimento sobre a cama.

— Taehyung! – Gemi alto, minhas unhas se arrastaram nas costas do loiro. – Eu estou quase... – Sussurrei, mordendo os lábios com força.

— Eu também estou quase... – Ofegou antes de dar mais uma estocada dentro de mim.

— Taehyung, Taehyung, Taehyung... – Minha voz já não era mais a mesma, já estava um pouco falhada e rouca.

— Irene, eu te amo... – Sussurrou em meu ouvido, abraçando minha cintura 

— Eu te amo, Tae. – Respondi de volta, chegando a meu ápice após mais uma estocada, e o loiro após mais algumas.

Nossas respirações de normalizavam aos poucos, enquanto nossos batimentos cardíacos aumentavam mesmo após tudo aquilo. Taehyung saiu de dentro de mim e eu fiz uma careta, encolhendo-me na cama.

Estava cansada demais.

— Irene, não vai tomar banho? – Indagou afagando meu braço nu, beijando levemente meu pescoço.

— Estou cansada depois disso, preciso dormir um pouco agora. – Fiz um bico infantil nos lábios.

Taehyung assentiu e deixou um beijo em minha testa, cobrindo-me com um fino lençol que tinha próximo a cama.

— Eu te amo, minha princesa. – Murmurou deitando-se ao meu lado, puxando-me para dormir de conchinha com ele.

— Eu te amo, meu príncipe.

Abracei meu namorado com força, aconchegando minha cabeça em seu peito, adormecendo ali mesmo.

Era inevitável o que aconteceria no futuro, mas até o momento, eu sabia que após esse momento juntos, Taehyung era quem eu deveria amar.

Pelo resto de minha vida.


Notas Finais


VRENE SÃO PRIMOS!!!

FINALMENTE UM HOT!!!!
YEY!!!!!

Enfim... eu não sou muito boa em escrever hots, e como eu tô com sono, pode ser que tenha saído bem bosta, então relevem :3

Esperem para mais tretas, hehehe :3


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