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História Ele e o outro ele - BoruSara. - Capítulo 2


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Notas do Autor


Demorou, mas eu consegui!
Tenha uma boa leitura 💕💞

Capítulo 2 - Chapter I - Casamento sem noiva.


Fanfic / Fanfiction Ele e o outro ele - BoruSara. - Capítulo 2 - Chapter I - Casamento sem noiva.

Capítulo I.

17 de março, 2020.

Era domingo, e as preparações no jardim daquela linda mansão estavam prontos em detalhes.

A jovem Uchiha, que se encontrava em seu quarto, frente ao espelho, deslizava as mãos pela roupa como para a alinhar em seu corpo delicado, ela está a se analisando minusiosamente.

Suspirava, cansada, e também frustrada. Ela estava desgastada depois de tanto percorrer nas mãos dos pais que estavam a precionando e a manipulando, na verdade, Sarada estava exausta.

Sarada era uma garota privilegiada, filha única de Haruno Sakura, uma conhecida atriz japonesa, e Uchiha Sasuke, um diretor de cinema conhecido mundialmente, ela sempre teve tudo.

Mas mesmo com tantas questões, para a jovem o que lhe era necessário, entretanto, ela desconhecia, a sua liberdade tão adorada. A jovem de olhos escuros se sentia sufocada alí.

Foi moldada e manipulada para se tornar o que devia, e quando puderam a prenderam a um total desconhecido. Para sua frustração: Sarada estava noiva, e sequer sabia mais que o nome do seu pretendente.

A porta abriu suavemente, o ranger baixo ainda chamou a atenção dela.

— Como você está linda... — A mulher de cabelos rodados proferiu baixo assim que a viu, e não conteve sorrir. A moça ergueu a cabeça, a olhando pelo reflexo do espelho.

Sarada soltou um suspiro baixo, em uma total frustração.

— Porém nenhum pouco feliz... Sarada, por favor, nós já falamos sobre isso. — A progenitora da garota relembrava, a observando, séria.

— Não consigo apenas levar isso com normalidade. Como puderam me envolver nisso? — A morena perguntou, em um tom baixo, magoada.

— Não seja dramática, Sarada. Todos somos atingidos se viermos a falência, estamos buscando apenas o melhor para você e para nossa família. — A sua mãe explicou, e ela fechou os punhos mordendo o interno da bochecha.

Sakura se aproximava dela.

— Eu prefiro morar debaixo de uma ponte a casar com Kawaki. — Soltou ela sem mais pensar, e a mulher soltou um longo suspiro, como se acalmando.

— Você está pronta? — Perguntou a mulher se cabelos rodados, que usava um vestido acima do joelho que deixava seu corpo ainda mais bonito, sua mãe.

— Não posso apenas desistir disso? — Perguntou Sarada, se voltando a mãe. O vestido que vestia era como um de noiva, adornado e elegante.

— Sabe que estamos buscando o melhor para você, pense em nós, precisamos sair desse problema... Vamos, não pode ser tão ruim assim, o seu noivo é um bom rapaz. — Disse a rosada, se aproximando da filha, passando as mãos em seus fios.

— Que fique claro que isso é pelo papai, apenas... — A morena disse, olhando um pouco para baixo, tirando a visão do espelho por instantes.

Sakura Suspirou.

— Sarada, as vezes coisas são precisas por um bem maior. Eu acha que quero a sua infelicidade? — A rosada abraços a filha por trás, e ela negou.

Sakura apoiou os indicadores nos cantos de sua boca e a fez sorrir.

— Coloque um sorriso lindo nesse rosto, o Kawaki não é nenhum monstro. Além de bonito e gentil, ele é o má ideal para você... — Sakura relembrava.

— Sim mamãe, eu sei... — Sarada acabou murmurando, e teve o rosto erguido, se observando agora no espelho.

— Um sorriso lindo. — Sakura, a sorrir para a filha, a olhava pelo reflexo do espelho, estando atrás dela, mantendo o rosto dela erguido, segurando seu queixo.

Sarada sorriu após instantes.

— Minha menina. — Sakura proferiu baixo, e então se afastou pouco, a indicando o caminho que deveria ir. — Vamos, estão nos esperando.

— Vamos... — Disse baixo, e acompanhou a sua mãe ao ter um broche preso aos seus cabelos longos e negros pela mesma.

[...]

O caminho estava travado com um tapete de cor vinho coberto de pétalas de flores brancas e vermelhas. A frente um arco florido, colunas baixas, bancos com fitas e flores por todos os lados.

Um noivo tranquilo a conversar com o celebrante, muitas pessoas sentadas e conversando entre si. Todos estavam ansiosos, e não viam a hora da jovem noiva adentrar e seguir por entre eles. Conhecida, o Japão a viu crescer.

Haviam algumas câmeras, e quando os pais da noiva sentaram-se próximo do altar, os fotógrafos e câmeras correram praticamente ao seu encontro. A impressa anunciava a tanto aquele casamento, que o promovia.

— Como ela está? — Sasuke, o homem bem trajado com um elegante terno escuro de gravata vermelha, Sentado ao lado de sua esposa, perguntou a ela assim que sentou-se.

— Acho que ela já percebeu que ela não pode fugir disso querido, ela sabe que nós contamos com ela para estabilizar nossa família de novo. Nós precisamos do casamento, e claro, do dinheiro dos pais de Kawaki. — A rosada dizia, enquanto o marido Suspirava.

Sasuke cruzou os braços.

— Eu não queria necessariamente recorrer a isso... Mas estamos em uma situação complexa. — Explicava o homem, preocupado com a filha.

Sakura acariciou seu braço.

Quando a música finalmente começou a tocar, então, todos se acomodaram em uma única vez. Ansiosos, os pescoços voltavam-se a porta grande e ordenada em flores brancas que foi posta para a entrada.

Flash's tomavam o local, a marcha nupcial teve início ao som da banda preparada a esquerda do altar, e o noivo bem preparado se posicionou, sorrindo bobo, olhando na direção da porta que era aberta em seguida por criados.

Lentamente, foi possível se ver Sarada, que estava de pé, olhando todos, segurando ainda um ernome e belo buquê florido em suas mãos. Ela observa a todos com receios, e recuando, um tanto nervosa e ainda incomodada.

Olhou para várias pessoas, aos quais muita não recordava mais sequer o nome, até que olhos os pais, que a incentivava a entrar. Tentou ignorar os flash's, fechando um olho em algum momento, enquanto caminhava.

Enquanto os passos calmos a levavam ao altar, a garota não conteve olhar para o noivo, bem arrumado com um bom terno e cabelos alinhados, que sorria para ela, e a deixava incomodada.

O que estava fazendo com a sua vida? Mal o conhecia, e era muito jovem. Muitas coisas ainda queria fazer, tinha seus próprios sonhos e ambições. Sarada pensava em tudo, e aos poucos parava.

— Me desculpem... — Pediu em baixo tom, deixando o buquê ir contra o chão, e se abaixando pouco, erguendo a saia do vestido longo, dando meia volta e simplesmente correndo para longe.

Todos proferiram um "Ohh" em uníssono, e comentários assustador e um tanto confusos começavam juntos.

— Sarada! — Kawaki estendeu uma mão no ar, e rapidamente deu passos a frente, a olhando correr diante dos seus olhos, ele estava perdido.

A jovem simplesmente corria, seguindo ao portaor principal.

— Fechem as saídas! — Sasuke, agora de pé, ordenava a seus seguranças, que corriam rapidamente ao portão de saída, no encalço da morena.

Próximos dela, Sarada conseguiu subir pelas grades do portão, saltando logo para o outro lado, quase sendo pega.

Ela não ligou para o barulho de rasgo que ouviu ao aterrissar no chão, e já levantou meio torta e voltou a correr.

— A tragam de volta, ela não pode ir assim! Tragam minha filha! — Muitos flahs foram vistos enquanto Sasuke gritava, estético, seguindo apressado.

— Sarada, você vai se machucar! — A mãe da rosada agora gritava, a vendo sumir de sua vista, preocupada.

— Como sua filha ousa se comportar dessa maneira?! Quem acha que sou? — O homem que, raivoso, enfrentava Sasuke, um loiro de olhos claros, estava fora de si, se tratava do pai de Kawaki.

— Por favor se acalmem, ela vai voltar... Sarada! — Sakura interviu, estava desesperada e isso era evidente.

[...]

Era domingo, e quando chovia lá fora era muito frio. As ruas estavam movimentadas aquela altura.

No caminho de sua corrida, o véu, os saltos e metade do vestido haviam sido perdidos. A moça que caminhava pela rua, ainda que chovendo, abraçava-se e observava o chão enquanto seguia.

Os carros que passavam jogavam água contra o seu corpo, e sempre sem esperar acabava se assustando. Molhada, com frio e ainda estando assustada e confusa, decidiu se abrigar em uma parada de ônibus.

No canto, sentada sobre um dos bancos, a moça tentava diminuir o feio passando as mãos num vai e vem sobre seus braços, o que num todo não a ajudava muito. Pensava no que viria a fazer logo em seguida. Não podia voltar.

— Oh, meu Deus! — A morena ouviu a exclamação e voltou-se a olhar para o lado, observando o rapaz loiro que a observava, com a mão a frente da boca.

Ele estava sentado num banco próximo, e ao seu lado estava o que parecia ser uma guitarra em uma espécie de "caixa" próprio para tal.

Ele estava usando roupas bem comuns, o que poderia dizer que ele a conheceria da tv. Pensava ela.

— Moça, o seu vestido está em farrapos... Vai ficar doente desse modo. — O loiro disse, mas a morena apenas continuou não o olhando, encolhendo um pouco os ombros, abraçando-se.

Ela tremia um pouco pelo frio.

— Com licença... — Pediu o loiro logo em seguida, colocando com cuidado o casaco que antes usava sobre seus ombros. Ele a observava com uma expressão perdida, ainda que triste.

— Ah, não se incomode, por favor... — A morena disse assim que o olhou, tentando o devolver a peça, mas ele negou com a cabeça.

— Não se preocupe, eu estou bem. Agora, você precisa mais... Não sei o que houve, mas se isso te ajuda, não vou fazer caso em ajudar... — O loiro de olhos bem brilhantes dizia.

Sarada ficou quieta por instantes.

— Obrigada... — Pediu baixo, se cobrindo como poderia, e o loiro sorriu para a mesma, com gentileza.

— Ah, disponha, é sempre bom ajudar. E também, uma moça bonita como você... D-digo, eu gosto de ajudar. — Ele disse e deu risada, uma baixa, com um leve rubor, era realmente alegre.

Ela corou leve e tossiu forçado.

— Sarada... — Ela respondeu baixo, confusa com aquele rapaz sorridente.

— Que nome mais diferente... Eu gosto, é legal de dizer, soa bem. — Ele disse, e sorriu largo, o que fez a outra afirmar lentamente e sem razão.

E então houve mais algum silêncio, até que só então ela falasse. 

— Qual seu nome? — Ela perguntou, passando a mão no rosto, como se para limpar alguma coisa alí.

— Ah, meu ônibus! — O loiro se alarmou, levantando rapidamente e buscando sua guitarra, colocando nas costas e correndo ao ônibus.

Sarada fez mensão de perguntar seu nome, mas ao abrir a boca já via ônibus se retirar ao fechar as suas portas.

Ela Suspirou, frustrada.




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