História Electrified 2 - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Jaehyun, Yuta
Tags Ficção, Jaehyun, Lgbt, Nct, Nct 127, Poderes, Winwin, Yuta, Yuwin
Visualizações 6
Palavras 2.568
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, LGBT

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Electrified 1: o primeiro fala sobre Taeyong, um garoto coreano que sofreu um acidente envolvendo cabos de eletricidade na infância. Quando ele cresceu, descobriu seu poder na escola e matou uma professora, logo depois fugindo. Ele foi procurado por todo país, não apenas pela polícia mas também por uma mulher estranha chamada Tawila, que fazia parte de uma estranha empresa de mutantes na qual estava atrás dele também. Taeyong matou diversas pessoas, mas geralmente por proteção própria. Ele tinha um amigo no colégio que se chamava Jaehyun, ele era de sua sala e também era representante dela. Jaehyun sentia uma certa atração por Taeyong.
Como eu excluí a fanfic e poucas pessoas leram, vou dizer o final. Taeyong vê sua mãe morrer e comete suicídio em um rio, Jaehyun continua vivo e guarda Taeyong em suas lembranças. Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo um


Era dezessete de março de dois mil e dezesseis, Yuta havia acordado mais cedo naquele dia, sem enrolações ele correu para o banheiro e lavou seu rosto com urgência na esperança de conseguir ficar acordado e não dormir novamente, no chão amadeirado dava para ouvir seus passos apressados até aquele cômodo. Yuta era um garoto simples e comum, mas era um tanto nerd, bem inteligente e passava de ano voando, não importava a matéria, ele ia bem. Seu corte de cabelo parecido um pote. Naquele dia, ele se surpreendeu com a água que estava incrivelmente gelada, com certeza ficaria acordado depois de jogar praticamente um iceberg no seu rosto. Ele voltou para seu quarto e verificou o tempo pela janela. Era um começo de dia muito nublado, seria uma manhã fria, então ele vestiu seu uniforme de maneira apressada para não pegar a friagem que sua mãe tanto falava, deixando sua gravata torta e frouxa e usando pares de meias diferentes. Como estava apressado, apenas tomou um copo de café e foi escovar seus dentes, dando passos rápidos até a sala e vendo sua mãe o esperar para se despidir. Sua mãe era um mulher muito doce que se preocupava fácil, era uma verdadeira protetora que apoiava o filho, Yuta cresceu com amor apesar de sofrer nas escolas. Ele pegou sua mochila, colocou ela nas costas e abriu a porta de casa, dando de cara com o vento gelado que fez seu cabelo voar. Antes de sair, sua mãe o segurou e puxou pelo braço, ele virou seu rosto e a olhou, acabando de lembrar que ela não gostava de quando ele não se despedia. A doce mulher arrumou a gravata torta e penteou as madeixas do cabelo do filho que estavam bagunçadas com os dedos da mão, perguntando em seguida:

- Sua mochila está muito pesada, não está levando muita coisa?

- Estou levando muita coisa, afinal acho que o começo do ensino médio é assim. — ele estava no primeiro ano, era apenas o começo e as coisas eram diferentes do fundamental.

- Por que acordou tão cedo hoje? O portão vai demorar para abrir.

- Eu e meus colegas combinamos de nos encontrar mais cedo hoje, precisamos ensaiar para o seminário.

- Então você deveria ter me avisado um dia antes, assim eu me preparava para acordar mais cedo.

- Desculpe mãe, eu esqueci.

- Sem problemas, mas na próxima vez me avise antes. Boa sorte. — ela disse, ele lhe deu um abraço apertado e saiu de casa encolhendo seus ombros pelo frio.

Ao olhar para trás, viu que sua mãe o esperava na porta, ela sempre fazia isso para verificar se ele estava indo com segurança até pelo menos a metade do caminho. Ele se aproximou dela e disse:

- Está muito frio, além do mais a senhora acordou muito cedo. Durma mais um pouco.

- Não precisa se preocupar. — ela sorriu para o filho, com o rosto estampado pela vontade de dormir mais uns minutinhos debaixo da coberta aconchegante.

- Mas se a senhora não for eu vou me preocupar, está muito frio.

- Tudo bem, mas vá em segurança, por favor! — ela disse demonstrando preocupação na fala, finalmente entrando. Yuta esperou mais um pouco enquanto olhava para a janela, certificando-se de que ela não ia observá-lo. Assim que olhou seu relógio de pulso, começou a andar rapidamente, e quando ele percebeu, já estava correndo apressado. Ao pegar um caminho totalmente diferente da escola, ele se depara com uma estrada cheia de árvores, os pássaros cantavam em plena manhã e o vento fazia as enormes folhas verdes dançarem, indo para um lado e para o outro. Ele passou a andar na beirada da estrada até conseguir ver a grande cerca que separava a rua do lago, e assim que avistou ela começou a procurar um lugar bom para pular. Quando achou, ele segurou sua mochila e pegou impulso, a jogando do outro lado, em seguida encaixando seus dedos nos pequenos buracos de ferro e colocando a ponta de seu sapato também, escalando a cerca e caindo desastradamente do outro lado. Pegou sua mochila e já podia ver de longe quatro garotos, Yuta tentou se aproximar de forma sorrateira, mas aqueles garotos eram como um grupo de lobos alfas, eles podiam ouvir muito bem, assim como caçar, correr... O líder daqueles delinquentes se chamava Kento, ele era o líder de toda a gangue e apenas ficava abaixo de uma garota que comandava todo o mal dalí, ele também era alto e tinha um corpo forte. Kento olhou para Yuta e esperou a atitude dele de se aproximar mais. Ele chegou perto do outro e perguntou:

- Onde está meu caderno de inglês? — Perguntou. Kento colocou as mãos no bolso da calça e respondeu:

- Eu perdi.

- Mas eu preciso dele para ganhar nota. — respondeu, mas Kento apenas balançou seus ombros sem dar a mínima, dizendo:

- Você sabe por que está aqui, não é? — Yuta negou com a cabeça, Kento colocou sua mão no ombro do garoto a sua frente, olhou para o lago e completou. — Mergulhe alí. — o queixo de Yuta quase caiu imediatamente, ele disse que aquele lago era proibido e que era perigoso, mas nada fazia o delinquente mudar de idéia, na verdade sua fala fez ele estar mais confiante ainda de sua decisão. — Se fosse tão perigoso assim, teria cercas elétricas e câmeras de segurança espalhadas, quem sabe até mesmo um guarda. — Disse empurrando o ombro de Yuta. O delinquente olhou para o chão e levantou sua cabeça, demonstrando um sorriso pequeno nos lábios, ele levantou seu dedo indicador magrelo e acrescentou. — Ah, apenas de cueca. A cabeça também, seu pote vai te proteger. — Yuta logo em seguida se encorajou a perguntar:

- E se eu não fazer isso?

- Eu vou te descer a porrada, Nakamoto. — então, Yuta olhou no fundo dos olhos negros e desafiadores do delinquente, largou sua mochila no chão e começou a tirar seu uniforme, começando por seu terno e depois arrancando a sua gravata, desabotoou sua blusa de manga comprida branca e finalmente estava sem nada na parte de cima. Ele ficava pálido ao sentir o vento gelado bater no seu peito, já até mesmo conseguia prever uma gripe intensa no futuro, ao mesmo tempo seu rosto ficara avermelhado por seu corpo não ser nada comparado ao de Yamazaki Kento, que disse para ele tirar o resto e depois se afastou para ficar com os outros. Quando terminou de despir-se, automaticamente colocou suas mãos na parte da frente e correu para o lago, assim que colocou seu pé alí seus pelos arrepiaram da canela até a nuca, como se levasse um choque, seu coração automaticamente acelerou e o mandava correr dalí, mas para o jovem, mergulhar em um lago tóxico era melhor do que ser espancado por garotos sem piedade e com frieza nos olhos. Ele foi adentrando aos poucos, até a água gelada chegar no seu pescoço e não conseguir mais ver o chão, incluíndo onde pisava, sentiu algo afiado passar pelo seu pé e adentrar alí, furando ele profundamente. Yuta fez uma careta de dor e soltou um suspiro pesado, bem longe dele, Kento gritou o mandando mergulhar a cabeça e contar até dez, como ele não tinha mais fuga do que acabara de fazer, mergulhou a cabeça e contou até dez, seu pulmão não era muito bom para isso, mas ele tinha que contar. Enquanto isso, a água preta e tóxica tocava em todo seu corpo e adentrava no seu ferimento do pé. Ao terminar sua contagem, ele tirou sua cabeça da água, jogou seu cabelo para trás e passou a mão pelo rosto, olhando para os lados e não vendo mais os delinquentes. Yuta tentou sair da água o mais rápido possível, porém seus movimentos da perna eram lentos por conta do frio que sentia. Ele correu mancando para sua mochila, abriu ela e tirou uma toalha de dentro, era por isso que ela estava volumosa e um pouco mais pesada que o normal, ele se secou com urgência e começou a colocar suas roupas. Finalmente estava vestido por completo, seu pé ardia e coçava demais, sua pele já estava irritada, mas Yuta teve que ignorar isso e colocar suas meias, depois seus sapatos, se levantou finalmente e limpou sua calça suja pela areia do chão. 

Yuta saiu dalí cabisbaixo, segurando as alças de sua mochila com a mão. Cada passo que ele dava com o pé direito era uma brecha para mancar, tanto que suspeitava de que algo havia entrado alí. Quando se deparou com uma vitrine em uma rua, parou de andar e se olhou no reflexo, poderia ficar parado apenas olhando seu rosto por trinta minutos, sua auto-estima era realmente muito baixa, ele não sabia se era o corte de cabelo ou o formato de seu rosto, se era o seu corpo ou ser era tudo, mas ele sabia que odiava o seu reflexo em qualquer superfície que poderia fazer essa tarefa de refletir. Desviou seu rosto do Yuta através da vitrine e continuou caminhando na rua da escola, vendo o portão enferrujado começar a abrir e ficar aliviado de que chegou no momento certo. Nakamoto entrou e trocou seus sapatos por outros que estavam extremamente apertados, ele nem sabia quando que seu pé cresceu tanto, apenas ficou tentando esquecer a dor imensa que sentia e se encaminhou até a sua sala para esperar a aula começar. Foi surpreso com uma dor insuportável na perna, com a sensação de tirar o sangue, mas ao invés de ser uma agulha pequena no braço, era uma gigante na perna, ele deu partida a uma cogitação sobre sua veia ter furado, mas não deveria ser nada disso, mesmo parecendo tanto. O sinal tocou, o típico de escola japonesa que era sempre aquele calmo como uma música de ninar, o barulho relaxante tocou em todas a escola de corredor a corredor para notificar os alunos do começo das aulas. Geralmente o garoto gostava daquele som sereno que o sinal transmitia, mas naquele dia foi como um estrondo dentro de sua cabeça que acabava com os seus ouvidos, agora qualquer movimento que ele fazia parecia que faria ela explodir, sem contar nas tosses que estava tendo.

A primeira aula já estava na metade, Yuta fungava seu nariz a cada cinco segundos e o coçava, a dor de cabeça piorou de diversas formas e ele sentia vontade de vomitar apenas o café que tomou de manhã. O sinal tocou novamente para a mudança de matéria, mas Yuta não hesitou em pedir ajuda ao professor, que caminhou até ele preocupado, Nakamoto disse que não conseguia nem andar direito e que estava a passar muito mal. O professor imediatamente ajudou o aluno a levantar-se da cadeira e caminhar até a sala de infermaria, pedindo ajuda ao Doutor Jaehyun que trabalhava lá por vários anos. Agora Yuta estava sob a responsabilidade do doutor. Ele era alto e tinha um rosto sério, mechia no computador e escrevia palavras depressa nos teclados, para Yuta ele passava uma imagem de homem sério e adulto, ou até mesmo de um psicopata infiltrado na escola, por algum motivo ele ligava o doutor a isso. O homem lhe pediu para sentar numa poltrona, ele pegou alguns equipamentos medicinais e se aproximou do garoto, perguntando:

- O que você está sentindo? — quando Yuta respondeu, ele levantou seus dedos e contou cada sintomas enquanto olhava para um canto escuro da sala.

- Dor de cabeça, dor de garganta, meus ouvidos estão doendo, tenho vontade de vomitar e sinto que estou com febre. — o doutor Jaehyun pegou seus equipamentos, fez exames básicos e olhou as mãos de Yuta, pedindo algo estranho depois.

- Posso ver seu pé direito? 

- Hum? Por quê?

- Você não citou dor na perna, mas mesmo assim chegou aqui mancando.

- Realmente não precisa olhar meu pé.

- Eu preciso para verificar uma coisa, ou tem algo a esconder nele? — Yuta o olhou e concluiu que não tinha nada a esconder, ele poderia inventar uma desculpa para seu machucado. Fez uma feição de dor ao tirar o sapato apertado, puxou sua meia e deixou seu pé a mostra. O doutor Jaehyun olhou para o machucado e disse:

- Como isso aconteceu? É visivelmente recente.

- Eu estava muito apressado de manhã, quebrei um copo...— ele colocou sua mão no pescoço, fez uma careta ao engolir seco, sua dor limitava-o de falar. Já que não terminou a resposta, Jaehyun disse que ainda tinha um pedaço de vidro lá dentro e que precisava tirar antes que causasse uma inflamação. Pegou a pinça necessária e afundou no pé ferido, tirando um pedaço afiado de pedra. Além da pedra, seu sangue estava com cor e textura diferentes, uma textura mais fina e a cor esverdeada. Ele olhou para aquilo e disse a Yuta:

- É uma pedra... Seu copo onde bebe água tem pedras? — Yuta apenas calou-se e esperou ser liberado pelo médico, mas pelo visto ia demorar. — Qual seu nome? 

- Yuta.

- Yuta, isso é uma pedra com altos níveis de produtos químicos e inflamáveis absorvidos. A única coisa tóxica que eu e as autoriades conhecemos em Osaka é aquele lago extremamente proibido. Você mergulhou alí? — Jaehyun perguntou com clareza, e Yuta também tentou responder com uma falsa clareza.

- Nunca! 

- Garoto, seu cabelo nem secou direito. Seu sangue parece lama, você com certeza mergulhou alí. Isso que você sente não é uma simples gripe, é uma intoxicação que passou para seu corpo inteiro e com certeza já faz parte de você. Yuta, me escute, você vai para o hospital agora mesmo e vai fazer um exame de sangue, me dê o número de telefone sua mãe para que eu avise ela. — ele olhou para o doutor, respondeu fundo e tentou perguntar:

- E se...

- "E se eu fui contaminado com as doenças e produtos altamente inflamáveis daquele lago?", a resposta é simples e óbvia, você vai ser internado e passa por um tratamento. Ande, me dê o telefone de seu responsável. — aquela manhã foi completamente horrível para Yuta, o doutor conversou com sua mãe e logo em seguida o próprio garoto entrou em contato com ela por via telefônica, pedindo desculpas e que iria explicar tudo um dia. Ele foi encaminhado para o hospital, onde fez seu exame de sangue. Ficou horas lá esperando o resultado sair, sua dor de cabeça havia piorado e ele não conseguia mais falar por conta do incômodo. Minutos depois, Yuta não conseguia nem andar. E assim ele foi diagnosticado com um tipo de entoxicação. Quando ele entrou na sala de exames de sangue, perguntou qual era o seu para matar a curiosidade e ver se realmente parecia com uma lama, a enfermeira pegou o frasco e mostrou para o estudante, a textura parecia ser uma mistura de água com barro, e a cor era pior, assim como Jaehyun disse, o garoto teve que ser internado e passar por diversos tratamentos. O primeiro dia no hospital foi estranho, ele só ficava na mesma cama o dia inteiro, a comida era estranha e as enfermeiras o olhavam estranho, tudo era es-tra-nho, nos outros dias ele se sentia solitário e triste por sua mãe ter que pagar o preço caro do tratamento que poderia levar meses.


Notas Finais


Desculpe pelos erros.


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