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História Elegantemente Molhados - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oie pessoal, tudo bem?
Aqui estou eu depois de quase dois anos sem portar nada por aqui kk.
Dessa vez trago uma história que planejei um tempinho e, apesar do trabalho, finalmente consegui colocar no papel.
Agradeço a minha equipe de revisão, sem ela isso não seria possível.
Não se esqueçam de votar e comentar, viu?
É um prazer ter a honra de ter você como meu leitor.
Então se divirta e boa Historia!

Capítulo 1 - Prólogo


A tempestade estava forte. Os trovões que enraizavam o céu, iluminavam a grande mansão acima da montanha e adentravam, por meio das janelas feitas a vidro, a grande sala. Hoseok observava o temporal a medida que degustava seu vinho em uma de suas taças favoritas. Seu olhar inexpressivo, refletido sobre o vidral, denunciava quem realmente Jung era, e não havia forma alguma de apagar as lembranças que compunham seu passado.

O telefone na mesa, ao lado da poltrona, começou a tocar repentinamente, fazendo o som semelhante aos da época dos anos 60. O proprietário da moradia, parecia adorar objetos semelhantes aquele no estilo vintage. De uma coisa se podia ter certa: elegância não faltava.

Jung levou sua mão até o objeto e o colocou sobre a orelha.

- Tenho um trabalho para você, espero que goste de flores. - Disse a voz do outro lado da linha.

- Esperarei as informações. E você sabe, pagamento adiantado. - O homem de cabelos castanhos respondeu calmamente.

Logo que colocou o telefone sobre a mesa, seu celular começou a vibrar com a chegada de um e-mail. Hoseok não ponderou e logo o abriu, nele estava contido algumas informações sobre seu próximo trabalho.

Tudo feito por Jung era bem executado. Todos do ramo sabiam sobre seu nome.

O assassino que todos poderiam confiar, nada iria dar errado.

Embora ninguém soubesse de suas vítimas, sua reputação sempre se mantinha. Ele era uma lenda, e que por sinal estava viva, mesmo vivendo como um fantasma.

Seus lemas se concentravam em escolher as condições exatas com o nível de dificuldade alto. Se matar pessoas seria a única coisa que Hoseok saberia fazer, então faria com maestria e ganancia.

Jung levantou se da poltrona e saiu em direção as escadas. Subiu até o segundo andar onde se encontravam a maiorias dos quartos, deixando apenas a sala e a cozinha no andar abaixo.

Entrou em sua suíte e se sentou a frente de um computador. Acessando o aparelho e coletando as informações dadas por seu empregado, Hoseok montou um mapa sobre um quadro de madeira preso a parede. Nele, todas as conexões, envolvendo sua presa, estavam feitas com linhas. Cada fato era sistematicamente estudado. Sua próxima vítima seria um grande informante Brasileiro.

- 46 anos… amante de plantas. Solteiro e sem filhos…

Hoseok montou detalhadamente a execução em sua cabeça. Não seria algo difícil se agisse com cautela. E embora possuísse as informações pessoais essenciais, ainda precisaria de mais. Talvez algo que possibilitasse a criação de um segundo plano, caso o primeiro desse errado. Apesar da possibilidade da falha do primeiro ser quase nula.

- Ele tem Rabdomiólise. Hipercalemia não seria uma má ideia… - O moreno falava consigo mesmo enquanto observava suas anotações.

Hoseok pegou seu celular novamente e decidiu fazer outra ligação. Com o aparelho próximo a orelha, o homem começou a fazer as indagações para o outro do lado da linha.

- Preciso de algumas informações. Consegue o quadro médico? - Indagou Jung na esperança de uma resposta positiva.

- Olá, a Adi disse que iria desligar. E se eu ousasse acordá-la, iria para no ferro velho. - Uma voz masculina respondeu.

- Ah Charlies. Pode mandar para min o quadro médico?

- Pensei que ela já houvesse mandado. Até conferi antes que tivesse algum erro. - A resposta do outro lado da linha parecia confusa.

- Não, vocês mandaram certo. Apenas preciso que tenha mais informações, algo mais a fundo, entende? - Jung se esforçava para explicava o que queria exatamente sem parecer suspeito.

- Entendi, vou processar as informações e mando daqui a 2 minutos e 3 segundos.

- Obrigado. Aliás, marque um voo para amanhã. As 11 em ponto. - Hoseok por um segundo aumentou o tom de voz.

- Anotado. Estaremos esperando você. Hyung, antes que desligue. Posso fazer uma pergunta? - Charlies tinha esperança em suas falas.

- Diga.

- Quando poderemos ir embora? Sinto falta de casa.

- Pergunte a Adi, se ela tivesse terminado o trabalho, já estaria em casa. - Antes que houvesse resposta, Jung desligou e voltou ao seu trabalho.

Em nenhuma ocasião anterior, Hoseok havia cometido um erro que não soubesse resolver. Desde testemunhas ou pistas deixadas no caminho, o homem sabia encobrir qualquer que fosse. Sua maestria fazia jus a sua reputação.

Em falas breves e curtas, o moreno impedia que rastro fossem deixados. Apesar de não ter ficha criminal, todo cuidado era pouco. Por tantos “crimes”, ou trabalhos, como ele chamava, a possibilidade de investigações de órgãos policiais era alta. Principalmente do FBI, mas com a ajuda e cautela que possuía, isso era impossível.

O celular vibrou em cima da mesa, avisando que as informações que o moreno havia pedido tinham chegado.

- Destruição muscular com manifestações clínicas variáveis… necessário uma abordagem mais invasiva…- Dizia enquanto lia as informações que recebera. - Causado por doença infecciosa.

- O filho da mãe esta quase morrendo e ainda paga de informante mesmo tendo um ciclo de tráfico? - Jung abaixou o celular por um momento e se pôs a observar tudo que havia conseguido. Não conseguia entender as pessoas, embora tentasse o máximo.

Depois de ler todo o conteúdo, Hoseok se aproximou do quadro com anotações. Levantou a mão e pegou a única foto que possuía de seu alvo.

- Vamos levá-lo ao paraíso junto a sua paixão.


Notas Finais


Oie, olha eu aqui embaixo de novo kk.
Eai, curiosos?
Essa é a primeira vez que trabalho com prólogo, e foi meio que automático.
Não esqueçam de comentar e deixar o votinho para nossa historinha crescer.
Beijinho do coração!


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