História Elementais - O Segundo Andarilho - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Elementais, Elemental, O Segundo Andarilho
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Palavras 2.906
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá Elementais...
Novo cap na área...
Demorou um pouquinho mas tive que acertar umas coisinhas...
Sem mais, boa leitura...

Capítulo 8 - Nossa ida ao shopping


Fiquei estático.

Sinceramente não sabia o que o fazer. Havíamos sido pegos de surpresa, estávamos também em um ambiente não favorável, Júlia e Eduarda possivelmente não teriam como usar seus poderes dentro de um apartamento, o chão estava longe. Os raios do Thiago poderiam afetar muito mais que só os Cinzas, estávamos em um edifício, pessoas inocentes poderiam acabar feridas. Tínhamos que sair dessa bagunça sem criar uma ainda maior.

- Júlia… - Disse e ela me entendeu, em seguida, as armas dos soldados vieram abaixo. Materializei meu escudo e o lancei, golpeando um soldado que acabou caindo para trás também desequilibrando alguns soldados atrás dele. Peguei o escudo de volta e corri contra os soldados.

- Rinoceronte. - Disse enquanto corria, e, como no boliche, fiz um Strike, os soldados eram os pinos e eu uma potente bola com a força de rinoceronte. Corpos voaram. E parei na porta com um rinoceronte dourado a minha volta, que, em seguida, se dissipou. - Temos que sair daqui! - Disse desmaterializando meu escudo e seguindo pelo corredor, onde corpos de Cinzas estavam jogados ao chão. Minha equipe me seguiu e corremos rumo a escada, que era uma espiral em formato quadricular com um pequeno espaço no meio. Desci na frente, me apoiando no corrimão de metal, o apartamento do Diogo era no último andar, havia muitas escadas à frente.

Descemos um andar e começou a ecoar pelo corredor e na escada dezenas de passos. Olhei para baixo no vão da escada, e à dois andares abaixo, estavam subindo mais soldados cinzas.

- Droga! - Exclamei. - Continuei descendo! - Disse pulando no meio do vão e caindo entre as escadas. - Macaco! - Disse e o espírito animal fez o de sempre, materializei meu escudo novamente. Com o braço esquerdo, agarrei o corrimão da escada um andar acima dos soldados, que prestaram atenção em mim, apontando as armas em minha direção. Me impulsionei para baixo e caí com escudo frente ao corpo, empurrando e prensando um soldado contra a parede. Rapidamente virei o corpo, batendo com o escudo no soldado à minha direita, o desarmando, seguido de um chute no estômago que o fez bater contra o corrimão e cair no vão. O soldado a minha esquerda atirou contra mim, eu usei o escudo como proteção, mas fiquei vulnerável e recebi um belo soco do soldado que subiam à minha direita. Meio zonzo pelo golpe, impulsionei meu escudo com corpo, dando um empurrão no soldado que seguiu o anterior, seguindo para o térreo. Virei o corpo e golpeei com o escudo o cara à minha esquerda, que bateu contra a parede, dei um giro e soquei o maxilar do soldado à minha direita. Ia dar outro soco, mas uma flecha lhe acertou no peito, olhei para cima e Júlia estava com o arco na cobertura, mais duas flechas foram atiradas e dois alvos foram acertados em cheio no peito. Thiago me alcançou e começou a atacar bravamente os soldados, que estavam tentando se defender, mas as adagas de Thiago faziam um bom trabalho.

- Você está bem? - Eduarda disse me alcançando.

- Sim. - Respondi ofegante.

- Aquilo foi insano! - Ela disse com um sorriso no rosto.

- É só o começo. - Respondi pegando do bolso de fora da minha mochila, meus óculos seu grau, coloquei no rosto e cliquei no botão da armação, então minha cabeça foi envolvida de algo prateado, o elmo foi se formando, deixando a mostra apenas minha boca, nariz e olhos - provavelmente eu estaria como um elmo espartano do filme trezentos, porém dourado, como o Senhor Destino da DC.

- Legal! - Eduarda disse empunhando sua maça.

Seguimos então para o combate. Eu pulei sobre o corrimão e aterrissei no corredor do segundo andar, golpeando com o escudo dois soldados, Eduarda e Thiago seguiam descendo pelo modo tradicional, derrubando os soldados, de forma demorada, porém eficaz. Adagas e uma maça… quem diria que Eduarda é boa de briga.

Uma flecha acertou o soldado na minha frente, em seguida o chutei e ele caiu sobre dois dois soldados que vinham contra mim. Provavelmente teria mais alguma dezenas de soldados subindo as escadas, afinal derrotamos algumas dezenas, faltavam algumas. Mas no fundo sabia que isso era perda de tempo. Tínhamos que sair logo dali e continuar nossa missão, quanto mais demoraremos, mais seria a chance da Resistência ser atacada fortemente, sem uma arma que poderia ser muito útil.

Tinha que nos tirar dali.

Fechei os olhos e os abri no Estado Selvagem, me concentrei e um enorme rinoceronte se formou a minha volta. Então o liberei, e o rinoceronte saiu correndo escada a baixo, derrubando todos os soldados nas escadas e arremessando seus corpos ou contra as paredes ou contra o corrimão ou ambos. Ele seguiu descendo a escada até o térreo golpeando tudo no caminho.

Saí do Estado Selvagem e o rinoceronte astral se desfez.

Thiago e Eduarda derrubaram mais um soldado e chegaram até mim.

- Bom trabalho. - Thiago disse.

- Valeu! - Disse retirando o elmo que retornou a ser um óculos e meu escudo se desmaterializou. - Vamos!

Seguimos e descemos a escada o mais rápido possível. A falta dos soldados para bater deixou tudo isso mais fácil.

Chegamos ao térreo, ao mesmo tempo que Júlia aterrisara do nosso lado. Ela se recompôs e nos acompanhou.

- Temos que sair daqui! - Júlia disse. - Temos que achar um lugar para podermos ver o que vamos fazer.

- Concordo. - Thiago disse.

Assenti com a cabeça.

Então cruzamos a porta de entrada e nos demos de cara com quatro carrões pretos do estilo 4x4 parados no meio da rua, e vários soldados Cinzas com as armas apontadas para nós.

- Tá brincando comigo. - Thiago exclamou.


Ficamos parados. Os soldados mantiveram os pontos vermelhos em nossos peitos, isso havia ficado mais tenso. Estávamos em plena rua e as pessoas à volta estavam paradas observando a situação, com caras de curiosidade e de preocupação, diria também que estavam assustadas, afinal um grupo de pessoas armadas militarmente estavam mirando contra quatro adolescentes.

- Igor… - Júlia sussurrou para mim. - O que vamos fazer?

- Eh… - Tinha que racionar o que iria fazer, não podíamos permitir que aquela situação saísse do controle. Havia vários civis, pessoas inocentes que não faziam a mínima ideia do que estava acontecendo, e dentre elas estavam crianças e idosos. Pessoas que poderiam se ferir se aceitarmos o combate.

- Ora, ora, o que temos aqui. - Um dos soldados se aproximou da entrada do prédio, usando um óculos prateado e, diferente do traje tático cinzas que geralmente os soldados usavam, ele vestia um terno branco, um terno bem bonito, que o cabia com perfeição, - tenho que admitir, tive até uma pitada de inveja daquela roupa - com a calça social também branca, e em seu pescoço havia uma pequena corrente com uma caveira dourada de pingente. Seu cabelo era verde, do tipo marca texto, e sua pele era branca. -  Parece que temos entre nós o Último Alfa, rapazes.

- Como você sabe quem eu sou? - Perguntei.

- Você acha mesmo que ninguém te reconheceria, ou pensou que Valdirane não teria revelado a nós que existia um Fauno? - Ele disse retirando óculos do rosto e o colocando no bolso do terno, que estava na altura do peito.

- Deixe-nos ir. - Pedi. - Nossa missão…

- Deixe me ver… - Ele me interrompeu. - Sua missão tem haver com o fim do mundo?

- Sim. - Assenti.

- Ata… mas isso não muda o fato que iremos matá-los. - Ele disse com um sorriso sarcástico e malicioso.

- Me escute, se Quilom conseguir o que quer vai ser fim do mundo como o conhecemos. - Disse. - Você precisa nos deixar ir.

- Acho que não. - Ele respondeu voltando para perto dos carros.

- Sério, que você não vai nos deixar impedir o fim do mundo. - Thiago disse.

- Não só impedir vocês, eu estou facilitando o trabalho de Quilom. - Ele respondeu levantando o braço direito com a palma aberta. - Atirem! - Ele disse fechando o punho e eles puxaram o gatilho e as balas vieram contra nós.

Júlia ergueu o solo à nossa frente e o usamos como proteção.

- Como assim fim do mundo? - Eduarda perguntou.

- Longa história. - Respondi materializando meu escudo. - Temos que cuidar desses caras sem colocar as pessoas à volta em perigo.

- Certo! - Júlia e Thiago assentiram.

- Mas e eu? - Eduarda perguntou.

- Como assim? - Perguntei. - Ajude a derrubá-los.

- Mas eu não sou uma tremenda lutadora e minhas habilidades não são nada aqui. Eu não consigo controlar minérios, e o asfalto impede que eu mova o chão. - Ela disse enquanto as balas colidiam contra nossa pequena proteção.

- Então temos que sair o mais rápido possível. - Disse.

- Tem um Shopping no próximo quarteirão. - Júlia disse. - Podemos usá-lo para nos perderem de vista.

- Mas seria um lugar movimentado. - Retruquei.

- Sim, mas não levaríamos a batalha lá para dentro. - Ela retrucou. - Se fomos até lá e acionarmos um alarme ou alguma coisa do tipo as pessoas vão sair aos montes e poderemos nos misturar nas multidões.

- Não é um mal plano. - Thiago disse.

- Também acho. - Eduarda disse.

- Certo. - Assenti. - Temos que quebrar os veículos, usamos isso como distração.

- Certo! - Todos concordaram.

- Eduarda… - Júlia disse entregando sua Ikaika a irmã. - Isso vai deixar seus poderes mais fortes. E só dizer a palavra-chave “Era uma vez”.

- Isso funciona? - Eduarda perguntou pegando a Ikaika.

- Creio que sim. - Júlia respondeu.

- Vamos? - Perguntei e eles concordaram com a cabeça.

Coloquei meu óculos e pressionei a armação, o tornando de volta um elmo.

- Vamos! - Thiago disse se levantando com suas adagas nas mãos, em seguida, as atirou contra um dos carros que explodiu numa explosão, com mistos de raios, chamas e fumaça.

Seguimos então para o shopping, com escudo ao lado do corpo, eu o usa como proteção, e Eduarda seguia atrás de mim, escondida. Júlia e Thiago batiam em retirada, erguendo pedras e disparando raios ao mesmo tempo que tentavam se proteger dos tiros.

- Thiago! O carro no caminho! - Disse indicando o veículo a minha direita com a cabeça. Ele assentiu e, num giro de corpo, sua energia fluiu de seus braços e seguiu como relâmpago contra o veículo. O impacto do raio foi tão forte que o carro acabou capotando, e seguiu quicando, até chegar perto da entrada shopping.

Segui correndo com escudo protegendo Eduarda que seguia atrás de mim. Avistei um tubo* mais a frente, quase que exatamente do lado da entrada do shopping. Optei por usá-lo.

Segui até ele. Júlia deu um soco no chão e criou uma pequena barricada em toda a extensão da rua, provavelmente querendo impedir que qualquer veículo fosse usado para nos perseguir.

Os tiros não paravam. Por quê Júlia não tirava as armas deles? Bem, porque os soldados daqui eram mais inteligentes, e as armas estavam presas a eles com uma espécie de cinto - Sei que deve haver há um nome específico para isso, mas nesse momento vai ter que servir.

Indiquei para que Eduarda entrasse no tubo e ela obedeceu. Fiquei de escudo enquanto ela entrava, tentando ver como iríamos parar aquele tiroteio. Tínhamos que entrar logo num lugar mais movimentado, tínhamos que entrar no shopping, os cinzas não atirariam num ambiente fechado repleto de pessoas.

Thiago e Julia se aproximavam aos poucos de nós. Era incrível vê-los em ação, raios e rochas sendo arremessadas contra os carros e soldados, barreiras sendo erguidas no asfalto, o barulho das rajadas elétricas. Era uma coisa muito bonita.

- Vá para o shopping! - Gritei para Eduarda. Ela, por sua vez, correu e saiu por de trás do tubo, atravessou a rua correndo e alcançou os degraus da entrada. Eduarda estava fora da zona de tiro. - Júlia! Thiago! Deixem comigo! - Gritei para eles, que assentiram. Thiago parou de atirar raios e correu, vindo para mim. Júlia ergueu uma grande parte do asfalto e fez uma bela barreira, em seguida acompanhou Thiago. Eu apontei a entrada do Shopping e eles passaram por mim correndo.

Nesse momento havia chegado minha vez de intervir. Fechei os olhos e os abri em Estado Selvagem. Fiz um círculo com o pé e me pus em posição de combate, em seguida, ergui meus braços para cima, e depois, os abri. Ficando em uma posição de cruz. Uma luz verde começou a emanar de baixo de mim, em seguida uma cabeça astral saiu por debaixo de mim. Os soldados Cinzas que seguiam contra mim pararam a medida que forma astral se erguia. Bati os braços como uma garça e dei pisão no chão, a fera criou asas e braços fortes com mãos grandes munidas de poderosas garras. A criatura astral se ergueu no ar, ficando acima de mim, assumindo um enorme “S” com a extensão do seu corpo. Saí do Estado Selvagem e o meu dragão astral urrou. Um dragão chinês enorme todo feito de energia verde, apenas com os braços dianteiros,  um corpo longo de uma cobra, e em sua cauda ardia uma chama verde.

- Atirem naquela coisa! - O de terno branco gritou aos soldados que abriram fogo contra meu dragão que investiu contra eles. Aproveitei o momento e segui para o shopping, o mais rápido que pude. - Não tão rápido, garoto! - Ele gritou para mim, pegando em seu pingente de caveira dourado e o mesmo se iluminou. Comecei a sentir o chão tremer e o solo se rachar em pequenos buracos, que saíram, primeiramente mãos, seguido de cabeça, tronco, pernas e pé, tudo isso sendo unicamente ossos, e em mãos, espadas dignas de um filme ou sonho pirata. Quando dei por mim, mais de uma dúzia de esqueletos armados se erguiam do chão, e iam surgindo cada vez mais, e consequentemente, vieram em minha direção.

- Merda! - Virei e corri. Segui para o Shopping seguido de um exército de esqueletos, enquanto lá atrás meu dragão arremaçava os soldados aos montes.


Quando alcancei as escadaria da entrada do shopping, perdi as contas de quantos esqueletos estavam atrás de mim, não seria nenhum exagero dizer que havia mais de cem. Desci as escadas correndo, ao mesmo tempo que consegui ver o nome do shopping que estava acima da entrada: “Shopping Estação”.

Quando entrei definitivamente no shopping, parei para respirar. Júlia me acudiu com todas as pessoas ao redor nos olhando, que por sua vez estavam logicamente assustadas com o tiroteio lá fora.

- Você está bem? - Júlia me perguntou e eu me apoiei nela.

- Corre. - Disse.

- Como assim, “corre”? -Ela retrucou.

- Maninha. - Eduarda disse apontando para a escadaria de entrada. Me virei juntamente de Júlia e os esqueletos já haviam alcançado metade das escadas.

- Corram! - Thiago gritou.

As pessoas ao redor olharam pra ele, porém em seguida repararam nos esqueletos descendo as escadas. O tumulto começou. Saímos correndo para dentro do shopping, tentando atropelar o menor número de pessoas possíveis, tentando abrir caminho.

Eram muitas pessoas, acho o que o tiroteio lá fora só aumentou para a lotação do shopping, parecia que todas as pessoas possíveis entraram nele em busca de abrigo, no meio delas não íamos dar conta de fugir. Teria que usar outra rota de fuga. Olhei para o lado e vi um elevador no canto de uma das paredes, e ele estava aberto e vazio.

- Me sigam! - Disse a minha equipe e eles me seguiram.Corremos até o elevador e entramos nele.

- Fecha a porta! - Eduarda disse com medo. Os esqueletos vinham em nossa direção e estavam alguns passos do elevador. Bem em cima do tempo, quando eles quase iam adentrar nele, as portas se fecharam. E ficamos a salvos.

- O que foi isso? - Thiago perguntou retomando o fôlego, porém ofegante.

- O amuleto do cara de terno era mágico. - Respondi também ofegante. - Ele criou todos aqueles esqueletos. - Estava exausto. Não apenas pela a corrida, mas também pelo uso do meu poder, projeções astrais me pedem bastante energia, ainda mais quando são seres sureais ou sobrenaturais.

- Isso não é bom. - Júlia reclamou. - Desde quando os Cinzas tem esses novos poderes?

- O cara de terno disse que ele ia facilitar o trabalho de Quilom. - Thiago disse. - Será que os Cinzas estão trabalhando com Quilom?

- Pra mim, não seria difícil de acreditar. - Respondi.

- Vocês precisam me explicar tudo o que está acontecendo. - Eduarda disse respirando fundo. - Como assim estamos impedindo o Fim do Mundo? Quem é Quilom?

- Eduarda, você pelo menos sabe dos etéreos? - Thiago a questionou e ela negou com a cabeça.

- Nossa! - Ele exclamou. - Você tem muito a aprender.

- Mas vamos deixar a aula pra depois. - Disse. - Temos que sair daqui e seguir com a nossa missão.

- Então tá… - Eduarda disse dando de ombros. - Mas para onde vamos? - Eduarda perguntou olhando as opções de andares do elevador. - Térreo?  Andar 1? Andar 2? Andar 3? Diminuta?

- O que é Diminuta? - Perguntei.

- É o nome do andar. - Eduarda respondeu pressionado o botão.

Houve um movimento. Sentimos o elevador subir, as luzes trocaram de cor, de cor amarelada para alaranjada. Houve também um som de uma tambor, um “bac” sem fundo. E então, o elevador parou.


*Tubo = Nome popular para para de ônibus em Curitiba. Em geral todos ônibus, mas dentre os principais são os ligeirinhos, ligeirão e os sanfonões... se é que ainda se chamam assim.


Notas Finais


Então pessoal o que acharam do cap, e comentem o que vcs acham que é Diminuta?
Deixem nos comentários...
Sem mais, até o próximo cap ...
Até breve...


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