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História Elementar - Eternos - Capítulo 2


Escrita por: Piikenaanonima

Capítulo 2 - Capitulo Um


Uma pessoa estranha

    Com o passar do tempo suas memórias estavam voltando aos poucos e muitas das vezes ela pensava que era apenas coisas de sua cabeça mas a cada nova memória que aparecia em sua cabeça ela tornava a escrever em seu caderno de anotações que em nenhum momento ela soltava. A única que sabia até agora de si mesma era que havia perdido sua mãe após cair do precipício em direção a um rio corrente e por enguanto não sabia como havia sobrevivido, alguns flashes de memórias suas acabavam sempre mostrando um laboratório; agulhas, tesouras, soro, médicos e alguns treinos... Ainda era uma confusão de memórias para ela. Uma outra coisa que sabia era que tinha poderes desde o momento em que fugiu do laboratório, suas únicas lembranças de lá era de sempre estar treinando para este poder mas nunca o conseguia controlar totalmente ela acabava sempre afogando alguém, enchendo todos os lugares de água e fazendo jorrar água de lugares aonde não deveriam sair.

  Quando havia fugido do laboratório e podia finalmente descansar as pessoas do lugar a emcontraram, as pessoas do lugar da floresta a criaram, como ela não lembrava mais de seu nome eles a chamaram de Lyr, um nome relacionado a água pois quando ela notou a presença deles a primeira coisa que fez foi fazer a água se movimentar ao seu redor fazendo eles se afastarem dela mas os mesmo conseguiram a cativar após oferecerem comida.
   O tempo se passou e ela manteve sua vida normalmente naquele lugar, escondida da civilização. Todas as pessoas daquela aldeia eram muito carinhosas, respeitosas e muito educadas mas... o tempo foi passando e aos poucos as pessoas iam envelhecendo e morriam com o passar dos anos ela notava que eles envelheciam e apenas ela parecia ficar para trás, metabolismo era desmasiado lento, os bebês cresciam se tornavam crianças em seguida adolescentes depois adultos, velhos e morriam... e ela apenas... crescia aos poucos de forma lenta e lenta.

    Com os anos Lyr encantava as crianças com seu poder sobre as águas e com os poucos anos ela percebeu que seus poder não era apenas aquele; aos poucos percebeu podia controlar a terra, o ar, e o fogo. A garota não só apenas controlava aquilo como mais três elementos, mas ao perceber isto acabou se afastando dos aldeões para não machuca-los com seus poderes pois não sabia como os controlar então treinava afastada da aldeia. Os aldeões então decidiram fazer uma pequena casa afastada para ela assim então poderia treinar à vontade e sem se preocupar em voltar para a aldeia.

   Mas assim como tudo que é bom acaba...

     Em determinado dia aonde estava sentada no telhado de sua casa observando a lua e as estrelas ouviu barulho de gravetos sendo quebrados e o farfalhar das plantas ao redor. Lyr saiu de seu telhado colocando suas mãos na terra e se concentrou em sentir tudo ao redor de sua casa e um pouco mais ao longe, sentia sempre a mesma coisa toda vez que fazia isto, gramas, plantas, árvores... Mas algo lhe chamou atenção fazendo por impulso ela abrir um buraco no chão fazendo quem quer que fosse cair nele ao escutar o gemido de dor ela correu com uma tocha até o buraco assim notando uma pessoa lá dentro.

- Quem é você?

   Foi rápida em perguntar, a pessoa ergueu a cabeça encarando Lyr que respirava de forma descontrolada por ter corrido e estar nervosa em ver um estranho naquelas bandas.

- Quem é você? Perguntou pausadamente e de forma ameaçadora.

- Sou Druig.

- O quê faz aqui?

    Ele se manteve calado apenas encarando Lyr de forma presunçosa com um sorriso nos lábios.

- Eu não estou para brincadeiras... por quê tem este sorriso no rosto?

- Você parece bem irritada.

- Estou irritada porque um estranho invandiu meu território. Diz logo o que veio aqui fazer ou eu...

- Ou você?

  O tom de voz daquele homem que estava no buraco não parecia mais divertido e relaxado, agora parecia amendontrador e ameaçador. Lyr engoliu em seco achando aquilo estranho e assustador, aquele homem estava num buraco e ela podia muito bem o matar à qualquer momento fazendo apenas um movimento de mão ou apenas com um comando de sua mente para fazer a terra cair em cima dele. Ela respirou fundo afastando a covardia de sua voz e o medo com o olhar frio que aquele homem agora lhe dava.

- Eu ire te enterrar vivo.

- Você não teria coragem.

- Eu tenho coragem suficiente para...

- Me matar? Você tem cara que nem consegue matar uma mosca. Ele riu cruzando os braços. - Eu já tô cansado deste diálogo, vamos ao que interessa; me tira daqui.

  - Não. Lyr abriu a palma de sua mão.

- O quê vai fazer com esta mão aberta? Mandar eu falar com ela.

   Ele riu de seu próprio comentário e Lyr deu um sorriso de canto de lábios começando então fechar sua mão aos poucos fazendo a terra cair e enchendo o buraco.

- Ei! O quê você tá fazendo? Me tira daqui!

- Fala com a minha mão.

    Sua mão continuava se fechando em punho enguanto a terra se enchia mais ainda cobrindo o torso de Druig.

- Chega! Não vou bancar o bonzinho.

   Com apenas um olhar de Druig e seus olhos começaram a mudar de cor, a mente de Lyr foi invadida por ele ficando ela à mercê dele. Druig suspirou pesado.

- Você é interessante...



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