História Elevador do Inferno - Capítulo 5


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Categorias Stray Kids
Personagens Han Ji-sung, Lee Min-ho
Tags Amanda, Bangchan, Changbin, Euller, Fanfic, Felix, Jeonjin, Jisung, Minho, Mistério, Romance, Sexogay, Straykids, Violencia
Visualizações 75
Palavras 1.230
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Slash, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


NARRADO POR JISUNG

Capítulo 5 - PRIMEIRA VEZ


Fanfic / Fanfiction Elevador do Inferno - Capítulo 5 - PRIMEIRA VEZ

Narrado por Jisung Eu estava sentado numa cadeira ao lado da cama de Minho, ele teve só uns ferimentos leves e torceu o pé direito. Eu aguardava ele acordar, Changbin e Jeongin tentaram vir com ele na ambulância, mas os enfermeiros não deixaram, só me deixaram vir porque eu disse que era namorado dele, foi meio constrangedor dizer isso, ainda mais na frente dos manos, mas eu expliquei a eles que disse isso para poder dar mais suporte ao Minho, espero que eles tenham engolido.

— Jisung? — ouço me chamarem, olho pra porta e vejo seu Seungmin.

— oi pai — digo levantando e dando um abraço nele.

— o que aconteceu rapaz? — pergunta ele preocupado, me solto dele e sento novamente na cadeira, ele também senta numa que está ao lado da minha.

— ah pai, eu tava discutindo com ele na escada, sem querer acabei empurrando ele e ele caiu — relato lastimando.

— e que história é essa de genro? — pergunta ele sem qualquer alteração de voz.

— que? — expresso meu susto com a pergunta.

— quando eu cheguei aqui e perguntei por você, a enfermeira me disse assim "seu filho e seu genro estão no quarto 307" — explica ele.

— ah sim, é que os enfermeiros não queriam deixar vir quem não tivesse parentesco com ele, então eu disse que era namorado dele — esclareço.

— tu tá te sentindo muito culpado né — ele me pergunta com um sorriso confortante nos lábios.

— sim, afinal, se ele está aqui a culpa é minha — digo observando Minho dormindo.

— entendo, você já avisou a família dele? — pergunta ele.

— não pai, ele é órfão — conto ao meu pai tudo o que sei dele, com exceção de sua sexualidade.

Por fim, combinamos que vamos bancar tudo o que o Minho precisar, como castigo meu pai tiraria meu carro, mas depois ele repensou e disse que eu não teria castigo, mas sim uma lição de moral, ele me ordenou que cuide do Minho até ele ficar cem por cento bom. Ele teve alta no mesmo dia, quando acordou e me viu, ficou desesperado, mas acalmei ele e novamente pedi perdão. Hoje já é o segundo dia que estou cuidando dele, quando eu falo assim, Hyunjin ri e diz que eu não cuido nem de mim, esse peste. Hyunjin fez uma sopa e eu estava dando pro Minho na casa dele.

— eu já dou conta de comer sozinho, não precisa dar na minha boca — resmunga Minho.

— nada disso, você não vai fazer esforço nenhum — afirmo estendendo a colher para ele ingerir a sopa.

— cansei, olha eu já tô bom, você não precisa mais cuidar de mim, olha — disse ele levantando e então vi que ele estava só de cueca — eu estou fingindo ainda estar mal só pra você pagar um pouco mais pelo que me fez, mas na verdade é eu que estou sendo torturado — diz suspirando e eu começo a rir.

— você acha que eu não sabia? Apenas entrei no seu jogo — disse eu deixando a sopa em cima do criado mudo.

— seu desgraçado! Tu me paga — disse ele vindo me dar tapas, segurei suas mãos e joguei em cima da cama e o prendi me jogando em cima dele.

— e agora? Vai fazer o que? — questiono sorrindo e ele me encara sério — o que que foi? — pergunto estranhando a reação dele e sou respondido com um beijo, eu não não reagi, fui pego de surpresa e assim fiquei.

— desculpa... Desculpa, eu sei que você acha que vou te lavar pro inferno, desculpa... Não resisti e... — ele tenta se desculpar depois do beijo, mas eu o interrompo.

— xi... — faço ele se calar — já tô no inferno mesmo, então... — digo sussurrando e em seguida o beijo.

Ele me empurrou e fiquei sem entender.

— o que foi? — questiono.

— você tem certeza que quer isso? — pergunta colocando a mão no meu rosto e olhando nos meus olhos.

— sim, quero sim e se você quiser também, quero transar com você — afirmo e sou respondido com um beijo.

 Me beijando, ele me fez deitar na cama e ficou deitado sobre mim. Em seguida, ele se sentou em cima de mim e começou a tirar minha camisa, veio beijando todo meu corpo até chegar na minha calça, ele me deixou só de cueca e tornou beijar minha barriga, eu sentia o toque dos lábios dele, não há como descrever tal sensação senão como prazer, senti ele abocanhar a minha cueca e com a boca foi puxando ela pra baixo, fiquei um pouco constrangido de ter meu corpo totalmente exibido, mas tentei relaxar. Senti sua mão segurar e depois sua boca sugar meu pau, que sensação maravilhosa, ele sugava tanto que eu me contorcia, ô boquinha gostosa viu. Depois de alguns minutos ele levantou e foi até o banheiro, ele voltou com um preservativo nas mãos, ele mesmo colocou em mim e depois tirou a cueca, subiu em cima de mim e se ajoelhou fazendo minha virilha ficar entre sua pernas, ele posicionou meu pau na entrada dele e sentou, foi forçando pra baixo para que eu penetrasse ele. Ele segurou forte nos meus peitos e sentou com tudo e então ouvi ele gritar fazendo uma expressão de dor. Puxei ele pra mim e comecei a beijá-lo, rolamos e eu fiquei em cima dele, estávamos de frango. Comecei a beijar o pescoço dele, ele enlaçou minha cintura com as pernas e eu tornei a penetrá-lo, ele gemia e arranhava minhas costas. Quando senti maior facilidade de penetração, virei ele de costas e deitei em cima dele invadindo-o contudo, ele gemeu apertado a coberta da cama. Segurei nas mãos dele e comecei a estocá-lo forte, ouvir o barulho do meu corpo se chocando com o dele me enchia de tesão, nem eu consegui conter alguns gemidos. Passamos cerca de uma hora transando até que gozamos. Tirei a camisinha, amarrei e joguei ao lado da cama, sai de cima dele e deitei ao seu lado. Ficamos alguns minutos em silêncio até que ele me fez uma pergunta.

— agora? Como vai ser? — eu não entendi exatamente o que ele quis dizer.

— como assim? — peço que ele seja mais claro.

— você transou comigo por transar, tem alguma intenção, quer repetir, enfim, o que você quer realmente comigo? — ele me pergunta tranquilamente.

— não sei, isso é novo pra mim, nunca tinha ficado com um cara, e sexo muito menos — digo um pouco confuso.

— mas você gostou? — questionou ele.

— sem dúvida, você me fez sentir muito prazer e sinceramente, quero repetir mais vezes sim — respondo sinceramente.

— entendo, mas... Você sente algo por mim? Ou é só tesão mesmo? — questiona ele e finalmente entendi onde ele queria chegar.

— você mexeu comigo, fiquei muito confuso, cheguei a surtar algumas vezes, você até presenciou algumas, sinceramente, sinto algo por ti sim — respondo olhando nos olhos dele.

— então você namoraria comigo? — questiona ele, exito um instante, mas respondo.

— sim, mas só se for em segredo, não tô preparado pra me assumir gay e não sei qual seria a reação da minha família.

— tudo bem, te entendo, então... Estamos namorando? — pergunta ele com um sorriso bobo e fofo.

— estamos — respondo sorrindo e ele me beija.

Ficamos mais um pouco na cama abraçados e nos beijando.


Notas Finais


Minho e Jisung na foto acima.


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