História Elevasse - Taehyung, BTS - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Blackpink, Got7
Personagens Kim Taehyung (V)
Tags Amor, Bangtan Boys (BTS), Drama, Morte, Reencontros, Revelaçoes, Romance, Suspense, Tragedia
Visualizações 4
Palavras 1.257
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom diaaaaa

Capítulo 3 - Cap2: Promessas


Correr. Correr. Correr. Era tudo que eu fazia desde que sai da casa da senhora Kim. Ela me criou até meus 16 anos, quando me formei na academia da guarda real japonesa. Para uma americana, sempre tive habilidades especiais. Assim diziam os Generais e Coronéis. Tudo que eu sabia foi ensinado por Haye, meu irmão mais velho, o resto era puramente meu. Mas tudo mudou quando descobri que eles tinha a cura. A cura para Zagretion. Essa doença maldita destrói metade do organismo, de dentro para fora, comendo primeiro os glóbulos sanguíneos até as células imunológicas. Não tem como sobreviver a essa merda. Na época, eu pensava que era mentira dos soldados, um boato de jovens imaturos. Um dia, quando nós estávamos área isolada ajudando um príncipe doente, eles trouxeram várias doses Hipcila, a cura que só era um boato. Até aquele momento. Quando vi que o príncipe se restaurar em menos de quatro dias, me desesperei, por que se Haye tivesse tomado da cura, ele hoje estaria vivo. Meu sangue subiu para a cabeça, fazendo com que eu deserdasse completamente, largando tudo que tinha conquistado. Namjoon, o santo, ao invés de ficar do meu lado e cuidar de mim como prometeu ao meu irmão, ficou ao lado do sistema. Faz quatro anos que ele vem me caçando, faz quatro anos que o mesmo que dizia cuidar de mim até que a morte nos separe está sendo mandado para me matar quando me achasse. Eu quase casei com ele, e agora vejo o completo bosta que é. Covarde e mentiroso. Agora estou correndo de seus soldados e cães, talvez os soldados sejam cães também que só recebem ordens. Subo um penhasco de pouco a pouco, uma altura de quase 40 metros. Um deslize e viro patê de frango. Quando chego no topo, sinto uma forte ventania em meu rosto, fazendo com que minha touca voasse pra longe. Merda. Consigo subir e me firmo, olhando para abaixo. Olho a paisagem, arvores verdes a direita e com uma cerca dividindo a esquerda, arvores murchas e podres. Me distrair por alguns segundos, soldados atiram em minha direção, fazendo com que eu me agache e corra para me proteger dos tiros. Ouço a voz de Namjoon no alto-falante antes que eu continuasse.

Amelia! Se entregue.... Ou atiraremos novamente!

Olho para baixo e sorriu, acenando para o meu Ex noivo. – Oi amor! Tudo bem? Achei que tinha desistido! – Digo irônica. Ele sorri de volta e coloca o alto- falante novamente.

- Amelia, se entregue e não atiraremos! – Namjoon estreme os olhos para me enxergar melhor. – Vamos lá. Ninguém sai ferido!

Riu nasalmente. Uma lembrança de quando ele quase me matou com um tiro vem em minha mente. Sangrei pelas ruas de Tokyo até achar um lugar para me esconder. É como dizem, se o amor não te mata, então você que tem que matar o amor. Reviro meus olhos e tiro uma metralhadora da minha mochila, mirando bem na cabeça dele com uma luz vermelha.

- Não faça isso! Todos estão mirando em você! – Disse levantado a mão esquerda para todos mirarem em mim.

- Morre nos dois então, amor! – Gritei segurando firme a arma pesada. Passou-se um minuto com todos da mesma forma, até Namjoon mandar abaixarem as armas.

- Não precisa ser assim! – Ele largou o alto-falante e gritou: - Eu ainda te amo!

Um nó se forma em minha garganta. Essa palavra me mata só de pensar ele falando isso em meu ouvido. – Se você me amasse... Não estaria ai! – Dei as costas, na esperança que atirassem. Ninguém atirou, e ele só gritou meu nome.

Eu ainda o amo, por mais que ele tenha tentado me matar diversas vezes. Para minha infelicidade helicópteros começam a surgir de baixo para cima, fazendo com que eu corra. Em um deles estava Namjoon, segurando uma arma que eu nunca, mais nunca tinha visto. Ele aponta para mim e começa a atirar diversas vezes. Tento me esquivar, mas sou atingida no braço esquerdo. A cachoeira é a poucos metros, posso me esconder lá, mais não por muito tempo. Corro pressionado o ferimento, só falta mais um pouco. Por erro meu tropeço em uma rocha, caindo de cara no chão. Sinto minha bochecha direita esquentar um pouco, me arrasto até onde posso. Ouço passos em minha direção e mãos me virando de frente. Namjoon apontando uma arma para mim, olhando sério.

- Não precisa ser assim. – Diz colocando o pé em meu peito. Engulo a seco e olho para meu braço sangrando. Seus olhos vão na mesma direção.

- Precisa sim. Haye morreu, mesmo tendo a cura. – Sinto meus olhos marejarem, jogando minha cabeça para atrás para enxergar a cachoeira de águas cristalinas. – Você disse que iria cuidar de mim. – Olho para Namjoon. – Você prometeu... – Murmuro.

- Você também. Mas preferiu fugir e me deixar. – Ele sacou a arma e atirou no mesmo local onde já tinha um ferimento. Gritei de dor, ardia e queimava ao mesmo tempo. Minhas lagrimas foram aumentado enquanto me contorcia de dor.

- Você... vai me matar? Ou ficar conversinha? – Indaguei com deboche.

Ele rir e se agacha, ficando perto do meu rosto. Perto o bastante para um último beijo.

- Eu não queria fazer isso. – Sussurra em meu ouvido. Uma gota d'agua cai em minha bochecha. Água não, lagrimas. Namjoon estava chorando. – Não me faça fazer isso. – Pediu com os olhos molhados.

Eu já estava me sentido fraca, se esse era o memento da minha morte, então que eu morresse pelas mãos de quem eu amei por muitos anos.

- Faça... rápido. – Pedi com a voz já sem forças. Ele enxugou as lagrimas e colocou a arma em minha testa. Fechei os olhos para não ver.

Antes que os soldados pudessem vim em minha direção, Namjoon, ao invés de me matar, me pega no colo. – Eu te amo, Ame. – Diz juntando nossos lábios, antes de me jogar rio a baixo. Meu corpo afunda com tanta força que desmaio.

Meu corpo flutua pelo rio, me deixando ser levada até a margem, onde ninguém me acharia. Fiquei deitada na margem de pedrinhas por horas, com a água indo e voltando no meu rosto, antes que o sol descansasse um cão aparece do nada me cheirando. Ele vem com o focinho molhado na minha cara e me lambe. Abro meus olhos com dificuldade e sorriu para ele, minha voz quer sair para pedir ajudar, mas não consigo. Passos pesados fazem com que o cão comece a latir, uma voz masculina indo em minha direção faz com que meu coração acelere. Meu corpo tenta reagir, mas estou muito fraca para me levantar dali. A quantidade de sangue que perde foi muita e não sei quanto tempo terei. O homem me olha de pé, com uma mochila nas costas e de touca para neve. O mesmo se agacha e checa para ver se estou ainda viva. Por mais que eu queira, minha voz não sai alta para ele ouvi. Meus olhos estão tão pesados que nem vejo ele me pegar no colo e me levar para dentro da floresta, com o cão indo atrás. O odor de suor entra em minhas narinas misturado com o cheiro dos eucaliptos. Mal consigo ver seu rosto. Afundo minha cara em seu pescoço com medo de cair de seus braços, passando meu braço em volta do pescoço do mesmo. Agora tudo ficou escuro...

Meu corpo precisava de ajuda e eu não estava nem ai se ele fosse um estuprador ou um psicopata fora da lei.

                                                    Continua.......


Notas Finais


Próximo capitulo dia 28 desse mês, ok
muito obrigado pelo os comentários que é de grande inspiração
beijos


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