História Elevasse - Taehyung, BTS - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Blackpink, Got7
Personagens Kim Taehyung (V)
Tags Amor, Bangtan Boys (BTS), Drama, Morte, Reencontros, Revelaçoes, Romance, Suspense, Tragedia
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Palavras 1.049
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite gente, aqui mais um capitulo. Terminei de postar Deixa florescer, quem quiser ler tá ai viu?
beijos

Capítulo 4 - Cap3: Serviços... Domésticos?


Amelia

 

Abri meus olhos com dificuldade por conta da claridade que havia no pequeno espaço pintado de branco. Pontadas na minhas cabeças sem parar fazia com que eu não conseguisse levantar da cama, macia e com lençóis cheirando a lavanda. Olhei para o lado e vi meu braço espetado por agulhas e uma bolsa que estava cheia de sangue, com aparelhos clínicos de contavam as batidas do meu coração. Logo, percebi que estava em um hospital. Mas...Como? Algo não estava certo, a muito tempo os hospitais estavam lacrados e já não tinham médicos como antes. Olhei ao redor e vi que uma parede era toda de vidro, que dava para apreciar a bela paisagem da floresta verde e o céu acinzentado coberto de nuvem carregadas de agua.

- Mas... onde eu estou? – Perguntei para mim mesma. A única coisa que lembro é do beijo de Namjoon, antes de me jogar no rio. Levantei e fiquei sentada encarando a paisagem e depois, uma câmera no canto da parede mirada totalmente em mim. Então, a maçaneta da porta começou a se mexer, abrindo a porta, um homem. O mesmo que me salvou com uma bandeja com comida parado, sem nenhuma expressão no rosto. Ele andou até mim e sentou na cama, deixando a bandeja entre nós.

- Onde estou? – Perguntei olhando para o mesmo.

- Acho que ao invés de perguntar onde está, deveria me agradecer de ter te salvado. – Disse levanto, parando na parede de vidro olhando a paisagem. – Melhor comer. Parecia que você não comia há dias. – Ele descansou as mãos no quadril e olhou para mim. – Vamos... coma.

Na bandeja continha coisas que eu nunca mais tinha visto. Morangos, biscoitos, pão com queijo, suco, café. Já nem existia mais café nessa merda de país. Sorri ao ver a bebida quente e bebi um gole. Fechei os olhos de satisfação. Comi tudo com cuidado, degustando cada sabor. O homem, a quem não tinha me dito ainda o nome, observava tudo sem um pingo de expressão. Sem querer soltei um arroto.

- Desculpe. – Falei colocando a mão na boca.

- Normal. – Balançou a cabeça. – E então? O que faz aqui nessa parte da floresta? – Sua pergunta me fez lembrar novamente de Namjoon. Na verdade, tudo que eu quero é esquece-lo.

- Fui jogada... do rio. – Coloquei um pedaço de morango na boca e abaixei o olhar, fixando no chão.

Ele abriu a boca e fez um ‘’ Ah’’.

- Agora pode me dizer a onde eu estou? – Cruzei os braços. Ele dei pequenos passos e ficou de fronte de mim.

- Na minha casa. Na floresta Aiko. – Ele colocou os braços para atrás e consertou os óculos. – Seu nome?

-Ame... Amelia D’josson. – Tomei um gole de café e voltei os olhos para paisagem. O homem deu alguns passos e se agachou, olhando no fundo dos meus olhos.

- Você é americana, não é?

Assenti com a cabeça mordendo um pedaço de biscoito.

- Humm. Bem, Amelia...

Interrompo ele.

- Ame. Me chame de Ame.

Ele senta ao meu lado e esfrega as palmas da mão.

- Ok, Ame. Eu sou o doutor Kim Taehyung, dono dessa... Parte da floresta. – Taehyung deita as costa na cama e suspira. – Quando eu te encontrei, você perdeu muito sangue. Quase 3 litros. – Disse espalmando as mãos no ar.

Quase 3 litros de sangue. Meu Deus...  

Meu coração por um segundo acelerou um pouco. Acho que tomei mais que um tiro, quando Namjoon me encontrou.

- E isso... Ame... – Ele olha para mim e ergue a sobrancelha direita. – Me custou dinheiro.

Engoli a seco.

- O que quer dizer com isso? – Baixei minha cabeça.

- Quer dizer que você tem uma dívida muito grande comigo. - ele enfiou as mãos nos bolsos da frente e soltou um suspiro. – Sabe que sangue hoje em dia custa... Tipo assim.... muito.

- Eu não tenho como pagar... – Abracei meu próprio corpo. Taehyung se levantou e, por incrível que pareça, seus lábios se curvou com um meio sorriso.

- Não precisa me pagar com dinheiro. Sei que... pessoas como você não tem o que os clericos tem. – Ele checa a máquina clínica. – Não que eu seja um.

- E como posso te pagar? – Perguntei, enquanto era bombardeada mentalmente com sugestões constrangedoras.

- Serviços domésticos. – Disse, enfiando a mão pelo cabelo.

Minha sobrancelha ergueu-se.

Ahn? Serviços domésticos?

- Como assim.... Serviços domésticos? – Dei de ombros. Homens como Taehyung nunca pediriam serviços domésticos. No mínimo iria me vender como escrava ou iria me transformar em sua acompanhante pessoal. E não estou dizendo do tipo que só sai para te acompanhar.

- Dãã... Limpar, cozinhar, dar banho no meu cachorro e sei lá, fazer coisas que empregadas fazem. – Ele torceu a aliança no dedo. Visível... casado ou viúvo.

- Então tudo que voce quer é que eu seja uma empregada?

- Sim. – Ele brincou com a aliança.

- E se eu não quiser?

Ele parou por um momento, olhou para a câmera no canto da parede e sorriu.

- Sabe... – Ele andou até a parede de vidro com os braços para trás. – Hoje de manhã eu estava vendo o jornal, e eu ti vi na TV. – Apontou o dedo para mim. – E eles disseram que, se alguém te achasse, era pra entregar você. Morta ou viva. – Agora, seu olhar estava sombrio e ameaçador.

- Isso é uma ameaça?

- Não. É uma mão ajuda. – Fez aspas com o dedo. – É aquela velha frase, uma mão lava a outra.

Me vejo sem saída. Se ele me entregar, serei julgada como desertora do exército e isso não é legal.

Morrer ou virar empregada.

Eis a questão?

- Ok. Tá certo. – Me dou por vencida.

- Certo então. – Ele se encostou na parede de vidro e olhou para o teto. – Comece por amanhã, você ainda precisa descansar. E.... – Ele andou até a porta e abriu-a. – Vou te trazer antibióticos pra não infeccionar seus ferimentos, Ok? – Antes dele sair, o chamei.

- Posso perguntar uma coisa?

Ele assentiu.

- Quem... trocou a minha roupa?

Taehyung sorriu de lado e disse: - Quem mais séria? Nessa floresta só tem eu, você e o Duddy. E com certeza ele não colocaria suas roupas usando as patas? – Bateu a porta estremecendo o quarto.

Merda.... Ele me viu nua.


Notas Finais


Beijos pessoas lindas


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