História Élio - Capítulo 37


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Categorias Harry Potter
Personagens Harry Potter, Lord Voldemort, Tom Riddle Jr.
Tags Harry/tom, Tom/harry, Tomarry, Voldemort
Visualizações 450
Palavras 1.643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Slash, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eita, comenta ai meu povo,os forninhos ainda não caíram, mas logo logo vai ter muita treta !!

Capítulo 37 - CAPÍTULO 24


Fanfic / Fanfiction Élio - Capítulo 37 - CAPÍTULO 24

Harry tinha feito todos seus deveres e tentou ler alguns livros, mas não estava com paciência.

Tom tinha dito que só voltaria de manhã e ele já tinha recebido sua última refeição do dia, isso significava que a qualquer hora o homem poderia voltar. E ele estava ansioso por isso.

Por mais que sua mente tentasse ficar otimista e dissesse que Voldemort não iria aparecer, ele se sentia encurralado. Como uma presa que esperava o bote.

Se condenou bastante por não ter contado o que aconteceu para Tom, mas será que isso teria livrado ele de encontros futuros?

Voldemort tinha dito que ele e Tom eram a mesma pessoa, será que Tom brigaria contra si mesmo para proteger ele?

Tudo isso era bastante confuso, acabou deitando na cama e dormiu com essas dúvidas rondando sua mente.

 

 

 

Harry corria no jardim da mansão Riddle.

Seu coração estava tão rápido que parecia que ia sair do peito, sentia um pouco de cansaço, mas não poderia parar de correr, não agora.

Continuou correndo e passou por uma árvore longa onde estava Edwiges, ele nunca tinha visto aquela árvore antes, com aqueles frutos, ele não poderia dizer qual era a espécie, pois nunca prestou atenção nas aulas de ciência, na escola trouxa que ele estudou antes de ir para Hogwarts.

Se aproximou do tronco e sua coruja, piou para ele lá de cima, parecia uma aviso, mas antes que pudesse se virar e correr em outra direção, mãos brancas o apertaram.

-Peguei você- disse Tom sorrindo para ele.

-Você trapaceou Tom, assim não vale- disse Harry emburrado.

-Como eu trapaceei meu menino?- disse Tom beijando seu pescoço e passando as mãos por seu corpo.

-E..hum...mandou Edwiges me distrair- Harry escutou a risada gostosa do homem no seu pescoço, e um arrepio de prazer passou por todas as suas células.

-Oh meu menino, você me acha tão poderoso, a ponto de convencer essa coruja teimosa a fazer algo para me ajudar? Ela na verdade estava tentando denunciar minha posição.

As mãos invadiram seus shorts e o menino percebeu que não estava usando cueca,gemeu sôfrego assim que sentiu as mãos do homem no seu membro.

Puxou o homem para mais perto e ergueu o rosto, em um pedido silencioso para ser beijado. Harry sentiu sua mente nublar assim que seus lábios foram tomados com avidez.

O menino começou a passar suas mãos pelo corpo do homem, imitando seus movimentos, quando estava para alcançar o membro, que era o foco do seu desejo, escutou uma risada maléfica e se afastou de Tom.

Olhando para a frente, pode ver um homem que era igual aquele que estava ao seu lado, mas tinha assustadores olhos vermelhos.

-Então ao invés de dominar o mundo comigo, você fica aqui se esfregando com essa puta oferecida- disse Voldemort com a varinha apontada para eles.

-Eu amo ele Voldemort, tente aceitar isso- disse Tom se colocando protetoramente na sua frente.

- Mas ele não ama você, não esquece que ele só está com você para salvar os amigos, não passa de uma puta barata e oferecida, que mataria você na primeira oportunidade.

-Isso não é verdade, eu…-Harry viu Tom se afastando dele e começou a chorar, quando este se juntou a sua outra metade, agora os dois homens apontavam suas varinhas para ele com ódio brilhando nos olhos cinzas e nos olhos vermelhos.

-Tom, por favor… eu te…

-Crucio- bradaram juntos e Harry caiu no chão, sentindo a pior dor do mundo, o coração se partindo.

Acordou chorando e agitado, tinha sido somente um sonho, mas parecia tão real, começou a soluçar.

Foi se acalmando e lembrou que Tom não odiava ele, Voldemort era uma outra jurisdição, mas Tom gostava dele, cuidava dele, como nunca tinha sido cuidado por ninguém.

Limpou as lágrimas e fungou ressentindo, seu peito ainda doía, sentia uma mistura de decepção, mágoa e medo.

Aquilo foi como ser atacado por um amigo, alguém que ele confiava, se sentiu estranho com esse pensamento. Ele confiava em Tom e acreditava que o homem não faria nenhum mal para ele.

Levantou e foi no banheiro lavar o rosto, voltou a se deitar e se perguntou por quantas horas tinha dormido.

Fechou os olhos para poder voltar a dormir quando sentiu uma mudança no clima.

Abriu os olhos e se deparou com o homem dos seus sonhos, sorrindo no pé da cama, com a varinha apontada para si.

-Incarcerous- disse Voldemort, com os olhos vermelhos brilhando- Sonho interessante bebê Potter, então é assim que você me vê? Como uma empecilho para o seu romance com Tom?- perguntou rindo com escárnio.

Harry sentiu o corpo tremer, mas não conseguia se mover com aqueles cordas amarradas em si, se sentiu tão humilhado naquela posição, que não pode evitar que mais lágrimas escorrerem por seus olhos.

                                                                                              

 

Andando pela Floresta e Rothiemurchus, Tom sentia falta de Harry, por diversas vezes ele tinha que se reprimir, se dependesse dele passaria o dia todo com o menino, mas tinha coisas a fazer e obrigações a cumprir.

Não sabia quais argumentos poderia usar para evitar que Voldemort invadisse Hogwarts, ele não precisava da ajuda de Snape, isso era um teste de lealdade e até agora o homem estava falhando miseravelmente e isso acabaria por causar a sua morte.

Ele não se importava com Hogwarts, na verdade queria vê a escola destruída tanto quanto sua outra metade, mas eles já tinham causado tanto sofrimento ao menino, não queria matar os amigos dele e as pessoas pelas quais o garoto tinha apreço.

Seu menino era tão amoroso, ele se preocupava e amava os amigos. Parecia que seu coração tinha espaço para todos, até para o inimigo.

Sabia que cada dia o menino abria um espaço para ele no coração, ele nunca tinha se sentindo querido e desejado, mas se sentia assim nos braços de Harry.

Os ingredientes tinham sido achados e devidamente guardados, a poção tinha que dar certo agora. Tudo seria mais fácil se Harry fizesse uma horcrux, mas no fundo sabia que o menino jamais mataria alguém e ele tinha medo do que poderia acontecer com a mente do seu garoto, caso ele fizesse algo assim. Estava decidido a preservar toda a inocência que sobrou no seu ‘’golden boy’’. Por isso aquela poção era tão importante, ele não deixaria o menino morrer nunca, não tinha mentido quando disse que o menino permaneceria para sempre ao seu lado. E ele desafiaria a morte mais uma vez para manter a palavra.

 

 

 

Voldemort estava sentado na sua cama na mansão Riddle, ele torcia para que Tom chegasse logo, não sabia se poderia se controlar por muito tempo.

Era certo que depois que saiu do caldeirão não tinha mais pensamentos obsessivos com Harry Potter, mas o menino tinha um magnetismo incrível, e parecia que o puxava para si.

E ele não gostava nenhum pouco disso, já era suficiente que Tom andasse por ai todo encantado com aquele menino, louco para engarrafar a imortalidade, somente para que Potter pudesse viver para sempre.

Ele não tinha vontade de negar nada para si, por isso deixava Tom ficar com o menino, mas a maneira como a relação estava sendo conduzida não o agradava.

O amor é uma fraqueza, riu com o pensamento.

Eles não podiam amar e por isso Tom nunca amaria Harry, era só uma fase que estava durando tempo demais, mas logo passaria.

 

 

 

Escutou as risadas e se encaminhou para a janela, ao chegar lá, se deparou com Tom e Harry no jardim rindo sentados e se beijando.

Teve uma sensação estranha ao olhar aquela cena, algo que nunca tinha sentido antes.

Era medo, ao longo de seus sessenta e nove anos, nunca tinha sentido isso. Mais ao olhar o pequeno menino de olhos verdes e cabelos selvagens sentia pavor…

 

O sonho mudou de repente, estava em pé no jardim. Harry e Tom trocavam carícias a pouca distância dele. Olhou para cima e viu uma árvore que nunca esteve no jardim antes.

Isso acontecia às vezes, compartilhava sonhos e algumas lembranças com Tom.

Mas logo percebeu que aquele sonho não era de nenhum dos dois, por isso deixou acontecer.

-Então ao invés de dominar o mundo comigo, você fica aqui se esfregando com essa puta oferecida- disse apontando a varinha para os dois amantes.

-Eu amo ele Voldemort, tente aceitar isso- disse Tom de uma forma patética, se colocando protetoramente na frente de Harry.

- Mas ele não ama você, não esquece que ele só está com você para salvar os amigos, não passa de uma puta barata e oferecida, que mataria você na primeira oportunidade- isso era verdade.

-Isso não é verdade, eu…-disse Harry cheio de angústia, Tom se afastou do menino e ele começou a chorar.

Tom ficou ao seu lado e eles apontaram a varinha ao mesmo tempo para o menino que chorava.

-Tom, por favor… eu te…

-Crucio- bradaram juntos e o menino caiu no chão.

 

 

Acordou com uma aperto no peito, por Salazar, aquilo não estava acontecendo, não podia ser verdade.Saiu rapidamente da cama e com um aceno da varinha vestiu suas vestes.

 

Entrou no quarto do menino e ele estava deitado, visivelmente abalado.

Viu os olhos verdes abrindo na sua direção, como se o condenasse a morte, lançando a temível maldição.

-Incarcerous- disse Voldemort, antes que pudesse se conter- Sonho interessante bebê Potter, então é assim que você me vê? Como uma empecilho para o seu romance com Tom?- perguntou rindo com escárnio, apesar de não estar se divertindo.

Não iria deixar transparecer o que estava sentindo, observou o menino preso de quatro na cama, em posição horizontal.

Se aproximou do rosto do menino e o ergueu, olhando nos olhos verdes, que brilhavam por causa das lágrimas e mostravam medo, passou a mão pelos pequenos lábios e subiu a mão para algo que o amedrontava e fazia seu peito encher de pavor.

 


Notas Finais


Me conta o que vocês acham.


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