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História Elizabeth - Fillie - Capítulo 17


Escrita por:


Notas do Autor


Eu tô mimando vocês demais, não acham não? KKKK
Amo vcs
Boa leitura 💖

Capítulo 17 - 17 - Cheiro de grama molhada


Fanfic / Fanfiction Elizabeth - Fillie - Capítulo 17 - 17 - Cheiro de grama molhada

DIA SEGUINTE


Millie 


6:42 PM


— Você pegou camisinha?

— Noah Schnapp! — Sadie o repreende pela pergunta. — A Eliza aqui! — Noah põe as mãos na boca.

Escapou

— Ai meu deus! — digo rindo. — Gente vocês acham que eu estou muito vulgar?

Eu estava usando uma cropped branca e uma saia marrom estampada, por cima um sobretudo marrom - o frio do Canadá é uma coisa de outro mundo -, nos pés, um salto branco baixo. Meu cabelo estava solto, mas eu estava levando uma liga de cabelo na bolsa.

— Não, você estaria vulgar naquela roupa que Sadie trouxe! — minha avó aparece rindo. 

— Certo, levando celular, ? — Sadie questiona. — Te conheço muito bem pra dizer que você vai precisar de mim e do Noah. 

— Coloca a… — minha avó olha para Elizabeth. — aquele negócio na bolsa. Não duvido de que precisem. — ela põe duas na minha bolsa.

Ai meu deus, onde me meti?

A campainha tocou e eu gelei.

Papai! — Elizabeth desceu correndo para vê-lo.

— Preparada? — Noah questiona.

— Não mesmo. — digo.


Finn 


Elizabeth abriu a porta para mim e pulou em meus braços.

— Você vai ver, ela uma rainha! — ela diz rindo.

Eu estava ansioso e nervoso, não saía com uma garota desde Jamily e bom, Millie não é qualquer uma… ela é A garota.

Entrei na casa e vi Vincent sentado no sofá.

— Boa noite! — ele sorri ao me ver. — Não precisa ter pressa, mas cuidado com minha neta. 

— Sempre. — digo sorrindo.

— Ela vindo, papai! — Elizabeth aponta para a escada.

De repente, meu mundo parou. 

Vê-la descer, vestida daquele jeito, me desbloqueou lembranças que eu havia esquecido.

Há seis anos eu estava parado naquele lugar, vendo ela descer aquelas mesmas escadas com seu vestido cor de rosa pronta para o baile de formatura

Eu não sabia na época, mas eu a amava tanto que daria minha vida pela dela. 

Parecia que tudo estava congelado e só tinha eu e ela no mundo.

Não me sinto diferente hoje.

Oi… — ela cora.

Uau— digo sorrindo. — você linda! 

Valeu! — ela ri.

— Cuida dela, primo. Não seja babaca! — Sadie dá um murro em meu ombro. 

Papai— Elizabeth me chama e eu me ajoelho. 

Ela se aproxima do meu ouvido.

Cuida da minha mamãe

Me levanto rindo.

— Claro que cuido, Eliza. 

— Vão! Vocês podem perder a reserva! — Noah nos empurra. — Usem camisinha! — ele fecha a porta.

— Ele não mudou nada… — digo rindo.


°•°•°•

8:42 PM


No restaurante, Millie e eu conversávamos sobre tudo um pouco, o silêncio não se fazia presente e eu descobri várias coisas dela que não sabia.

Millie sorria e ria tanto que meu coração faltava sair pela boca. Ainda não sei exatamente o que sinto por ela, mas sei que ela me faz bem, conversar com ela me faz bem. Tudo que ela tem me faz bem. O sorriso dela, o abraço dela, a voz dela me acalma…

— Finn? — ela me tira do transe.

— Oi! — digo rindo. — Desculpa. 

— Tudo bem! — ela ri. — Eu tava pensando, que tal a gente... Sei lá, dar uma volta pela cidade, eu não sei você, mas eu já estou cheia… — ela põe a mão na barriga, me fazendo rir.

— Gostei da ideia! Vou pedir a conta… 

— Vamos dividir, metade pra um e metade pra outro. Assim, os dois podem ajudar… — ela sorri.

Não me ofereci para pagar tudo, fiz isso uma vez em nosso primeiro encontro e ela quase arrancou minha cabeça.

Pagamos e saímos do restaurante.

Ao entrarmos no carro, Millie tirou seu sobretudo e seus saltos, amarrou o cabelo e olhou para mim.

— O que? Aquela merda dói nos meus pés! — gargalhei.

— Eu não acredito! — digo entre risos. — Você? Pensei que ficasse em cima de um vinte e quatro horas por dia!

— E fico, mas quando chego em casa é um alívio! — ela suspira. — Bom, pé na tábua! Eu quero sentir o vento no meu rosto! 

Dei a partida no carro e seguimos reto.

Millie e eu estávamos em um silêncio confortável, quando o vento começou a bater mais forte, ela soltou seus cabelos e pediu para que eu baixasse o vidro.

Os fios voavam pela janela e o sorriso dela… ah o sorriso. Eu poderia congelar o tempo e apenas olhá-la sorrir.

A música que tocava na rádio do carro me lembrava das festas que íamos, me lembrava a trilha sonora do primeiro filme que vimos juntos no cinema: As vantagens de ser invisível. 

— Eu senti falta disso! — ela volta para o carro. 

— Do vento canadense? — digo rindo.

— Não, de ser… sei lá, adolescente de novo. — ela respira fundo. — Quando a Eliza nasceu, eu acho que… não tive muito tempo pra ser adolescente. — ela me olha. — Isso aqui, sair com um cara, eu não faço a muuiiiito tempo.

— Acredite, te entendo. Jamily foi, não sei a palavra certa… uma confusão. Não conheci ela tempo suficiente pra casar. 

— Vira na próxima direita! — ela diz de repente.

— Por que? 

— Confia, sei o que faço. 


°•°•°•


Após mais de quarenta minutos de conversa e a guia Millie Brown me levando para algum lugar que nunca vi. Paramos.

— Onde estamos? — questionei.

— Um lugar que eu descobri enquanto dirigia pela cidade quando terminei com o Ângelo. — ela pega seu sobretudo e desce do carro, eu a sigo.

Millie se deita na grama molhada e começa a observar o céu nublado.

— Você vai ficar doente… — me deito ao lado dela. 

Você também. — ela sorri. — Olha só!

Olho para o céu, uma estrela cadente.

— Faz um pedido! — ela pede.

Espero conseguir te conquistar de novo… 

Peço, em silêncio, para a estrela.

— Finn? — eu a olho. — Vai chover… — ela me olha. — vamos ficar aqui? 

Assenti.

Quando a chuva começou a cair, Millie se levantou e abriu os braços. 

Eu estou me apaixonando novamente por ela

Me levanto e fico parado, apenas a olhando.

— O que foi? — ela me olha.

— Você é tão… verdadeira. — ela cora e se aproxima de mim.

— Finn?

— O que?

— Aceito a proposta de morar com você. 

— Millie… — ela me abraça.

— Só, vamos aproveitar… 

Ela me beija.


Continua...


Notas Finais


Surtos em 3 2 1...


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